Discografia HM – Judas Priest – Defenders of The Faith – 13/jan/1984 – 40 anos

Capa do álbum Defenders of The Faith – Judas Priest

40 anos. Defenders of The Faith foi o álbum pelo qual eu “entrei” no Judas Priest quando eu tinha 10 anos de idade e foi o segundo álbum de metal que eu pedi para os meus pais comprarem para mim. Tinha um catálogo que meu pai tinha acesso por trabalhar em uma empresa de varejo com supermercados. Vendia-se discos LP em supermercados. E lá fui eu escolher novamente um disco. Quando eu ouvi aquilo, me arrebatou. Love Bites tinha efeitos “eletrônicos” que viria a ser a inserção de efeitos de sonoridade industrial a algumas canções da banda. Depois de Love Bites só fui ouvir tamanha proximidade com efeitos de industrial em One on One, no Demolition.

Como não conhecia outros álbuns, eu não tinha uma pressão de comparar o disco com nada. Screaming For Revenge, que veio antes, também é um excelente disco mas a sonoridade do Defenders sempre me soou mais 1980.

1984 é um ano mágico de lançamento pro metal. Defenders é parte dessa mágica.

Depois veio Eat Me Alive que na minha visão de um garoto de 10 anos me soava como um duelo de guitarras no trecho dos solos. Aquelas bases com riffs e bases sincronizadas e o vocal do Metal God me deixaram boquiaberto. Um outro mundo se abriu. Outros sons foram rolando no álbum que tem sempre presença no setlist da banda até em suas turnês mais recentes e me lembro dessa sensação até hoje. Judas é banda quase que obrigatória pra todos mundo que curte um som mais pesado.

Dos shows do Halford e Fight, Jawbreaker fez parte do setlist de seus shows.

Hoje também é aniversário do meu grande amigo Andrezito. Um dos meus amigos batera. Toca muito.

É um dos poucos álbuns que eu conheci fora da minha conexão com o Flávio e Alexandre.

Eu adoro esse álbum e não só pela lembrança de primeira infância, mas pela qualidade das canções do álbum e sua sonoridade moderna até hoje.

Defenders of The Faith

13 de janeiro de 1984

  1. Freewheel Burning
  2. Jawbreaker
  3. Rock Hard Ride Free
  4. The Sentinel
  5. Love Bites
  6. Eat Me Alive
  7. Some Heads Are Gonna Roll
  8. Night Comes Down
  9. Heavy Duty
  10. Defenders of the Faith

A formação da banda:

  • Rob Halford (vocal)
  • K. K. Downing (guitarra)
  • Glenn Tipton (guitarra)
  • Ian Hill (baixo)
  • Dave Holland (bateria)

É isso aí!

Rolf “Dio” Henrique



Categorias:Curiosidades, Discografias, Judas Priest, Resenhas, Van Halen

4 respostas

  1. Eis que chegamos em 2024 e, com isso, o ano mágico (talvez o mais mágico) do metal chega a incríveis 40 anos! O 1984 do VH já entrou na sua quarta década também…

    O relato aqui é espetacular e único, e só poderia ter a assinatura rolfística…

    Só um detalhe, Rolf: corrigi para “Defenders”, e não “Defender”… lembre-se: we are defenders of the faith!!!

    Aliás… boa pedida para hoje – e sempre!!! Obrigado!!!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Curtir

  2. 1984, o ano mágico do hard e metal. Esse disco é um dos inúmeros exemplos. Teremos um ano em 2024 que pode trazer outros grandes álbuns completando 40 anos. O 1984, por exemplo, já completou, um pouquinho antes deste.
    Imagina dia 09 de janeiro sair o VH 1984, 4 dias depois sair este…..
    fala sério…..
    Rolf, muito bom tem trazido essa lembrança por aqui
    Esse, dos anos 80, pra mim é o melhor do Judas.
    Eu gosto muito da fase 70, então fica complicado de comparar, mas essa história a gente já contou nos podcasts..

    Viva o Defenders !

    Curtir

  3. Valeu pela lembrança. Por vários motivos mas também pelo “efeito Spotify” que nos permite playlists e skips deve fazer mais de uma década que eu não ouço este álbum completo – entre tantos outros. Vou me programar para ouvir na íntegra.

    Curtir

  4. Por muito tempo o Defenders of the Faith foi o meu disco favorito do Judas Priest em todos os tempos, mas depois que descobri recentemente a história por trás de sua concepção (o estúdio da Espanha ter sido assaltado, acidente de K. K. Downing e a pressão por manter o nome da banda em alta após o sucesso dos álbuns British Steel e Screaming for Vengeance), resolvi dar-lhe a medalha de prata do meu top 5 dos caras e dar o ouro para o Screaming. Mas mesmo assim não deixarei de curtir o hoje quarentão Defenders, afinal este é um dos chamados “discos da minha vida”, daqueles que sempre me acompanharão por toda a eternidade. Vida longa ao JP e ao Defenders!

    Curtir

Deixar mensagem para Igor Maxwel Cancelar resposta