Cobertura Minuto HM – Paul McCartney no RJ (show 2) – resenha

Quando anunciaram o segundo show do Sir Paul aqui no Rio para o dia 23/05, durante bastante tempo mantive firme minha decisão de ir somente no dia 22. Afinal de contas acompanhar essa avalanche de shows aqui no Brasil não tem sido tarefa das mais fáceis, financeiramente falando. Porém conforme os dias foram passando, acompanhando diariamente no site do ingresso.com as vendas para o show extra, até na semana de véspera ainda havia ingressos disponíveis. Não resisti! Não conseguiria ter uma noite de paz sabendo que a 20 minutos da minha casa o Paul McCartney estaria tocando novamente. Tive que atender a este “sinal”.

Segunda-feira, 23/05, após o fantástico show de domingo com os emocionantes Na Na Na’s, rouca, corpo todo dolorido por ter ficado quase 3h pulando, chorando, berrando, reuni as últimas energias para mais uma noite emocionante em companhia do Sir, desta vez na Pista Normal.

E haja emoção! Diferente do dia anterior em que eu tinha a companhia da minha prima Jaque, que neste dia optou em ir de arquibancada com o namorado, e do Eduardo, que já havia voltado pra São Paulo, nesta Segunda eu teria a “árdua” missão de assistir ao show sozinha! Não que isto fosse um problema. Estou mais do que acostumada a este tipo de situação. Mas este show, em especial, por conta de toda carga emocional envolvida, sabia que não seria uma tarefa fácil. O que veio a se confirmar logo depois…

Na Segunda as filas em volta do Engenhão estavam bem mais organizadas então rapidamente, sem fila nenhuma, já estava no meio da pista normal, sentadinha no chão, controlando a ansiedade e guardando o restinho de força que ainda tinha para o momento do grande espetáculo. Também achei o Engenhão um pouquinho mais cheio do que no dia anterior.

Às 21h os telões gigantes se abriram exibindo vídeos e fotos dos Beatles, Wings, Paul, acompanhados de músicas remixadas pelo DJ presente no palco.

E após The End, 21:30, britânicamente pontual, a banda entra no palco, levando alguns segundos para cumprimentar a platéia antes de iniciar qualquer música. Estes poucos segundos parecem uma eternidade quando você aguarda ansiosamente saber qual será a música de abertura. E então surgem os primeiros acordes de Magical Mystery Tour, minha música de abertura predileta nesta tour. Surge também meu primeiro choro da noite.

Paul está tão lindo! De blazer preto e gravata, diferente do visual “azulão Roberto Carlos” do dia anterior. Enfim vestido como um verdadeiro Beatle. Paul vestido como um Beatle, seu clássico baixo em forma de violino e, ao fundo, o telão exibindo várias animações coloridas e psicodélicas… Todos estes elementos combinam-se perfeitamente para o criar a atmosfera ideal para Magical Mistery Tour, arrepiando todos os pêlos da nuca. Não poderia haver música mais perfeita pra abrir a noite.

Sir Paul, enfim, vestido como um Beatle

Sir Paul, enfim, vestido como um Beatle

Em seguida, Jet e a fofa All My Loving. Nessa hora toda a dor de cabeça e cansaço que eu sentia alguns minutos antes, já haviam desaparecido milagrosamente.

Próxima música, mais uma inédita em relação ao setlist do dia anterior: Coming Up. Como não é das minhas favoritas, aproveito o momento pra galgar algumas posições a frente, mais perto das torres de som.

Pausa para uma curiosidade: a caminho do Engenhão naquela Segunda-Feira, conversando com a Jaque, havia comentado que a música que mais queria ouvir naquela noite era Got To Get You Into My Life. Ela, que sempre brinca que tem uma conexão especial com John Lennon, falou que iria tentar um contato especial para um pedido de última hora.

Voltando ao Engenhão, Paul pela primeira conversa com a platéia, arriscando algumas palavrinhas em português. E de repente… “I was alone, I took a ride, I didn’t know what I would find theeeeere…” Não sabia se ria, cantava ou chorava…. Quando a música acabou, recebi um SMS com o seguinte conteúdo “Linha direta! Hoje a noite, antes de dormir, agradece ao John por esse pedido de última hora”. Tinha como eu não me emocionar?

