Kiss discografia 35a parte – Álbum: Best Of Alive 35 North American Tour 2009

Neste capítulo estaremos finalmente encerrando a seqüência da discografia Kiss, com o último lançamento: uma coletânea ao vivo.  E pra finalizar, segue um lista detalhada com as vendagens da banda e o prometido Top Ten (e um Top Five “live”) dos autores. 

A capa do cd trazendo o logo da turnê.

ÁLBUM: BEST OF ALIVE 35 North American Tour 2009  

  • Paul Stanley, Gene Simmons, Eric Singer e Tommy Thayer.
  • Lançamento: 28/12/2009
  • Produtores: Tobias Nievelstein e Ulrich Rath 
  • Não certificado pela RIAA Certification

Faixas 

Disco 1

1- Deuce – 4:51 8- Parasite – 3:51
2- Strutter – 3:32 9- She – 10:11
3- Got to Choose – 3:58 10- Watchin’ You – 4:33
4- Hotter Than Hell – 4:11 11- 100,000 Years – 14:32
5- Firehouse – 4:01 12- Black Diamond – 7:12
6- Nothin’ to Lose – 3:47 13- Cold Gin – 7:08
7- C’mon and Love Me – 3:22  

 Disco 2

1- Rock and Roll All Nite – 6:44 8- I Stole Your Love – 3:37
2- Let Me Go, Rock ‘n’ Roll – 5:47 9- Shout It Out Loud – 2:58
3- Detroit Rock City – 8:21 10- Modern Day Delilah – 4:52
4- King Of The Night Time World – 3:30 11- I Love It Loud – 7:12
5- Love Gun – 6:27 12- Lick It Up – 5:56 
6- Calling Dr. Love – 3:28 13- Do You Love Me – 4:24
7- Shock Me – 4:54 14- Say Yeah – 4:39

  

As instruções para recebimento das gravações Instant Live

Com o novo Sonic Boom ainda no forno, seguros da qualidade do novo lançamento e já com a boa receptividade do novo single Modern Day Delilah, o KISS inicia em 25 de setembro de 2009 a segunda perna da tournê americana/canadense de KISS Alive 35 em Detroit, Michigan no famoso Cobo Hall Arena, que posteriormente seria demolido, dando início a um projeto de expansão que se iniciou em 01/10/2009.  O Cobo Hall havia consagrado o Kiss ao vivo na escalada para o sucesso em meados dos anos 70 e coube à banda a honra de tocar pela última vez na famosa casa de espetáculos antes de sua revitalização nestas duas primeiras noites da turnê comemorativa de KISS ALIVE! A turnê seria inteiramente gravada e distribuída no formato “Instant Live” pela Concert Online.  A idéia já utilizada anteriormente em 2004 toma formato ampliado, onde por trinta dólares extras o fã que assistisse o show, receberia, na saída do concerto, uma parte gravada até meia hora antes do fim do show.  Juntamente com a gravação em dispositivo USB, viria um código, que permitiria ao fã fazer um download do restante do show, utilizando o acesso a internet. Outra opção era obter tais gravações num formato mais tradicional de um cd duplo, cuja primeira parte seria entregue ainda no final do show. O segundo cd seguiria via postal, sem despesas adicionais. A gravação em “multi-track” do show repassaria de vinte a cinqüenta por cento do arrecadado para banda, e se tomarmos a turnê inteira com venda de mais de mil gravações por show, daria uma boa quantia para o Kiss.  

A lista de shows gravados durante a turnê americana/canadense foi a seguir: 

01.2009-09-25,Detroit,MI
02.2009-09-26,Detroit,MI
03.2009-09-28,Cleveland,OH
04.2009-09-29,London,ON,Canada
05.2009-10-01,Montreal,QC,Canada
06.2009-10-02,Toronto,ON,Canada
07.2009-10-03,Uncasville,CT
08.2009-10-05,Boston,MA
09.2009-10-07,Oshawa,ON,Canada
10.2009-10-09,Uniondale,NY
11.2009-10-12,Philadelphia,PA
12.2009-10-13,Washington,DC
13.2009-10-16,Hampton,VA
14.2009-10-17,Greenville,SC
15.2009-10-19,Pensacola,FL
16.2009-10-21,Tampa,FL
17.2009-10-22,Sunrise,FL
18.2009-10-24,Birmingham,AL
19.2009-10-26,Atlanta,GA
20.2009-10-28,Nashville,TN,
21.2009-10-29,Little Rock,AK
22.2009-11-06,Chicago, IL
24.2009-11-07,Minneapolis, MN
25.2009-11-09,Winnipeg,MB, Canada,
26.2009-11-10,Saskatoon, SK, Canada
27.2009-12-10,Pengrowth Saddledome, Calgary, AB, Canada
28.2009-14-10,Vancouver, BC, Canada
29.2009-15-10,Seattle, WA
30.2009-17-10,Portland, OR
31.2009-19-10,Sacramento, CA
32.2009-21-10,Fresno, CA
33.2009-22-10,Oakland, CA
34.2009-24-10,Anaheim, CA
35.2009-25-10,Los Angeles, CA
36.2009-27-10,San Diego, CA 

Esta segunda perna da turnê não manteve o formato rígido de set list típico do álbum KISS ALIVE! havendo modificações na seqüência do álbum original e substituições, inclusive pelo material do ultimo álbum SONIC BOOM. Podemos verificar que houve a troca de I Was Made For Lovin’ You por Modern Day Delilah, após o lançamento de SONIC BOOM. Em vários concertos, a partir de 1/10/2009, a abertura do show foi modificada de Deuce para King of the Night Time World, e  Nothin’ To Lose foi substituída por I Stole Your Love.

Em Greenville, houve a inclusão de Calling Dr. Love e Shock Me, que entraram no lugar de C’Mon And Love Me e Got To Choose. Do You Love Me? também foi  resgatada para alguns shows desta turnê e Firehouse foi improvisada somente uma vez, durante um atendimento dos bombeiros a um incêndio da pirotecnia num show em Winipeg – Canadá, onde apenas Eric Singer participa do vocal, cantando apenas o refrão da música. Como já mencionado no post anterior, Say Yeah apareceu pela primeira vez ao vivo em Atlanta, em 26/10/2009 e é esta a versão que está no cd duplo que é o assunto principal deste post.. Em 08/12/2009 o Concert Online disponibiliza um BOX SET contendo todas as gravações realizadas durante esta segunda perna da turnê americana/canadense. Este box, em edição limitada, chamada de KISS ALIVE 35 LIVE RECORDINGS BOX SET, vem numa caixa personalizada com cerca de quarenta cds duplos, saiu pelo preço de 1195 dólares e contém autógrafos originais de todos os membros do Kiss, com certificado de autenticidade, além de quatro pen drives. 

Após o lançamento deste box set, aproveitando-se do material disponível, o Concert Live resolve remixar e remasterizar músicas de vários shows e lança em 28/12/2009 oficialmente para venda no seu site apenas, o álbum duplo BEST OF ALIVE 35 North American Tour 2009, que contém todas as músicas tocadas na turnê disponibilizadas numa ordem similar ao álbum KISS ALIVE!, com a inclusão, na seqüência, das músicas que foram tocadas na turnê, que não pertenciam a este álbum.  Desta forma o novo álbum contém vinte e sete músicas ao vivo, gravadas de vinte e um shows diferentes, o que o caracteriza inquestionavelmente como o álbum entre os lançados ao vivo com maior duração, num total de quase cento e cinquenta minutos. Para se ter uma idéia do que isso representa, o mais próximo deste tamanho é o KISS SYMPHONY:ALIVE IV, com noventa e sete minutos. Os outros lançamentos ao vivo no máximo chegam aproximadamente metade do tamanho deste BEST OF ALIVE 35 North American Tour 2009.  

O Álbum duplo com os cds em fundo branco e preto.

Os cds da edição em silk predominante em branco e preto

Os produtores, ao escolher versões de várias localidades diferentes, e mesmo remixadas e masterizadas, acabam por trazer ao álbum gravações bem diversas, onde se ouve mais um instrumento ou outro, dependendo da música, ´por exemplo em Strutter, o baixo está em volume bem superior às outras músicas.  A gravação, se por um lado apresenta uma qualidade de áudio bastante boa, não exime os erros que são encontrados durante as consideradas melhores versões de cada música da turnê. Há erros bem perceptíveis, como em uma base de guitarra (de Paul Stanley) em Shock Me, e também ao final de Watchin’ You, onde o erro é do baixo de Simmons. Há um claro erro no solo de guitarra de Shout it Out Loud. As guitarras estão divididas entre os dois canais (estando Paul Stanley à esquerda e Tommy Thayer à direita), portanto é perfeitamente notório saber quem esta tocando cada trecho. Também se pode perceber, por exemplo, momentos onde a guitarra de Stanley está no “mute”, como no vôo da tirolesa em Love Gun ou ao final de Rock and Roll All Nite, quando ele destroi o instrumento.  A inclusão de Modern Day Delilah e Say Yeah garante o ineditismo do álbum que traz Eric Singer e Tommy Thayer em registro oficial cantando pela primeira vez “live”, em Nothin To Lose, Black Diamond e Shock Me, mantendo a estrutura consagrada de rua de quatro vias, utilizada pela formação original desde a turnê de Love Gun.  Verifica-se que Paul Stanley está com sua voz bem rouca em quase todo álbum, algo já constatado durante a passagem do KISS pelo Brasil em 2009 (ver post anterior) e não houve nenhuma preocupação em retocá-la.  

