Pista Golden – mais um jeito do público ser legalmente “depenado”

Amigos,

escrevo este post em um momento de raiva extrema com o que li alguns minutos atrás, portanto, o tom vai mesmo ser de indignação por aqui.

Premissa inicial: o post nada tem a ver com a banda Black Eyed Peas, ainda mais aqui no blog do metal – e sim com o que nos espera em termos de shows.

Acho que é ponto comum no Minuto HM que, desde a última passagem do U2 por aqui, o mundo dos shows mudou – e para MUITO pior – começamos a ser HUMILHADOS para comprar um ingresso de um espetáculo e, DO NADA, passamos a pagar um preço extremamente abusivo. Bom, já discutimos este assunto por aqui (da série “vale a pena ver de novo“), onde fiz toda minha explicação e alguns de vocês comentaram sobre…

Pois é. Quando eu achava que já estávamos no fundo do poço quanto ao assunto, a máquina do marketing atacou nossos corações novamente. Corações? Não, não, nossos BOLSOS.

Uma amiga enviou um convite para um grupo de amigos informando e convidando sobre o show da banda Black Eyed Peas. Como minha esposa tinha interesse (“tinha”, perceberam?), fui atrás para ver.

Apesar dos preços estarem dentro do novo “padrão”, ou seja, com o ingresso do fã real custando R$ 600,00, me surpreendi com algo que temia que acontece, e aconteceu: setorizaram a minúscula pista VIP / Premium em duas.

É isso mesmo! Agora temos a “Pista Golden”, que é em frente ao palco de verdade. Confiram como ficou:

Prepare o bolso...

E olhem que “fácil” agora: ou você paga R$ 600,00 na Pista Golden, ou R$ 500,00 na Premium. Fora as famosas taxas de conveniência – aquela conveniência a la Brasil: filas em pés, no frio ou chuva, sistemas que “caem” como bêbados tentando correr, lentidões, cada atendente dando um tipo de informação quando uma pergunta é feita, telefones que só dão ocupado ou com aqueles “ótimos” atendimentos, entre tantas outras “vantagens”… ALÉM dos shows onde as quem é correntista de determinado banco tem o direito de comprar ingressos em pré-venda… ALÉM da cota “x”de ingressos para estudantes, que acabam como migalha de pão com pombas, seja pré-venda, ou não. Aqui, no Brasil, vale tudo mesmo… menos para o público.

E para shows em lugares como o Estádio do Morumbi, é sempre aquela coisa: ou você compra algo bom, ou é melhor ficar em casa, pois você vai ouvir o show sem qualquer tratamento de som, acústica e no telão. Vai enfrentar desorganização, filas, vai tomar chuva, fora a questão do estacionamento que não existe (que até para o “Golden”, é um problema). Tudo isso depois da humilhação para comprar o ingresso. Para isso, obrigado, compro o blu-ray e fico em casa, muito melhor.

Estou muito preocupado com o desenvolvimento disso. Será que veremos a tal Pista Golden custando o dobro da Premium em breve? Ué, por que não? Dinheiro fácil…

Essa é uma banda da moda, que no seu ramo tem muita força e que tem tudo para encher o estádio – a maioria, com certeza, estará para dizer depois que “foi no show”.

E depois? Passaremos a ter setores  “Golden” no Credicard Hall, Via Funchal e outros lugares menores, para shows de bandas como Motörhead e todas as outras que não tocam em estádios? Como será a “facilidade” para a compra desse setor Golden, para os REAIS fãs?

Na boa, o Brasil virou rota de todas as bandas devido ao “easy money” que aqui se consegue. Não satisfeitos, agora temos mais essa. Realmente é uma coisa impressionante…

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Cada show é um show..., Manowar, MetallicA, Off-topic / Misc, Resenhas, Tá de Sacanagem!

41 respostas

  1. È, está complicado, com preços que estão cada vez mais proibitivos… E como a ganância não tem fim, não vejo que isso ainda possa parar por aí, de repente eles ainda arrumam uns 10 lugares no palco e cobram um preço “platinum”.
    Quanto ao show, infelizmente, Eduardo, como sem dúvida trata-se de uma banda da moda, vai lotar, seja lá de que forma e quanto eles cobrarem pelos ingressos…

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    • Exatamente, B-Side. Essa pode ser uma experiência para ver se o lance “golden” vai dar certo. Como não vejo um motivo de NÃO dar certo, é MUITO capaz disso ser expandido para os outros shows, mesmo os fora da “turma da moda”.