Depois deste momento, Paul poderia repetir o mesmo set de domingo que para mim já estaria ótimo. Mas a noite ainda prometia muito mais surpresas.

O show seguiu com Sing The Changes e após esta, nova pausa. Paul tira o blazer, troca o baixo por uma Gibson e brinca com a platéia latindo, uivando e dando risada. A próxima música, minha mais nova preferida Let Me Roll It. E aí foi o momento em que senti pela primeira vez o peso de estar sozinha neste show. Na hora lembrei de Domingo quando eu, Jaque e Eduardo cantávamos esta música com toda a força existente em nossas cordas vocais e na Segunda eu estava ali, novamente cantando com toda força porém ao meu redor as pessoas só acompanhavam a música, ninguém cantava, parecia que ninguém tinha consciência de quão linda ela é, com um riff marcante e ainda finalizando com Foxy Lady do Jimi Hendrix, com Paul mandando ver no solo!!

Hora de Paul ir para o piano nos fazer chorar mais um pouquinho com The Long And Widing and Road, nos fazer dançar com Nineteen Hundred and Eighty-Five e nos fazer marchar com Let ‘Em In (bom, não sei vocês, mas eu sempre marcho nessa música).

Paul troca o piano pelo violão (baixo, guitarra, piano, violão… vocês estão contando aí?), já sem a gravata, mais uma vez brincando com os fãs, bate no peito e diz “carioca”, levando o público ao delírio. Paul realmente parecia estar bem mais à vontade aquela noite. Talvez o lindo dia de Sol, que deixou Macca levemente corado, e o passeio a tarde pela Baia de Guanabara tenham inspirado o Sir.

E ele nos presenteou com mais uma inédita e muito querida por mim, I´m Looking Through You.

Mas quando Paul pega o violão, você pode se preparar que vem momento choradeira pela frente. Looking Through You foi só a calmaria antes da tempestade de lágrimas.

A tempestade tem início com And I Love Her, seguida pelo sensacional momento Blackbird. Paul sozinho no palco, luzes voltadas somente pra ele, só o Sir e o violão. Para que mais?

Uns cantam, outros choram, outros cantam e choram e alguns somente conteplam este lindo momendo. Porém infelizmente sempre têm aqueles que estão ali só por causa do oba-oba. Lembro de ter me irritado com duas meninas que estavam próximas a mim e que  não paravam de falar sobre coisas que nada tinham a ver com o show, estragando todo o clima da música. Saí de perto, tentando ir o mais longe possível até que a voz delas fosse abafada completamente pelo som. Se você não curte ou não conhece a música, ao menos respeite aqueles que querem curtir o momento. Pronto, desabafei, rs.

Logo no fim de Blackbird, os fãs puxam um coro de “We Love youuuu, we love youuu”, no ritmo de Silly Love Songs do Wings e Paul prontamente responde, apontando para a platéia “I Love you too”.

Here Today, “esta música eu escrevi para o meu amigo John”… que falta faz um amigo para um abraço nesta hora! Momento em que mandei SMS para os amigos para ver se passava um pouco a saudade que estava sentindo naquele momento, rs. Obrigada a todos que responderam. Vocês sabem quem vocês são 😉

O mais interessante é que nos outros shows desta tour aos quais tive a felicidade de assistir, este sempre foi um momento triste, porém nesta Segunda o sentimento era outro. O clima estava tão leve que Here Today tornou-se um momento alegre, bonito, de homenagem a um amigo, com direito a dancinha do Paul no final.

E falando em dança, hora de Sir Macca colocar o público para dançar junto com seu carismático e competente baterista em Dance Tonight. Em Mrs Vanderbilt, após o fim da música, Paul volta e toca mais um pouco para os fãs que prolongaram a música e não paravam de cantar “ô… ê ô, ô… ê ô” insistentamente e em Eleanor Rigby, sua banda mostra que não são só ótimos instrumentistas como também excelentes backing vocals.

