Discografia Van Halen – [CAPÍTULO 7]

•Thursday, January 26th, 2012 • 1 Comment

{ 5150 – álbum e turnê, 1986 }

Em 1985, David Lee Roth lançou um disco solo chamado “Crazy from the Heat”, contendo covers de músicas como  California Girls, Just a Gigolo e I Ain’t Got Nobody.

A banda começava a pensar no novo trabalho de estúdio e as primeiras gravações começariam logo no início de 1985, mas Roth avisou a todos que teria de postergar um pouco.

Foi a gota d’ água, não dava mais para suportar tamanho descaso para com a banda, na visão dos Van Halen. Roth foi demitido, surpreendendo público e crítica.

Naturalmente, sem um vocalista as gravações tiveram de ser postergadas. Eddie convidou Patty Smyth do extinto Scandal porém ela recusou o convite. O mesmo aconteceu com Jimmy Barnes logo na sequência. A lacuna começava a incomodar. E ainda para piorar a Warner Bros. sugerio que eles descontinuassem o nome Van Halen e assumissem nova identidade.

Em Julho de 1985, procurando um bom mecânico para sua Lamborghini, Eddie se deparou com o antigo vocalista da banda Montrose: Sammy Hagar. Alguns dias de nogaciação, a sinergia entre os dois parecia realmente boa e pronto, estava definido o mais novo vocalista do Van Halen.

Já em Novembro de 1985 o Van Halen estava completo e reunido no estúdio para gravar seu novo disco. O período de gravação perdurou até Fevereiro do ano seguinte, sendo que o lançamento do disco se deu um Março de 1986.

O título? 5150, mesmo nome do estúdio de Eddie e local onde fora gravado integralmente. Aindo no início do mesmo ano Eddie responde formalmente à Warner mantendo sua posição em continuar sua banda com o nome de Van Halen.

O novo lineup fica então sendo:

Sammy Hagar: Vocal

Eddie Van Halen: Guitarra e backing vocal

Michael Anthony: Baixo e backing vocal

Alex Van Halen: Bateria

Para sinalizar a nova era, o logo da banda foi repaginado. Mantendo o VH da versão original porém agora curvado ao invés dos traços retos de anteriormente.

Assim como Diamond Dave, Ted Templeman, produtor de todos os trabalhos do Van Halen até então também deixou a banda para produzir, ironicamente, o mais novo trabalho single de Roth: Eat’em Smile.

A posição de Ted foi assumida por Don Landee, o qual vinha trabalhando como engenheiro de som da banda em todos os outros discos. Para dar corpo e força ao novo produtor, mais nomes foram creditados a esta produção, inclusive a própria banda. Mich Jones da banda Foreigner foi trazido também para trabalhar junto a Hagar em suas performances vocais extremamente dinâmicas.

Tracklist:

Faixa

Título

Compositor

Duração

1

Good Enough

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

4:00

2

Why Can’t This be Love

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

3:45

3

Get Up

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

4:35

4

Dreams

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

4:54

5

Summer Nights

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

5:04

6

Best of Both Worlds

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

4:49

7

Love Walks In

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

5:09

8

5150

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

5:44

9

Inside

Anthony, Hagar, Van Halen, Van Halen

5:02

Turnê:

A turnê de 5150, chamada 1986 Tour, foi limitada à América do Norte. Além das dificuldades associadas à gigantesca estrutura de palco da banda, Hagar também tinha por objetivo se firmar como o novo vocal do Van Halen em solo pátreo.

Dividida em três legs, apenas na segunda e terceira parte o Van Halen se apresentou em solo Canadense. Foram 112 shows de Março a Novembro de 1986. De tão apertada, a turnê deveria começar com shows no Hawai e Alasca, mas as datas foram canceladas pois a banda ainda estava finalizando os trabalhos de mixagem do disco.

O hit máximo do Van Halen até o momento, Jump, era sempre omitido do setlist dos shows e às vezes era entoado pela platéia. Para preencher os espaços sem utilizar músicas da era Roth, praticamente todas as músicas de 5150 eram tocadas nos shows, além de faixas marcantes da carreira solo pré-Van Halen de Sammy e até mesmo trabalhos do Montrose.

De um modo geral a tour cumpriu seu objetivo maior, mostrando que o Van Halen continuava pulsando, porém agora com novo vocal, conhecido praticamente nos EUA inteiro.

Dois momentos podem ser apontados como pontos baixos desta turnê: uma briga em um elevador no Texas hospitalizou Ed Leffler, o novo empresário da banda e Valerie Bertinelli, esposa de Eddie sofreu um aborto espontâneo – ela não havia revelado ao guitarrista sua condição até tarde demais.

O show no New Haven Coliseum foi filmado, transmitido ao vivo e lançado em DVD sob o título Van Halen – Live Without a Net, sendo posteriormente publicado também em formato DVD.

Avaliação:

Eles vivem! Logo na abertura do álbum, com Good Enough, fica claro que o Van Halen continua vivo! Tudo está lá, as guitarras características de Eddie, os arranjos de Michael e as quebras de Alex, em perfeita harmonia. Mas a música está definitivamente diferente também.

Diferente de Roth, Sammy não age como um comediante, palhaço nato em palco e em cena, mas trabalha seriamente. Esta é de forma clara uma das intenções do 5150, ser um disco (mais) sério.

A banda inteira ganha com isso, em seriedade, em maturidade, um crescimento orgânico e original.

É verdade também que existem muitas baladas neste trabalho, algo impensável nos discos anteriores, assim como letras mais elaboradas e profundas pareciam inimagináveis anos antes. Mas as músicas lentas não diminuem o ritmo do álbum, muito pelo contrário, dão variedade e o transformam em um ótimo ato de abertura.

Muitos apelidaram a banda como Van Hagar, inclusive a crítica especializada, a qual foi demasiadamente feroz com o debute de Hagar. O apelo foi tão forte que a própria Warner sugeriu aos músicos, entretando, esta opção foi sabiamente descartada.

