10 bandas do segundo escalão mas que são de “primeira”

Ao escrever este post com intuito de rememorar as lembranças de que existem boas bandas que nem sempre estão nos campos midiáticos, a ideia era gerar uma re-descoberta (ou mesmo descoberta) em grupos de rock (e suas vertentes) que possuem carreiras sólidas embora com menos prestígio. Alguns até são formados por músicos que alcançaram maior notoriedade no meio musical – caso do Chickenfoot – e outros, eternos reservas das listas de convocação dos titulares, as estrelas que dominam o show business, arrecadam milhões ao redor do planeta e já estão gravadas no coração de multidões pertencentes à várias gerações. Aqui 10 simples exemplos, que podem receber contribuições no campo dos comentários.

01) Toto

Toto

Toto

A banda americana do Estado da Califórnia é tida como aquela que todo mundo conhece as canções mas não ligam “nome à pessoa”. Fundada em 1977 e tendo alternado várias formações, além de alguns hiatos, o Toto tem 12 discos de estúdio, sendo o último de inéditas, o ótimo Falling in Between.

Destaque: mesmo sendo uma banda formada por craques, destaco o guitarrista Steve Lukather, impressionante músico que tem vários discos na carreira, tendo inclusive excursionado pelo Brasil em 2012. Outro bom nome é do experiente músico Simon Phillips, que entre tantos músicos, tocou com a banda Judas Priest, além de longa contribuição com a banda inglesa The Who.

Estilo: é difícil definir a verve musical da banda, já que em alguns momentos soa como uma verdadeira banda de hard rock e em outros traz um som lounge, repleto de teclados e de convenções complicadas. Para combinar com a pegada do blog, eu selecionei a música “Falling In Between” que dá título ao disco de 2006 e é o nome da turnê que percorreu a Europa no ano seguinte.

02) Journey

Journey

Journey

Banda formada em 1973 sempre sofreu um certo “preconceito” no meio do rock pela produção de músicas comercialmente incorporadas ao seu repertório. Contando também com uma excelente formação nas trincheiras, o Journey ganhou destaque recente quando a série Glee (produzida pelo canal FOX) homenageou a banda com uma boa regravação de seu maior clássico “Don’t Stop Believin'” (1981) no álbum “Escape”. O Journey nunca explodiu pelo planeta, embora suas canções tenham conquistado especialmente uma geração.

Destaque: Deen Castronovo é baterista da banda desde 2001, com quem já gravou 5 álbuns. Castronovo já tocou com Ozzy Osbourne, com Steve Vai e Marty Friedman (Megadeth), para citar alguns. Outro destaque é o vocalista Arnel Pineda, filipino, que fora descoberto pelo guitarrista Neal Schon no YouTube cantando… Journey! Ao ser contactado pelo músico americano, Pineda achou que se tratava de uma pegadinha e desligou o telefone na cara de Schon.

Estilo: muito tempo chamado de AOR, o Journey no último século se concentrou em uma música mais “pesada” (em relação ao que vinha produzindo desde o anos 70) e tem muita sorte por contar com vocalistas que combinam fortemente com o clima da banda, que ainda apresenta fortes características do som pasteurizado feito entre a década de 70 e 80. A música que eu escolhi pertence ao disco “Eclipse” (2011), já com Pineda nos vocais. Observação: Jeff Scott Soto chegou a sair em turnê com a banda mas não foi efetivado como vocalista.

03) Marillion

Marillion

Marillion

O banda inglesa é daqueles grupos que infelizmente pouca gente dá atenção. Seu talento e inúmeras outras qualidades podem ser conferidas na gravação do nosso último podcast (clique aqui para baixar). O grupo que foi formado no final da década de 70 já tem inúmeros trabalhos prestados ao rock com muita ênfase em interpretações tocantes, seja com Fish, o peixe que nadou na banda até 1988 ou mesmo com (Steve) Hogarth, vocalista que deu uma cara mais rock ao Marillion, mesmo que de uma maneira mais pasteurizada.

Destaque: nas bandas com grandes instrumentistas é muito difícil elencar apenas um destaque, mas vamos escolher o guitarrista Steve Rothery (desde a fundação da banda), como um dos responsáveis pela espinha dorsal, mesmo muitas vezes encoberta pelas camadas de teclados, característica muito marcante no som da banda.

Estilo: o Marillion já foi classificado como soft-prog mas nomenclaturas para sugerirem ao som da banda não faltam. Por trabalhar conceitos muito particulares em discos até difíceis (caso de “Holidays In Eden”) de rótulo; ora soa como Mike and The Mecanics, ora lembra a fase mais pop do Genesis. A classificação fica por conta do ouvinte. Abaixo a faixa-título deste disco de 1991.

04) Extreme

Extreme

Extreme

A banda americana Extreme já experimentou de tudo musicalmente. Desde o visual glam do início da carreira, até o disco extremamente (sem trocadilho) trabalhado como “III Sides To Every Story, também já abordado em um de nossos podcasts) até à sonoridade mais crua de “Waiting for The Punchline”. Estas mudanças talvez tenham confundido os fãs conquistados no excelente “Pornograffitti”, o que levou à banda a um hiato de 13 anos, retornando em 2008 com “Saudades de Rock”, um ótimo disco quase completamente ignorado por todo mundo que curte rock.

Destaque: sem dúvida nenhuma o português Cristiano Ronaldo Nuno Bettencourt é o maior destaque da banda. Músico talentoso e eclético (você teve oportunidade de assisti-lo no Rock In Rio acompanhando Rihanna em 2011), Nuno é a cara do Extreme e compositor “de mão cheia”. Está no meu top 5 de guitarristas mais talentosos do planeta.

Estilo: a banda transitou pelo hard rock durante muito tempo e pode se dizer que nele permaneceu. As influências de Van Halen e Queen são notórias, embora haja uma impressão de que a banda não consegue deslanchar para maiores públicos, talvez muito em função de ser “conhecida” pela balada “More Than Words”. Neste caso, o sucesso de uma canção que explodiu atrapalha uma maior profundidade ao que banda representa. Aqui a canção “King of The Ladies”, de 2008:

05) Living Colour

Living Colour

Living Colour

Alguém que fez parte do meu aprendizado rock and roll disse uma frase sem nenhum caráter xenofóbico ou racista que até hoje reverbera no meu pensamento: “Se os caras não fossem pretos teriam tido muito mais sucesso”. Não sei se o autor da frase tem razão mas lamento profundamente que o Living Colour não tenha tido a atenção do mundo da música, afinal mesmo com 2 Emmys na estante (isso mesmo!), a banda americana nunca foi anunciada como headline de nenhum festival ou mesmo ganhou espaço midiático falando da sua versatilidade musical. Para quem não sabe, eles foram descobertos por um tal de Mick Jagger, que produziria a faixa “Glamour Boys”, do álbum de estreia intitulado Vivid (1988).

Destaque: é muito difícil achar um destaque entre tão bons músicos mas ficarei no clichê de apontar o guitarrista Vernon Reid como um fenômeno de seu instrumento, tendo seu curriculum nada menos do que 10 álbuns, todos eles desconhecidos da maioria dos fãs da banda. Reid é arranjador e um exímio maestro.

Estilo: trancar o grupo no funk metal é um pecado. Até porque a timbragem e as cores do som do Living Colour estão mais ligados ao heavy metal e ao hard rock do que especialmente à batida americana dos anos 70. O som sujo da guitarra de Reid ligada ao baixo de Doug Wimbish (já tocou seu instrumento no disco “Giramundo” da sumida cantora e saxofonista Fernanda Porto) traz uma identidade diferenciada dentro do som pesado, não podendo ser comparado a outros representantes do estilo como Red Hot Chili Peppers e Faith No More. A faixa escolhida para audição é um petardo chamado “Type”, do disco Time´s Up (1990). A mixagem deste álbum é uma das melhores feitas na época.