Na contracapa a lista de músicas, com a referência às datas e cidades das gravações.

Após a finalização da turnê americana, o Kiss dá uma pausa para retomar a turnê Kiss Alive 35, já em 2010 na Europa.  A partir de 01/05/2010, a chamada de Sonic Boom Over Europe Tour (também intitulada Sonic Boom Over Europe: From the Beginning to the Boom) abrangerá shows no Reino Unido, após dezoito anos de ausência, além de shows na Itália, Finlândia, Espanha e Bélgica.  O setlist, segundo Paul Stanley, conterá além do material consagrado da turnê prévia, músicas como Crazy Crazy Nights (que não é tocada desde a HOT IN THE SHADE Tour), God Gave Rock And Roll To You II e ao menos três músicas de SONIC BOOM, Modern Day Delilah, Say Yeah and I’m An Animal.  Estão previstos para lançamento também pelo site Concert Online, já como pré-venda os shows de Sheffield, Newcastle, Liverpool, Birmingham, Dublin, Glasgow, Manchester, Londres e Zurich e (Versões Cd e USB) é esperar para conferir! 

Conforme já descrito neste 35o post estamos divulgando os valores apurados de venda do KISS, vejam a tabela abaixo: 

Álbum RIAA Sound Scan Atualização (ano)
KISS 500.000 189.000 2009  
Hotter Than Hell 500.000 164.000 2009  
Dressed To Kill 500.000 179.000 2009  
Kiss Alive! 500.000 258.000 2007  
Destroyer 2.000.000 623.000 2009  
Rock And Roll Over 1.000.000 198.000 2009  
Love Gun 1.000.000 208.000 2009  
Alive II 2.000.000 295.000 2007  
Double Platinum 1.000.000 510.000 2007  
Gene Simmons 1.000.000 31.000 2007  
Ace Frehley 1.000.000 46.000 2007  
Peter Criss 1.000.000 23.000 2007  
Paul Stanley 1.000.000 33.000 2007  
Dynasty 1.000.000 157.000 2007  
Unmasked 500.000 171.000 2007  
Music From “The Elder” n/a 110.000 2007  
Killers n/a 10.000 2006  
Creatures Of The Night 500.000 148.000 2007  
Lick It Up 1.000.000 92.000 2007  
Animalize 1.000.000 93.000 2007  
Asylum 500.000 81.000 2007  
Crazy Nights 1.000.000 104.000 2007  
Smashes, Trashes & Hits 2.000.000 810.000 2007  
Hot In The Shade 500.000 112.000 2007  
Revenge 500.000 596.000 2007  
Alive III 500.000 552.000 2007  
KISS My Ass 500.000 n/a  
MTV Unplugged 500.000 300.000 2007  
You Wanted The Best 500.000 329.000 2007  
Greatest Kiss n/a 394.000 2007  
Carnival Of Souls n/a 175.000 2007  
Psycho Circus 500.000 479.000 2007  
Detroit Rock City Soundtrack n/a 74.691 2003  
Box Set 500.000 141.000 2007  
The Very Best Of Kiss n/a 644.000 2009  
Alive IV Symphony n/a 134.000 2007  
Millennium Best Of Vol 1 n/a 330.000 2009  
Alive IV Symphony Single Edition n/a 17.000 2006  
Millennium Best Of Vol 2 n/a 64.000 2006  
KISS Gold (1974-82) n/a 100.500 2007  
Sonic Boom n/a 237.500 2009  
         

NR: Em nossa opinião, o lançamento deste novo ao vivo pela Concert Online prima pela espontaneidade, mas evidencia falhas nas gravações ao vivo. Se não houve tanto cuidado na edição, a mixagem e masterização trazem a energia que remete ao KISS ALIVE! original, basta ouvir os primeiros acordes de Deuce e lá estamos nós, novamente transportados para aquele momento mágico de 1975. Alguns erros, porém, seriam facilmente corrigidos, bastava diminuir o instrumento em questão. Não dá pra acreditar que a versão de Shout it Out Loud, com um pequeno erro no solo de Tommy Thayer, é a melhor entre os trinta e seis shows gravados na turnê, visto que a música certamente foi tocada em todos. A voz completamente rouca de Paul Stanley durante o álbum – chegando a causar espanto em Strutter – sua primeira no álbum – pode ser encarada de duas formas também: É honesto registrar o que se passou na turnê, mas nunca tivemos Paul Stanley em registro tão debilitado vocalmente, o que pode acarretar em desaprovação por grande parte dos ouvintes.  O vocal está tão aquém do normalmente conhecido do grande vocalista que é, que nem sabemos se houve critério em escolha das melhores performances vocais da turnê.  

A embalagem do cd que veio da Alemanha ...

Devemos lamentar a exclusão de Rock Bottom que garantiria a seqüência completa em homenagem a KISS ALIVE! mas talvez possamos atribuir ao fato que esta música exige os tons mais altos e potentes do vocal de Paul Stanley. Firehouse talvez tenha sido incluída meio que por acaso, já que a banda tocou a música uma vez nesta turnê.  A versão que acaba sendo inusitada, pois naquele show, apenas preencheu musicalmente um momento em que os bombeiros foram apagar um princípio de incêndio, não trazendo vocal em nenhuma das partes, apenas com Eric Singer cantando o refrão. Mesmo sem todas as músicas de KISS ALIVE! verifica-se em vários momentos versões mais extensas que acabam trazendo um ar de mais improviso e mais real num cd ao vivo – talvez em um cd mais editado, não teríamos a oportunidade de ter tal privilégio.  Não há edição, por exemplo, nos solos de guitarra e bateria de Thayer e Singer: Neste aspecto, se Tommy tenta imitar todos os licks de Ace Frehley  no solo de She, Eric mantém o estilo do baterista original (Peter Criss) em boa parte de seus solo na clássica 100,000 Years, porém acrescenta toques interessantes e mais técnicos. A versão de I Stole Your Love traz novamente os solos divididos entre Stanley e Thayer, como no formato inicial, já que na época em que Kulick estava na banda apenas ele se encarregava de todo o solo, algo também a se destacar positivamente. Os vocais de Singer em Black Diamond e  Nothin To Lose e Thayer em Shock Me podem ser considerados como pontos positivos da bolacha: Thayer certamente não deixa a desejar nos vocais originalmente ao cargo de Ace Frehley, chegando a estar melhor nos vocais de Shock Me do que no solo que executa na canção. O timbre de Eric é bastante diferente de Peter Criss, o que dá uma nova personalidade às músicas por ele cantadas, em especial no contraponto vocal de Nothin to Lose, que nos soa muito bem, embora muito diversa da versão original.  Gene Simmons está bem em todo o álbum que podemos considerar uma boa aquisição por ser bem extenso e seguramente ser o mais real ao vivo de toda a fase da banda, mas há um sentimento de que a banda parece não ter se envolvido em nada na confecção do mesmo, um fator sempre primordial para realização de um grande cd. As novíssimas músicas do novo SONIC BOOM encaixaram muito bem no atual momento ao vivo da banda, resta nos esperar como vai ficar a inclusão de I’m An Animal ou outras deste SONIC BOOM já a partir do mês que vem, mas isso só o tempo se encarregará de responder.  

A seguir listamos nossos álbuns prediletos: inicialmente pensamos em fazer um “Top-Five”, mas escolher apenas cinco álbuns e misturar os “ao vivo” que acabam contendo músicas de vários álbuns nos pareceu decisão equivocada.  Desta forma resolvemos escolher dez álbuns em estúdio e listar também em ordem de preferência cinco “lives”: 

Alexandre B-Side 

Estúdio: 

1)       Lick It Up 

2)       Creatures of The Night 

3)       Music From “The Elder” 

4)       Carnival of Souls 

5)       Revenge 

6)       Kiss 

7)       Destroyer 

8)       Animalize 

9)       Ace Frehley 

10)   Dynasty 

Ao Vivo: 

1)       Kiss Alive! 

