A genial dupla Simon & Garfunkel

Podem observar: no mundo da música e especialmente no rock, seja qual for a vertente, normalmente os grandes legados saíram da cabeça de pelo menos duas pessoas, ou seja, de duplas.

E também na maioria das vezes, a coisa funciona de forma complementar – “arroz com feijão”: Iommi/Butler ; Plant/Page ; Ulrich/Hetfield ; Simmons/Stanley ; Rose/Slash ; Richards/Jagger ; Waters/Gilmour ; Tyler/Perry ; Dickinson/Harris ; Lee/Lifeson… a lista jamais pararia aqui… e sim, para mim, a maior de todos os tempos: Lennon/McCartney.

Mas hoje estou aqui para prestar uma singela homenagem a outra destas grandes duplas, composta pelos americanos nascidos em 1941 chamados Paul Simon e Art Garfunkel.

Simon & Garfunkel, assim como a grande maioria dos exemplos acima, também trazem uma característica muito comum com duplas geniais: as desavenças, desentendimentos, separações, reencontros, separações, reencontros… e vem sendo assim desde 1957, quando eles, que já gravavam desde 1955, formaram um grupo chamado “Tom & Jerry” (o famoso desenho é de 17 anos antes, a propósito) e conseguiram seu primeiro hit com “Hey, Schoolgirl”. Aos mais curiosos, Garfunkel era o Tom, e Simon, obviamente, Jerry…

Tom&Jerry_Hey,Schoolgirl_1957

1957: os 2 lançamentos de Hey, Schoolgirl

Logo de cara, já se observava o ponto mais alto da dupla: a incrível harmonia dos vocais – uma combinação realmente perfeita – novamente, “arroz e feijão”. Apesar de ser uma característica especialmente popular nos anos 60, Art e Paul realmente se destacavam.

Estes novaiorquinos que se conheceram em 1953, na escola, gravaram sucessos atrás de sucessos na riquíssima década musica de 1960. Entre eles “The Sound Of Silence” (1964), “I Am A Rock” (1965), “Homeward Bound” (1965), “Scarborough Fair/Canticle” (1966), “A Hazy Shade Of Winter” (1966), “Mrs. Robinson” (1968), “Bridge Over Troubled Water” (1969), “The Boxer” (1969) e “Cecilia” (1969), conseguindo diversas indicações e premiações mundiais, como Grammys, Rock And Roll Hall Of Fame, entre outros, sem contar os diversos estúdios que usam, até hoje, as composições deles para suas películas, e tantos artistas que coverizaram seus medalhões.

Cover de Elvis Presley para Bridge Over Troubled Water:

Simon & Garfunkel (1966)

Simon & Garfunkel (1966)

A dupla teve sua primeira separação ainda no meio da década, com Simon se mudando para o Reino Unido e começando a gravar materiais solo, mais foco no estilo folk. Enquanto isso, na América, as rádios começavam a receber solicitações para tocarem “The Sound Of Silence”. Ao saber, no início de 1966, que o som da dupla já atingira o primeiro lugar nas paradas, Simon retorna aos Estados Unidos. Em junho de 1967, a dupla se reencontra para tocar no Monterey Pop Festival.

Há uma história curiosa sobre “Mrs. Robinson”: a dupla praticamente escreveu a trilha sonora para o filme “The Graduate“, de 1967. Mesmo com inúmeras contribuições, o produtor pediu para eles gravaram mais 3 músicas. A gravação do filme estava acabando e Simon só tinha uma nova música e que, com os compromissos ao vivo dele, não tinha tempo para contribuir mais. Mas ele acabou mostrando alguns acordes de uma nova música, dizendo que esta específica não era para o filme, e que se tratava de tempos passados, de Mrs. Roosevelt e Joe DiMaggio. Foi quando o diretor do filme, Mike Nichols, lhe disse: “agora a música é sobre Mrs. Robinson, não Mrs. Roosevelt”.