Premiações:

Para trincar o ego de Diamond Dave, o 5150 atingiu a primeira posição da Billboard 200 em seu ano de lançamento, 1986.

Já no quesito Singles, no Hot 100, Dreams e Love Walks In ficaram em 22º lugar, com Why Can’t This Be Love figurando na 3ª posição!

Pelo Mainstream Rock, geralmente mais abrangente que a Billboard, Summer Nights (33ª), Best of Both Worlds (12ª), Dreams (6ª), Love Walks In (4ª) e Why Can’t This be Love com a primeira colocação.

Caso ainda não tenha se impressionado pelos números, o 5150 foi seis (06) vezes platina nos EUA, com mais de seis milhões de álbuns vendidos, três vezes no Canadá (trezentas mil cópias) além de disco de ouro no Reino Unido e Alemanha, cada qual com cerca de duzentas mil cópias vendidas.

Curiosidades:

Ainda em 1985, Eddie Van Halen compôs o famoso solo de Back to the Future (De Volta para o Futuro).

O ano de 1986, mais precisamente em Dezembro ficou marcado pela morte de Jan Van Halen, pai de Eddie e Alex. Reza a lenda que após saírem do enterro os irmãos foram direto ao estúdio 5150 onde lá permanecerem por cerca de dez (10) horas tocando ininterrupta e fervorosamente!

Em Good Enough Eddie usa cordas de baixo em sua guitarra para “engordar” o timbre. Ela foi a segunda música gravada pela banda para este álbum e seus riffs já haviam sido mostrados a Roth pouco antes dele sair do Van Halen. A outra música em que Diamond Dave participou foi justamente Get Up!

Em um dos shows da 1986 Tour, Paul Stanley (do Kiss) encontrou Eddie nos bastidores, perto dos camarins e perguntou por que não havia mais fila de mulheres por ali, em alusão aos míticos scans de platéia feitos por Roth.

Eddie Van Halen e Paul Stanley em foto de 1986.

Para seu iPod:

Avaliação do álbun: 4 estrelas ( * * * * )

Você JÁ ouviu: Why Can’t This be Love!

Ouça: Dreams; Best of Both Worlds; Love Walks In.

[ ]’s

Julio

Bruce Dickinson entrevistando o MetallicA em 2008

•Wednesday, January 25th, 2012 • 2 Comments

O que trago hoje, pessoal, não é algo novo para muitos de vocês, como não é para mim, mas é uma daquelas coisas que sempre fico de trazer por aqui e não trago, hehehe…

Já falamos do multi-disciplinar Bruce Dickinson por algumas vezes aqui no blog. No agora ex-programa de rádio Friday Rock Show que Bruce tinha na BBC Londres, que terminou em 2010 após 8 anos no ar, Bruce entrevistou diversos artistas e bandas. E, em uma dessas oportunidades, em 19/setembro/2008, entrevistou os 4 membros do MetallicA, logo após o lançamento do melhor disco do ano, de acordo com nossa pesquisa da época, o Death Magnetic.

Todos nós sabemos que, até hoje, existe uma certa “rivalidade” entre o Iron Maiden e o MetallicA (mais do lado dos fãs de cada banda), sobre principalmente qual é a melhor banda de metal. O próprio Bruce, lá trás, já fez comentários do tipo “we’re better than MetallicA – if they want, they can go to our backstage” e coisas do tipo. Mas creio que este tipo de besteira não é mais relevante entre eles hoje em dia – até a descrição desse episódio é “he talks to the world’s biggest heavy metal band – Metallica”.

Eu, particularmente, sempre achei esse lance de comparações neste sentido uma grande besteira e amo as duas bandas, assim como tenho total tranquilidade em criticar alguma coisa delas quando necessário. Simples assim. Tenho a opinião que, nestes casos, não cabem comparações – cada um deve aproveitar o que realmente curte e o melhor dos 2 lados.

Mas vamos ao que interessa. A entrevista do incrível Bruce com os “Kings Of The Roads” é, como disse, é logo após o lançamento do Death Magnetic. Mas é incrível como parece “fresca” até hoje, mais de 3 anos depois. Bruce mostra todo o seu talento como “entrevistador” que conhece muito de heavy metal com boas perguntas e fazendo a banda ficar bem a vontade, e há nitidamente, durante as conversas, um respeito e admiração muito grande entre os 4 entrevistados e Bruce.

A entrevista é iniciada com Lars e, assim como com os outros 3 membros da banda entrevistada, o Some Kind Of Monster é abordado para que cada um dê sua opinião, com Bruce conduzindo tudo de forma muito talentosa. Lars comenta sobre quando conheceu Rod Smallwood, manager do Maiden, lá em 1984 e como Rod gostou de Welcome Home (Sanitarium). Bruce elogia Cyanide, falando que a produção do MetallicA deveria ter colocado a música como abertura do disco, e Lars comenta sobre as diferentes opiniões sobre cada música do álbum, falando inclusive que muitos a consideram a faixa mais fraca (eu estou neste bolo) – e ainda mais ouvindo as 4 músicas que ficaram de fora do Death Magnetic e que foram apresentadas nos 4 shows de aniversário de 30 anos da banda.

Eles abordam ainda um pouco da participação / contribuição de cada um no disco. Na parte do Some Kind Of Monster, um interessante comentário do baterista sobre como o filme foi ”not about us, but by us” e sobre os elementos tão íntimos que foram exibidos. Falam também sobre Bob Rock (mais controlador) x Rick Rubin.

Depois vem Kirk, comentando quando ouviu o “Bruce Bruce” pela primeira vez, ainda no Samson, e cantando um trecho de uma música da banda que o então “Bruce Bruce” fez parte antes de substituir Paul Di’Anno no Maiden. Eles comentam sobre a importância e influência de Thin Lizzy para o guitarrista, Ritchie Blackmore, quando Kirk e Bruce ouviram Stargazer pela primeira vez, falando do Rising e Long Live Rock ‘n’ Roll, a entrada dele no MetallicA, música favorita do Kirk no Death Magnetic (ele brinca que é Hallowed Be Thy Name) e depois escolhe Judas Kiss.