2)       MTV Unplugged Kiss 

3)       Alive III 

4)       The Best Of Kiss Alive 35 North American Tour 2009 

5)       Alive II 

Flavio Remote 

Estúdio: 

1)       Creatures of The Night 

2)       Music From “The Elder” 

3)       Carnival of Souls 

4)       Revenge 

5)       Destroyer 

6)       Rock And Roll Over 

7)       Kiss 

8)       Dressed To Kill 

9)       Lick It Up 

10)   Love Gun 

Ao Vivo: 

1)       Kiss Alive! 

2)       Alive III 

3)       Alive II 

4)       MTV Unplugged Kiss 

5)       The Best Of Kiss Alive 35 North American Tour 2009 

Para finalizar este post gostaríamos de deixar nossas últimas impressões sobre a DISCOGRAFIA KISS: (https://minutohm.com/category/kiss/ )

Algum tempo atrás este projeto chegou a ser iniciado, através dos emails que trocávamos, onde alguns álbuns chegaram a ser abordados.  Desta vez o compromisso foi seguido à risca e conseguimos manter a periodicidade que desejávamos que deu um ritmo adequado a discografia.  O ritmo foi apenas quebrado neste último post, devido a fatores completamente alheios a nossa vontade, já que o novo cd demorou pacas para chegar.  É claro que o material e a pesquisa foram fatores imprescindíveis, mas alguns dos pontos mais importantes nesta discografia talvez não tenham sido devidamente ressaltados.  Cabe agora escrever que publicar as fotos dos velhos vinis (que continuamos a guardar com todo o carinho) e ouvir todos os vinis e cds foram momentos inesquecíveis durante este período.  Lembrar dos momentos em que adquirimos os álbuns, tanto na fase vinil, quando cd, foi algo quase que indescritível, apesar de tentarmos deixar registrado nos posts.  A elaboração dos posts em dupla foi um acerto, pois crescemos em conhecimento da banda também nesses momentos.  A participação de vocês, comentando, elogiando e contribuindo nos posts foi sensacional, algo completamente inesperado. Continuamos vendo comentários e votações sobre os posts até hoje, e ficamos orgulhosos em saber que pudemos contribuir para divulgar mais o Minuto HM. O sentimento em fazer a discografia acaba sendo o mais interessante, afinal.  E talvez isso tenha sido o maior fator para ela alcançar o ponto que chegou ou poderá chegar.  

Bem, é chegado o momento de terminar este 35º e derradeiro post (numa saudável coincidência numérica) justamente com o BEST OF ALIVE 35 North American Tour 2009.  Enfim, chegamos ao final, mas ainda com um ponto de interrogação em aberto, já que se a banda continua na ativa e teima em nos brindar com novos lançamentos, o nosso compromisso com a discografia também continua ativo, e talvez voltemos aqui num novo post, quem sabe? 

Abraços e até lá 

Flavio Remote e Alexandre B-side



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51 replies

  1. BSide e Remote, que pena que tenha chegado ao fim a discografia do Kiss (provisoriamente eu espero, já que um novo CD deles seria uma alegria dupla: pelo álbum e pelo post de vocês).
    Excelente, como sempre!
    E este material vai render muito ainda: eu mesmo estou “terminando” as audições do COS, como prometi a algum tempo aqui, e logo pretendo comentar sobre o disco no seu devido post.

    Acima de tudo, vcs ajudaram a divulgar/aumentar o interesse pela banda e isso é muito legal. Puxa vida, se já era difícil eleger 5 discos dos caras, imagina 10? Eu quebrei a cabeça pra chegar aos 5, pra 10 preciso de mais tempo… o mesmo vale p/ os discos Ao Vivo.
    Só gostaria de fazer um comentário a respeito do set desta turnê do Sonic Boom, acho que eles poderiam tocar mais músicas do disco, pelo menos umas 5 ou 6. 3 é muito pouco, na minha opinião. Além das 3 já citadas poderiam incluir(gosto pessoal): “All For The Glory” e “Never Enough”, por exemplo.
    Ah… estou pensando aqui também numa lista do que seria um show perfeito do Kiss pra mim hoje, misturando clássicos com músicas do Sonic Boom e algumas “renegadas” da banda… Depois, com mais tempo, virei com “as minhas listas” por aqui.

    Abraços e Parabéns, novamente.

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  2. Marco,

    Como sempre agradecemos os seus ótimos comentários. Estarei sempre participando das listas que você idealizar sobre o Kiss. Em relação a inclusão do material novo na Turnê, acredito que eles estão colocando pouco a pouco. Era só Modern Day Delilah, e já são três previstas. Concordo com você também em pelo menos All For The Glory, uma das minhas prediletas.
    Agora sobre os Tops – gostaria que fizesse um esforço para listar os seus, seria interessante. Aumentamos a lista pois 5 era muito pouco para tantos discos lançados, não acha?
    Abraços

    Flavio

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    • Remote, passei o feriado ouvindo e analisando os discos pra eleger os meus preferidos (nunca imaginei que ficaria tão indeciso!!). Quase criei uma fórmula matemática pra chegar a lista final…hehehe… só relembrando que ainda me falta alguns discos em estúdio da banda (Dynasty, Unmasked, Asylum e Crazy Nights), se algum deles entrar no TOP posteriormente eu corrijo por aqui. E, fica óbvio que o momemto em que se “descobre” a banda (e gosta) influencia na apreciação ou não dos restantes dos discos. Eis a minha lista (com direito a comentários para os 5 primeiros):

      1) Kiss: Com tantos clássicos num disco só (comparável neste quesito só com o Destroyer – contudo – prefiro as músicas do primeiro disco), dispensa maiores comentários.

      2) Creatures Of The Night: O disco mais homogêneo do Kiss com uma sonoridade única. Praticamente perfeito (pau-a-pau com o “Kiss” pra mim, só perde pela importância do outro ser “o primeiro”).

      3) Sonic Boom: Talvez pelo “entusiasmo” de um lançamento após 11 anos, mas, hoje, “nas minhas contas” ele fica em terceiro…

      4) Hotter Than Hell: Gosto da sonoridade deste também, sem contar com alguns bons clássicos.

      5) Psycho Circus: Álbum que me “apresentou” à banda, portanto pelo qual descobri a sonoridade “Kiss”, talvez por isso deva ser o único a colocá-lo entre os TOP 5.

      6) Dressed To Kill

      7) Destroyer

      8) Love Gun

      9) Lick It Up

      10) Revenge

      Os “Ao Vivo” vem depois…

      Abraços.

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      • Marco,
        Sua lista está excelente, particularmente fiquei surpreendido com o novo já estar em tão boa apreciação – realmente é um grande lançamento, e o Hotter Than Hell, que é um álbum normalmente esquecido. Estou vendo que você e o Dave Mustaine apreciam muito o HTH.
        Aguardamos os ao vivo.

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  3. Remote e B-Side, que prazer ver que a conclusão da “Discografia Kiss” aqui no MInuto HM! Me lembro como se fosse hoje o e-mail de vocês perguntando para mim o que eu achava de vocês colocarem a discografia aqui no blog…

    Só tenho elogios e agradecimentos a vocês pelo trabalho monumental e pontual (afinal, foram 34 semanas (!!!) ininterruptas de posts, um comprometimento que não vemos por aí, tanto na internet como nas próprias empresas que trabalhamos, hoje em dia).

    Obrigado de verdade por nos brindar com o conhecimento, materlal e dedicação que fazem ainda hoje aqui no blog. Lembro que vocês e o Rolf são os principais motivos deste blog ter nascido, e me orgulho de tê-los por aqui, de verdade.

    Ainda estou atrasado com a revisão final de todos os posts, links recursivos e tudo mais que gosto de fazer por aqui em todos os posts (e que ajuda na organização geral do blog), mas sempre que possível, estou correndo atrás do atraso e fazendo!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Olha Eduardo, eu (nós) é que agradeço pelo espaço e a oportunidade de concluir um trabalho que havia iniciado lá nos emails. O Kiss é sempre uma grande paixão e tivemos muito prazer em montar os posts. A regularidade elogiada por você era muito importante para criar um ritmo e percebemos que os blogueiros/leitores acabavam contando com mais um capítulo a cada semana, não podíamos decepcionar a vocês todos. Conseguir manter o ritmo era compromisso de honra.
      Esperamos as revisões e seus comentários sempre pertinentes.
      Quanto ao Rolf, é uma pena que ele não participe tanto aqui no MHM, sinto bem a falta.
      Ele bem que podia montar uma do Black Sabbath, que tal?
      Abraços
      Flávio

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      • Remote e B-Side, exatamente: agradeço novamente pela atenção especial de vocês quanto ao ritmo criado, e hoje os frutos dos posts são colhidos diariamente… hoje, ao invés dos mails, temos tudo aqui, online, organizado e categorizado, com fotos, vídeos e “n” comentários. E sim, farei as revisões que ainda faltam, sem dúvida alguma.

