Dissertação Contemporânea Sobre a Importância do Passado no Presente ou Quanto Vale o Seu Buraco Preto na Estante?

•Friday, May 17th, 2013 • 12 Comments

vinil

Seis horas da manhã. Normalmente esta rotina estaria pronta mas me levanto um pouco mais cedo e me preparo para acessar o iTunes e sincronizar as músicas que preciso ouvir esta semana. Por diversão, por ofício ou por vício. Normalmente essa rotina se estabelecerá na segunda-feira e se estenderá até sexta onde o playlist renovar-se-á para próxima semana.

O parágrafo acima pode ser replicado na vida de milhões de pessoas no mundo. Variando os gostos, os dias, os motivos. Quando não ocupadas com os serviços de streaming (que ainda capenga no Brasil em função do território não ser “cortado” por redes wi-fi ou por ausência de 3G decentes, como acontece nos Estados Unidos, por exemplo), o i-listener (permitam-me o neologismo) faz sua rádio pessoal e cria sua trilha sonora para semana.

Por conta disso, espanta a notícia no G1 de que comerciantes estão lucrando horrores com a venda de LPs, alguns com lucros de 60, 70 e 80%. E não é só isso: nunca se vendeu tantos toca-discos desde que trabalho nesta indústria vital. Para entender clique aqui.
Os fetichistas do preto com um buraco no meio são sagazes quando o assunto é argumento. Lembro-me de discutir amigavelmente com um companheiro de trabalho que fazia questão de louvar as qualidades sonoras que o long play possui. Discussões técnicas à parte, óbvio que a moldura do LP é muito mais interessante do que aquela quadradinha em acrílico. Lá pela década de 80 eram até mais interessantes uma vez que a capa sempre foi parte do conceito do disco. Jamais passou pela cabeça do Sr. Steve Harris (baixista bastante contestado) que qualquer disco do Iron as canções não tivessem nenhuma relação com as capas. Aliás, diga-se de passagem, Derek Riggs talvez seja um dos artistas mais emblemáticos quando o assunto é emoldurar vinis com classe, bom humor e espirituosidade.

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No entanto nada justifica que alguns comerciantes estejam lucrando os tubos com a “volta” do vinil se não pelo saudosismo de resgatar uma prática (muito saudável) de se comprar Lps. Com todo o romantismo atrelado ao produto, não existe nada tão anti-prático do que comprar discos, com todos os cuidados que eles demandam, e não são poucos. Ainda é preciso que se diga que não existem tantos criativos “Riggs” que investem seus talentos na busca de expressões geniais na hora do lançamento de um disco. Pelo contrário. Capas não são tão veneradas como antes, a ponto de algumas vezes serem homenagens a outras capas que um dia foram clássicas. Exemplo: Sonic Boom.

Paradoxalmente o mercado dá muitos passos à efetivação da compra de música. Legalizando a prática “ilegal” (ok, it never ends) nas lojas do iTunes, por exemplo. Aliás, o legado industrial de Steve Jobs tem ENORMES serviços prestados ao mundo do entretenimento já que faz a roda da fortuna girar sem deixar artistas em geral, produtores gráficos, designers, criadores de jogos, músicos, sem ferramentas de publicidade e venda de produtos. Ou seja: cada dia está mais fácil manter as coisas nos lugares para fazer do seu iTreco um open device para entretenimento de todo tipo, tudo dentro da legalidade.

A matéria ainda confirma a tese do fetiche com o saudosismo quando salienta que a maioria dos produtos à disposição dos consumidores é usado, ou seja, a demanda justificada baseia-se no que já se produziu e não no que se produz. Conseguem imaginar uma loja de carros fabricados em 1983 vendendo mais do que os fabricados este ano? Pois é assim que se comporta o mercado discográfico de vinil, por assim dizer.

Isso pode gerar um colapso econômico ou um novo convívio de tendências mercadológicas. Brechós vendendo mais que lojas de grife. Sebos literários obtendo mais lucro do que grandes livrarias. Dada às devidas proporções e tirando todo o exagero do contexto, isso se estabelecerá no mundo restrito, profundo e bastante conhecido dos colecionadores. Assunto para outro tempo.