A partir de 1969, os conflitos entre a dupla se afloraram. O álbum “Bridge Over Trouble Water” foi lançado no auge da tensão, com Simon se recusando a gravar coisas que Garfunkel queria, e vice-versa. O álbum, que teria 12 músicas no planejamento, foi lançado com uma faixa a menos. Mesmo assim, a faixa-título, foi um hit massivo nos EUA, sendo um dos álbuns mais vendidos da década e ficando 6 semanas na liderança dos charts e muitas outras na lista. O disco ainda trouxe outros sucessos atemporais da dupla e ajudou a dupla a atingir mais e mais sucesso.

Mesmo com a nova separação deles em 1970, com o lançamento de uma coletânea de 1972, a dupla conseguiu uma grande marca: o Greatest Hits vendeu 14 mihões de cópias nos EUA, se tornando o álbum mais vendido de duplas.

Simon continuou escrevendo com sucesso (crítica e comercial) em sua carreira solo, tendo o Graceland como o ponto mais alto (1986) – ainda que, pessoalmente, o início dela, a fase world music, não seja de minha predileção ; já Garfunkel dividia seu tempo entre gravações solo e colaborações, com o disco Watermark (1977) como destaque. Mas, mesmo assim, nada como apreciar arroz E feijão…

A dupla teve inúmeras reuniões, como em 1972, para um concerto beneficente no Madison Square Garden ; 1975, com uma aparição no programa Saturday Night, da NBC ; 1977, no próprio disco Watermark, onde Simon e James Taylon “emprestaram” suas harmonizações para o disco de Garfunkel e 1981, quando novamente Simon contribuiu para a música “In Cars” do álbum Scissors Cut de seu eterno parceiro.

Tais reencontros da banda, quando ao vivo, sempre culminaram em enormes shows. Em 1981, a dupla tocou para mais de meio milhão de pessoas no Central Park, com direito a transmissão pelo HBO e lançamento em home video (“The Concert in Central Park”), já com o single e cover “Wake Up Little Susie” no tracklist. A dupla chegou a excursionar pelo mundo em 1982/1983 após o sucesso deste show.

Entre reencontros e contribuições, a dupla voltou a ter um grande reencontro em 1990, no Rock And Roll Of Fame, e em 1993, entre outras aparições, 21 shows sold out em NY, sendo estes shows metade Simon e banda e a metade final Simon & Garfunkel.

Em 1991 (o principal motivo deste post vem agora), Paul Simon fez sua primeira e única visita ao nosso país, com 2 shows: o primeiro na Praça da Apoteose, no Rio, em 24/nov/1991. O outro, em São Paulo, no dia 01/dez/1991, no Ginásio do Ibirapuera. Lembro-me do meu pai e uma tia minha conversando sobre o show na terra de garoa. Eu tinha 9 anos de idade, mas, “por tabela”, já ouvia Paul Simon solo e coisas da dupla e queria ir ao show. Infelizmente, por restrição de idade, não pude ir. Mas eles foram e gostaram bastante do que viram.

E foi também em 1991 que Paul Simon repetiu o show de 10 anos atrás no Central Park. Este show, entretanto, foi bem menor que com Garfunkel – a expectativa de por 600.000 pessoas não se confirmou, sendo que Simon tocou para cerca de 100.000 presentes. De qualquer forma, o show culminou em um lançamento de um CD duplo, o que eu com certeza mais ouvi na vida de Paul Simo. Tenho um apreço muito grande a ele e trago abaixo uma foto dos discos. O show contou com diversos convidados, entre eles, o brasileiro grupo OLODUM. Curiosamente, é o único show que, por motivos contratuais, nunca foi lançado oficialmente em DVD (e blu-ray agora).