      Dependendo do show e do custo total (estacionamento, ingressos, taxa de conveniência, etc), as vezes é mesmo melhor fazer o que fiz algumas vezes: sair da cidade, do estado ou até mesmo do país…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  2. Chega a ser ridículo isso…sair do estado ( ou até do país) para ver uma banda ficar mais barato que assistir em sua própria cidade…Tem gente que não vai acreditar nisso, de repente os próprios músicos….

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    • É MUITO ridículo, mas por mais ridículo que seja, é verdadeiro … como diria o MetallicA no Black Album, “Sad But True”…

      Eu mesmo já fui para Porto Alegre e Buenos Aires e em termos de custos relacionados AO SHOW, gastei até menos… claro, um taxi aqui, ali, um restaurante X e Y, mas no final, deu na mesma… e, claro, agregando o valor da viagem. Mas não deixa de ser ridículo o fato de TER de fazer isso…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  3. Compartilho dessa revolta!!
    Eu sempre fui em shows, desde os 15,16 anos. Mas infelizmente eu parei com isso já deve fazer uns 3 anos…
    Me recuso terminantemente a pagar esses preços, mesmo tendo condições para isso, e mesmo que isso signifique perder alguns shows que queria ver desde moleque.
    Infelizmente enquanto a maioria pagar sorrindo R$600 por um show, isso nunca vai terminar e a Ticketmaster vai continuar enchendo o #@ de dinheiro.
    Fora que pra mim, quem tem que ficar perto do palco é aquele curtidor, que acordou cedo, ficou 15h na fila e saiu correndo quando o portão abriu, e não quem pagou mais… como era nos tempos do Monsters, que por sinal, paguei R$15 há uns 15 anos atrás…

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    • Olá, André. Seja bem-vindo ao blog do Minuto HM. Aproveite o espaço.

      Pois é, tenho saudades dos velhos tempos… cheguei a dormir em algumas filas em minha vida… dormir na rua mesmo… sair correndo eu faço até hoje, não importa o setor… velho e saudável hábito! Mas é triste ver a que ponto chegamos… ao ponto de ter que nos HUMILHARMOS quando temos um grande show no país para poder TENTAR comprar um ingresso, com custo proibido, pagando por uma “taxa de conveniência” por CADA ingresso comprado…

      Show = imposto em termos de Brasil, hoje em dia…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  4. Eduardo, muito legal a publicação no whiplash também , o importante é sempre divulgar em todos os canais disponíveis, ainda mais com a clareza e correção que seus argumentos trazem .

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  5. Matou a pau no texto brother.

    Por essas e outras q eu me RECUSEI a pagar uma nota para ir no show do Rush no Morumbi. Pq ou vc paga a tal pista premium ou pega um lugar lixo e se for pra ver no telão compro um dvd por 70 paus no máximo …

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  6. Realmente, essa realidade é triste, fica menos decepcionante e até mais seguro assistir o dvd em casa. Recentemente numa roda de amigos bangers tivemos esta discussão, e o consenso (tirando os que, cegos pela idolatria exarcebada e tendo $$ sobrando) é de que é um verdadeiro absurdo, é abusivo e fere os princípios morais do entretenimento, diversão e da cultura em geral. É mais triste ainda saber que fica difícil interromper esse ciclo vicioso de exploração, somente boicotar os shows é pouco, tem que haver denúncia, investigação sobre esses procedimentos ilícitos, no mínimo registrar queixa no ministério público ou afim. E olha que para essa minha turma, fica muito pior, pois moramos em Manaus-AM, já pagamos mais caro ainda a passagem para ir até SP ver nossos eternos ídolos. Não dá, chega a ser uma questão de caráter, pois se você torra dinheiro pra se submeter a isso ou você é doido ou é burro…

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    • Olá Allan, seja bem-vindo ao blog do Minuto HM. Aproveite o espaço!

      Pois é, concordo com seus pontos, ainda mais para quem está fora do eixo de shows, basicamente SP-RJ e alguma coisa em Porto Alegre e Brasília (agora, mais recentemente).