06) Dave Matthews Band

Dave Matthews Band

Dave Matthews Band

Muito próximo de uma linguagem pop mas com uma diversa e qualificada sonoridade, o DMB é daquelas bandas que muita gente conhece e pouca gente fala. Dave Matthews é um excelente músico nascido na África do Sul, em Joanesburgo, que além da verve musical, já emprestou seu talento como ator em algumas produções estadunidenses. No estilo “pato rouco”, pode ser facilmente confundido com seu gêmeo de voz (existe isso?) Eddie Vedder ou mesmo Scot Stapp (Creed), Dave além de ótimo violonista, traz para sua banda uma pegada inimaginável para qualquer lugar que deseja apontar; pode soar pop, pesado, funkeado, lírico, progressivo… é uma banda muito acima de qualquer expectativa estilística.

Destaque: Carter Beauford é um baterista referência em seu estilo. Com uma levada segura, forte e bem desenhada, Beauford teve entre seus mestres Dennis Chambers, um dos melhores bateristas do mundo. Se você já o viu em alguma turnê do guitarrista Carlos Santana, pode ficar tranquilo, é ele mesmo. Não satisfeito ainda é um excelente percussionista e um dos fundadores do DMB.

Estilo: a banda americana é irrotulável e se eu tivesse que criar um neologismo para caracterizar o som do DMB eu diria que eles seriam um soft pop, se aproximando de bandas como Simple Minds, Marillion, Crash Test Dummies… no entanto, não concordar com esta nomenclatura não é pecado. O DMB tem mais de 20 anos de carreira e até apontado como jazz. Tarefa indócil.

07) Alter Bridge

Alter Bridge

Alter Bridge

Quando a banda Creed “desistiu” da carreira com idas e vindas por problemas enfrentados na vida particular do vocalista Scott Stapp, o ditado “a oportunidade faz o ladrão” ou “a necessidade faz o sapo pular” foram utilizadas como álibis para que Mark Tremonti (guitarra) e Scott Phillips (bateria) se juntassem aos músicos Brian Marshall (baixo) e ao vocalista Myles Kennedy e criassem o Alter Bridge. Aquele que seria uma espécie de projeto paralelo de luxo, acabou virando o trampo principal dos musicistas envolvidos. Criado em 2004, o Alter Bridge não figura entre as bandas com mais destaques no rock americano. Com um som pesado e sujo, com pouco espaço para baladas e arranjos de cordas ou piano, o AB já coleciona quatro discos autorais e dois discos “ao vivo”.

Destaque: mesmo havendo um certo equilíbrio entre seus integrantes, não dá para negar que Myles Kennedy tem um DNA que o diferencia de outros vocalistas. Não apenas pelo timbre agudo mas também pela ótima performance ao vivo, além de lançar mão de uma segunda guitarra no palco de vez em quando. O moço tem tanto talento que chamou a atenção de um tal de Slash com quem excursionou enquanto o AB estava em hiatus.

Estilo: mesmo tendo dois músicos do Creed em sua formação, o Alter Bridge faz uma linha de rock que ficou muito em voga após a explosão do “Nu” metal com bandas como Nickelback e Disturbed: som sujo e melodias “assobiáveis”. Com apelo radiofônico, a banda liderada por Milles Kennedy não é hard mas também não é metal, não é um pop rock mas também não é um soft rock, sendo para este que escreve uma incógnita em termos de rótulo.

08) Chickenfoot

Chickenfoot

Chickenfoot

Chad Smith (RHCP), Sammy Hagar (Van Halen), Michael Anthony (Van Halen) e um tal de Joe Satriani, quando anunciaram a criação do Chickenfoot, não deixou ninguém ter dúvidas de que estávamos diante de uma formação na qual nos adequamos a chamar de “super grupo”. Mesmo que não tenha havido nenhuma grande campanha publicitária – aliás, o curriculum dos moços dispensa tal artifício – a expectativa para o primeiro disco do grupo, que saiu em 2009, foi imensa. No entanto, o que se viu em “campo”, foi uma espécie de “Van Halen cover”, sem as músicas do grupo dos irmãos holandeses. O que ninguém prestou atenção é que tal alcunha não era ruim, pelo contrário, ter o VH como inspiração é coisa boa e pouca gente faz isso com qualidade. Mesmo assim, o Chickenfoot não passou de um projeto paralelo de luxo de seus integrantes principais, exceção à Michael Anthony.

Destaque: vou cair no lugar comum. O “monstro” Joe Satriani mesmo longe das presepadas e malabarismos da sua carreira solo, é o responsável por conceder à banda uma sonoridade. E o rapaz não se inibe do seu serviço. O Chickenfoot merecia um melhor carinho da crítica e do público e se a palavra “carinho” não cair bem substitua por “atenção”. Afinal de contas, Hagar, do alto dos seus 66 anos, continua mandando bem. Sem lançar qualquer trabalho inédito desde 2011, é possível que o Chickenfoot tenha chegado ao fim sem um anúncio oficial.

Estilo: eu diria que o estilo do Chickenfoot é o novo “hard”, um hard que se aproxima do rock feito por bandas como Cream e Deep Purple (sem os teclados de Jon Lord) mas sem aquela veia “pop” muito característica feita no mercado estadunidense. O som é altamente degustável e não tem contra-indicações, a não ser que você queira ouvir a banda original, ou seja, Van Halen. Brincadeiras à parte, o “hardão” do Chickenfoot tem muito de bluesy e soul do Zeppelin e do melhor que foi produzido na terra da Rainha, com aquela pitada do tradicional rock americano.

09) Mr. Big

Mr. Big

Mr. Big

A banda americana formada em 1988 está na categoria de várias outras desta publicação: todos os músicos são sensacionais, possuem carreiras solos consolidadas (que por vezes funcionam melhor do que a carreira de suas bandas), no entanto, suas escolhas como “banda” acabam esbarrando nas alternativas comerciais disponíveis no mercado. O que eu faço: uma banda que vai fazer canções onde a matemática será utilizada como ferramenta de interpretação dos compassos ou escolho fazer boas canções que me aproximem tanto do público que curte rock como daqueles que são ávidos por riffs velozes e convenções “absurdas”? Eric Martin (vocal) Billy Sheehan (baixo), Paul Gilbert (guitarra) e Pat Torpey (bateria), optaram por levar canções muito melodiosas aos fãs de um rock quase farofa, com um perdão do ar pejorativo. Infelizmente a banda caiu na mesma armadilha do Extreme – citado neste texto – onde ficou conhecida apenas por uma balada, aqui no caso To Be With You, última faixa do segundo disco da banda de 1991 (um ano mágico do rock), Lean Into It.

Destaque: é bom lembrar que Richie Kotzen (The Winery Dogs), outro monstro da guitarra, fez parte da formação da banda entre 1997 e 2002, logo não considerá-lo como um dos destaques da banda é pecado. Não bastasse Kotzen, Sheehan e Gilbert são os outros feras que compõe uma das duplas mais afinadas do hard americano. Outro fator que é bom ressaltar é que o Mr. Big tem uma carreira musicalmente retilínea, seu som pouco mudou nos pouco mais de 20 anos de carreira, sem maiores exigências dos fãs mais xiitas.

Estilo: Mr. Big também tem um ‘pézinho’ no Van Halen, assim como seu co-irmão Extreme, de quem falamos neste post. Um hard com riffs intrincados, muito lugar para bons vocais e aquele jeitinho de fazer rock que os estadunidenses de Los Angeles, Nova Jersey e Nova Iorque conhecem bem. Aliás, não é coincidência que bandas que se pareçam com outras não ocupem lugares privilegiados no coração de mais admiradores, afinal de contas, outra chegou antes e conquistou.