Paul Simon's Concert In The Park (1991)

Paul Simon’s Concert In The Park (1991)

Playlist do show:

A dupla só foi ter um novo reencontro 10 anos depois quando, em 2003, tocaram na abertura do Grammy Awards. Nesta oportunidade, eles foram premiados com o Grammy Lifetime Achievement Award. Este reencontro rendeu outra tour deles pela América do Norte por 2 meses, que foi chamada de “Old Friends”. A tour foi muito bem-recebida e ganhou “encore” com mais de 25 shows pela Europa – e um final digno: mais de 600.000 (!) pessoas os assistiram no lado externo do Coliseu, em Roma, Itália – um público ainda maior que o lendário show de 1981 em NY. A tour resultou no lançamento de CD e DVD e com uma nova música de estúdio, “Citizen Of The Plane”, uma das rejeitadas de 1983 e que não tinha o vocal de Garfunkel.

Ambos novamente tocaram juntos em 2007, em uma premiação onde Simon introduziu seu amigo, e em 2009 onde Paul Simon, em show solo, chamou seu antigo companheiro para um encore. Ainda em 2009, novo reencontro, novamente no Rock And Roll Hall Of Fame, com Simon tocando inclusive uma versão para Here Comes The Sun, homenageando George Harrison, e depois a dupla se reunindo para mais 3 músicas. A performance da banda pode ser conferida em DVD / blu-ray (que possui extras interessantes, inclusive com eles cantando Mrs. Robinson/Not Fade Away).

Rock And Roll Hall Of Fame Concerts 2009 Blu Ray

Simon & Garfunkel (2009)

Simon & Garfunkel (RnRHoF, 2009). A felicidade dos dois nesta noite é muito bonita em se ver.

Em 2010, a dupla se reuniria principalmente para datas no Canadá, mas a tour foi cancelada e Garfunkel começou a ter de lidar com problemas nas cordas vocais…

O post-homenagem fica por aqui, mas espero que ainda receba atualizações. Como vocês puderam ver, a história do “Tom & Jerry” é cheia de reencontros – olhando o vai-e-volta, será que eles se separaram mesmo? 🙂

Ainda que sonhar em vê-los por aqui seja quase impossível – principalmente o “Tom” – quem sabe, pelo menos, nós não sejamos contemplados com mais um ou outro show desta genial dupla, seja onde for?

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categories: Artistas, Covers / Tributos, Curiosidades, Discografias, Músicas, Resenhas, The Beatles, Trilhas Sonoras, Yes

24 replies

  1. AInda volto aqui depois de ver e ouvir todos esses vídeos acima, exceto pelo show do Central Park, que recentemente assisti. E esse é de tudo acima a minha maior recordação da dupla, pois tornou-se um disco clássico que ultrapassou todas as fronteiras que os diferentes gêneros normalmente estabelecem em seus específicos nichos.
    Admiro bastante os vocais em especial, e várias das canções do estilo mais folk. A parte World Music de Simon não tem o meu apreço.
    Mas registro aqui minha admiração e perfeita concordância com o entendimento arroz e feijão trazido no post.
    Que aliás, é brilhante!
    Mas volto aqui para traçar considerações sobre os vídeos,espero não demorar!

    Alexandre

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    • B-Side, obrigado. A homenagem à dupla é algo que eu sempre quis fazer e finalmente consegui aqui me organizar um pouco para tal.

      As lembranças que tenho são sempre muito boas e sempre gosto de ouvi-los de tempos em tempos. É aquela coisa que realmente transcende certas análises – é o sentimento.

      Aguardo seu retorno por aqui.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  2. Excelente post, Eduardo! Muito merecida a homenagem! Esses caras são o que podemos chamar de “compositores de verdade”!

    A título de curiosidade, posto aqui a versão do Yes para a música “America”, composta pela dupla:

    keep bloggin!

    Abilio

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    • Abilio, obrigado. Sim, compositores de verdade, donos de clássicos atemporais e exemplos do que se pode fazer com 2 vozes em um álbum ou palco.

      Eu gosto bastante. Procurei por shows de Paul Simon no exterior recentemente, infelizmente não será em breve que dará certo vê-lo.

