PRÉ-SHOW:
E deu tempo de publicar isso antes? Deu nada. Nessa chuvosa noite de quarta em São Paulo (ah, não), vamos fechando o primeiro mês do ano com a primeira cobertura de show gringo por aqui.
Esse show não estava nos planos e a compra do ingresso se deu praticamente de última hora – aquele “chamado”, o incômodo de pensar que o Slash tocaria uns 45 minutos de casa em lugar fechado e acessível de metrô. Ainda, por ser cliente Santander, consegui comprar o ingresso com bom desconto. E cá estou.
Não vi setlist, mas lembro que depois que “Not In This Lifetime” virou “In This Lifetime”, Slash, Myles e cia voltaram as atenções para o repertório dos The Conspirators, entre outras coisas como alguns covers inusitados. Guns, mesmo, não vou criar grandes expectativas… o que vier, é lucro.
Será um prazer novamente ver o que considero ser o último verdadeiro guitar hero ainda geração 1980 – depois disso, não consigo lembrar de outro.


No palco, a banda de abertura – Velvet Chains – fazendo um hard rock de boa qualidade, com cover de Suspicious Mind tendo sido executado a pouco.

Faltando uns 40 minutos para o Slash, o movimento da casa é muito bom, ambas pistas já cheias, a Premium mais, e muita gente entrando ainda.
E passou o Nando Machado (Viper) por mim agora… mas ficarei devendo a evidência, hahaha.
Vamos que vamos!

O SHOW:
Vestindo uma camiseta do Aerosmith, Slash e cia subiram ao palco sem atraso após a boa banda de abertura fazer seu curto set. O setlist ficou dentro do esperado – após o retorno de Slash ao Guns, a banda da noite voltou a focar em seu repertório, e não da banda principal de Slash.
Dessa forma, os fortes álbuns Apocalyptic Love e World On Fire foram, combinados, as bases do set, mas o 4 foi o que teve mais música, afinal, era o álbum foco da tour, lançado em 2022. O set foi completando por poucas outras da carreira solo e um alguns esperados covers – sendo, pelo menos para mim, um mais inusitado com o clássico absoluto do Elton John – que, pelo menos ao meu ver, ficou meio esquisito (vejam – não ficou ruim – Myles segurou bem a voz enquanto Slash sentou para “slidar“.
Vocês poderão ver os 3 covers da noite em vídeos abaixo – inclusive da única música do Guns da noite (viva, B-Side, abra seu sorriso aí).
De resto, acho que é chover no molhado. Um privilégio ter o que considero o último guitar hero da história mais uma vez por nossas terras. Slash, com já incríveis 58 anos, continua tocando com gosto e com uma vontade que são impressionantes – parece um garoto começando e querendo se provar. A sua pegada continua impecável, o timbre é o característico e inconfundível, bem como toda as dancinhas de sempre. Ver um show com ele em sua banda solo também é uma oportunidade de vê-lo empunhar diferentes tipos de guitarra que não temos em nossas memórias afetivas normalmente vendo-o no Guns, como Flying V. No final, é um verdadeiro deleite visual e sonoro para quem curte as 6 cordas. E, claro, os solos estendidos continuam – um deles durou inclusive mais de 10 minutos. Palavra de Slash! Todos – GRAÇAS AO SLASH!
Não posso finalizar sem elogiar o restante da banda, claro, Myles também mal precisa de credenciais – o que vale ressaltar é o alto nível que ele continua em sua performance. Bateria, outro espetáculo. O baixo foi competente, mas não chegou a me chamar muito a atenção – mas, nesta banda, realmente fica difícil, não por conta da qualidade do músico…
Que venham outras visitas desta ótima banda – típico show que realmente vale a pena.








































[ ] ‘ s,
Eduardo.
Categorias:Agenda do Patrãozinho, Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Guns N' Roses, Instrumentos, Músicas, Resenhas, Setlists, Viper
Excelente, presidente. Traga suas impressões, por gentileza…. Um show menor hoje me interessa muito mais que as grandes estruturas , deve ter sido uma boa opção.
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Nao vi se ja saiu a segunda parte
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Rolfístico, esse post será único (combinando pré-show e o show), como diz o título dele. Falta só o tempo, mas logo sai mais coisas por aqui…
[ ] ‘ s,
Eduardo.
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