10) Nightwish

Nightwish

Nightwish

Exceção das bandas inglesas, o continente europeu quase sempre é menosprezado por nós habituados ao “mais do mesmo”. Com todo o respeito aos que não estão nesta regra, mas pouca gente ouviu falar ou conhece Lacuna Coil, Lunatica, After Forever, Theatre of Tragedy, Therion, Lacrimosa, Tristania, The Gathering, Dimmu Borgir, Epica, Within Temptation … concentrados no mercado da Europa e longe da América – até por questões culturais – bandas italianas, finlandesas, suecas, holandesas, espanholas, suíças, possuem potencial não apenas comercial mas carreiras consolidadas com discos de ótima produção. É o caso do Nightwish, na estrada desde 1996. Com um bom número de fãs no Brasil, raramente é escalado para grandes festivais em nosso país, tendo inclusive se apresentado em locais para pequenos públicos, como já aconteceu no Rio de Janeiro. Na Finlândia, são “deuses” e nome obrigatório nas premiações daquele país quando o assunto é rock. Com um som sombrio e com arranjos sinfônicos predominando sobre as canções, o Nightwish tem sete discos de estúdio e muita moral entre os seus. O maior problema do Nightwish é que suas canções partem quase sempre da mesma origem estética: um som escuro, “pra trás”, carregado nas guitarras e nas cordas (teclados ou emsemble’s strings) e com pouca disposição para melodias mais consonantes.

Destaque: o nome do moço é Tuomas Holopainen. Ele é responsável pelos teclados do Nightwish. As canções da banda finlandesa passa pelo corpo de notas arranjados por Tuomas. Não é só isso. Ele é conhecido como o patrão da banda, sendo responsável pelo desligamento da primeira vocalista (e para alguns fãs, a melhor das três) Tarja Turunen e também da segunda Anette Olzon. Conhecido por sua personalidade forte, Tuomas confirmou a vocalista Floor Jansen (ex-vocalista After Forever), mas só Deus sabe até quando, já que o tecladista não admite ser questionado em suas decisões, sejam artísticas ou administrativas.

Estilo: o nome do estilo praticado pelo Nightwish é o “doom” mas algumas revistas e críticos especializados chamam-no também de Symphonic Power Metal. Para você, leitor do MHM, digerir isso de uma maneira melhor (eu particularmente não curto qualquer tipo de rótulo para classificar o que é absolutamente subjetivo, mas ajuda a organizar os gaveteiros das obsoletas lojas de CD), o SPM incluem bandas que trabalham normalmente com dois guitarristas, vocais femininos e masculinos (estes normalmente classificados como guturais) e muita velocidade. No caso do Nightwish, a banda tem influências do som gótico e afluências da música erudita, já que existem grandes sessões de cordas entre suas canções.

E você, pode engrossar essa boa lista? Sim, com certeza ela não é definitiva. Existem muitas bandas que poderiam participar do primeiro escalão do rock mundial mas que por um motivo ou por outro ainda não alcançaram a plena fama. Participe nos comentários.

Daniel Junior é ex-editor do PipocaTV,  colaborador do MinutoHM, Seriemaníacos e Eu Escolhi Esperar



Categories: Accept, Alice in Chains, Armored Saint, Artistas, DIO, Dream Theater, Europe, Extreme, Faith No More, Helloween, Journey, Judas Priest, Living Colour, Marillion, Músicas, Megadeth, Mercyful Fate, Nightwish, Nirvana, Pearl Jam, Queensrÿche, Quiet Riot, Rainbow, Rolling Stones, Saxon, Stratovarius, Testament, The Who, The Winery Dogs, Twisted Sister, UFO, Uriah Heep, Whitesnake, Yes, ZZ Top

94 replies

  1. Grande Daniel,

    Sobre o texto e idéia do post, o meu comentário é o mesmo de sempre: monumental!

    Concordo plenamente com os 10 escolhidos, e já de cara coloco Gentle Giant e Blue Oÿster Cult na lista, assim como o Queensrÿche, qua acredito não terem tido o reconhecimento devido.

    Pensarei mais no assunto e reverto em breve…

    keep thinkin’

    Abilio Abreu

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  2. Preciso pensar e inclusive quero comentar sobre as bandas – algumas são excelentes exemplos e excelentes bandas.
    Voltou em breve
    Abraços

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  3. Daniel, o post é bem legal, especialmente o formato e a padronização que você adotou para apresentar uma “mini-BIO” de cada banda, com direito a uma opinião redondinha e com um vídeo para que o leitor possa ter uma ideia de cada banda, ou seja, uma referência sobre o trabalho de cada…

    E, de quebra, é uma forma indireta de prestar uma curta mas merecida menção no blog!

    Antes de me atrever a engrossar a lista, vamos a rápidos comentários das bandas da lista:

    1) Toto: um grande exemplo de algo que podemos inclusive explorar melhor no blog. Pessoalmente, é inegável o talento por ali, as “convenções nada convencionais” e tudo mais… eu acho que é um exemplo de uma banda que não tem qualquer apelo visual e que talvez isso acabe comprometendo (e, para pessoas como nós, isso é totalmente irrelevante, mas com o grande público, sabemos que não é). De qualquer forma, não acho que é “música para todo dia”, pelo menos para meu gosto pessoal. Mas é um dos melhores exemplos, mesmo!

    2) Jorney: me parecem irregulares. O que acham?

    3) Marillion: nesta nem me atrevo a falar nada, aqui eu só aprendo cada dia mais e teremos o próximo podcast para explorarmos ainda mais esta “pequena grande banda”.

    4 e 9) Extreme / Mr. Big: bandas que ficaram “presas” em um hit absoluto, conforme bem comentado no texto. O Mr. Big tem músicos excelentes, mas não estouraram além das baladas com o grande público. Falando em público, dúvido que os presentes em um show, em grande maioria, não fiquem esperando as tais músicas. Uma pena…

    5) Living Colour: possui os 3 ou 4 sucessos absolutos e não estouraram por algum motivo que fica difícil compreender ao certo… talvez não é o tipo de som que o grande público queira, ou mesmo que consiga entender… o apelo não-comercial bate forte aqui…

    6 e 10) Dave Mathews Band e Nightwish: estas são muito comentadas por aí, e sempre que me arrisco ouvir, não vejo muita coisa, para ser sincero. Deve ser meu gosto musical falando mais alto, não é? Simplesmente não descem. Talvez o Nightwish, em alguns momentos, me chame mais a atenção, e o vocal feminimo faz a diferença (positivamente até) – é um exemplo de banda que possui apelo visual, não apenas pelo vocal feminino, mas por postura em palco, pelo pouco que já vi – mas não vejo potencial em se tornar uma banda de grande porte…

    7) Alter Bridge: os gêmeos sempre falam desta. É excelente. Myles Kennedy é igualmente excelente. E logo trarei outro exemplo então nesta linha abaixo (*). Agora, por que não “estourou” como o Creed?

    8) Chickenfoot: desde a criação ganhou seu espaço aqui no blog, com direito a categoria e tudo! Um lineup de se tirar qualquer chapéu, mas talvez pela falta de originalidade não tenha engatado “nem uma terceira” direito… de qualquer forma, tudo que eu ouvi é muito bom e merece destaque, espero que voltem…

    Agora que comentei, vou deixar alguns nomes para que a brincadeira continue, complementando as já citadas nos comentários acima…

    Lista que pode engrossar o post:

    Armored Saint
    Jeff Beck
    (*) Myles Kennedy and the Conspirators
    Quiot Riot
    UFO
    Uriah Heep
    Yes

    Lista de POSSÍVEIS bandas que poderiam fazer parte da lista – requerem talvez uma análise mais profunda:

    Accept?
    Europe?
    Helloween?
    Mercyful Fate?
    Poison?
    Saxon?
    Testament?
    Stratovarius?
    Twisted Sister?
    ZZ Top?