        Vou, como de costume, dar mais umas cutucadas (no sentido bíblico) no “Rolfístico” …

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  4. Pessoal, sobre o Kiss, mas “off-topic” total: sabem da “Cow Parade”?

    Algumas “vaquinhas” temáticas do Kiss estão aparecendo, vocês viram? Olhem uma aí: http://bit.ly/9GDS4V

    Legal essa, hein? Hehehehe.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. E sobre as vendagens, me parece que o disco mais vendido do grupo é o Alive! com 22 milhões em todo o mundo. Não sei se isso procede. Com a palavra os mestres B-Side e Remote…

    Abraços.

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  6. Galera, eis o set list do 1º show da “Sonic Boom Over Europe Tour”, que teve início em 01/05:

    Modern Day Delilah
    Cold Gin
    Let Me Go, Rock And Roll
    Firehouse
    Say Yeah
    Deuce
    Crazy, Crazy Nights
    Calling Dr. Love
    Shock Me (Eric amd Tommy jamming together)
    I’m An Animal
    100,000 years
    I Love It Loud (Gene spits blood & flies)
    Love Gun
    Black Diamond
    Detroit Rock City
    Lick It Up
    Shout It Out Loud
    I Was Made For Lovin’ You (Paul flies to mini stage)
    God Gave Rock’n Roll to You
    Rock And Roll All Nite

    Um bom set, uma pena “Strutter” ter sido limada… rsrs…
    Descobri que “Crazy, Crazy Nights” é a música preferida de Gene do álbum quase homônimo, o mesmo vale p/ Stanley em relação a “Say Yeah” e “Modern Day Delilah”, suas prediletas do Sonic Boom e – pasmem – a predileta dele do álbum “Hot In The Shade” é “Silve Spoon”, talvez isso explique ela ter entrado na coletânea Box Set.

    Abraços.

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  7. Marco

    Eu já sabia da predileção do Paul Stanley pela Silver Spoon, fazer o que , né ….
    O set list é legal ,mas a gente sempre mais músicas novas,quem sabe nos próximos shows ,embora eu duvide, a esperança persiste ..

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  8. Pois é, fiz abaixo o que seria pra mim o set ideal hoje.
    Uma mistura de clássicos + novas + desejo pessoal… (teria mais algumas, mas cito apenas 20 que é a quantidade de músicas do set atual):

    1-Strutter
    2-Rock And Roll Hell
    3-Yes I Know (Nobody’s Perfect)
    4-Heart Of Chrome
    5-I Stole Your Love
    6-Dreamin’
    7-It Never Goes Away
    8-All For The Glory
    9-The Oath
    10-Psycho Circus
    11-Never Enough
    12-All Hell’s Breaking Loose
    13-King Of Hearts
    14-Let Me Go, Rock ‘n’ Roll
    15-Love Gun
    16-I Love It Loud
    17-Detroit Rock City
    18-War Machine
    19-Lick It Up
    20-Rock And Roll All Nite

    Abraços.

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  9. Olha Marco,
    Eu trocaria muita coisa no seu set-list, mas não pude deixar de notar as pérolas Rock And Roll Hell, Heart Of Chrome, It Never Goes Away, All For The Glory e The Oath. So lembro da 1a (no começo da turne do Creatures) e a ultima no programa Fridays (1981) sendo tocadas pela banda ao vivo. Ah Heart Of Chrome chegou a aparecer numa brincadeira nos shows acusticos de 1995…
    Apesar de um set-list impossível, sempre vale a pena sonhar…

    Flavio

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  10. Remote, procurei reunir o maior nº possível de discos num set só, uma tarefa meio difícil (deu 20 músicas de 13 álbuns diferentes). E é tanta música que eu gostaria de ver ao vivo que, após uma noite de sono, já mudaria algumas… rsrs… Como pude deixar de fora ‘Say Yeah’ que deve funcionar muito bem ao vivo?? Entre outras…
    Enfim, se for ficar revisando não chegaria a uma lista definitiva tão cedo…

    Abraços.

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  11. B-Side, Remote, mais um site que publicou um link para a Discografia Kiss no Minuto HM: http://www-rocknrollmachine.blogspot.com/2010/03/kiss-uma-completissima-discografia.html

    Parabéns, as usual.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  12. Wow! B-Side, Remote e galera do Minuto HM, olhem essa COLEÇÃO de coisas do Kiss à venda:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  13. Fazer uma lista assim é divertido e curioso…
    Não é fácil escolher apenas 10 discos considerando que, pelo menos até 1983, a banda só lançou ótimos álbuns.

    Para o leitores deste Blog, a minha lista pode ser um pouco polêmica mas, a pedido do B-Side, aí está ela… lembrando que ela foi idealizada baseada no meu gosto pessoal, e não na análise técnica/conceitual de cada álbum.

    Gostaria de saber a opinião dos colaboradores do blog a respeito.
    Estão listados os 10 álbuns que mais gosto, embora a ordem não seja tão definitiva assim…

    estúdio:

    1- (Music From) The Elder
    2- Peter Criss (sim, esse mesmo! Para os radicais, sugiro ouvi-lo sem preconceito e sem pensar em comparações com o que “deveria ser um disco de um membro do Kiss”, se atendo sim à proposta do álbum e à qualidade das canções)
    3- Lick It Up
    4- Love Gun
    5- Paul Stanley
    6- Creatures Of The Night
    7- Dressed To Kill
    8- Destroyer
    9- Revenge
    10- Rock And Roll Over

    ao vivo:

    1- Alive!
    2- MTV Unplugged
    3- Alive II

    (o resto, sinceramente, não gosto. Acho que possuem excessos de overdubs e efeitos que deixam tudo muito irritante e “plastificado” demais).

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  14. Opa, me enganei.. quem pediu para eu publicar a minha lista foi o FR e não o B-Side! hehe… me desculpe, heim!

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  15. FH72
    Olha realmente ter um disco solo entre os 10 é coisa inusitada, ainda mais do Peter. O disco do Paul é o mais Kiss entre os 4 – é bem legal.
    No mais Creatures, Lick it up, The Elder, Destroyer, Revenge – combina mais com o meu gosto.
    E O alive III – eu gosto, mesmo com os overdubs – aliás no Alive! tem também , confira o post.
    Abraços

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  16. Legal, Flavio… o que deixa as discussões muito mais interessantes é justamente a diferença entre os gostos pessoais, né? hehe….

    Quanto aos overdubs, sim, claro… todos os discos ao vivo do Kiss (e da maioria das bandas, aliás), tem overdubs… o que eu quis dizer é que, no caso do KISS, a partir do Alive III (e principalmente nos posteriores a ele) a coisa tomou uma proporção tão exagerada que descaracterizou uma apresentação ao vivo e se tornou praticamente um novo disco de estúdio… Isso me soa “falso”… basta assistirmos as gravações dos shows originais (que estão disponíveis por aí em muitos bootlegs)… a diferença é muito evidente, concorda? Me sinto até “enganado”, afinal, se eu compro um álbum de uma banda ao vivo é porque eu quero saber como que é o show dessa banda… e não é isso que a gente ouve nos últimos álbuns do Kiss, concorda comigo?

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  17. FH 72 :
    Primeiro, sem problemas a confusão envolvendo o meu nome e o do meu irmão..A gente já está até acostumado com isso, não esquenta…
    A sua lista é muito respeitável, principalmente pelo fato de estarmos aqui trocando informações com alguém que definitivamente sabe do que está falando. O ponto controverso da lista vai para o álbum-solo de Peter, que eu jamais incluiria como um top 10 do KISS, mas talvez pelo lado fã posso atestar que ouço o álbum sem problemas, em especial pelas baladas , onde vejo Peter muito à vontade e mostrando seu lado diferente do rock and roll do KISS. O álbum foi feito de forma muito caótica, pelo estado em que Criss se encontrava, mas como você mesmo cita, dissociando da questão de estilo, é sem dúvida muito melhor que os demais solos de Peter, desses eu não gosto mesmo, em especial aqueles lançados pós saida do KISS ( Out of Control e Let me Rock You) .
    Na questão envolvendo o lado ” falso” dos lives mais recentes, eu preciso concordar inteiramente com você . Vamos deixar claro que este Best of alive 35 north american tour não tem nenhum overdub, ou seja, é definitivamente o mais fiel de todos os lives que teoricamente foram lançados na discografia KISS. Teoricamente, por que talvez não possamos considerar este um oficial da banda. Mas neste podemos ver que a banda ainda funciona bem ao vivo, apesar do problema de voz que Paul apresentava nesta época, e que não sabemos se foi superado após a recente cirurgia em suas cordas vocais. Isso só o tempo e o novo álbum vão dizer. Eu também gosto muito do Alive III pela questão do repertório em si, com músicas do Creatures of the Night, Revenge e Lick it up, álbuns que estão entre meus 5 favoritos da banda , mas concordo inteiramente com o excesso de overdubs. Aliás, o próprio Eric Singer diz que o álbum poderia ser muito melhor se eles tivessem utilizado mais e melhores versões gravadas dos diversos shows que fizeram na época, na tour Americana.
    Mais lamentávéis ainda são as pseudo-gravações ao vivo contidas no You wanted the best, you got the best, ali a coisa soa vergonhosa demais…
    Cara, suas impressões nos diversos posts das discografia KISS são excelentes e muito bem fundamentadas,ainda que nem sempre tenhamos a mesma opinião, lhe agradeço por isso!