      Sobre a versão do Yes… cara, sem querer falar o óbvio, que doidera total… muito maluca mesmo – só dá para ter certeza que é a música depois dos 4:30, hahaha…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Realmente, o Yes aproveita qualquer oportunidade para detonar completamente! Essa que postei do youtube é a versão extended, mas há uma short version “menos estrondosamente espetacular”, que foi usada como Lado A do single de promoção do clássico “Close to the Edge” de 1973.

        Interessante notar que o Yes, mesmo depois dos consagrados “Yes Album” e “Fragile”, gravou este cover para impulsionar as vendas de seu trabalho próprio (no caso, um LP com apenas 3 músicas, longas e nada “comerciais”).

        Mas o mais interessante é notar que, além da óbvia infuência dos Beatles na magistral vocalização desenvolvida pelo Yes ao longo dos anos, há também a forte influência de Simon & Garfunkel nestes ícones do Rock Progressivo.

        keep bloggin’

        Abilio Abreu

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        • Valeu pela rápida aula, Abilio… e é difícil vermos alguma banda, seja qual for o estilo, não bebendo da fonte doos Beatles, não? Aliás, é MUITO RARO. E talvez aspectos de duplas como Simon & Garfunkel e tantos outros artistas que surgiram nos anos 60, mas que as vezes ficaram ofuscados com o a atenção quase inteira virada ao Fab Four…

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

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  3. O folk não está entre os estilos musicais que venero ou acompanho proximamente, mas é inegável que esta dupla compôs alguns hinos que ultrapassaram fronteiras geográficas ou de estilo musical.
    Quanto a questão da efetiva separação, constatando-se (fato que desconhecia) que o último álbum em conjunto deles foi lançado em 1970 (!!!), não dá, penso eu, para avaliar algo diferente como o rompimento entre eles.

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    • Xará, é isso… este post é mais das homenagens prestadas, que nem sempre são relacionadas ao “core” do blog, mas que merecem um texto por aqui. De qualquer forma, a dupla teve uma parte na minnha formação de gosto musical.

      É engraçado falar de álbuns lançados ou rompimento – a dupla não está oficialmente junta, mas são tantos retornos que, se quisermos, dá até para arriscar que eles ao vivo nunca se separaram de verdade – foram intervalos, alguns pequenos, outros longos, outros MUITO longos…

      Valeu pelo comentário!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  4. Notícia interessante e totalmente relacionada a este assunto – homenagem de Macca a Phil Everly, uma das influências dele, dos Beatles mesmo e também para duos como Simon & Garfunkel: http://rollingstone.uol.com.br/noticia/paul-mccartney-presta-homenagem-phil-everly-uma-das-grandes-influencias-para-os-beatles/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. aonde isso aqui vai parar
    essa abrangência e ecletismo do blog é extraordinária. é de muito valor
    eu aprendi muito…alias tudo sobre essa dupla. Nçao fazia ideia do tamanho a da importância dos caras no show business.
    Rolim, presidente, muito obrigado pelo aprendizado!

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    • Rolfístico, não sei se é de propósito ou não, mas você sempre pergunta “aonde isso aqui vai parar?” em todos os comentários :-).

      Valeu… legal que gostou do post… duvido que algo dele lhe surpreendeu, você é muito camarada mesmo… obrigado de qualquer forma!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  6. Oi, voltei por aqui, e ainda falta ver tudo sobre o excelente post do RObertinho do Recife, e como valeu esta volta, pois agora vi os vídeos e me emocionei em boa parte deles, em especial neste último, com a perfomance de Garfunkel, mais precisamente. O vocal dele é precioso ( acho que é essa a palavra que melhor define), de uma suavidade muito peculiar.
    O momento em que ambos estão cantando juntos na Brigde Over Trouble Water também é muito emocionante e de uma precisão considerando o aspecto de dupla vocal.

    Ainda sobre a música, fica dividida a minha preferência entre a versão da dupla e a de Elvis, que tem um vozeirão, mas considerando que a dupla foi a responsável por fazer a música aparecer , tenho a tendência para ir de encontro a eles.