Os smartphones tornaram-se em pouco mais de 3 anos de consolidação no mercado, um dos principais objetos de fomentação da indústria tecnológica. Traz a reboque investimentos do entretenimento, que se disseminam facilmente na sociedade, especialmente no target mais jovem. Canais de esporte como a ESPN, investem na transmissão de programas em dispositivos móveis, Netflix e o Hulu (serviços de TV por streaming) confiam no mercado, não apenas exibindo produtos mas assumindo investimentos na área de produção de séries, grandes empresas ganham licitações públicas para tirarem bairros e municípios da era medieval das fiações telefônicas do tempo da vovó, para, oferecerem com alguma (ou nenhuma, depende do caso) competência a mais alta tecnologia e no fim você vai até à esquina e traz o Creatures of The Night debaixo do braço.

Antes que algum idiota ou boçal possa tratar o texto como uma afronta àqueles que desfrutam do prazer de ouvirem suas canções de maneira muito elegante, não, este não é um debate que se abre contra a tendência apontada na matéria e nem uma defesa aberta apenas às facilidades criadas pela tecnologia. É uma base textual para pensarmos o quanto as relações de mercado foram alteradas a partir dos sentimentos que permeiam o homem. O passado jamais foi tão apontado como tendência como nos dias de hoje. O futuro está mais calibrado de nostalgia que se possa imaginar.

As grandes bandas de rock talvez não consigam lançar discos tão nobres e dignos de repetidas audições e, talvez por isso, não são poucas as notícias de que bandas, aqui e ali, saem em turnês mundiais para comemorarem 20, 25, 30 anos de um lançamento do que já foi. Como assim cara pálida?

Uma banda lança seu último trabalho, acredita piamente que aquele é o melhor que ele poderia fazer naquele momento e no entanto você dá uma olhada no set list e não tem QUATRO músicas do disco da tour… Pode ser que isso não aconteça em 100% das vezes em que uma banda de rock sai para estrada, mas não é nenhum absurdo.

O maior investimento da categoria “compre o novo” é uma exaltação “ao usado”, com fotos inéditas, demos irretocáveis (a antítese da antítese), entrevistas de promoção do álbum de 19xx e, pasmem, até músicas inéditas da época. Será que se não tivéssemos downloads, discos vendendo absurdos (na casa de milhões como acontecia há 30 anos), estaríamos reverenciando o que já foi devidamente homenageado? Haveria lugar para o passado se o presente fosse tão glorioso? Já que o passado transformar-se-á em ótimo no futuro, por que não tê-lo como bom hoje?

axel foley

Para gente não ficar restrito à categoria música, para quem acompanha o mundo do cinema ou das séries de TV, o que mais temos hoje são remakes de clássicos cinematográficos/seriados. Só se fala de re-criações, referências, citações de produções e que acabam não tendo o retorno que os investidores estão esperando. Um dos maiores absurdos (pra mim) é a produção do clássico oitentista “Um Tira Na Pesada” transformado em roteiro para TV com Eddie Murphy. Será que somente as coisas ruins merecem um fim? A eternidade do belo não está justamente na sua finitude, na perpetuação da glória na mente e no coração de quem foi cativado por ela?

Em síntese: a insatisfação é uma marca presente no peito de uma geração que parece não fazer mais distinção entre épocas. Por fim: não vejo mal nenhum em curtir um filme antigo, botar o LP pra tocar, matar a saudade dos livros já lidos, tirar a poeira dos clássicos pessoais, mas quando o ontem vira produto mais valorizado que o hoje, uma inversão de paradigmas se aproxima da gente. Para quem vivemos?

Viva Axel Foley!

See U!

Daniel Junior

Cobertura Minuto HM – Anthrax e Testament – parte 1

•Wednesday, May 15th, 2013 • 4 Comments

Aqui o Scott Ian “viajando” :-) :

Pouco mais de 1 ano da última passagem com o Misfits, uma passagem que marcou inclusive uma frustrada tentativa de conhecer os caras no Manifesto Bar (mesmo assim, ainda conseguimos autógrafo em CD, palheta do Scott e ainda tínhamos o ingresso # 1), o Anthrax retorna à cidade da garoa, sendo este o único show no país nesta perna da Summer Tour da banda. Desta vez, a banda traz mais um grande “convidado”: nada mais, nada mesno que o Testament. Ou seja: uma noite de pura celebração de thrash metal!