      Chega a um ponto que nós, mero assalariados, temos de dedicar todo o dinheiro para tentarmos ver nossos ídolos. E agora tudo é ao contrário: antigamente, eram poucos shows e quando tínhamos, era a um preço justo, compatível. Hoje, a oferta é imensa e todos a preços totalmente fora da realidade brasileira.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  7. O blog “Acervo do Rock” também publicou este post por lá, com a devida referência:

    http://acervodorockroll.blogspot.com/2010/08/pista-golden-mais-um-jeito-de-depenar-o.html

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  8. Acessei este Blog via a matéria do Whiplash e queria parabenizar o autor da matéria e comentar que concordo com tudo que ele disse. Além de tudo o que foi comentado, ainda há histórias tais como na ocasião recente do show do Manowar no Chevrolet Hall em BH, em que, ao entrar na casa, me deparei com as arquibancadas todas bloqueadas, sem nenhum acesso. Em meu ingresso constava pista e arquibancada escrito e, como não tenho interesse de ficar de pé em shows, fui para me assentar nas arquibancadas e somente após ameaçar sair lá fora e voltar com a polícia é que consegui que me permitissem assentar nas arquibancadas, arrastando meu amigo e alguns pretendentes comigo. Após o meu feito, foram obrigados a liberar a arquibancada, que estava sendo bloqueada porque haviam vendido muito pouco ingressose queriam dar uma sensação de que a casa estava cheia, pois estariam filmando o evento…isto tudo para assistir ao pior show em que estive em meus 46 anos de idade!

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    • Olá Leandro, seja bem-vindo ao blog do Minuto HM. Aproveite o espaço!

      Gostaria de agradecer seus elogios e comentar um exemplo de 2010 que aconteceu algo muito parecido: no primeiro show do MetallicA em SP em janeiro deste ano, o estádio do Morumbi estava tomado, lotado. Já no segundo show, no dia seguinte, apenas as numeradas tinham gente e, mesmo assim, sem a lotação esperada. TODAS as arquibancadas do estádio estavam fechadas. Aí, a “organização” começou a colocar as pessoas na pista normal e, pelo que me disseram, alguns conseguiram acessar as numeradas.

      Nem preciso dizer que isso é ridículo em “n” fatores… a data poderia estar com lotação, caso os preços dos ingressos fossem mais realistas, para os 2 dias. Para quem comprou arquibancada e foi para a numerada, foi algo injusto com quem pagou AINDA mais caro para o setor de numerada. A pista normal ficou LOTADA, prejudicando as pessoas que lá poderiam tentar ter um show melhor. Enfim, a lista, se pararmos para pensar, é sem fim…

      É triste ver o ponto que chegamos. E o pior é não poder esperar por melhoras…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  9. isso sem falar na tal taxa de “conveniência” por um serviço inexistente. Você vai até a bilheteria com sua própria perna/condução e paga uma taxa por CADA ingresso.. 20% do valor total…
    cadê a conveniência nisso?

    Agora fica um porém, todo mundo reclama, mas ainda sim paga um absurdo pra ir no show de qualquer jeito, pois não há concorrência.
    As empresas monopolizam os ingressos e cobram o quanto quiserem nos ingressos, ou seja, nós não temos escolha nenhuma.. ou paga e vai ao show ou fica em casa assistindo no DVD/Blu-ray

    País vergonhoso!!

    Ótimo post.. parabéns pelo blog

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    • Olá, Fábio. Primeiramente, seja bem-vindo ao blog do Minuto HM. E obrigado pelo elogio, aqui é um espaço onde focamos em qualidade realmente, sempre com o devido respeito às opiniões de todos.

      Sim, no post eu abordo também a questão da “taxa de conveniência” que, de conveniente, só tem a empresa mesmo. E concordo com seus pontos, não há concorrência, não há regulamentação, aqui vale tudo. Cada hora, é um nome de empresa, um “projeto” para cada show – sem dúvida, deve ter algum benefício fiscal para quem está por trás de tudo.

      Novamente, seja bem-vindo.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  10. Me deixa enfurecida essa industria dos shows e espetaculos.

    Não se trata mais de diversão e entrenimento. Ir a shows nos faz passar nervoso com a falta de organização e com a exploração dessa tal industria que a cada dia cria uma modalidade nova para cobrar mais.