    Alexandre Bside

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  18. Eu é que agradeço a oportunidade de discutir sobre um tema que gosto muito, música e, em especial, sobre uma das bandas que mais tenho “carinho”, principalmente pelo fato de ter sido essa banda que me “apresentou” ao hard rock, lá pelo começo dos anos 80.

    Quanto ao solo do Peter Criss, eu tinha a certeza que esse seria o ponto mais polêmico da minha lista, mas tenho que admitir que gosto realmente muito desse álbum, embora, claro, ele nada tenha a ver com o estilo do Kiss. Infelizmente o Peter não seguiu o padrão de qualidade nos seus outro solos, todos muito fracos (aliás, o último, “One For All” é lamentável, desde a produção até a voz do Peter, que realmente está MUITO ruim, fraca e até semitonando em muitas passagens). Mas o disco de 78 eu gosto muito.

    Além de hard rock eu também sou admirador de outros estilos, como o Blues (principalmente), o Country, o Jazz e o Rock clássico dos anos 60 e 70 e, se analisarmos friamente o álbum do Peter, veremos que existe um conceito que amarra bem o trabalho e grandes canções, desde rocks com características sessentistas até baladas maravilhosas (aliás, “Kiss The Girl Goodbye” é uma das minhas 50 músicas preferidas de todos os tempos! hehe…) Em várias ocasiões Peter de declarou fã de Frank Sinatra, figura que eu também sou fã e colecionador, então, já temos outro ponto que explica minha predileção por esse álbum… hehe…

    Mas não acho que esse disco tem a ver com Sinatra… acho sim que se trata de um artista livre de preconceitos e que se juntou com ótimos músicos e produtores (discordando da maioria, gosto muito do Vini Poncia até com seus trabalhos no Kiss) para fazer um trabalho que realmente traduzisse seus “anseios” musicais… e, na minha opinião, ele conseguiu.

    Se não tem nada a ver com Kiss, isso é outra história e, pra mim, pouco importa. O que vale é a qualidade e o conceito do álbum, concorda?

    Quanto aos overdubs dos discos ao vivo do Kiss, concordo com vc… não citei o “Alive 35” porque nem considero esse um álbum oficial da banda, né? E, mesmo que fosse, embora ele não tenha overdubs, na minha opinião, é um álbum fraco, principalmente pelo vocal do Paul e a guitarra de Tommy Thayer que, embora seja um guitarrista muito competente, lhe falta originalidade na banda (talvez ela seja até “podada” pelos líderes Gene e Paul), uma vez que ele fica muito na cola do estilo do Ace Frehley.
    Penso assim: se for pra ouvir um cara que imita outro, por melhor que seja, vá sempre no original… hehe….

    Só pra finalizar, o que penso dos overdubs é o seguinte: não tenho nada contra “arrumar” partes de músicas ou melhorar determinadas passagens, como foi feito nos primeiros álbuns ao vivo do Kiss e de quase todas as bandas dos anos 70. Sou contra, isso sim, aos overdubs que descaracterizam a sonoridade de um show, aproximando-o dos timbres das gravações de estúdio e tornando-o artificial e plastificado, como foi o que aconteceu com os álbuns posteriores ao Alive II.

    Mas concordo com vc em relação ao repertório do Alive III… hehe…

    Abraço pra vc e pro seu irmão!!!

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    • Caro FH,

      Excelente comentário, inclusive em relação à coerência ao album do Peter Criss. Eu acho surpreendente listá-lo como um dos melhores da banda, mas a questão é gosto e mesmo para mim, o álbum tem seus méritos.
      Eu gosto das baladas, e vejo um bom trabalho nas músicas mais rápidas, mas não me adequo ao estilo R&B que é bem distanciado do que o Kiss vinha fazendo e apresentou posteriormente. Concordo que o trabalho é muito superior ao que o Peter fez depois, infelizmente.
      Continuo gostando mais dos albuns solo de 78 com os outros membros, especialmente o do Ace e Paul, e mesmo o maluco album do Gene tem seus bons momentos, inclusive gosto muito da When you wish upon a star, que não tem nada de Kiss também.
      Sobre o Vini Poncia, vejo um bom trabalho no Dynasty, mas acho que a produção pasteurizou demais o som do Unmasked. Mas não vou culpá-lo pela fase Pop da banda, que optou por esse som, embalado pela onda Disco da época.
      Acredito que essa produção polida demais teve apoio do grupo, que perdeu o foco, e ao invés de ditar um estilo, tentou se enquadrar no que fazia mais sucesso. Podemos pensar que a banda sucessivamente tentou seguir um estilo de sucesso também no The Elder, tentando se aproximar do progressivo to The Wall, acarretando em outro fracasso comercial, embora consideremos um ótimo álbum.
      Também no sucessor Creatures (excluindo a semi coletanea Kiss Killers) também tentou se adequar ao estilo NWOBHM, mas como sabemos a formula mascarada do Kiss estava esgotada e a banda só revive sucesso comercial após desmascarar-se com Lick it up. Considero que se com as mascaras fora a banda não fizesse sucesso, provavelmente teria fim.
      Sobre o Best of Alive 35, a coisa tá tao bagunçada, que nem sei se podemos confirmar com certeza se é oficiial ou não, apesar de ter sido lançado oficialmente e com certeza tem o aval da banda. Comprei (aliás acabo tendo 2 exemplares – por um grande atraso do fornecedor – acabei recebendo um de brinde) e fizemos o post atendendo aos pedidos e por coerencia com a discografia também.
      sobre os overdubs, concordo plenamente com seu comentário, e se no Alive III já percebemos uma artificialidade, no You wanted the best a coisa é ainda mais descarada.
      Gostaria de saber mais das bandas que você aprecia, os shows que foi, se puder liste-os.
      Temos também um podcast onde não há formula alguma definida de bate papo, falamos de tudo, principalmente de rock e HM, e você pode participar e se quiser (se conseguir) ouvir as anteriores também estão aqui.
      https://minutohm.com/2012/01/11/convite-conferencia-para-gravacao-do-7o-podcast-do-minuto-hm-fevereiro2012/
      Abraços
      FR.

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    • FH,

      gostaria de reforçar o convite do podcast feito pelo Remote. Seria muito legal ter sua participação.

      Qualquer dúvida, é só falar!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  19. Legal, Flavio! Excelente comentário o seu também… hehe… concordo plenamente sobre o Kiss seguir as “tendências” da moda… isso aconteceu, conforme vc colocou com o “disco” em “Dynasty” e “Unmasked”, com o “álbum-conceito-a-lá-The-Wall” em “The Elder” e também na fase “american poser” de “Animalize” e “Unmasked”.
    Em bora eu também concorde que o “Creatures…” também procurou se adequar a nova sonoridade Heavy do início dos anos 80, eu não consigo vê-lo como um álbum de NWOFHM… acho que esse rótulo cabe perfeitamente para a sonoridade do início dos anos 80 de bandas como Iron Maiden, Saxon, Judas Priest e Scorpions, por exemplo. Mas acho que, no caso do “Creatures” a banda conseguiu uma sonoridade moderna e sem ficar na cola dessas bandas, o que foi muito louvável.

    Mas os caras do Kiss são, acima de tudo, muito espertos e excelentes “marketeiros”, isso sim. Tanto que a banda se juntou com gente muito influente logo em seu lançamento, pegou o mercado americano de assalto com uma velocidade assustadora e, conforme ia decaindo por lá, explorava outros mercados (Australia, Brasil) ou outras fórmulas (disco, pop, álbum-conceitual, tirar as máscaras, etc.) E, nisso tudo, o que eu mais admiro é a preocupação, principalmente do Paul, em manter a qualidade dos trabalhos (apesar de alguns deslizes feios – “Asylum” – mas ninguém é perfeito… hehe…) e as ações para se manter sempre em evidência na mídia. Não é qualquer um que tem essa visão e essa preocupação.