Aproveitando o post, de lá para cá na vida do Anthrax, tivemos a saída de Rob Caggiano em janeiro deste ano, sendo substituído pelo guitarrista Jon Donais, do Shadows Fall. A banda, que continua promovendo o ótimo Worship Music, também lançou um EP de covers (Anthems EP), com covers de clássicos setentistas e um remix de Crawl (além da versão original), do mesmo Worship Music. Vale muito a pena apreciar o trabalho, para quem ainda não conferiu. O tracklist é:

  • Anthem (Rush)
  • T.N.T. (AC/DC)
  • Smokin (Boston)
  • Keep On Runnin (Journey)
  • Big Eyes (Cheap Trick)
  • Jailbreak (Thin Lizzy)
  • Crawl (versão Worship Music)
  • Crawl (versão remix)

E falando em covers, a banda vem, inclusive, tocando covers em seus recentes setlists. Aguardemos para ver se o que teremos na noite de hoje.

Pré-show:

A chegada se deu sem grandes problemas, feita de trem, inclusive hoje estou perto do HSBC Brasil.

O movimento é bom na região e dada a característica do show, o público é mais específico… digamos mais METAL.

A retirada de ingresso também se deu de forma tranqüila e a casa abriu as portas no horário esperado (19h00). Preocupa apenas que o canto da retirada é pequeno e apertado, quem chegar mais em cima da hora pode ter problema. Deu para ver os primeiros da pista correndo contentes para a grade. Outro fato é a ausência de informação de que horas teremos exatamente a abertura, coisa que normalmente no exterior já se tem com facilidade – é básico: abertura portões, banda de abertura e headliner. Precisamos evoluir…

Além de carrinhos de hotdog e dos tradicionais varais de camisetas, tem uma banda na rua, guitarra e batera, tocando thrash para a galera, apenas instrumental. Excelente o clima e espírito.

As 21h00, considero que a casa está 40% a 50% de sua capacidade das pistas, e os camarotes ainda mais vazios (20%).

NA PA: Black Sabbath (Iron Man, Paranoid, War Pigs), Accept (Balls To The Walls), Iron Maiden (The Trooper, Fear Of The Dark), Sepultura (Refuse/Resist, Roots Bloody Roots), MetallicA (Orion, Battery).

[ ] ‘ s,

Eduardo.

12º Podcast Minuto HM – 10/maio/2013

•Monday, May 13th, 2013 • 23 Comments

Antes:

Nada como começar novamente com as twittadas do Daniel: a empolgação prévia e o estrago depois. Mais uma vez, nosso podcast foi realizado em uma sexta-feira e quebrou de novo recorde de duraç!ao, com mais 30 minutos em comparação à edição anterior! Desta vez, foram OITO HORAS E TRINTA E QUATRO MINUTOS de conversa entre os 8 participantes.

E apesar de não termos tido a festa de animais do podcast passado, mais uma vez vimos o galo cantar e estava claro quando nos despedimos.

Além disso, tivemos algumas coisas bem legais: o Rolf aparecendo e ficando porum bom tempo conosco ; a manutenção da ilustre presença da enciclopédia J.P. e a estreia de mais uma pessoa, outra enciclopédia, Eduardo Schmitt, que chegou como um “velho de casa”, tamanha à familiaridade com o blog e mesmo as terminologias usadas por aqui, o que é uma tremenda honra para todos nós. Seja bem-vindo, xará, e obrigado por investir um tempo conosco!

Está cada vez mais difícil falarmos de como foi o podcast mas, para variar, tivemos de tudo: além do esperado papo de música, foi mais uma grande reunião de amigos, no clima de muito bom humor, como se estivessem todos em uma mesa de um bar.

Os participantes desta edição foram:

  • Eduardo [dutecnic] como host;
  • Daniel (PipocaTV);
  • Flavio Remote;
  • Suellen Carvalho;
  • Alexandre B-Side;
  • Rolf;
  • J.P.;
  • Eduardo Schmitt (estreia).

Como de costume, o podcast pode ser ouvido (por streaming) e/ou “baixado” após o login no 4shared aqui (443 MB). Para fazer o download em formato MP3 para seu computador, clique no botão “Download Now” – o arquivo virá com a tag já devidamente formatada para seu MP3 player.