E na próxima, de volta ao ukelelê, o próprio Paul puxa o coro de “George, George, George” para anunciar Something. Mais uma hora em que se percebe a falta que faz um amigo em um show como este… Ainda mais com o telão mostrando imagens super apelativas, especialmente selecionadas para fazer a gente chorar.

Em seguida, Macca volta com seu baixão Hofner para outra preferida, Band On The Run. Um dos versos da música diz “I hope you´re having fun”. Parece até brincadeira, né? Alguem ali ousaria não estar se divertindo?

E pra ficar mais divertido ainda, uma sequência que se inicia com Ob-La-Di Ob-La-Da, Back In The USSR e termina com I’ve Got A Feeling. Este é o momento de se admirar a boa forma e disposição do velho Paul porque após essa sequência matadora de cantoria e muitos pulos, estou completamente destruída.

Alguns minutinhos de pausa para recuperar o fôlego, e Paul se aproxima mais uma vez ao microfone para brincar com o público. E aí veio a hora que mais ri neste show. Paul deu vários gritinhos histéricos no microfone, com as mãos na cabeça, imitando as tietes beatlemaníacas dos anos 60. Eu olhava aquilo e, ao mesmo tempo que ria (muito!), não conseguia acreditar naquela cena surreal e muito engraçada.

Por diversas vezes brinquei com a minha prima Jaque, principalmente nos shows de São Paulo em 2010 (show 1 e show 2), de imitar estas tietes. E ver Paul McCartney, um ex-Beatle, brincando com essa mesma situação….Surreal! Procurei vídeo deste momento por toda parte mas, infelizmente, não achei. Quem achar, por favor, compartilhe 😉

O show segue com a eletrizante Paperback Writer e a lindíssima A Day In The Life. Gosto muita dessa música, especialmente o momento em que começa a contagem “one, two,three…”. A impressão é de que a música vai “explodir” até o fim da contagem e o despertador, enfim, toca para “salvá-la” e fazer tudo voltar ao normal. E já não consigo mais cantá-la normalmente sem emendá-la com Give Peace A Chance, rs.

Sir Paul senta-se ao piano para as três últimas músicas antes do bis e, para mim, o momento mais emocionante do show. Primeiro Let It Be, com todo o público cantando junto, iluminando o estádio com celulares e isqueiros, Live And Let Die, que faz com que eu lembre da minha adolescência, quando eu aprendia a gostar de música, “viciada” na versão do Guns N´Roses e finalizando com Hey Jude, desta vez sem os lindos Na Na Na Na’s de Domingo, mas ainda assim com a platéia cantando emocionada.

Paul e banda deixam o palco por alguns minutos e logo retornam para o primeiro bis. Sir Macca sempre muito descontraído e com o sotaque carioca cada vez mais afiado não cansa de repetir “maravilhosoxxx”, “demaisxxx” e brincar com a sonoridade da palavra “Rio”, “Ri-you”, “He-you”, apontando para cada um de seus companheiros de banda e, em seguida, para os fãs.

O bis começa com Day Tripper e seu marcante riff. Paul segue para o seu piano colorido. E mais uma vez, um momento em que o Sir consegue nos emocionar com sua simplicidade e humildade. Paul começa a dedilhar no seu piano e improvisa, por quase um minuto, uma canção agradecendo ao Rio, aos fãs, ao Brasil. “We wanna say thank you…”. Fiquei completamente paralisada diante de tamanha demonstração de humildade. Paul McCartney é um cara que não precisa fazer “média” com público nenhum. Sua importância para a história da música mundial é inquestionável. Ele  poderia somente ficar em casa, curtindo sua filha de 7 anos e seus netos, sendo rico. Rico não! Milionário! Porém ainda assim viaja ao redor do mundo para encontrar seus fãs, se esforça pra aprender algumas frases na língua local e, no caso deste show de Segunda, ainda supreende a todos com esta linda homenagem. Momento único e emocionante.