    E para fechar: Heaven And Hell (aquela banda com o Dio e mais “uns caras” do Black Sabbath)…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Mr. Presidente,

      Ótimos comentários!

      Apenas discordo parcialmente da inclusão de Jeff Beck (que já foi considerado ao lado de Page e Clapton um dos maiores “Deuses” da guitarra nos 60/70 e vendia “rios” de discos então – sendo escolhido pela Rolling Stone como o 5º melhor guitarrista do mundo no top 100 desta publicação), mas que realmente perdeu força comercial desde os 80 – havendo de se relevar que ele foi para uma linha instrumental jazz-rock – que por si tem um público bem segmentado, e também do YES, que, diferentemente do Gentle Giant por mim citado (que também é considerada uma das maiores bandas de Prog Rock tradicional do mundo, mas não teve uma distribuição comercial de LPs a nível mundial), fez muito sucesso comercial nos 70/80, culminando na “coroação popística” com a entrada do guitarrista Sul-africano Trevor Rabin e o lançamento de “Owner of a Lonely Heart”. Mas tal virada para uma linha mais new-wave (preponderante no mercado daquela época) aparentemente atraiu apenas um público “passageiro” e acabou até espantando os fãs mais radicais.A banda acabou retomando a linha Prog/composições longas com a volta de Steve Howe nos anos 90, mas realmente nunca mais teve vendas exorbitantes, como o Pink Floyd pós-Waters.

      Quanto aos outros possíveis citados por você, todos válidos!

      keep findin’

      Abilio Abreu

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      • Esqueci de comentar… O Journey é uma banda que trabalhou pouco a publicidade e tem muito cara de “american band”. Acho até que recebe um certo preconceito com relação a isso.

        Merece mais atenção… Tem MUITOS discos … O primeiro é de 1975. Talvez tenha sido ofuscado por outras “americans band” que surgiram… Enfim, merece uma tese.

        Abs,

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      • Grande Abílio, sempre perfeito nas considerações e argumentações. Veja que os exemplos que citei, até porque não está exatamente estabelecido um critério, foi puramente por bandas ou artistas que não são assim tão conhecidos para a maioria das pessoas…

        E claro que você tem absoluta razão no comentário, mas aí temos de separar as coisas, afinal, se sairmos perguntando na rua sobre Jeff Beck, o que escutaremos?

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

        Like

    • Abusando: Dream Theater?

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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        • Aí acho que foi demais, Abilio… a banda é multiplatinada… mas será que o povão conhece mais que Is This Love?

          Cadê o Rolf? Um outro sentido para “ONDE ISSO AQUI VAI PARAR?”

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

          Like

          • É que o Dream é xiiticamente idolatrado pelos músicos velocistas de plantão… Então vou dar uma ré no Whitesnake e, na linha, citar a Bad Company. Concordam?

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            • Mas aqui não é para falar de idolatria… e sobre o Bad Company, concordo, se encaixa perfeitamente na proposta do post…

              E notem que o post pede “segundo escalão mas que são de primeira” e nem todas que eu citei (pelo menos como dúvidas) se encaixam para mim…

              [ ] ‘ s,

              Eduardo.

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              • O Bad Company eu fiquei com duvidas, pois sempre ouvi falar muito da banda e acredito ter sido um verdadeiro sucesso no inicio da carreira – e sim, os musicos são muito bons. Acho que estourou naquela época – cabe a discussão.

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                • Você está certo Eduardo… É complicado pra mim mesmo no caso do DT separar a idolatria da “comerciabilidade”, mas aproveitemos para ver as certificações da banda:

                  RIAA gold and platinum certifications

                  Images and Words (Album) (Gold) – February 2, 1995
                  Metropolis 2000: Live Scenes From New York (Video Longform) (Gold) – November 8, 2002
                  Live at Budokan (Video Longform) (Platinum) – January 26, 2005
                  Live in Tokyo/5 Years in a Livetime Video Longform (Platinum) – March 22, 2006
                  Score (Video Longform) (Platinum) – October 11, 2006

                  Other platinum and gold certifications

                  Awake (Platinum) (Japan)

                  Como vemos, a maioria são videos/live, o que mostra que o público-alvo prefere gastar seu dinheiro pra ver a banda, mas do que pra ouvi-la apenas, interessante… pode gerar discussões…

                  keep dreamin’

                  Abilio Abreu

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                  • Interessante análise mesmo e o que eu acho é que é uma banda de nicho mesmo, com seguidores extremamente fiéis… mas não adianta, não tem nome grande fora do eixo das pessoas que gostam do que gostamos – e mesmo que ouve rock sem muita “dedicação” a se aprofundar, talvez no máximo “tenha ouvido falar da banda”…

                    Consideremos as gerações acima dos 50 anos, hoje… o cara já ouviu falar de bandas como MetallicA ou Guns ‘N Roses, mas talvez não de Dream Theater…

                    [ ] ‘ s,

                    Eduardo.

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                • Remote, o grande público não ouviu falar muito de Bad Company… talvez tenha sido um “quase”, mas não dá para considerar que é uma banda conhecida como os nomes gigantes…

                  É banda de segunda escalão com qualidade de primeira, para mim…

                  [ ] ‘ s,

                  Eduardo.

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    • Fala Edu,

      que belíssima contribuição!!!

      Vamos lá:

      Armored Saint (concordo muito)
      Jeff Beck (concordo com Abílio)
      (*) Myles Kennedy and the Conspirators
      Quiot Riot (será)
      UFO (concordo muito)
      Uriah Heep (concordo muitíssimo)
      Yes (até acho que chegou ao primeiro escalão)

      Elegíveis

      Accept? (apesar de não curtir, concordo, na Alemanha, quem mandou foi o Scorpions)
      Europe? ( apesar do belíssimo disco do podcast acho bem irregular)
      Helloween? (… boa lembrança)
      Mercyful Fate? (acho que alcançou)
      Poison? (teve seu momento… one hit single)
      Saxon? (não curto)
      Testament? (este é um caso de “classificação”… rsrsrs fica atrás do Big Four)
      Stratovarius? (concordo… mas acho que o Symphony X é melhor)
      Twisted Sister? (boníssima lembrança)
      ZZ Top? (sofreu preconceito por causa do visual, grandes músicos… Especialmente no blues)

      O caso do Heaven N´Hell eu considero um Black Sabbath com acessórios … Caso para ser discutido em podcast.

      Valeu!

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      • Vou emitir os tais comentarios

        Armored Saint – Um começo irregular, e ótimos discos a partir do Symbol of Salvation – com um leve hit – (last train home). A banda não deve nada para os grandes de HM e tem um vocalista diferenciado, que foi para um dos Big Four em determinado momento (anthrax). Considero de primeira mesmo.

        Jeff Beck – Um gênio que procurou fazer arte e daí ficou com o lado comercial comprometido. Também considero de primeira, mas não de fácil digestão.

        (*) Myles Kennedy and the Conspirators – Aqui preciso conhecer mais.

        Quiot Riot – Alguns super hits nos anos 80, incluindo as covers do Slade (SLADE também???). Acho que faltam outras boas composiçoes. O Metal Heath é um bom disco – mas não é um super album coeso. – Eu retiraria. Acho que o WASP e Twisted Siser vão na mesma linha.

        UFO – Calcada no talento de MS, tem grandes momemtos e albuns nem tanto – fica dificil avaliar pois no Brasil não repercute tanto. Acho que encaixa.

        Uriah Heep – Eu pensei neste também , mas acho que num determinado momento foi de primeira – La nos anos 70 era grande destaque ( vamos considerar o entorno dos anos do Demons and Wizzards)

        Yes – Também classifico como grande escalão e fez muito sucesso em duas fases bem distintas – os anos 70 na fase forte do prog (algo enre 71 e 75) e depois no retorno com o Mega Hit Owner of a Lonley Heart.