O B-Side também trouxe o teaser da edição anterior, com pouco mais de 9 minutos, que pode ser baixado aqui (8 MB) ou no nosso espaço no iTunes!

Além das opções acima, também é possível baixar os arquivos desta edição do podcast (e anteriores), inclusive os teasers, pela home page do Minuto HM – ali à direita, no respectivo link dos widgets, a qualquer momento, sem necessidade de se acessar este post futuramente.

Quanto à lição de casa para o 13º Podcast, voltamos ao básico: 3 discos, a saber:

Por fim, os agradecimentos obrigatórios a todos que, trimestralmente, se programam para este encontro maluco aconteça. Obrigado também ao você que terá coragem de ouvir a gente…

O espaço, como sempre, está aberto para os comentários…

Até agosto!

Ah! Faltou o “depois”:

[ ] ‘ s,

Eduardo.

Aventuras em Manhattan – Especial Minuto HM – Parte 3

•Sunday, May 12th, 2013 • 5 Comments

Obrigado por você ter acompanhado nossa estada em NY, cidade apaixonante e que sugiro pelo menos uma ida. Os Estados Unidos vivem eventos monstruosos nos últimos 25 anos e minha torcida é que tais acontecimentos atinjam um menor número de inocentes. Adianto que estamos preparando uma nova tour por um dos países com cultura riquíssima e repleto de grandes discos ao vivo (matou?). Como tudo está no campo ideológico, é melhor deixar em suspense e anunciar no momento propício. É hora de terminarmos a história que começou sendo contada no dia 19 de março.

Embora já conhecesse parte da ilha de Manhattan nunca se sabe tudo sobre ela. Minha grande expectativa, desta vez em que fui sozinho para os Estados Unidos, era concentrar meu tempo em atividades que eu pudesse reportar no Aliterasom, no PipocaTV ou no MinutoHM. Matérias autênticas que não tivessem sido apreciadas em outro meio de comunicação. Óbvio que outra diversão não-musical não estava descartada, como assistir uma partida dos Knicks pela NBA, lá no Madison Square Garden.

A primeira vez em que fui e fiquei deslumbrado com tudo que vi e comprovei, fui surpreendido por uma tarde de autógrafos do Dream Theater a poucas ruas de onde eu estava hospedado. Cheguei até a loja 3 horas antes do acontecimento. Não me arrependi. Foi ótimo ver os meus ídolos de pertinho com sua nova formação. Mike Portnoy havia se despedido 1 ano antes, numa separação aparentemente trágica mas cujo o derrotado (naquele momento) estava explícito. Mike, o Mangini, assumiu as baquetas e trouxe sua técnica didática e irretocável para A Dramatic Turn Of Events, o cd da transição, o primeiro sem Portnoy.

Fui catar pela cidade grandes shows, espetáculos, lançamentos de discos, qualquer coisa musical. Durante os dias em que estive lá sabia que David Bowie e Bon Jovi lançariam seus respectivos LPs. O barulho maior foi em cima do disco do Bowie já que era o primeiro de inéditas desde 2003 (Reality); What About Now é a continuação medíocre de uma carreira que poderia ser brilhante se não concentrasse suas forças na figura do seu ícone. Fazer o quê?

Pelo Whiplash descobri que o Adrenaline Mob lançaria seu disco em Manhattan no dia 13. Simplesmente pirei. Afinal de contas era a chance de ver de perto o ex-DT. Confesso: o disco de estreia da banda (Omertá) não foi amor à primeira vista. Nem à segunda. Achei que era mais um dos projetos do Portnoy, estilo super banda, como outros grupos que ele tem com Steve Morse (Flying Colours), Neal Morse (Transatlantic), Tony MacCalpline (InstruMENTAL Inspirations), fora suas participações especiais. Bem, se eu não era tão vidrado na banda assim, valia a pena curtir meu primeiro show internacional (uau!) com a presença luxuosa de um dos melhores vocalistas de metal, Russell Allen (Symphony X).