O vídeo abaixo mostra exatamente o que foi este momento, seguido de Lady Madonna e também pelas sortudas meninas que tiveram a honra de serem abraçadas e carregadas por Paul McCartney.

E o Macca realmente quer nos supreender esta noite mandando mais uma “inédita”, I Saw Her Standing In There,  e de quebra atende o pedido feito pela Jaque aqui (e o  Eduardo acertando mais uma vez, rs).

Último bis e último momento de calmaria da noite com Paul, seu violão e “somente” todo o estádio cantando Yesterday junto com ele.

A calmaria vai embora instantâneamente logo nos primeiros versos de Helter Skelter, assim como o resto de voz que eu ainda tinha.

Paul, com toda sua humildade e simpatia, que a esta altura já não são mais surpresa para ninguém, agradece a sua equipe, sua “fantástica banda” e aos “cariocaxx” pela grande noite.

E a última da noite, para se despedir do público, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, com Paul dando espaço para que seus guitarristas tambem possam brilhar durante os solos, nos momentos finais do show.

“And in the end, the love you take, is equal to the love…. you make” secando o meu reservatório de lágrimas. Mas não são lágrimas de tristeza por causa do fim do show. São lágrimas de alegria extrema por ter tido a felicidade de ter presenciado este lindo espetáculo.

Paul junta-se a sua banda e curva-se para a platéia (3 vezes!), brinca com os ursinhos jogados ao palco pelos fãs e claramente emocionado, com os olhos marejados, passa as mãos pelo rosto, pelos cabelos, bate no peito e agradece pelo fantástico show. “Até a próxima!”

As luzes se acendem e eu ainda fico mais alguns minutos parada ali na pista, dando um tempo para reestabelecer o controle sobre minhas emoções, agradecendo aos céus por esta linda noite e também pelo incrível fim de semana de Sol que certamente inspiraram Sir Paul McCartney e fez que com ele nos proporcionasse este  incrível show.

Setlist:

1.Magical Mystery Tour

2.Jet

3.All My Loving

4.Coming Up

5.Got to Get You Into My Life

6.Sing the Changes

7.Let Me Roll It

8.The Long and Winding Road

9.Nineteen Hundred and Eighty-Five

10.Let ‘Em In

11.I’m Looking Through You

12.And I Love Her

13.Blackbird

14.Here Today

15.Dance Tonight

16.Mrs Vandebilt

17.Eleanor Rigby

18.Something

19.Band on the Run

20.Ob-La-Di, Ob-La-Da

21.Back in the U.S.S.R.

22.I’ve Got a Feeling

23.Paperback Writer

24.A Day in the Life / Give Peace A Chance

25.Let It Be

26.Live and Let Die

27.Hey Jude

Encore:

28.Day Tripper

29.Lady Madonna

30.I Saw Her Standing There

Encore 2:

31.Yesterday

32.Helter Skelter

33.Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise) / The End

Abraços,

Su



Categories: Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Jimi Hendrix, Músicas, Resenhas, Setlists, The Beatles

14 replies

  1. Qualidade, detalhes, emoção… está tudo aí…

    Su, é até difícil falar alguma coisa, tamanha a admiração que estou tendo pelo seu maravilhoso texto e aquele sentimento de que eu deveria estar nesta noite mas que, infelizmente ao máximo que se pode elevar esta palavra, não pude.

    Você conseguiu em um texto brilhante trazer todo o clima e informações do show… ler este post foi como ter visto o show.

    Não posso deixar de destacar o “diferente do visual ‘azulão Roberto Carlos'”. Hahahaha. Excelente, ri muito aqui.

    Sobre a (ausência) de companhia, posso imaginar isso – já passei por situação semelhante – e neste show, em especial, sei como fica um sensação de “vazio”, de gosto amargo.

    A resenha, da forma que foi escrita, faz com que eu possa afirmar aqui que temos a mesma opinião e enxergamos as coisas da mesma forma, inclusive a parte da humildade de Paul perante seus fãs.

    Fiquei muito emocionado com o texto e muito feliz de você ter compartilhado-o por aqui. Sem dúvida, um dos melhores reviews do blog. Aliás, não só do blog, seu texto bota no chinelO QUALQUER review da tal “mídia especializada”.