Na vez de Hetfield, Bruce começa com 2 assuntos fortes: a morte e o significado / importância de Cliff Burton e sua internação na clínica de reabilitação. Bruce pergunta, de maneira muito inteligente, sobre uma passagem da música Judas Kiss – “I’ve become your new God now” – perguntando a Het o que aquilo realmente representa, no contexto do papo do alcoolismo. A resposta do Hetfield é genial e vale a pena ser conferida.

Na parte do Some Kind Of Monster, Hetfield comenta sobre a exposição das fraquezas da banda e de como o MetallicA “apanha” (até hoje) de todos os lados. É uma parte interessante da entrevista, realmente. Já havia trazido algo sobre isso no blog no passado, aqui. Ele aproveita para comentar, como fez novamente nos recentes shows de 30 anos da banda, sobre a importância que eles davam para terem realmente um vocalista / frontman na banda (posição esta que eles queriam que John Bush preenchesse). Bom, Hetfield, em 2011, quase 30 anos depois, isso se realizou, ainda que rapidamente. :-)

Hetfield também comenta dos acidentes tanto no palco quanto de moto…

A entrevista segue com o então (ainda) mais novato na banda, Rob. Bruce pergunta sobre a entrada do baixista na banda, também comentam sobre Some Kind Of Monster, o primeiro show dele (que foi aquele da prisão San Quentim), o audition e sua então dificuldade neste processo com o então “baixista” que tocou no St. Anger (o próprio Bob Rock), a saída de Jason e ainda do espaço e a mágica que Hetfield e Lars têm na banda x talvez Jason também ter um possível perfil de liderança, coisa que foi se agravando ao longo dos anos e ajudando na saída de Newsted do grupo.

Rob e Bruce ainda conversam sobre a importância de Rick Rubin que, segundo Rob, ajudaram Hetfield e Lars olharem o passado da banda e reuni-los no sentido de olharem os primeiros discos da banda e se inspirarem naqueles tempos novamente no processo criativo do Death Magnetic – algo que ficou claro quando do lançamento do disco e que, para mim, é até hoje.

Abaixo o áudio da entrevista. Aproveitem a reunião destes 5 grandes do heavy metal:

[ ] ‘ s,

Eduardo.

Vamos listar lugares, roteiros e dicas de rock e metal nos EUA e Europa?

•Tuesday, January 17th, 2012 • 14 Comments

Fala, galera,

inspirado por este artigo sobre a Aston Street, em Birmingham, Inglaterra, pensei: seria legal fazer um post sobre locais clássicos no mundo que “respirem” rock e heavy metal e, quem sabe, ter uma espécie de roteiro depois, principalmente nos Estados Unidos e Inglaterra – mas, por que não, expandir para mais países na Europa e outros locais pelo mundo (inclusive no Brasil)…

Birmingham, Inglaterra: casa do Ozzy Osborne na Aston Street; o antigo nightclub Rum Runner, na Broad Street e o pub e casa de shows com arquitetura vitoriana, o The Hare and Hounds

Birmingham, Inglaterra- da esquerda para direita: a casa do Ozzy Osborne na Aston Street; o antigo nightclub Rum Runner, na Broad Street e o pub / casa de shows com arquitetura vitoriana, o The Hare and Hounds

Para esta tarefa que, na verdade, é “viva” (“viva” no sentido que sempre teremos coisas a comentar, novos lugares, dicas, etc), gostaria de convidá-los a ajudarem nesta empreitada. A ideia é que comentem, aqui neste post, lugares que conheçam (pessoalmente ou não) ou que sonham em conhecer.

A princípio, vale qualquer coisa: o objetivo é fomentarmos um mini banco de dados com opções para todos os gostos e bolsos. Exemplos: bares, restaurantes, museus, ruas, monumentos, locais de festivais, enfim, tudo que conseguirem lembrar. E sim, vale até citar Abbey Road :-) .

Claro que quanto mais informações, melhor para todos. Itens como país, estado, cidade, local, site oficial, possíveis links complementares, Foursquare, observações, etc. Tudo é bem-vindo.

Ainda, quem quiser contribuir com algo mais detalhado, com texto e/ou fotos, por exemplo, pode sinalizar a intenção de duas formas: comentando aqui mesmo neste post ou ainda pelo formulário disponível na home page do blog, ali na barra a direita, o “Fale Conosco”. Terei o maior prazer em contactar a pessoa para vermos a melhor forma de publicar o material por aqui.

Depois que tivermos uma lista bacana, talvez possa surgir uma planilha ou banco de dados aqui no blog com as informações, de maneira organizada, algo que tenho certeza que será muito legal consultar no planejamento de uma viagem. O que acham? Estou aberto a sugestões.

Por enquanto, deixem bem guardado o link deste post: http://minutohm.com/2012/01/17/vamos-listar-lugares-roteiros-e-dicas-de-rock-e-metal-nos-eua-e-europa/

Agradeço antecipadamente a todos que puderem contribuir!

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Alguns sites legais (Inglaterra):

Music Legends – Walking In The Footsteps Of – Enjoy England

Rock ‘N’ Roll Tour of England

The Guardian: Hendrix to Oasis tourist trail: putting England’s rock locations on the map

The Beatles Tour London – The Original and Best Beatles Tour in London by London’s Premier Walking Tour Company

Visit Britain – Music

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[ ] ‘ s,

Eduardo.

Convite – conferência para gravação do 7º podcast do Minuto HM – 29/fevereiro/2012

•Wednesday, January 11th, 2012 • 4 Comments

Galera,

apesar de parecer que acabamos de fazer nosso maior podcast, o tempo está passando e já está na hora do convite para a 7ª edição do nosso bate-papo!