        Lista de POSSÍVEIS bandas que poderiam fazer parte da lista – requerem talvez uma análise mais profunda:

        Accept – Nunca consegui gostar muito dessa banda, mas reconheço que tem bons musicos. O Vocal me desagrada – na minha superficial avaliação eu não considero destaque.

        Europe – Acho que cabe, tem ótimos musicos e bons discos.

        Helloween – Idem ao Europe, sem o tal Hit mundial, mas com musicos influenciadores e excelentes e um vocal diferenciado – na primeira fase. Desde a saida de Kiske não me agrada mais.

        Mercyful Fate – Acho que falta um pouco de longevidade, e o Vocalista partiu para carreira solo. Não sou fã do estilo, mas reconheço que influenciou muita gente. Acho que cabe aqui.

        Poison – Apesar dos hits e sucesso não gosto da banda, acho fraca.

        Saxon – O inverso do Poison. Boa banda, ótimo vocal, estio influenciador e poucos htis. Acho que se encaixa na proposta.

        Testament? Stratovarius? ZZ Top? – Precisaria conhecer mais – tem boa reputação, mas nunca me interessei muito por ela – Fica dificil avaliiar – Deixo para os universitários.

        Twisted Sister – como dito acimo, cabe no caso Quiet Riot, sendo que acho um pouco inferior em qualidade.

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      • Mercyful Fate alcançou mesmo? Será? O que credencia isso para sabermos?

        Eu acho que não…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  4. Vou dexiar exemplos e a seguir comento e também os outros exemplos dados:

    ARMORED SAINT – ja dito ai acima pelo Eduardo
    ALICE IN CHAINS
    DIO
    RAINBOW
    HELLOWEEN – ja dito ai acima pelo Eduardo
    SAXON – – ja dito ai acima pelo Eduardo
    UFO – ja dito ai acima pelo Eduardo

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    • Tem mais:

      BADLANDS
      KINGDOM COME

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      • Sim, pegando a lista do que já passou pelos podcasts vão saindo mais e mais…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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      • Badlands… Acho que tem várias bandas com mesmo tipo de som, por isso mais difícil de estourar com tantos “concorrentes”>

        Kingdom Come – não conheço suficiente para julgar.

        Abs,

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        • Então vamos lá, minhas justificativas:

          Badlands – Superbanda com Jake E Lee/Eric Singer/Ray Gillen – acho que um som calcado no Zep, com um pouco de modernidade, talvez um caso parecido com o Alter Bridge ou mesmo o ChickenFoot. Três otimos discos e nenhum grande hit. Considero que vale a pena perder (ganhar) tempo e apreciar – recomendo fortemente.

          Kingdom Come – Mais dificil analsiar – Tenho dois discos e gosto bem, mas é quase um clone Zepellin, apesar de bons musicos. Falta novamente um grande hit e é menos inovador que o Badlandas, que traz mais modernidade ao estilo e portanto agrega mais. Fico aqui em cima do muro – Que os universitários me ajudem..

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          • Kingdom Come – pelo menos pelo disco do podcast, por ser praticamente um clone mesmo, não acho que caiba… falando em podcast, tivemos aquela banda Orchid também clonando o Sabbath…

            Clones não deveriam entrar na análise, pelo menos é minha opinião de momento…

            [ ] ‘ s,

            Eduardo.

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    • Fala Remote!!!

      ALICE IN CHAINS (acho que alcançou)
      DIO (eu considero de primeiríssima!)
      RAINBOW (merece mais respeito… Uma das formações mais ph*** do rock)

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      • Vou comentar os meus tb.

        ARMORED SAINT – Comentado no comentário para o Eduardo

        ALICE IN CHAINS – Não obteve o sucesso das outras grandes do Grunge. Talvez hoje em dia esteja mais considerada, pois vem apresentado (como sempre apresentou) trabalhos coesos. Faltou um grande Hit, não acham? Comparando com Pearl Jam e Nirvana e até o Soundgarden é talvez a que menos estourou e a que considero melhor – Dai acho que encaixa na proposta.

        DIO – Muita dificuldade para dizer isso, mas apesar de ter tido momentos de superbanda, não sei se chegou ao estrelato. O que falar da formação de Holy Diver e Last in Line – um supergrupo. A enterna e infeliz comparação com o Ozzy traz o abismo na diferença do sucesso. Daí acho que encaixa?

        RAINBOW – O Rainbow somente alcançou um pouco de sucesso (principalmente nos EUA) quando saiu o Dio, e já no 2o vocalista substituito ((Lynn Turner). Considero o pior momento da banda, pois quando teve maior qualidade não era tão reconhecida (um relativo sucesso na Europa e Japão apenas). Pois é: O super grupo de Cozy Powell, Dio, Blackmore, Jimmy Bain/Bod Dayisley Tony Carey/David Stone/Don Airey acho que encaixa perfeitamente.

        HELLOWEEN , SAXON , UFO – Comentado no comentário para o Eduardo

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  5. Folks e Daniel, excelente tanto o post quanto as contribuições. Algumas eu preciso discordar, pois se a banda estourou (ainda que em um álbum apenas ), mas estourou de verdade, vale ? Vale isso, Arnaldo ? hahahhaha … O Quiet Riot vendeu horrores no primeiro álbum, mas daí foi ladeira abaixo. Será que vale ?

    Galera, Whitesnake não, tá … E também concordo com o Daniel na questão Dream Theater , a banda é venerada pelos musicistas e tem um grande apelo que eu não ousaria contestar.
    Eu vou citar uma aqui que achei estranha e até incrível o Daniel esquecer : Faith no More.

    Por fim vai uma menção honrosa ao citado Living Colour. Foi um dos maiores shows que assisti em tantos anos presenciando os gigantes no palco. Todas as 10 bandas são excelentes, mas ver o Living Colour no Rio de Janeiro foi uma das maiores experiências musicais que passei….

    Alexandre

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    • Dream Theater, é verdade… Nunca estourou… E digo mais: de repente nem estoure mais. Assunto pra gente conversar depois…

      Faith No More eu acho que estourou sim… E os shows que fizeram no Brasil nos festivais que eles tocaram foram concorridíssimos, ainda tocando faixa em rádio. Não sei.. Acho que chegou a ser de “primeira”.

      Quanto ao Living Colour tenho inveja… Soube que ele, em um determinado momento, tocou para 17 pessoas (sim, depois dá uma pesquisada) no interior de SP.

      Abs,

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      • Dream Theater – Pull me Under não estourou? Fico com dúvidas – a banda é tão reconhecida que fica difcil classificar como 2o escalão? Deixo aberto às discussões…
        E já aponto outro:

        TRANSATLANTIC – Musicos sensacionais e sucesso quase nenhum – Ok, Mr Daniel?

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        • Pois é… “Pull Me Under” é de 1991 mas não foi um hit absoluto. Entre os fãs de prog metal, sim mas muita gente não conhece a banda, muita gente MESMO.

          Ah, Transatlantic ou mesmo Liquid Experiment Tension, estes não tiveram NENHUMA chance, até pelas características do som.