    Vc me perguntou o que eu curto, além do Kiss… hehe… iiiihhh, cara, te confesso que curto muita coisa, e em vários estilos!
    Mas, dentro do hard/classic rock, que é o assunto desse blog, se eu tivesse que listar apenas 10 bandas e artistas que eu mais gosto, diria que são as seguintes:

    – BEATLES (principalmente a partir de 1965)
    – ALICE COOPER (principalmente até 1978)
    – QUEEN
    – KISS (principalmente até 1983 + “Revenge”)
    – LYNYRD SKYNYRD (tanto a formação clássica dos anos 70 como a formação atual, a partir dos anos 90, que é excelente também!!)
    – DEEP PURPLE (principalmente a formação 74-75, com David Coverdale e Glen Hughes)
    – WHITESNAKE (só até 1984)
    – ATLANTA RHYTHM SECTION
    – GOV´T MULE (pra mim, a melhor banda dos anos 2000)
    – LED ZEPPELIN

    É claro que gosto de muito mais do que isso, mas essas são as minhas bandas de fato preferidas. Alguns artistas que tocam rock mas não somente rock eu também sou fã de carteirinha, como é o caso de Bob Dylan e Eric Clapton, por exemplo. Mas tem muita gente boa, inclusive alguns nem muito conhecidos… mas isso é papo para outras postagens, né? hehe….

    Alias, aproveitando, gostaria de dar uma sugestão para o Blog.. não sei se esse assunto até já foi abordado, mas eu gostaria de saber um pouco mais do gosto pessoal dos leitores e colaboradores, como, por exemplo,
    – A lista dos 10 discos de rock que vc e os colaboradores do Blog levariam pra lua (e os motivos que fizeram cada album entrar na lista)… hehe… ou
    – A lista dos 10 melhores albuns ao vivo de rock de todos os tempos…. ou
    – A lista dos 10 álbuns mais “injustiçados” do rock (essa, aliás, é uma sugestão para posts meus, caso vcs achem interessante… posso listar periodicamente, os álbuns que considero “injustiçados”, como foi o caso do “The Elder”, que iniciou toda a nossa discussão…

    o que acham?
    abraço pra vcs!

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  20. ôpa.. troquei o nome do disco sem querer no comentário acima.. na fase poser do Kiss eu quis dizer “Animalize” e “Asylum” (e não “Unmasked” como está escrito)… hehe.. desculpe heim!

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    • Bom, novamente concordamos em muitos pontos e quanto ao Creatures (que é o meu preferido da banda) não há duvidas que se apostou num som mais pesado, que voltava a fazer sucesso com essas bandas que você falou.
      Sobre as bandas que vc mais gosta – meus comentários:
      – BEATLES (principalmente a partir de 1965) – Também prefiro a fase mais elaborada e meu predileto é o Abbey Road.
      – ALICE COOPER (principalmente até 1978) – Conheço pouco e mantenho minha sugestão para que vc colabore na discografia dele, com certeza vou acompanhar e procurar ouvir os albuns.
      – QUEEN – Gosto muito da banda, principalmente da fase “classica” – A night at de opera (por aí)
      – KISS (principalmente até 1983 + “Revenge”) – O Kiss já falei
      – LYNYRD SKYNYRD (tanto a formação clássica dos anos 70 como a formação atual, a partir dos anos 90, que é excelente também!!) – Eu não conheço nada – e vou procurar arrumar um tempo para conhecer – já que vc indica.
      – DEEP PURPLE (principalmente a formação 74-75, com David Coverdale e Glen Hughes) – Minha predileta tb.
      – WHITESNAKE (só até 1984) – Também minha fase predileta, mas gosto do 1987 e também aprecio (um pouco menos) os mais recentes.
      – ATLANTA RHYTHM SECTION – Idem Lynyrd Skynyrd
      – GOV´T MULE (pra mim, a melhor banda dos anos 2000) – Idem acima.
      – LED ZEPPELIN – Por muito tempo minha banda predileta, tenho tudo e mais alguma coisa – mas nesse momento tou apreciando tb outras bandas.

      Do meu gosto também:
      – Iron (principalmente até 1988)
      – Rush (principalmente até 1982)
      – Dream Theater (principalmente até 2004)
      – Van Halen (as duas fases – DLR e SH)
      – Black Sabbath (principalmente fase DIO) e DIO tb (principamente até 1989)
      – Rainbow (fase DIO)
      – Muita coisa da NWOBHM..

      Você toca algum instrumento?

      Quanto aos 10 mais, vamos deixar o Eduardo organizar estas enquentes, que tal Eduardo?

      Abraços
      FR

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      • Flavio, FH e B-Side,

        o papo de vocês está muito bom e gostoso de ser acompanhado. Sobre a enquete, estava aqui pensando, podemos fazer até no sentido de traçarmos o “perfil” dos autores e leitores do blog (apenar que posso tranquilamente aqui fazer isso sem enquete alguma, hahaha).

        Mas poderíamos fazer assim, se acherem legal e concordarem:

        – 10 bandas
        – 10 álbuns – aí podemos expandir com os 10 álbuns mais injustiçados e os 10 ao-vivo
        – 10 músicas

        Faríamos com campos livres para digitação e depois eu consolidaria os resultados. Pensei desta forma pois também podemos ter, por exemplo, uma música que está no nosso top 10 mas que não é de um álbum ou banda top 10 nosso, e assim por diante. O que acham?

        Podemos expandir a brincadeira do nosso gosto para top 5, top 10, a gente define, de:

        – vocalistas
        – guitarristas
        – baixistas
        – bateristas

        A única coisa que gostaria de deixar sempre claro é que seriam “rankings” do NOSSO gosto, e não necessariamente atrelado com alguma marca ou outro “driver”. Digo isso pois odeio aqueles rankings de internet do tipo “10 maiores guitarristas”, “MetallicA eleita a maior banda de metal do mundo”, etc.

        Querem agora ou depois do final das pesquisas do Dio?

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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        • Legal, Eduardo… gostei da ideia! hehe…
          Seria divertido e interessante listar esses rankings referentes de cada “colaborador” do Blog.

          Mas eu acho que seria mais interessante que cada nome listado fosse acompanhado dos devidos comentários e “justificativas” de cada colaborador (e não simplesmente listar os títulos escolhidos). Assim a coisa tomaria mais “corpo” e seria mais facilmente compreensível para o leitor, concorda?

          Vc não acha que ficaria bem legal (se isso for possível) organizar esses rankings por colaborador e criar uma “máscara” no Blog onde cada um possa incluir o disco/artista e, logo abaixo, um campo para as justificativas? Tudo padronizado e organizado nos tópicos?

          Depois, pode-se estender o ranking para as opiniões dos leitores…. a enquete final, na minha opinião, ficaria melhor se fosse criada só depois de todos os rankings serem publicados e comentados pelos leitores… o que vcs acham?

          Foi só uma sugestão… hehe… abraço a todos!!

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          • Oi FH,

            sim, podemos pensar neste sentido, a ideia é legal. Tenho que tentar estruturar alguma coisa técnica em termos de formulário. Preciso pensar em algo.

            Valeu a sugestão sim, sem dúvidas. Enquanto isso, vamos focando nas pesquisas atuais da discografia-homenagem ao Dio.

            [ ] ‘ s,

            Eduardo.

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  21. Legal, Flavio… espero que vc goste dessas bandas que listei e que vc ainda não conhece… essas 3 bandas estão muito ligadas ao “southern rock” dos anos 70. Se vc quiser posso te indicar alguns álbuns e podemos, inclusive, discutir sobre eles em outras ocasiões.

    Sore as bandas que vc mais gosta, aí vão meus comentários:

    – Iron – já ouvi muito Iron Maiden, mas ultimamente tenho ouvido pouco. Concordo com vc em relação a melhor fase (as outras ouvi pouco e o que ouvi não me convenceu). Pro meu gosto pessoal a fase melhor mesmo vai até o “Somewhere In Time” (gosto do “Seventh Son”, mas já acho inferior aos anteriores).

    – Rush – Muito bom, indiscutivelmente. Apesar de isso ser óbvio, pra mim o melhor álbum é mesmo o “Moving Pictures”, excelente do começo ao fim. Gosto muito do “Permanent Waves” também e gostei muito do último de estúdio deles, “Snakes & Arrows”. Mas não conheço todos os ábuns, se vc puder me indicar os melhores, agradeço.

    – Dream Theater (principalmente até 2004) – Te confesso que essa é uma banda que ainda não me causou entusiasmo… talvez eu ainda não tenha ouvido o disco certo deles. Não sou muito chegado em “exibicionismos” técnicos e eu acho que essa banda exagera nesse sentido. Também não gosto de covers sem originalidade, e o que eu vi em relação aos álbuns tributo do Dream Theater me decepcionaram também (achei mais oportunismo e exibicionismo do que homenagem).