Data: como de costume, sugiro que todos deixem comentários neste próprio post com a sugestão da data e a gente tenta agendar a melhor noite. As sugestões estão abaixo:

  • 07/fevereiro/2012 (terça-feira)
  • 08/fevereiro/2012 (quarta-feira)
  • 09/fevereiro/2012 (quinta-feira)
  • 14/fevereiro/2012 (terça-feira)
  • 15/fevereiro/2012 (quarta-feira)
  • 16/fevereiro/2012 (quinta-feira)
  • 23/fevereiro/2012 (quinta-feira após Carnaval)
  • 28/fevereiro/2012 (terça-feira)
  • 29/fevereiro/2012 (quarta-feira – sim, este ano tem dia 29/fevereiro, hehehe)

Atualização em 23/janeiro/2012: pessoal, estou confirmando nosso podcast para o dia 29/fevereiro/2012 (quarta-feira).

Horário e formato: sugiro também mantermos o mesmo esquema já consagrado: a partir das 20h30, via Skype. Lembro aos amigos que ainda não tem a conta do Minuto HM no Skype para que adicionem a dita cuja. Sugiro também que façam testes com som e microfone – estou a disposição, caso seja necessário – basta comentar neste post, ok?

E não se esqueçam da lição de casa, ou seja, os 3 discos recomendados no podcast anterior.

Mais uma vez, aproveito para reforçar o convite a TODOS os nossos amigos do Minuto HM, principalmente aos que nunca participaram do bate-papo. Isso vale para outros blogs / sites parceiros do Minuto HM. É um prazer acomodar o maior número de pessoas possível para a “cavaca”. Não há qualquer regra ou “obrigação”, é realmente um bate-papo gostoso e descontraído!

[ ] ‘ s,

Eduardo.

Tony Iommi foi diagnosticado com linfoma

•Monday, January 9th, 2012 • 17 Comments

A grande verdade de tudo, pessoal, é que precisamos começar a nos acostumar com este tipo de notícia, cada vez mais.

É o que sempre falo e, por mais difícil que pareça, é a realidade – vide exemplos Dio e mesmo Jon Lord, entre tantos outros. E, infelizmente, essas notícias começarão a fazer parte do nosso dia-a-dia cada vez mais…

Do site oficial do mestre:

9th January 2012

With the news that Black Sabbath’s Tony Iommi has been diagnosed with the early stages of lymphoma, his bandmates would like everyone to send positive vibes to the guitarist at this time.  Iommi is currently working with his doctors to establish the best treatment plan–the “IRON MAN” of Rock & Roll remains upbeat and determined to make a full and successful recovery.

This comes as Black Sabbath–Ozzy Osbourne (vocals), Tony Iommi(guitar),Geezer Butler (bass) and Bill Ward (drums)—are writing and recording their first album in 33 years in Los Angeles (still set for release this fall) with producer Rick Rubin.  They will now go to the UK to continue to work with Tony.  Further information will be released as it becomes available.

Que Iommi consiga lutar e vencer esta maldita doença e que tenha ainda muitos anos de vida, com o mínimo de sofrimento possível.

A partir de agora, vamos conversando e atualizando este post com novas notícias pelos comentários.

Iommi no show do Heaven & Hell - São Paulo - maio/2009

[ ] ‘ s,

Eduardo.

MetallicA confirma produção de filme em 3D para 2013

•Friday, January 6th, 2012 • 11 Comments

Galera,

ainda em 2011 e antes mesmo da fantástica comemoração de aniversário de 30 anos da banda, apareceram alguns rumores na internet que o MetallicA estaria envolvido na produção de um filme 3D. E hoje a informação foi oficialmente confirmada:

Na notícia acima, a banda confirma que a produção da película está em estágio embrionário e menciona que trará mais detalhes conforme o desenvolvimento de tudo.

A ideia é: primeiramente, trazer a notícia a todos e, a partir de agora, sempre que surgir notícias oficiais, usar os comentários deste post para que possamos acompanhar o projeto de ponta-a-ponta.

Obs.: falta muito para 2013? :-)

[ ] ‘ s,

Eduardo.

Discografia-homenagem DIO – parte 6 – álbum: Holy Diver

•Monday, January 2nd, 2012 • 15 Comments
ÁLBUM: HOLY DIVER

A capa da versão em vinil de Holy Diver

■ Gravação: 1983 – Los Angeles – EUA
■ Lançamento: 25/05/1983.
■ Produtor: Ronnie James Dio.
■ O Álbum atingiu #13 nas paradas inglesas.
■ O Álbum vendeu mais de 1.000.000– Platinum Certification (RIAA).

Faixas

  1. “Stand up and shout” – 3:06
  1. “Straight through the heart” – 4:53
  1. “Holy Diver” – 5:51
  1. “Invisible” – 5:24
  1. “Gypsy” – 3:39
  1. “Rainbow in the dark” – 4:21
  1. “Caught in a middle” – 4:14
  1. “Shame on the night” – 5:20
  1. “Don´t talk to strangers” – 4:53

No fim de 1982, com a saída do Black Sabbath por desentendimentos que envolveram a mixagem do álbum ao vivo Live Evil, Dio se encontra num momento-chave de sua carreira, se por um lado desde 1975 tinha trazido ao mundo tanto no Rainbow quanto no Black Sabbath trabalhos irrepreensíveis, por outro lado, estes trabalhos sem dúvida plenamente foram conduzidos por guitarristas geniais e com larga experiência no gênero. As formações com quem havia tocado eram, exceto pelo primeiro álbum deste período (o Ritchie Blackmore’s Rainbow), sem sombra de dúvida dignas de qualquer super banda da época, comparáveis à line-ups como as do Deep Purple ou Led Zeppelin, autênticos “craques” em todos os instrumentos. Assim, Ronnie se encontrava com um grande desafio pela frente, conduzir desta vez sem a presença de um guitarrista renomado uma nova banda, que se chamaria simplesmente Dio pela força e reconhecimento comercial adquirido de seu nome nos projetos anteriores, e não por teoricamente tratar-se de uma carreira-solo.