    Só tenho a lhe agradecer por tudo e lhe parabenizar por isso. A cada dia que passar, tenha certeza, esse post só ficar melhor e melhor… tenha certeza disso!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  2. Esse show foi incrível! E ouvir “I saw her standing there” foi SENSACIONAL!!!!

    Like

  3. Su, sua ótima resenha foi publicada no Whiplash: http://whiplash.net/materias/news_850/131852-paulmccartney.html

    Parabéns!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  4. Uma excelente resenha, tão boa quanto a do Eduardo, me sinto um privilegiado por ter dois verdadeiros entendedores quando o assunto é a” lenda viva ” Paul McCartney para tão bem escrever sobre os shows cariocas.
    Em relação às canções, há muito pouco para falar , por que o repertório de McCartney não encontra rival no mundo musical, e se quisesse tocar 24 horas, seriam hits sem repetição durante o dia inteiro sem que o show perdesse o pique .
    A questão ” Fashion” não é exatamente a minha “praia”, mas também gostei mais do visual mais sóbrio usado no segundo show.

    Super Parabéns pelo ótimo post , Suellen!

    Alexandre Bside

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  5. Poxa é incrivel mas parece que o dia 2 ainda foi melhor? Magical Mystery é uma das minhas favoritas tb.
    Suelen está de parabens pela excelente resenha e todos os detalhes do vestuário e comportamentais de Mr. Paul e também por ter literalmente se acabado nos dois eventos e nada melhor que se exaurir num grande show.
    Abraços
    FR

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  6. Tantas coisas aconteceram em menos de um mês que só agora consegui um tempinho pra voltar aqui e responder os comentários.

    Eduardo,
    este sem dúvidas foi o texto que mais tive dificuldade em escrever.
    Além de ter que parar toda hora por conta das emoções do show que vinham à tona, me senti na responsabilidade e obrigação de puxar na minha mente tudo o que aconteceu para que pudesse descrever fielmente os detalhes mais irrelevantes mas que fazem toda a diferença, especialmente porque você não estava presente e eu sabia como você gostaria de estar lá.
    Fiquei muito feliz quando voce disse que ler este texto foi como ter assistido o show (um grande exagero, sejamos realistas hahaha Nunca um texto se comparará a um incrível show do Sir!) mas que bom consegui atingir meu objetivo.

    Jaque, ainda faltou alguma das que a gente queria ouvir? John atendeu a todos os nossos pedidos!!! hehe

    Alexandre, sem dúvidas que Paul todo vestidinho de preto, como na época dos Beatles, causa um impacto visual bem melhor do que o figurino Roberto Carlos. No momento do show, quando o vi daquele jeito, todo lindão, em cima do palco, caiu a minha ficha de que não era só Paul McCartney que estava ali, e sim um ex-Beatle! Não tem nem como descrever o que senti naquela hora.
    E o repertório, nem precisa de comentários né? 😉

    Flavio, dói meu coração dizer isto, principalmente por conta daqueles que não puderem comparecer neste dia…. Mas ok… O segundo show foi melhor do que o primeiro sim.
    E em grande parte por conta do comportamento despojado do velho Macca. Muito mais à vontade e brincalhão do que no Domingo.
    Preciso colocar aqui alguns links de uns vídeos que eu achei no You Tube que mostram claramente todas essas atitudes do Sir Paul.

    Abraços,

    Su

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    • Ah, como eu gostaria de ter visto mais este show… como eu gostaria… espero, sinceramente, que todos tenhamos mais chances de revê-lo. Mas sim, seu texto é brilhante… realmente me senti lá lendo-o…

      Obrigado novamente por isso…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

      Like

  7. Finalmente achei o video do Paul soltando gritinhos histéricos antes de A Day In The Life! Sensacional!!!

    Like

  8. Mais vídeos incríveis

    Magical Mistery Tour

    Got To Get Into You Into My Life

    Let Me Roll It

    I´m Looking Through You

    Something

    I Saw Her Standing There

    Like

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