    – Van Halen (as duas fases – DLR e SH) – A fase David Lee Roth tem mais a ver com meu gosto, principalmente porque, conforme já comentei, não gosto de vocais estridentes. Apesar de tudo, o álbum OU812 (já com o SH) eu acho muito legal, principalmente pelas faixas mais Blues como “Cabo Wabo” e “Black And Blue”.

    – Black Sabbath – Adoro essa banda!! Mas acompanhei os caras mais até o álbum “TYR”… até esse disco, gosto de praticamente tudo que eles fizeram. A fase DIO é sensacional! Na minha opinião a fase final do Ozzy também é ótima, embora muita gente não curta muito (lá vai outra polêmica: pra mim o álbum “Never Say Die” é dos melhores se não o melhor deles. Esse, aliás, poderia ser um tópico para os “albuns injustiçados” que eu comentei… já ouvi muita besteira a respeito desse disco e acho que seria oportuno “defendê-lo”… hehehe)

    – Rainbow (fase DIO) – SENSACIONAL! Sem comentários.

    – DIO – gosto dos 3 primeiros álbuns, mas considero ótimo mesmo o primeiro, “Holy Diver”

    – Muita coisa da NWOBHM. – Também gosto. A minha banda preferida desse movimento é o UFO (considero o álbum “Lights Out” um dos 10 melhores do hard rock de todos os tempos).

    Pra finalizar vc perguntou se eu toco algum instrumento… sim, na verdade sou vocalista e toco gaita e violão em uma banda de rock (baseada no classic rock dos anos 60 e 70 e com influências do country e do blues) e também tenho um projeto “solo” voltado para o jazz, onde canto “standards” de Jazz. Se vc interessar, depois, fora do blog, te passo mais informações e algum link.

    E vc, toca em alguma banda? toca algum instrumento?

    abraço!!

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    • Vamos às respostas:

      Iron – concordo que o 7th é inferior, mas aí também acho o Somewhere inferior ao Powerslave.
      Rush – Não dá para fugir dos 4 que antecedem o Exit Stage Left, mas os considerados clássicos são 2112 e Moving Pictures.
      Dream Theater – Concordo que há limites para o exibicionismo. Eu gosto muito do Awake(meu predileto) e do Scenes from a Memory (talvez o classico da banda), mas se quiser uma coisa mais simples (se é q. isso é possível) vá de Images and Words ou Falling to infinity (q. eu não gosto tanto). O Awake não é de fácil digestão, tem que ouvir varias vezes p. entender.
      Sabbath – Gosto de todas as fases, mas estou meio decepcionado com o Ozzy (desde o tal programa) . O Never say die é um bom album, mas não destaco na fase Ozzy, prefiro o SBS e Sabotage e tb o Paranoid.
      Rainbow e Dio – concordo com tudo.
      Ufo – estou inciando a audição – No podcast temos uma lição para casa e o strangers in the night é um dos três para ouvir. Estou começando a entender a banda.
      Ah faltou destacar que gosto tb de Megadeth e Metallica (principalmente até o Preto).
      Eu toco contrabaixo, canto e agora comprei um footpedal (teclado com pé) – tou aprendendo a tocar.
      Abraços
      FR

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  22. Legal, Flávio! É interessante discutir sobre os gostos pessoais, né? A gente acaba prestando atenção em albuns e bandas que não prestávamos e “consolidando” algumas opiniões que pensávamos serem meio “pessoais demais”… hehe….
    Um exemplo disso é o álbum “Lick It Up”, que eu sempre considerei um dos melhores, mas sempre que lia críticas e opiniões dos próprios integrantes, ele nunca era destacado. Agora, nesse Blog e em outras resenhas que venho lendo, percebi que esse disco é muito bem conceituado entre os fãs da banda, pelo menos os brasileiros. Interessante isso.
    Sobre o Sabbath, é, pra mim os melhores são aqueles que estão compreendidos entre os anos de 75 e 85… e (outra declaração polêmica), apesar de toda a importância indiscutível do álbum na evolução do hard rock mundial, pra mim, o “Paranoid” sempre soou inferior aos álbuns da fase que eu citei (“Never Say Die”, “Sabbath Bloody Sabbath” e “Sabotage” me soam muito superiores)… hehe… não me “detonem” por isso, por favor.

    Legal que vc está ouvindo UFO… acho que vai gostar… o “Lights Out” é um disco menos hard e com composições bem trabalhadas, mas é sensacional. Esse ao vivo “Strangers In The Night” é excelente também. Sugiro também o “Obsession”, de 78.

    Quanto ao Dream Theater, prometo que vou procurar ouvir suas recomendações, e de forma aberta e sem preconceitos… hehe…

    Abraço!!!

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  23. ah, só uma curiosidade.. vc disse que ficou decepcionado com o Ozzy depois do “tal” programa… que programa foi esse? O que aconteceu?

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  24. ôpa, me enganei… na verdade a fase que eu mais gosto do Sabbath é entre 73 (e não 75) e 85… como eu poderia deixar o “Sabbath Bloody Sabbath” de fora? hehe… eu acho que foi a partir desse álbum que eles começaram a experimentar mais e cresceram muito como músicos, compositores e instrumentistas.

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  25. EU também gosto muito do Sabbath pós Sabbath Bloody Sabbath , em especial este e o seguinte, o Sabotage. Tenho ouvido bem mais o Tecnical Ecstasy ultimamente, e o álbum tem crescido na minha cotação . Quanto ao Never Say Die, ainda há uma lacuna na minha predileção em relação aos três anteriores . Bem, o assunto aqui deveria ser KISS, não ? Pois é , tá parecendo o podcast, onde as bandas vão se “misturando” durante o papo. FH , se você gosta como eu do SBS, deveria dar uma checada no post do Minuto HM que fala dos equívocos que ficaram nas gravações dos álbuns , entre eles a própria Sabbath Bloody Sabbath é citada , E falando novamente em KISS, tem uma deles também, a Killers, do álbum Creatures of the Night.Segue o link :
    https://minutohm.com/2010/11/27/eternizadas-grandes-bandas-eternizados-milimetricos-equivocos/
    Gostaria de ler sua opinião sobre os “errinhos” que foram apontados .

    Outro assunto envolvendo a SBS está no post do John Bush ter sido cotado para cantar no Metallica . que isso tem a ver com o Sabbath ? O mesmo que está acontecendo aqui neste post do KISS, a coisa tomou outros caminhos até trazer versões variadas da canção título do quinto álbum do Sabbath. O post a cargo do Leandro é excelente e tenho certeza que teria mais valor tendo algum comentário seu .

    https://minutohm.com/2010/04/25/john-bush-no-vocal-do-metallica/

    Por fim, endosso o coro daqueles que gostariam de ter sua participação no podcast, seria ótimo!

    Alexandre Bside

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  26. Legal, Alexandre!!
    Agradeço a vc e a todos sobre o convite da minha participação nos assuntos já “iniciados”… o problema é o tempo!! hehe…
    Com certeza será um prazer pra mim!
    A medida que eu conseguir, vou ler os posts e, se for oportuno, farei algum comentário.
    Quanto ao podcast (o “bate-papo sem assunto definido”), gostaria de saber exatamente como funciona… quando isso acontece? como os comentários são colocados?
    Me desculpe, não sou um cara muito ligado a comunicação digital.. não costumo ter muita paciência… hehe…
    abraço!

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    • O Podcast, talvez fosse melhor o Eduardo explicar, mas vai rolar um bate papo via Skype no dia 29/02 – a noite. Normalmente abordamos o que quisermos, acho inevitavel conversarmos sobre o novo do VH e a confusão do retorno do Sabbath. Tem três albuns que colocamos para apreciação – mas nem todos ouvem os discos pro podcast – então fique a vontade. Um deles vc já conhece – o Strangers In The Night do UFO, outros são Voodoo Highway (Badlands) e House of the blue light do Purple . A idéia é sempre trazermos indicações de alguém do podcast para os outros verificarem (neste ultimo caso foram indicações do , Eduardo, B-side e Daniel – que tem um blog também bem legal – o Aliterasom)
      Há espaço para tudo e nesse último podcast a coisa terminou depois das 2 da manhã, mas pode-se entrar ou sair a vontade. Essa troca de emails com opiniões de cada um é sempre presença garantida no Podcast, que é bem democrático, assim com o Blog.
      Os do UFO vou ouvir – o interesse vem aumentando pela banda.
      Os do Dream Theater – tenha paciência, porque a apreciação pode demorar a vir.
      O Lick it up é o predileto do b-side, que e fã de carteirinha do Vinnie Vincent – eu gosto tb bastante do álbum – que foi o resgate comercial do Kiss.
      Se quiser, mas tiver alguma dificuldade técnica para participar do Podcast, converse com o Eduardo – que normalmente resolve tudo em relação aos aspectos técnicos da coisa.
      Abraços
      FR

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      • FH,

        sobre o podcast, o Flavio Remote acabou explicando. Você precisará de um computador ou outro dispositivo, como um celular, com o programa gratuito Skype instalado (http://www.skype.com/). Após a instalação e ajustes iniciais, você precisa adicionar a conta do Minuto HM (minutohm) como contato. Se tiver dificuldade neste processo, basta me passar, por aqui ou por e-mail, o seu usuário que eu mesmo adiciono.