Contando com Vinnie Appice, Dio busca inicialmente um guitarrista para fazer a banda que pretendia dar sequência aos álbuns maravilhosos que havia gravado com seus grupos anteriores. Há rumores que uma das opções oferecidas a Ronnie era a de Jake E. Lee, na ocasião tocando com a banda Rough Cutt, mas o vocalista prefere um guitarrista britânico, satisfeito com o que havia feito tanto com Blackmore quanto Iommi. O pretendido deveria incorporar o momento fervilhante que o gênero trazia para as inovações dos guitarristas da época, mas sobretudo saber também ajudar nas composições, algo imprescindível para que a nova banda fosse um sucesso. Após alguns dias em Londres, indo a clubes como o Marquee, sem ter qualquer indício de encontrar o músico que procuravam, Dio pede ajuda a Jimmy Bain, baixista que tocou no histórico álbum Rising do Rainbow. Bain sugere dois guitarristas: John Sykes (na época tendo tocado no grupo Tigers of Pan Tang) e Vivian Campbell, que tocava numa banda chamada Sweet Savage, na Irlanda. A opção inicial por Vivian toma forma após os primeiros ensaios, onde tocam Holy Diver e Don’t Talk to Strangers, músicas que já haviam sido compostas e tocadas por Appice e Dio antes da formação da banda. Bain, que inicialmente não havia sido convidado para a banda, aparece na audição com um baixo e por fim tudo se dá tão maravilhosamente perfeito que o embrião dos próximos álbuns da banda Dio toma forma rapidamente, com Campbell e Bain se mudando para a Califórnia para a feitura do trabalho de estreia.

O encarte do álbum em preto e branco

O encarte do álbum em preto e branco

Com a experiência adquirida acompanhando produções dos trabalhos anteriores por produtores, como Martin Birch e Roger Glover, Dio se vê com capacidade para produzir o novo disco, tendo a ajuda de Angelo Arcuri, o engenheiro de som em Mob Rules.  Ronnie sabia bem o que queria e o álbum Holy Diver nasce com o status de ser até hoje considerado o melhor trabalho da banda Dio, tendo trazido ao mundo várias canções clássicas, fruto da inegável química que a formação possuía.

As gravações seguem num ritmo rápido e tranquilo, com participações de todos nas composições e ocasionais teclados a cargo de Dio e Bain. O momento mais presente desses teclados é na faixa de trabalho Rainbow in the Dark, música que Dio não queria no álbum, por considerar muito pop. O riff inicial, composto por Vivian Campbell, fazia parte de uma música chamada originalmente Bottle of Wine. Convencido pelos demais da banda, Dio aceita incluir a canção no álbum, o que lhe trouxe provavelmente sua faixa mais conhecida durante toda a carreira do grupo. A música atingiu a posição 14 nos charts de Mainstream Rock da época.

– versão live do rock palast

Há outros momentos com incursões de teclados, mas de forma mais sutil, com o intuito de dar um certo “clima” em passagens de algumas canções, como um órgão bem colocado na música que fecha o disco, Shame on the Night. A faixa-título, vencedora da pesquisa aqui no Minuto HM, também é lançada como single, tendo seu clip veiculado na MTV, algo fundamental na época para divulgação de qualquer trabalho, mas a música não obtém qualquer repercussão como faixa de trabalho, atingindo um modesto 40º lugar nas paradas específicas do gênero.

Vídeo oficial

Ao-vivo – Holanda 1983

A participação de Bain, algo não concebido originalmente para o projeto, traz diversas co-autorias com Dio, como nas faixas que abrem os dois lados do original do vinil: Stand up and Shout e Straight Through the Heart, ambas exemplos indiscutíveis da força do álbum de estreia da banda. A faixa de abertura, Stand up and Shout, foi curiosamente a última a ser gravada, com vocais feitos já sem a presença de Jimmy Bain e Vivian Campbell no estúdio. Jimmy na ocasião foi chamado para gravar o álbum Love at First Sting com o Scorpions, história já contada aqui no Minuto HM.

Em 25 de maio de 1983, Holy Diver é lançado e é muito bem recebido tanto pela crítica musical quanto pelo público, mas tem uma demora em receber sua primeira certificação (gold status), algo obtido apenas em setembro de 1984. Ele chegou ao 56º lugar na Billboard e acabaria por chegar ao status de disco de platina em 1989. A capa do trabalho, trazendo o símbolo-mascote Murray que apareceria em outros trabalhos da banda a seguir, também tem uma controvertida imagem envolvendo um padre acorrentado pelo próprio Murray e o logotipo clássico da banda DIO, que se invertido pareceria significar DEVIL, algo que Ronnie alega ter sido pura coincidência. O álbum é relançado em versão remaster em 2005, tendo além das músicas originais uma entrevista de Dio com cerca de 35 minutos sobre o período. Em 2005, também é gravado o CD duplo Holy Diver Live, cujo primeiro CD traz todo trabalho executado na íntegra, uma corretíssima gravação que se justifica pela representatividade do álbum de estreia do conjunto.

O grupo inicia uma bem sucedida turnê pelos EUA no fim de julho daquele ano tocando com bandas promissoras da época, como o Queensrÿche, Y&T e Rough Cutt, além da veterana Aerosmith.

Poster da Turne de Holy Diver

O poster da turnê de Holy Diver

O set mistura seis faixas do novo álbum, inclusive a canção Shame on the Night, que foi praticamente tocada apenas nesta turnê, além de clássicos da fase do vocalista nas suas bandas anteriores, como Heaven and Hell, Children of the Sea, Long Live Rock and Roll e Man on the Silver Mountain.

Como músico de apoio é recrutado Claude Schnell, tecladista trazido também da banda Rough Cutt, mas inicialmente o músico não aparece no palco, fazendo suas partes por detrás dos bastidores.