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          • Opa, opa , opa….Vamos botar ordem na casa, isso aqui está me confundindo …Folks, muitas das bandas citadas acima no post tiveram sim uma ou outra canção de sucesso. De bastante sucesso, diga-se de passagem.Os álbuns, em sua maioria , venderam o suficiente para encher os bolsos do line-up da ocasião. Mas há exceções, senão vejamos :

            1) Toto : Rosanna e principalmente I’ll be over you são sucessos incontestes
            2) Journey : O Escape vendeu o suficiente para ser certificado com 9 platinas ( pela RIAA).
            3)Marillion : É até óbvio trazer o ululante aqui, mas Kaleigh é a música que fez a banda aparecer para o mundo
            4)Extreme : A já citada More than Words
            5)Living Colour : Aqui pelo menos a Love Rears its ugly head serve como representante. Mas há outras canções que tiveram notoriedade, como a citada Glamour Boys e também Cult of Personality e type
            6)Dave Mathews Band : aqui eu preciso de ajuda, reconheco minha ignorância
            7)Alter Bridge : Opa , aqui a coisa fica mais pela notoriedade no underground da banda do que propriamente por um hit.
            8) Chickenfoot : Idem ao Alter Bridge
            9)Mr Big : To be with you é a More Than Words do Mr Big, sem dúvida.
            10)Nightwish : Nemo é a que mais se destaca , mas também não é um sucesso no mainstream. Será que esta tem a mesma repercussão das baladas do Extreme e do Mr Big ? Eu particularmente acho que não.

            Assim, a lista original traz indiscutíveis 10 bandas que hoje participam de um segundo escalão, e são de primeira, mas eu traria como critério principal a atual representatividade das bandas no cenario musical e não uma ou outra faixa de sucesso. Algumas delas seria headliner em um festival de rock de importância hoje em dia ? Acho que este conceito talvez nos ajude a categorizar pelo menos que no primeiro escalão elas não se encontram. Agora, eu considero que bandas como o Transatlantic são de ” primeira”, mas eu não ousaria colocá-la nem num segundo escalão de popularidade. È coisa para o profundo conhecedor de prog. Talvez um quarto ou quinto escalão, dependendo do critério que possamos utilizar.

            E aí, até o Whitesnake, que poucas vezes fechou uma noite de festival possa sim ser colocada entre as bandas de primeira, mas pertencentes a um segundo escalão. E hoje em dia eu juntaria o Def Leppard neste bolo.

            Alexandre

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            • O Alexandre embolou tudo e agora precisamos de definições. Eu não imaginei o momento atual, e muito menos a possibilidade de ser Headliner. Eu apontei bandas que praticamente nunca ou num pequeno momento tiveram sucesso, mas não mantiveram por muito tempo ou não se consolidaram como mesmo sem um disco de sucesso, no topo. Aí cabe isso tudo que o Daniel colocou (Journey, Toto, Mr. Big, Extreme e etc…)
              Se for pensar em hoje sobra pouca coisa de atual com grande sucesso – aliás talvez não sobre nada. A reputação da banda é que a mantém como uma Headliner ou considerada de primeiro escalão.
              O Marillion não é de primeiro escalão, mas de primeira qualidade quase em todo o momento de sua carreira.
              As que apontei acredito que também, em toda ou quase toda. Eu não considero o Quiet Riot de primeiro escalão, embora Metal Health e Cum On Fell The Noize foram super hits. Neste caso também não considero de primeira (qualidade).
              E gostei também da Inversão do Abílio – Vou comentar o Ramones lá abaixo.
              E deixo mais outra de primeira qualidade e não de primeiro escalão (usando o que disse acima):
              KANSAS.

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            • B-Side, comentário formidável e eu acho que nenhuma das bandas originais do posts teriam calibre para serem headliners de um festival de grandíssimo porte… não conheço a DMB em nada, então não sei se alguém discorda para ela, mas de resto, mesmo também não sendo profundo conhecedor de nenhuma, acho que não daria e muita gente acaba sabendo cantalorar um determinado hits mas sem saber nem a banda…

              [ ] ‘ s,

              Eduardo.

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      • Eu concordo com o Daniel sobre o Faith No More, acho que atingiu, sim… mas atingiu tendo como um dos grandes sucessos uma música cover… mas atingiu…

        Enfim, é polêmico… eu acho que deu, mas não estaria errado dizer que não também, é apenas minha opinião…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  6. Agora vou dar um big-twist nesse post e gerar uma nova polêmica: e as bandas de “primeira” que são de “segunda” (ou “terceira”, “quarta” e ladeira abaixo)? Ou seja, “palheira” que faz muito sucesso…

    Pra começar, três exemplos simples e diretos: The Doors e U2 e uma tal de Rolling Stones! (acabei de colocar minha cabeça a prêmio com certeza – gosto de viver perigosamente!)

    keep wonderin’

    Abilio Abreu

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    • E concordo com os três exemplos – e vamos para a guilhotina…

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    • Sim, o inverso existe, concordo… Mas não acho que The Doors tem esta moral toda…

      Aqui no RJ numa casa famosa – hoje fechada – chamada CANECÃO, tocou para menos de 500 pessoas na turnê com Ian Astbury. Tudo bem que a ‘substituição’ foi meio, “sai o Jordan Rudess e entra o Daniel Junior”, mas mesmo assim, se a banda tivesse seu nome consolidado teria MUITO mais gente.

      Quanto a U2 e Rolling Stones estou pronto para descer a guilhotina. Posso ?

      Minha contribuição no quesito fica com The Who.

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      • Daniel e Galera, eu preciso imergir no The Who – é uma dívida minha, assim como para os Rolling Stones, que depois dos deveres de casa do Podcast sinto que tentei cumprir – pelo menos conhecer os principais albuns e perceber que não é minha praia.
        Preciso fazer o mesmo com o The Who, tenho razoavel noção da banda, infelizmente ou não, não estava ativa quando conheci o Rock n Rolll e agora acredito que meu olhar mais crítico talvez dificulte uma boa percepção.
        Vou lembrar que o Uriah Heep era uma outra dívida e que hoje encontro bons motivos para gostar de pelo menos o material clássico da banda. Comprei recentemente o Demons and Wizzards e gosto bem do disco.
        Sobre o The Who, minha percepção atual é de acreditar que o trabalho da cozinha, apesar de nada ortodoxo é bem interessante e que influenciou bandas que estão inclusive listadas aí acima, como por exemplo o Mr. Big.
        Fico devendo essa, por enquanto…

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      • Bem, depois dessa de U2, Doors e Stones, já tinha 7 galinhas pretas mortas na frente da minha porta na hora do almoço e já recebi 7 e-mails com ameaça de morte… (isso, o fatídico 7!)

        Agora pinta o The Who na lista negra (que surpreendentemente terei que concordar Daniel!)

        É hoje que o MHM sai do ar… Seremos banidos da net se continuarmos com isso! Hahahaha!

        Vou adicionar mais uma: Ramones (e não me venham com essa desculpa que punk rock tem que ser mal tocado, conversa pra boi dormir…)

        Já sei até qual o Presidente vai adicionar aqui…(lembra do último podcast?)

        keep cursin’

        Abilio Abreu

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        • Ramones é de primeiro escalão? Se for que fique com ele – eu (que já estou guilhotinado) não classifico como “de primeira”. Aliás nem Ramones, nem nenhuma do Punk – não sobra nada, The Clash, Dead Kennedys, Sex Pistols, Replicantes, e por ai vai..

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          • O Ramones é um caso bem particular, mas embora eu respeite, em minha opinião a banda não é de primeiro escalão… Ela tem uma importância para a disseminação do punk no território americano; até então o estilo era privilégio na terra da rainha. Outras bandas, bastante secundárias, irão fazer um som muito mais radical que eles, mas calcada no som dos caras. Definitivamente concordo que não são.

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            • Realmente ando confundindo a questão da idolatria vs sucesso comercial como parâmetro para o escalão… Assim como o Dream Theater é idolatrado pela alta qualidade de seus integrantes, o Ramones é adorado por muita gente, por motivos que nunca conseguirei entender…

              keep confusin’

              Abilio Abreu

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          • Concordo, nenhuma banda de punk é de primeira linha… Ramones ganhou uma moda impressionante no Brasil entre 2012 e 2013, que já enfraqueceu este ano…

            Os hits punks são, entretanto, indiscutíveis… não gosto também desta desculpa de serem simples e mal tocados, mas gente, tirando a questão da moda, não podemos negar a importância…

            Agora, que AS BANDAS não são de primeira, não são mesmo…

            Vou buscar uma armadura ali no museu…

            [ ] ‘ s,

            Eduardo.