    Muito bom o post!

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  11. Notícia “relacionada” recebida da amiga Eli…

    Empresas colocam ”sonhos” à venda

    Recém-abertas no País, a brasileira Jazz Side e a inglesa Quintessentially disputam clientes que pagam fortunas por serviços exclusivos

    Bianca Pinto Lima – O Estado de S.Paulo

    Você saberia dizer, de imediato, qual é a experiência dos seus sonhos? Talvez assistir ao show do Paul McCartney junto com a equipe de produção do ex-beatle ou conseguir um disputado lugar na plateia da apresentadora norte-americana Oprah Winfrey? Ou ainda algo mais exclusivo, como alugar uma pirâmide do Egito para uma festa particular com amigos? Esses são alguns dos desejos já realizados por duas empresas do mercado de luxo que abriram as portas no País este ano. Seus serviços são, basicamente, realizar sonhos e dar acesso ao mundo dos privilégios. Seus preços, bem como os pedidos, não são tabelados e nem têm limites.

    Presente em países como China e Índia, a inglesa Quintessentially aportou no Brasil em maio, com a abertura de escritório em São Paulo. Em 2011, pelo menos mais três unidades entrarão em atividade: Rio de Janeiro, Santa Catarina e Brasília. Espécie de clube privado do luxo, a Quintessentially planeja terminar 2010 com 500 associados no Brasil e dobrar esta quantia em 2011. Segundo Alfonso Martinez de Campos, presidente da multinacional para Argentina, Brasil e Uruguai, os números foram estabelecidos como limites para o crescimento, para que haja controle sobre a qualidade. “Algumas cidades têm limite de cinco mil associados. No Brasil, ainda vamos estudar”, diz o executivo.

    Os associados pagam anuidade entre US$ 1,5 mil e US$ 60 mil, que dá direito a atendimento exclusivo de um ou mais gerentes em 56 países, além de acesso a uma comunidade virtual de relacionamento e negócios. Cada solicitação de desejo, contudo, é paga à parte e não tem preço determinado.

    Viabilidade. Apesar de cifras mais tímidas e da recente estreia no mercado, a empresa Jazz Side diz que não se inibe com a presença da gigante inglesa, a qual nem mesmo considera como concorrente. Isso porque foca sua atuação somente na realização de sonhos, sem a obrigação de anuidades. Qualquer um pode entrar em contato com a empresa para saber a viabilidade e o orçamento do seu desejo. Fruto da sociedade entre dois paulistanos recém-formados, a companhia teve início oficialmente em fevereiro deste ano.

    Para entender o setor, Pedro Opice e Guilherme Gomes – o primeiro, um ex-executivo do mercado financeiro, e o segundo, um advogado – passaram uma temporada em Boston, nos Estados Unidos, em uma universidade de empreendedorismo, e aplicaram as ideias na volta.

    Proporcionar experiências surpreendentes e altamente exclusivas é a essência do negócio. Portanto, uma extensa lista de contatos é pré-requisito básico para essas empresas.

    Fã do programa da americana Oprah Winfrey, a canadense Andrea Keen ganhou do noivo brasileiro duas reservas para assistir à gravação em Chicago. As negociações foram concluídas em cerca de uma semana pela Jazz Side, que abriu diversas frentes de trabalho para garantir o sucesso da tarefa. O valor pago não foi revelado a pedido do noivo.

    “Há 15 anos minha mãe tenta participar do programa e, como está na última temporada, estava quase desistindo. Foi um momento único”, conta Andrea, que levou a mãe como acompanhante. O show de Oprah chegará ao fim em setembro de 2011, depois de 25 anos no ar.

    Também por intermédio da Jazz Side, um empresário paulistano, que pediu para não ser identificado, voou para Porto Alegre para assistir ao primeiro show da turnê de Paul McCartney no Brasil. Até aí, nada de exclusivo. Mas ele também acompanhou a montagem dos instrumentos e do palco e pôde assistir à performance ao lado da equipe de produção do ex-beatle, com acesso ao camarim. O executivo teve de desembolsar mais de R$ 5 mil pelo desejo. Esse valor seria suficiente para pagar a entrada de quase dez pessoas no melhor lugar da plateia – o preço limite cobrado pelo ingresso era R$ 520.