A foramção da banda já com Claude Schnell

A formação da banda já com Claude Schnell

Em 20 de agosto, fazem uma breve interrupção na turnê americana para tocar com Diamond Head, Twisted Sister, ZZ Top, Meat Loaf e Whitesnake no festival Castle Donington, show que foi lançado postumamente no CD duplo ao-vivo Live at Donington em 2011. Após mais shows em território americano, no fim de outubro seguem para a Europa, tendo a banda Waysted como opening-act e tocando em países como Inglaterra, Holanda, Alemanha, Bélgica, Finlândia, França e Suécia, sendo o show do dia 04/12/1983 em Utrech, Holanda, gravado e largamente conhecido entre os vídeos bootlegs da época. O conjunto volta para mais um mês de tour nos EUA e algumas datas no Canadá, tendo outras bandas para abrir seus shows, como o Twisted Sister, Dokken e Black and Blue, finalmente terminando a turnê em 07/01/1984. A grande maioria dos shows conseguiu lotação esgotada, tanto nos EUA quanto na Europa, e a banda, perfeitamente entrosada neste primeiro ano de formação, segue para estúdio para dar sequência na carreira. Hoje, Holy Diver consta da lista de várias renomadas publicações do gênero como entre os melhores álbuns de todos os tempos (inclusive neste mês será novamente relançado em uma super edição especial e remasterizada) o que permite atestar que o desafio e objetivo de Ronnie e companhia foi plenamente alcançado.

A contracapa da versão brasileira em vinil

A contracapa da versão brasileira em vinil

N.R:
Em nossa opinião, Holy Diver é indiscutivelmente o melhor momento da banda Dio em toda a sua carreira. Consideramos o álbum um dos trabalhos que talvez defina o que significa a expressão Heavy Metal, em especial se considerarmos o que o gênero representou durante os anos 80. Ficou muito claro que Dio se valeu dos anos ao lado de Blackmore e Iommi e soube conduzir brilhantemente sua nova empreitada, a começar pela capa, obtendo o mesmo impacto e estilo contido nas que fez com o Black Sabbath. Se tivesse de indicar um único álbum para qualquer apreciador iniciante do gênero, eu B-side indicaria sem pestanejar este primeiro trabalho da banda DIO, a começar pelo riff inicial de Stand Up and Shout, cuja semelhança com Two Minutes to Midnight do Iron Maiden (entre outras) foi trazida anteriormente aqui no blog. A velocidade da canção é ímpar e não tem precedente entre os álbuns do vocalista. Há alguns momentos de sensibilidade, como um vocal extraordinário no início da música Invisible, mas de uma forma geral Holy Diver se destaca pelo massacre sonoro que nos apresenta, este um grande diferencial qualitativo se compararmos com os demais trabalhos do conjunto, trazendo um peso somente visto nos trabalhos do Black Sabbath, mas desta vez levado a uma pegada mais moderna, fruto da qualidade da excelente escolha de Vivian Campbell para o projeto. Aqui trazemos uma controversa reclamação do guitarrista, após sua saída da banda, algo que será melhor detalhado no futuro desta discografia: Campbell afirma que Invisible, Caught in the middle e Rainbow in the Dark são músicas de sua antiga banda, o Sweet Savage, e mais ainda , que Don’t Talk to Strangers, canção que fez parte de sua audição para a banda, na Inglaterra, não é totalmente de autoria de Dio, pois teria contribuído para partes da mesma. Nesta faixa, outro grande momento do álbum e que chegou a final da pesquisa no Minuto HM, encontramos o melhor solo de guitarra de Holy Diver, e sem dúvida um dos melhores que Vivian fez em toda sua carreira.

A outra música creditada como de autoria exclusiva de Dio, a faixa-título Holy Diver, sobreviveu ao teste do tempo e se mantém hoje como uma das faixas mais conhecidas e significativas do grupo. Nela, há uma introdução cujo clima lembra momentos do Sabbath, um riff cadenciado magnífico e outro grande momento de Vivian Campbell em seu solo de guitarra. Outra marca registrada que encaixou como uma luva neste álbum de estreia é o trabalho de Vinnie Appice e sua inconfundível sonoridade de bateria. Tal som, iniciado na verdade com o Sabbath no épico Mob Rules, se confunde com o que a banda Dio sempre significou para o gênero. Jimmy Bain tem uma participação bem maior do que foi visto no álbum Rising, do Rainbow: o músico é responsável por não somente trazer linhas de baixo sólidas, ainda que certamente não sejam tão brilhantes que as executadas por Geezer Butler nos álbuns do Sabbath, mas também ajudando nas composições e participações dos teclados. Mesmo as faixas menos conhecidas, como Caught in the middle, Invisible ou Gipsy são executadas pela banda de forma perfeita, fazendo de Holy Diver algo muito consistente, se juntadas a aquelas consideradas mais clássicas. Aqui está indiscutivelmente a prova cabal de que este é o melhor trabalho da banda: 5 faixas, ou seja, mais de metade do álbum seriam tocadas desde então em praticamente todas as turnês subseqüentes do grupo. Em Caught in the Middle, no entanto, Dio se supera: se Ronnie está impecável e em excepcional fase vocal, nada deixando a dever em seus momentos anteriores junto ao Sabbath e Rainbow, é sem dúvida nesta faixa que encontramos o vocal mais desafiador do álbum.

Mas além de toda a inquestionável qualidade deste Holy Diver, a efervescência do momento da aquisição deste vinil nos deixou memórias que o tempo jamais vai apagar. Este vinil é simplesmente o primeiro disco que tivemos, antes dele o que possuímos eram fitas K7. Ele foi um presente de aniversário, ainda em 1983, portanto essas fotos que aqui estão tem mais de 28 anos.

O Vinil do antológico Holy Diver

O Vinil do antológico Holy Diver

Holy Diver literalmente virou nossas cabeças e até hoje emociona. Outras lembranças que fortaleceram ainda mais a admiração por este primeiro álbum da banda Dio remetem aos vídeos ao vivo do show de Utrecht na Holanda, que na época foram veiculados no programa BB Vídeo Clip, da Rede Record, um dos poucos espaços da TV que passavam o histórico momento que as cenas de hard rock e heavy metal viviam. A perfomance ao-vivo do grupo é de cair o queixo, o vocal de Dio, sublime. Este post é nada mais do que um justo e humilde pagamento de dívida ao álbum que nos “mostrou a luz”. E ele pavimentou o caminho que a banda DIO seguiria dali em diante, com bastante sucesso. A história deste sucesso é assunto do próximo capítulo desta discografia-homenagem, até lá!