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          • Deixa eu colocar um Link aqui para mostrar um abismo e nem vou falar mais nada….

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        • “Keep cursin'” foi sensacional, hahaha…

          Sobre a banda do último podcast, acho que nem preciso falar, mas são raríssimas bandas nacionais que consigam atingir algo relevante em termos mundiais atendendo qualidade e fama de primeiro escalão, se é que temos…

          Esta pode ser outra vertente do post…

          Sepultura é o primeiro e mais fácil nome…

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

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          • President,

            Eu não estava falando daquela famigerada banda nacional, mas sim da sua “amada” Coldplay… Lembro de sua rejeição quando a citei brevemente no podcast…

            keep coolin’

            Abilio Abreu

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            • Ahhhhh sim, o Coldplay… cara, esta banda é tão ruim que só lembro que existe quando existe um contato com ela. E olha que eu tentei ouvir alguns materiais dele, as sinceramente, não colocaria em termos de qualidade em nenhum ranking que mereça aparecer neste blog…

              Agora, sendo imparcial, ela mostrou que pode ser headliner de um festival, como já foi. Se é merecido, duradouro ou coisas do tipo, você já sabe minha resposta…

              [ ] ‘ s,

              Eduardo.

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      • The Who é uma das bandas que preciso de aprofundamento, mas ver o que o baterista faz ali atrás e a atitude da banda, tenho minhas dúvidas… requer mesmo conhecedores para falar melhor…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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    • Vamos meter fogo de vez por aqui nesta sugestão de inversão da proposta do post… e o Nirvana? E o Pearl Jam?

      Nirvana: falo isso pois talvez eu seja o único por aqui que considero de primeiro escalão e merece estar, talvez porque eu tenha crescido na época e escutei demais, e gosto ainda, mesmo que de uma forma diferente hoje… mas vocês vão discordar, eu tenho certeza…

      PJ: banda de um disco apenas? Depois, se supervalorizou? Banda hoje considerada de “moda”? Eu gosto e aprecio demais os hits, mas valeria ser considerada “de segunda linha” em termos de qualidade?

      Vou buscar o extintor de incêndio e já volto…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Eduardo,

        quando você diz que gosta e aprecia os hits tem mais liberdade ainda para opinar o que opinou.. Eu sou fã dos dois, mas na brincadeira da inversão (gente estamos falando de música! nada de trocadilhos infames…kkk) Nirvana, tecnicamente, é MUITO inferior ao Pearl Jam…

        … e sei que é um exercício de futurologia mas, mesmo entre nós, Cobain já teria terminado com a banda faz tempo. O cast do PJ é forte e formado por músicos e compositores muito competentes.

        Acho até que Dave Grohl, o nosso querido arroz de festa de todas as ocasiões, tem MUITO mais talento que Cobain, que fora escolhido pela imprensa justamente pelo seu jeitão ‘who cares’ para mídia.

        Em termos de “primeira” e de “segunda”, acho que Pearl Jam é melhor, para não desvirtuar do assunto.

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    • E o Ozzy? Xiiii… merece mesmo ser de primeira?

      Eu acho que sim, mais pelos lineups vencedores que acompanharam-o sempre…

      Procuro um bunker?

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • A carreira do Ozzy rendeu ótimas turnês… e tirando ali a meiuca entre o No More Tears e o Ozzmosis, acho que não somente ele como o line-up apontado, continuam com relevância.

        Se a gente colocar na roda outros frontmans aí talvez o bico pegue, como o Coverdale, Plant, Frampton… (aliás, você já viu um vídeo em homenagem aos Beatles com Peter Frampton e Steve Lukather na guitarra?)

        Tema a ser explorado a esmo.

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      • Quando falo de Ozzy, me vem a tona a banda que o acompanha, senão ficava esquisito aqui. E mérito para ele e sua manager. Don Airey, Bob Daisley, Trujillo, Rick Wakeman, Castronovo, Tommy Aldridge, Randy Rhoads, Zakk, Jake E Lee
        E sucesso também nunca faltou, seja pelas polêmicas ou pela música (principalmente na primeira fase)
        1o escalão e banda de primeira.
        Aliás este Post tá bombando…

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    • Quando a brincadeira é invertida, aí o gosto pessoal entra com tudo, diferente da proposta original do post…

      U2: nem preciso falar, preciso? É banda de terceira qualidade, nem de segunda. Idem para The Doors.

      Mas os Stones e seus hits, não… tem atitude, foi revolucionária, e mesmo sem a gente até agora não achar um disco de estúdio que seja o álbum de apresentação, a coleção de hits durante as décadas fazem ela ser de primeira…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Nada pior que o The Doors de todos citados (lá vem de bazuca para cima…) Mas ter atitude e ter hits – nem vou citar aquela brasileira da discórdia total…
        Os Stones estão fora, senão ponho o nome da brazuca aqui e apesar de sucesso apenas nacional, cai na mesma cilada…

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        • Mesmo eu que sou fã da banda que você está falando, reconheço: não, não é de primeira, mas quando a gente diz que uma banda é ou não, estamos classificando segundo a força da sua obra e neste aspecto eu estou tentando (é muito difícil) ser razoável, logo, U2 e Rolling Stones possuem uma força histórica que eu – ao menos – considero incontestável.

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          • Daniel, entrei na fase confusionista neste post. São duas definições que preciso
            1) 1o escalão – bandas consagradas pelo sucesso alcançado. Um hit aqui ou ali não necessariamente define a consagração. Todas ou boa parte das 10 bandas que propôs inicialmente não ficaram consagradas, algumas tem um ou poucos hits de sucesso.
            2) Bandas de primeira.: São bandas com qualidade inquestionável. Ainda não comentei as 10 neste aspecto, mas entendo que todas ou boa parte são.
            Pensando desta forma comentei e sugeri muitas vezes.

            O Abílio propõs a brincadeira da inversão, isto é: Bandas de sucesso (consagradas) que não são de primeira, Daí os exemplos do Punk, Ramones e os do The Doors, U2 e etc…

            Se não é nada disso, para tudo! Apago meus comentários, defina de novo e começo tudo outra vez!

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            • Fala Remote,

              sim: é isso aqui que você escreveu –

              2) Bandas de primeira.: São bandas com qualidade inquestionável. Ainda não comentei as 10 neste aspecto, mas entendo que todas ou boa parte são.
              Pensando desta forma comentei e sugeri muitas vezes.

              Lembrando que o torna uma banda “de primeira” são vários fatores, incluindo a obra. Daquelas comentadas no texto original, Toto, Journey, Living Colour, DMB, todas possuem excelentes discos, alguns conceituados pela crítica, pelo público (secundário) e ignorado pelo povão…

              Mas você tem razão de ficar confuso.

              Daniel

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              • Valeu Remote e Daniel por acharem um certo consenso no critério de avaliação.

                Então, para “separarmos o joio do trigo”, as perguntas seriam as seguintes:

                1) Os músicos da banda tocam bem?
                2) A banda faz/fez sucesso comercial?
                3) Independente do sucesso comercial, há uma legião de seguidores?

                Porque fora isso, confesso que ao meu ver, existem bandas ruins que mesmo assim lançaram ótimas canções, por exemplo: “Bad” – e porque não “Sunday Bloody Sunday”? – do U2, “People are Strange” do The Doors, e assim em diante…

                keep classifyin’

                Abilio Abreu

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                • Então Abílio… Aí que tá uma das questões: fica difícil achar no meio de uma discografia de 12 discos apenas “Bad” ou mesmo “Sunday Bloody Sunday” como grandes canções do U2…

                  “One” talvez seja uma das músicas do universo POP que recebeu mais reverência por parte dos outros universos, vide a quantidade de regravações e citações que já recebeu desde que foi lançada.