    Desafio. Para a coordenadora do curso de marketing para produtos e serviços de luxo da ESPM, Ellen Kiss, o desafio neste segmento é exatamente manter a inovação. “As experiências, por mais únicas que sejam, tornam-se obsoletas ao longo do tempo”, afirma. Ela também ressalta que é preciso cuidado na hora de ampliar a base de clientes. “Se o serviço se torna acessível a um grande grupo, deixa de ser exclusivo. E uma das principais características do luxo é justamente o acesso restrito.”

    Em comum, Jazz Side e Quintessentially veem potencial no mercado corporativo, sobretudo o imobiliário. “Atualmente, estamos participando de concorrências para pós-venda de construtoras de alto nível. Em vez de presentear com um chaveiro, as incorporadoras podem realizar um sonho”, afirma Opice, da Jazz Side. A companhia inglesa mira outros setores, como bancos e empresas de cartão de crédito, além de redes hoteleiras e fabricantes de automóveis.

    OS PEDIDOS MAIS EXTRAVAGANTES
    Jantar no Jules Verne

    Um cliente quis fechar o restaurante Jules Verne, do consagrado chef Alain Ducasse, que fica no segundo andar da Torre Eiffel, em Paris, para fazer um pedido de casamento durante o jantar. O valor do pedido giraria em torno de 130 mil – e ele acabou não sendo realizado.

    Videogame no cinema
    Uma sala de cinema do Kinoplex de São Paulo foi fechada para a realização de uma festa de aniversário de um menino de 16 anos. No total, 25 garotos participaram de um campeonato do jogo “Winning Eleven”. O espaço teve ainda uma estrutura com cheerleaders, comidas e premiação. A produção girou em torno de R$ 18 mil.

    Batizado grego
    Um cliente da África do Sul fez o batizado de seu filho em uma pequena ilha na Grécia, para 100 convidados. A empresa organizou hospedagem, buffet, fotógrafo e local para a cerimônia. Os convidados foram levados para a ilha de iate.

    Fórmula 1 em Mônaco
    Um cliente pediu um iate particular para assistir, com sua esposa, ao Grande Prêmio de Mônaco da Fórmula 1.
    Futebol com um craque
    Os filhos gêmeos de um cliente tiveram aula de futebol com um astro do esporte como presente de aniversário.

    Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101129/not_imp646699,0.php

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  12. E eu, que achei “golden ” o limite….

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  13. A pista golden e suas variações de nome e formato…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  14. Acabei de receber uma informação da minha irmã, que está neste momento no Credicard Hall para o show da Avril Lavigne. Foi um show com pré-venda dos cartões Credicard / Citi e tem pista VIP.

    Sabe o que estão fazendo no local? Separando a fila da pista VIP em duas: quem comprou na pré-venda e quem não comprou – e quem comprou em pré-venda entrará antes na casa.Olhem a que ponto chegamos do absurdo e da falta de… de tudo!

    Quer dizer: quem não é cliente de determinado banco / cartão, além de não poder comprar o ingresso com o “restante”, ainda pode chegar mais cedo e não entrar primeiro? Ou seja, nem o conceito justo de fila pode existir mais? A fila perde para o dinheiro e para quem é cliente de determinado local?

    Até quando essa palhaçada INCONSTITUCIONAL vai continuar?

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  15. Brasil, Brasil….até quando?…..

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    • B-Side, e eu, que fui a este show, pude não só presenciar isso, como desorganização na entrada do meu setor (platéia). Encontrei com minha irmã e me dirigi para entrada em um setor com lugares marcados. Estava uma zona por completo, sem fila, era na “base da força” para entrar.

      Como eu era um dos mais altos e fortes da noite (acredite, eu era), e como eu era homem (minoria absoluta), minha entrada foi “menos ruim”.

      Mas senti muita vergonha, para variar. Lembrei do post do Julio sobre no show do Scorpions, ano passado, no mesmo setor do mesmo local.

      Tudo isso com o devido pagamento da “taxa de conveniência”, ok?

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  16. Mais uma novidade: compra-se pista comum e paga-se “um pouco” mais para ficar na lateral da VIP:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  17. É… vale tudo…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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