Bem, o local do show era em um dos menos explorados por mim. Ficava na 3rd Avenue, menos glamurosa que a 5th e o Park Avenue, por exemplo. A terceira avenida é daquelas que  fazem o mix entre o lado residencial e a parte comercial da Ilha. Fácil ver pessoas fazendo seu cooper matinal, cachorros sendo conduzidos por seus donos (ou pessoas pagas para darem vida boa ao cães), crianças e seus sorrisos americanos (quem já viu, entende, que não viu, acha que todos nós sorrimos iguais), pessoas abruptas em seus gadgets, iPhone é vírgula; a comunicação virou uma mania para americanos e moradores da América. Atravessando ruas, tomando café no Starbucks, procurando sinal wi-fi, eles são absolutamente envolvidos com o iTreco, de uma maneira que me fez sentir melhor, já que sou um recém (e não refém) filho de Jobs, mas sem patologias e surtos. Ainda.

Conversei com Eduardo, vulgo Rolim, vulgo Bianchi, vulgo Dudu, da possibilidade de assistir o show e escrever alguma coisa para o Minuto HM. Óbvio que ele achou sensacional e deu todo o suporte possível. Pedi uma segunda camiseta (é assim que fala?) para fazer propaganda da “família do heavy metal”. Aliás eu providenciaria outras surpresinhas para tornar a experiência minha e dos leitores inesquecíveis. Confessei a ele que desconheci este lado da cidade – pra dizer a verdade achei que fosse lado do Brooklyn – e ele me aconselhou a passar um dia antes pelo local, investigando e me familiarizando. Sorte minha não era tão longe quanto eu pensava e eu, além de comprar com tranquilidade o ingresso, dei uma voltinha para saber saídas, atalhos, qualquer coisa que fizesse ficar mais confortável com a avenida.

Próximo passo: comprar o cd Covertá (confira aqui nosso review). Ou melhor: dois. A ideia era comprar um para sorteio no Minuto HM, uma vez que certamente eu gostaria de autografar e agregar valor (infinito) ao produto, assim, o leitor do blog teria a essência do que foi dito aqui em mãos. Foi o que eu fiz. Comprei o meu e comprei o do sorteio. Fiz a lição de casa e ouvi a versão do AM para alguns clássicos do rock como Lemon Song (Led Zeppelin). O lançamento me tocou muito mais do que o disco de estreia, certamente por conta do repertório. Fazia uma média de 5 à 7 graus naquele dia. Com colegas tijucanos fiz uma city tour e fomos até o Brooklyn Bridge, cartão postal obrigatório para quem vai à Nova Iorque. Havia  andado pelo menos uns oito quilômetros naquele dia; dei uma guia de cidade para os novos turistas. Foi divertido pacas. Além de um sumiço temporário (outra hora conto, ouça o próximo podcast e você saberá o que ocorreu) de um dos que estavam na turma, foi legal demais comprar um novo fone de ouvido , conhecer uma belíssima loja de discos (ah, Remote, se você estivesse por lá) e… chegar morto no hostel, a pouco mais de 1 hora da abertura do local do show.

Parada obrigatória para última e fundamental parte do relato. Espero vocês por aqui.

Abraços,

Daniel Junior

Mapa: o Reino Unido do dom musical

•Tuesday, May 7th, 2013 • 2 Comments

Já publicamos por aqui o site “Map of Metal”, um trabalho muito bem feito que traz ótimas informações da história do metal de uma forma bastante interativa. A dica continua válida, a propósito.

Hoje, durante minhas leituras, vi um Tumblr interessante, o “Pictures by James Chapman“. O cara, um físico britânico de 24 anos, faz como hobby ótimas ilustrações e vídeos do YouTube de temas em geral, principalmente entretenimento (para os amantes de seriados americanos, não deixem de conferir esta imagem). Além disso, ele comercializa sua arte, imprimindo versões em alta resolução.

Em uma destas ilustrações, ele se inspirou para fazer uma mapa do Reino Unido e trazer uma seleção de nomes da música da seguinte forma:

- Artistas solo: onde eles nasceram / cresceram;

- Bandas / grupos: onde se conheceram / formaram.

Clique na imagem para ampliá-la:

UK_musicallygifted

Achei bem legal e ainda por cima é uma ótima forma de explorar possíveis lugares relacionados aos artistas e bandas em cada local, em conjunto com nosso post que lista lugares, roteiros e dicas.

[ ] ‘ s,

Eduardo.

 
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