                  MAS,

                  levando em consideração os músicos da banda, não, U2 não é uma banda “de primeira” em uma observação sem acuidade; no entanto, ninguém pode descartar The Edge como o dono de um estilo, um músico cuja a utilização do delay passou a ser modificada a partir do jeito dele tocar…

                  Somados isso a grande obra da banda (especialmente nos três primeiros discos) para mim é loucura classificar U2 como uma banda de terceira. Valores pessoais, ok, mas é preciso dar o braço a torcer. Os caras quebram recordes de faturamento a cada turnê, mesmo com discos irregulares desde 2004…

                  Isso não é uma defesa passional é para trazer uma certa razoabilidade para o contexto.

                  Com relação aos The Doors eu o classifico como uma banda ‘cult’ por conta do seu vocalista performático e com todos os estereótipos do rock and roll mas analisando o conjunto da obra, não, The Doors nunca foi banda de primeira.

                  Daniel

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                  • Daniel,

                    Apenas esclarecendo… Não acho “apenas” as duas do U2 por mim citadas boas, mas só as coloquei como exemplo mesmo, a “Bad”, que é uma música mais lúgubre e alternativa, e a “Sunday”, que foi a música que acredito ter impulsionado a carreira do U2 a nível mundial.

                    Concordo que os três primeiros discos, são os melhores, enquanto que “Unforgettable Fire” é passável e já não gosto mesmo a partir do “Joshua Tree”, e muito menos ainda da imagem vendida pela banda em “Rattle and Hum”, que foi quando fui ao cinema assistir e sai bem desanimei com o futuro banda, que provou que eu estava certo (Zooropa crap and on and on…).

                    Confesso que o The Edge, apesar de não ser um super guitarrista, foi revolucionário ao popularizar as frases de guitarra com bastante delay (digo popularizar, porque não era nada de novo, vide todo o trabalho de David Gilmour no The Wall, que musicalmente ainda dá de 1000 a 0, e tem muita mão de Daniel Lanois e Brian Eno nos discos do U2…) Mas isso fica bem claro no filme “It might get loud” aonde The Edge assume esta suposta “inferioridade” am termos de conhecimento musical perante o duvidoso Jack White e o incontestavelmente lendário Jimmy Page…

                    E devemos admitir que o Bono canta muito… pra quem canta, sabe como é difícil o que ele faz… Mas nada disso muda a “palheira” generalizada em termos da qualidade real dos músicos.

                    E o The Doors é, ao meu ver, realmente muito inferior às bandas dela contemporâneas, se você pensar que, pensando apenas em USA, por exemplo, Hendrix já estava apavorando naquele momento histórico…

                    keep damnin’…

                    Abilio Abreu

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                  • Muito boa ponderação do autor do post!

                    [ ] ‘ s,

                    Eduardo.

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          • Eu concordo… há de se separar as coisas e com a proposta original do post e mesmo nos desdobramentos que tivemos por aqui, acho que todos tiveram o cuidado de fazer isso, o que foi muito legal e agregou bastante.

            [ ] ‘ s,

            Eduardo.

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    • Vamos misturar os 3, sendo 2 fazendo cover do The Who….acho que ficou bom, são bandas de qualidade.

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  7. Sim, o Bono não é mais o mesmo…
    mas quem é ?

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  8. Agora, ao terminar de ler este post e seus comentários, tomo uma decisão: vou botar em dias os posts e nunca mais deixarei atrasá-los. Não vai dar pra tratar de todos os temas discutidos em profundidade aquim as vou tocar em alguns:
    – 10 bandas originais do post: não conheço bem Toto, Journey,Dave Mathews Band e Mr. Big. Com exceção de DMB que, pelo exemplo, me pareceu um pouco pop e até um pouco folk com pitadas de Country pro meu gosto, vou buscar me aprofundar nas outras bandas. Das outras, fiquei com vontade de ouvir novamente especialmente Chickenfoot. Quanto ao Nightwish, tenho um amgigo, conhecedor da boa música que considera Once de 2004 un dos melhores discos dos últimos 10 anos. Afirmação forte.
    – Quanto as sugestões de acréscimos a lista, pelo meu conhecimento, acredito que UFO, Uriah Heep, Saxon e ZZTop são bandas que receberam menos reconhecimento que mereciam. Das outras ou não Conheço bem (Armored Saint, Yes, Helloween, Poison, Testament, Myles Kennedy and the Conspirators) ou teve bom reconhecimento (Jeff Beck), ou ainda não tiveram mais reconhecimento e nem mereciam ter, hehehe (Quiot Riot, Europe, Mercyfull Fate, Helloween, Stratovarius, Twisted Sister).
    – Ainda sobre a proposta inversa feita pela Abílio: U2 e Doors, entram na lista sim, são supervalorizadas. Nirvana também, pelo amor de Deus. Para mim (desculpa presidente) é uma cria da MTV. Sugiro outras: Beach Boys, Velvet Underground, Bruce Springsteen, REM, e me arriscando a ser exilado para outro planeta, Bob Dylan… Já Rolling Stones e Ramones não botaria nesta lista. Stones já cansei de defender aqui (sem sucesso, hehehe) mas a qualidade deles para fazer músicas de sucesso é impressionante. Já Ramones, faço um desafio vocês ouvirem ao disco “Rocket to Russia” duas vezes seguidas e não ficarem assoviando 5 músicas da bolacha. As músicas são para lá de simples, mas não é só a complexidade de uma música que dá o seu valor.

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    • Xará, especificamente quanto ao Nirvana, apesar de eu gostar até hoje, realmente hoje após 2 décadas do fim dela e também após tanto aprender com vocês, não a coloco com a valorização que ela ainda tem. Dela saiu um cara inteligente, que fundou uma banda de relativo sucesso (Foo Fighters) e quanto a Kurt, continuo o achando diferenciado, de atitude, mas não traz o nível de qualidade de um Alice In Chains da vida. Então, entendo e respeito o que você diz com tranquilidade, mas eu gosto das músicas deixadas pela banda.

      O desafio dos Ramones poderia ser aceito pelo grupo aqui, inclusive por mim, pois eu colocaria no tal grupo supervalorizado, também… e sou mais uma voz contigo quanto aos Stones, mas somos minoria, hehehe…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  9. Uma pena que fiquei de fora desta discussão!

    Mas digo uma banda que acho que entraria nessa: TOOL. Ótimos instrumentistas e um estilo diferente de compor.

    Vai um link:

    Abraços!

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  10. Endosso o coro dos ignorantes pelo TOOL, Glaysson. Poderia indicar um álbum ou faixas para melhor conhecê-los ? Achei o som bastante promissor para uma pesquisada maior.

    Alexandre

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  11. E caso seja verdade – ou melhor – se confirme a informação do jornal Destak, repercutida no Whiplash, teremos oportunidade de assistir à banda apontada pelo post como uma das melhores da Europa.

    http://whiplash.net/materias/news_811/210987-rockinrio.html

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  12. Li somente o post, portanto terei que voltar outro dia para dar uma resumida no que foi dito….discussão para mais de metro heim?
    De cabeça, se pensar muito, coloco estas:
    Iron Butterfly, Canned Heat, Traffic, Budgie, Atomic Rooster e Lucifer´s friends.

    MC5 (Motor City Five) talvez possa ser questionada pela curta duração da banda 1964-1972, onde incluo também Janis Joplin e Jimi Hendrix.

    Pentagram, a versão Black Sabbath dos americanos.

    Em uma linha mais “barulhenta”:
    Merciless (Suécia), Artillery, Sabbat (banda japonesa), Coroner, Grave Digger, Voivod e Witchery.

    Falaram do Chickenfoot, então vamos ao vídeo da versão cover do Deep Purple…gostei do que vi.

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