        Se você não tiver como testar o programa, podemos combinar um dia e horário para que eu conecte e a gente teste juntos. O próprio programa, entretanto, adiciona automaticamente um conta de para testes do som (microfone e caixas).

        O podcast nada mais é do que uma reunião nossa por conferência “telefônica” que, por motivos da facilidade da internet, fazemos pelo Skype. É um bate-papo.

        Qualquer dúvida, é só falar.

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  27. Legal, Flavio… mais uma vez agradeço o convite e atenção!
    Dei uma rápida lida e gostei muito das observações e do nível da conversa do podcast… parabéns!
    Se for possível na ocasião, farei parte do próximo sim, com prazer!

    Caso eu não consiga entrar, já deixo minhas impressões dos álbuns que serão comentados:

    – “Strangers In The Night” (UFO) – é o mais conhecido do UFO e, mais do que isso, é considerado um clássico do hard rock. Gosto e recomendo, embora eu ainda prefira os de estúdio “Lights Out” e “Obsession”.

    – “Voodoo Highway” (Badlands): essa banda é um daqueles casos que a teoria tem tudo pra agradar mas a prática não me agrada. Gosto de todos os integrantes (com exceção do estilo do guitarrista, muito “80´s” pro meu gosto) cujos níveis técnicos são indiscutíveis, mas o resultado final nunca me chamou a atenção.
    Caso semelhante acontece com a recente banda “Black Country” que, embora com o vocal do Glenn Hughes a guitarra do EXCELENTE Joe Bonamassa, ainda não me convenceu. Já ouvi os discos de forma rápida e vi alguns videos na internet, mas não fiquei animado pra comprar os CDs.
    Gostaria de saber as opiniões de vcs sobre essa banda. E aí, vale a pena?

    – “House Of Blue Light” (Deep Purple): outro daqueles álbuns que considero injustiçado. Gosto muito do começo ao fim e, pra mim, é como um irmão do “Perfect Strangers” (do qual eu gosto ainda mais).
    Ouvi muito o “House…” na época de seu lançamento… Ele me parece menos espontâneo e com menos “pegada” que o “Perfect Strangers”, mas tem seus méritos. “Bad Attitude”, “The Unwritten Law” e “Mitzi Dupree” são as que mais gosto. Recomendo.
    Tenho o vinil inglês e a primeira versão de CD, mas não ouvi a versão remaster… alguém conhece? O trabalho está bem feito? Vale a pena?

    E, pra finalizar, peço desculpas por ter escrito muito nas últimas postagens… hehe… acabei me empolgando porque consegui ficar algumas horas no computador esses dias….

    Abraço!

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  28. Salve BSIDE/REMOTE
    Tudo bem meus brothers?
    Emfim, depois de “séculos”, terminei de ler a DISCOGRAFIA KISS. Vocês estão de parabéns.
    Lê os posts foi algo prazeroso e enriquecedor para mim, pois além de adquirir novas informações sobre a bando, ajudou-me a atualizar a minha Discoteka Kiss. Apesar de gostar bastante da banda, acabei afastando-me um pouco, o que acabou fazendo com que eu me perdesse dos lançamentos. Hoje, graças a vocês, sei que ainda falto nove trabalhos do KISS.
    Gostaria de fazer-lhes algumas perguntas. Vamos a elas:
    – QUANDO VOCÊS IRÃO RESENHAR O CD/LP/DVD/BLU RAY ROCKS VEGAS NEVADA?
    – JÁ QUE VOCÊS RESENHARAM OS RESPECTIVOS ALBUNS SOLOS DE GENE E PAUL, POR QUE NÃO RESENHAM TAMBÉM O CD DO ERIC CARR (ROCKOLOGY) LANÇADO EM 2000?
    – JÁ EXISTE ALGUMA INFORMAÇÃO SOBRE O LANÇAMENTO DO DVD KISSOLOGY 4?
    – VOCÊS SABERIAM DIZER QUANTOS CDS FORAM LANÇADOS PELA INSTANT LIVE DO ALIVE35 DA TOUR EUROPEIA (EU POSSUO DOIS, MAS NÃO TENHO A EDIÇÃO AMERICANA)?
    – EXISTE INFORMAÇÕES SOBRE MAIS UM ALGUM DE INÉDITAS?
    Brothers, muito obrigado mesmo por esses momentos maravilhosos.
    Vou partir agora para a discografia do RUSH.
    Abraços Frathernos e sucesso…

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    • Oi Fabricio, bom ” conversar ” com você de novo. Não sei se tenho todas as respostas acima, mas vamos tentando:
      -Em relação ao cd Rocks Vegas, a principio não estamos resenhando os dvds da banda, mas como se trata também de um cd, essa hipótese não está de todo descartada.
      -Bem, se a questão é resenhar o álbum de Eric Carr, por critério teríamos de investir nas carreiras-solos de Ace e Peter, pelo menos, também. A opção por resenhar os álbuns de Paul e Gene foram pelo fato destes dois serem os integrantes que sempre fizeram parte da banda. São os donos do grupo. Eu não diria não, mas diria que é improvável essa sequência nas discografias solos dos ex-integrantes do KISS.
      -Não tenho nenhuma informação acerca de um Kissology 4. Há varios anos desde o que foi coberto até o Kissology 3, assim entendo que se justificaria um volume 4. No entanto, os recentes lançamentos de álbuns de inéditas tem sido acompanhados de material ao vivo em vídeo, talvez fosse meio repetitivo um material que compusesse um Kissology 4. A banda deve estar avaliando essa e outras questões, e sempre, pensando no retorno financeiro desta ideia. Vamos ver o que acontece pra frente, é esperar.
      -Os Instant Lives???? Cara, são muitos… difícil saber quantos foram, isso é buscar um agulha num palheiro. Ou contar as palhas do próprio palheiro….
      -Não tenho conhecimento de um novo de inéditas, eu particularmente estou feliz com os últimos álbuns, sempre entendo como uma ideia interessante. Novamente, acredito que a banda avalie isso de forma comercial e procure verificar quais seriam as vantagens financeiras de um novo capítulo.

      Obrigado pela questões e pelas sempre ótimas participações por aqui

      Alexandre

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  29. Oi. Vale a pena comprar o KISS 40 YEARS?
    Grato…

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  30. Vamos lá Fabrício:

    Bem, eu já achei o cd ( que é duplo) vendendo por menos de 40 reais. É um preço acessível,considerando ser um álbum duplo e com 40 músicas.Embora eu tenha desencanado um pouco dessas inúmeras coletâneas que o grupo lança, entendo que há um critério, pois as músicas foram escolhidas cirurgicamente de forma a contemplar cronologicamente uma de cada álbum, incluindo os ao vivo. No meio dessa seleção cirúrgica, há espaço para dois outtakes, um já constante do Box Set de 2001 ( God of Thunder com vocais do Paul Stanley), a outra inédita ( Reputation), canção de Gene Simmons da epoca entre o Rock and ROll Over e o Love Gun. A coletânea também inclui faixas dos álbuns solos, no meu entender boas escolhas, a faixa da trilha sonora do filme Detroit Rock City e a versão japonesa tem uma versão ao vivo de Modern Day Delilah ( que já é contemplada na versão de estúdio na versão mais comum). Essa versão de Modern Day Delilah eu acho o grande furo do álbum, mas como é faixa bônus, se justifica. Eu acho que incluir It’s My Life, bônus da época do Psycho CIrcus, pela dificuldade de ter essa canção em formatos mais comuns , seria melhor.
    Eu não compraria então a versão japonesa, que é bem mais cara.
    E tem sempre a questão de se os discos originais já fazem da discografia de quem coleciona material da banda, pouca ou quase nada será encontrado aqui. E por ser uma coletânea, é claro que a escolha de álbuns como Lick it Up vão trazer a faixa título,a mais mainstream do álbum. Eu,é lógico, preferiria ver uma Dance All Over Your Face aqui, mas não dá , é claro….

    Acho que vale pelo preço em comparação ao material. Isso, é claro, pra quem continua investindo em cds,como eu .

    Alexandre

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