Alexandre Bside e Flávio Remote

Novo álbum do Van Halen tem data divulgada

•Monday, January 2nd, 2012 • 29 Comments

Começamos 2012 com uma ótima notícia! O recém anunciado novo álbum do Van Halen teve a provável capa e data de lançamento divulgadas.

A gravadora Interscope Records utilizou os displays da Time Square, em Nova York, durante as festividades de fim de ano para exibir a capa e anunciar que o CD estará nas lojas em 07 de Fevereiro de 2012.

O primeiro single, com título ainda não anunciado, sai em 10 de Janeiro de 2012, mesma data de início das vendas dos ingressos para a turnê de re-união da banda americana.

Além dos irmãos Eddie (guitarra), Alex (bateria) e David Lee Roth, o Van Halen conta atualmente com um terceiro membro da família fundadora, o baixista Wolfgang Van Halen, filho de Eddie, substituindo o ex-membro Michael Antony.

Foto recente do Van Halen + crew ensaiando:

Van Halen 2011

Van Halen 2011

O último registro do vocalista (Roth) à frente do grupo foi o clássico 1984, lançado em 1983 e que trazia o hit “Jump” como carro-chefe.

Por aqui, no Minuto HM, estamos acompanhando a discografia Van Halen que em 2012 continuará mas em passo acelerado para na sequência já contemplar o novo trabalho.

E fique ligado pois estamos torcendo por uma cobertura do show do Van Halen no Brasil (ou até mesmo países próximos)!

Feliz Ano Novo, com Van Halen e muito mais em 2012!!

[ ]’s

Julio.

Colaborou: Eduardo.

Resultados Polls # 31, 32 e 33: Holy Diver eleita melhor música do Holy Diver

•Sunday, January 1st, 2012 • 7 Comments
Holy Diver (1983)

Holy Diver (1983)

Pessoal,

é com muito prazer que escrevo aqui o primeiro post do ano de 2012, ainda mais sobre um álbum impecável, uma unanimidade aos amantes do heavy metal – um disco normalmente associado como um dos melhores exemplos e um verdadeiro sinônimo para o estilo: Holy Diver!

As 3 etapas de votação desse disco, claro, foram cruéis. Até o momento, creio ter sido o disco mais difícil em votação e, com certeza, será pelo menos um dos 3 mais difíceis de toda a série. Se pararmos para pensarmos individualmente nestas músicas, a grande verdade é que não há resposta certa ou errada na votação…

Mas vamos então aos resultados até chegarmos na vencedora, a faixa-título, que não teve vida fácil na primeira etapa! Aliás, nada e nem ninguém teve moleza… :-)

Essa primeira etapa foi uma violência só – eliminar 4 músicas “de cara” do Holy Diver se mostrou uma tarefa das mais difíceis. Percebi que houve uma certa e natural “demora” das pessoas para finalmente conseguir escolher as tais 4 “menos” favoritas. Eu lembro de ter ficado um bom tempo (os primeiros dias) com 3 selecionadas e nada de conseguir marcar mais uma.

Com o passar dos dias, confesso que foi dando uma certa tristeza com o cenário das eliminadas sendo apresentado: 2 músicas, Gypsy e Invisible, dispararam na “frente” como as primeiras que seriam “limadas”. Já para as outras duas eliminadas, a disputa foi um pouco mais acirrada, sendo que Shame On The Night (ou “shame” na gente, hein?) também já foi apontando como outra que cairia. Dá até uma dor no meio do peito, não dá?

A última eliminada caiu nos últimos instantes, com apenas um voto a mais que Caught In The Middle, foi a magistral Straight Through The Heart. Neste primeira etapa, as finalistas já se desenhavam: a faixa-título e Don’t Talk To Strangers foram as que tiveram menos votos, sendo que Don’t Talk To Strangers recebeu ainda menos votos, dando uma indicação que seria um páreo duro mesmo.

Assim, vamos aos resultados:

Obs.: cliquem aqui para ver esta etapa e os comentários que fizemos durante a votação dela.

A segunda etapa continuou se mostrando um verdadeiro arsenal de pedras no rins! Isso porque especialmente as duas menos votadas receberiam a companhia de mais perto de duas músicas que possuem inclusive um apelo comercial bem forte: Stand Up And Shout e principalmente Rainbow In The Dark. Não vou me prolongar aqui sobre as músicas, até porque teremos na sequência a resenha sobre o álbum, mas Rainbow In The Dark é uma daquelas músicas que são conhecidas até por pessoas que não conhecem Dio ou mesmo heavy metal. É uma faixa que é figura fácil em rádios rock por aí como uma referência ao baixinho de enorme voz. Portanto, a briga prometia ser boa.

Mas o cenário não mudou tanto: Caught In The Middle não resistiria e cairia com o mesmo número de votos da faixa de abertura do álbum. E a fama de Rainbow In The Dark não conseguiu fazer frente a Don’t Talk To Strangers que, desta vez, recebeu mais votos que a faixa-título, esta última sinalizando com mais propriedade que não teria dificuldades em vencer a final. Somente somando-se os votos das finalistas que chegaríamos em Rainbow In The Dark, dando o tom da força das finalistas:

Obs.: cliquem aqui para ver esta etapa e os comentários que fizemos durante a votação dela.

A final foi iniciada com a expectativa da manutenção da virada de Holy Diver em relação a Don’t Talk To Strangers. E o vento que sopra no início da faixa-título realmente confirmou que ela mandaria para mais longe sua brilhante e guerreira adversária, que até reagiu diminuindo a diferença nos últimos dias, mas acabou sucumbindo com um pouco mais de 60% dos votos.

Obs.: cliquem aqui para ver esta etapa e os comentários que fizemos durante a votação dela.