    A parte de Simon em 1991 , desculpe , Eduardo, pra mim não dá. Quando vi que aquilo é um playlist, tive de parar, já no início da segunda faixa.

    Em contrapartida, quantas versões geniais da dupla e a excelente rendição de Here Comes the sun. Assim, o restante do post, que é uma surpresa em estar por aqui, é excelente e recheados de músicas da mais alta qualidade.

    Valeu ver e ouvir ( quase) tudo que está aqui disponível.

    Meu sincero obrigado

    Alexandre

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    • B-Side, muito obrigado pela volta e valeu a pena, como sempre, esperar pelo seu comentário. O vídeo final faz parte do DVD/blu-ray do RnRHoF que eu comprei e que tem vários medalhões, como MetallicA com Ozzy, Mick Jagger, U2, entre outros nomes.

      O esforço de Art no final Bridge Over Trouble Water é lindo de se ver, com direito a seu parceiro claramente se emocionar ao lado enquanto o aplaudia. Em HD, é legal ver a garganta / pescoço de Garfunkel ficando vermelho, as veias aparecendo, dado o enorme esforço que ele fez ali. É lindo, é emocionante mesmo.

      O show de 1991, como disse, foi minha “porta de entrada” e acabei ouvindo-o muito quando criança. O apreço é esse, não tem jeito…

      B-Side, fico ainda feliz em ver que o post lhe motivou a tocar um ou outro clássicos em sua lindíssima double neck… que legal isso.

      Obrigado novamente.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  7. Parabén pela reportagem sobre Simon e Garfunkel

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  8. Oi Eduardo estava eu assitindo video e escutando músicas da dupla, assim comecei a pesquisar sobre a história recente deles e entrei na página, gostei muito já salvei nos favoritos. Parabéns!

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  9. Em um documentário do Paul Simon no canal BIS dentro do programa “Rock Legends”, algumas curiosidades foram trazidas e que as reproduzo por aqui não apenas de Simon, mas de Garfunkel:

    – Simon: nascido no Queens, NY, pode ter acesso à uma rádio que tocava 24 horas os primeiros rocks dos anos 50;
    – influência para cantar em harmonia com Garfunkel: The Everly Brothers (e as brigas fora do palco também, pelo jeito);
    – a dupla se conheceu quando eles tinham 11 anos no Queens mesmo;
    – a mudança de Simon para Londres após o fracasso do primeiro disco foi para ver a cena folk, mesmo com os Beatles explodindo no mundo; foi lá que ele se apaixonou pela primeira vez por uma inglesa e que acabaria culminando em suas primeiras músicas com tal apelo…
    – The Graduate, abordado no post, com Mrs. Robinson de 1968:

    – You Can Call Me Al: com Chevy Chase, Paul Simon usaria um comediante para estourar naquele veículo que faziam todos estourarem ou se recuperarem, ou mesmo serem apresentados a novas gerações: a MTV;
    – O documentário aborda, muito superficialmente, a visita ao Brasil para se inspirar também na batida brasileira do Olodum com The Obvious Child (1990). Vale lembrar que foi a partir desta parceria inédita que o Oodum pode ganhar repercussão internacional, chegando a gravar depois com outros grandes nomes gringos, como Michael Jackson.

    O documentário é bem resumido, mas legal, eu recomendo.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  10. Aliás, quem quiser assistir alguns docs não só do BIS, pode revê-los ou assisti-los aqui no Globosat Play:

    http://globosatplay.globo.com/

    Assisti o do RPM e recomendo. Tem também do Sepultura.

    Daniel

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  11. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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Trackbacks

  1. Consultoria do Rock – “Melhores de Todos os Tempos: 2000″, com participação do Minuto HM – Minuto HM
  2. Cobertura Minuto HM – Paul Simon em Madrid (Espanha) – parte 1: qual é a chance? – Minuto HM
  3. Cobertura Minuto HM – Paul Simon em Madrid (Espanha) – parte 3: resenha – Minuto HM

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