Estas foram, portanto, as etapas deste maravilhoso primeiro trabalho de Dio com sua nova banda. A sequência agora é dada com o post do Holy Diver em forma de resenha, liderado pelas autoridades B-Side e Remote, que sairá em breve e, claro, com o início das pesquisas do próximo petardo, o álbum The Last In Line, cuja primeira etapa eliminatória já está no ar!

Como de costume, peço apenas a atenção de todos para o enunciado das votações: nesta primeira etapa do disco de 1984, eliminam-se QUATRO músicas MENOS favoritas dele. E, para as próximas etapas deste e dos vindouros álbuns, continuem atentos ao enunciado para que os votos sejam devidamente realizados!

Enjoy…

[ ] ‘ s,

Eduardo.

Minuto HM – Retrospectiva 2011

•Tuesday, December 27th, 2011 • 10 Comments

Saudações, meus amigos,

fazer uma retrospectiva deste blog, neste ano, é uma tarefa muito gostosa, porém bastante “perigosa”. E o fato dela ser “perigosa” é porque este foi um ano com muitas coisas fantásticas por aqui e é bastante complicado não ser “injusto” com coisas que, com certeza, ficarão de fora.

Como vocês sabem, gosto de trazer algumas estatísticas do blog no mês de março, quando o blog faz aniversário. Nesta retrospectiva, a ideia é trazer apenas links para os materiais do ano, de maneira mais simples e direta, separando por algumas categorias. É uma bela oportunidade para relembrarmos (ou alguns de vocês conhecerem) um pouco do que fizemos nestes últimos meses. E, por que não, voltarmos a falar de determinado assunto através de comentários…

Convido vocês para relembrarem comigo um pouco do que o blog trouxe no ano de 2011 e peço a compreensão de todos para as coisas que não estão listadas abaixo – e, como disse, os comentários estão abertos para as observações de todos…

Aproveitem…

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Ranking dos 10 posts mais lidos de 27/dezembro/2010 até 27/dezembro/2011:

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Novos recursos no Minuto HM:

Agenda do Patrãozinho (shows no país)

Inaugurada a “Rádio Minuto HM”

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Nossos podcasts:

3º Podcast Minuto HM – 24/fevereiro/2011

4º Podcast Minuto HM – 16/maio/2011

5º Podcast Minuto HM – 18/agosto/2011

6º Podcast Minuto HM – 29/novembro/2011

Participação em podcast de parceiros:

IMBCast 18: Powerslave com participação do Minuto HM

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Sorteios:

CD do AcllA

Ingresso para o show do Ozzy Osbourne em SP

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Discografias em andamento:

Van Halen

Ronnie James Dio (homenagem)

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Alguns posts especiais:

The Soundhouse Tapes: uma parte importante da mal contada história do Iron Maiden

The Hair Of The Beast

“Coming Home” – A Volta Pra Casa

Dimensões do Heavy Metal: “… a volta” (o milagre do retorno)

Como foi o processo de escolha do novo baterista do Dream Theater

The Devil You Know And I Will Always Love: 1 ano sem Ronnie James Dio

Black Sabbath – Um show histórico

Minuto HM nos EUA – túmulo de Ronnie James Dio e That Metal Show

Eternizadas grandes bandas, eternizados milimétricos equívocos

Camisetas Minuto HM – modelos definidos (blog e Rock in Rio 2011)

Raridades de 1992 – ingressos Black Sabbath e Iron Maiden em São Paulo (e Porto Alegre)

Rock in Rio 1 (1985): o ingresso e um pouco do evento

Iron Maiden no Rock in Rio 1 (1985): o histórico (e atrapalhado) show

Aliterasom na tarde de autógrafos do Dream Theater em NY – e o Minuto HM também!

Big Four: Anthrax (Worship Music) e Megadeth (TH1RT3EN) – novos discos ainda em 2011 [ATUALIZADO]

Documentário: Raul – O Início, o Fim e o Meio

Água Brava – homenagem e entrevista exclusiva para o Minuto HM

Dissecando Lulu, de Lou Reed & MetallicA

Comemoração do aniversário de 30 anos do MetallicA

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Coberturas e Resenhas de shows:

Andy Summers em SP

Iron Maiden em SP

Iron Maiden no Rio (show cancelado)

Iron Maiden no Rio

Iron Maiden em Belém (resenha 1 e resenha 2)

Iron Maiden em Curitiba | conhecendo Janick Gers | Ed Force One

Ozzy Osbourne em SP

Slash em SP

The Byrds Celebration em SP

Accept em SP

Mötley Crüe em SP

Paul McCartney no Rio (show 1 e show 2)

Slayer em SP

The Iron Maidens em SP

Whitesnake e Judas Priest em SP

Whitesnake e Judas Priest no Rio

Rock in Rio 4: Elton John, MetallicA e Guns N’ Roses

System Of A Down em SP

Aerosmith em SP

Titãs em SP

Pearl Jam em SP

Pearl Jam no Rio

Ringo Starr & His All-Starr Band em SP

SWU em Paulínia, SP: Megadeth e Alice In Chains

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Apesar de termos MUITAS fotos da gente no ano, deixo estas de maneira especial:

- no “cancelado” show do Iron Maiden no Rio que uniu, pela primeira vez em um show, os 4 que fizeram o blog nascer. Na foto: Rolf, Eduardo, B-Side e Remote.

- a caminho do show do Judas Priest em São Paulo:

- show do MetallicA no Rock in Rio 4, com toda a galera reunida com a camiseta (camisa?) especial que fizemos para a data. Rolf, considere-se nestas fotos conosco, ok?

Termino agradecendo de maneira muito especial a todos vocês, parceiros e membros da família do Minuto HM. Foi um ano fantástico em todos os sentidos para este espaço e 2012 tem tudo para ser outro ano incrível! Inclusive, o acho-que-agora-vai retorno do Van Halen e a esperada world tour

“Heavy” New Year!

[ ] ‘ s,

Eduardo.

 
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