Nada como um Hard Rock para salvar o (meu) dia

Mas cadê o post das 500 mais da Kiss de 2025?

Caro leitor, saiba você, que esse ser que vos escreve acaba de voltar de viagem de férias em Foz do Iguaçu, no Paraná, em visita aos principais pontos turísticos que a tríplice fronteira pode proporcionar e que duas crianças (sendo uma de dois anos de idade) permitem você fazer.

Eu nem vi ainda a lista de quem esteve esse último ano nas 500 mais votadas da Kiss FM, mas trabalharei nisso ainda!

Só que eu gostaria de deixar registrado a minha ida ao Paraguai, que eu nunca tinha visitado. Tem um amigo aqui do prédio que vive falando que o Paraguai isso, o Paraguai aquilo e, vencido pelo convencimento, em um dia de sol daqueles bravos, pegamos uma van até a cidade divisa com Foz do Iguaçu, Punta del Este, para visitar o tal Paraguai.

Rapaz, mas que zona que é aquele lugar hein! Pensa em uma 25 de Março (para quem é de São Paulo), só que mais suja, mais populosa, sem sinalização nas ruas e sem calçada! Sim, sem calçada, que são tomadas por lojinhas de ambulantes! Não precisou de muito tempo para a minha mulher começar a descarregar a raiva dela por ter trazido ela e as filhas para aquele local, que, com o câmbio na casa dos R$ 5,50, não traz tantas boas opções de compras. A única coisa que realmente valia a pena trazer era bebida, item muito barato por lá.

Mas o que eu quero trazer aqui é que ao final do dia, o shopping ponto de encontro para voltar ao Brasil tinha uma Hard Rock. Acho que todos aqui conhecemos muitas Hard Rocks e esquecemos de colocar elas no blog, devido ao fato que qualquer ponto turístico tem uma delas, virando uma carne de vaca e atrativo financeiro.

Eu, que faço parte de 1% da população que vai a uma Hard Rock pela memorabilia, tenho algumas ressalvas que me chamaram a atenção.

Primeiro que o local é extremamente limpo, o oposto de todos os locais que visitamos (com exceção também do Shopping China, que foi reformado). Mas, mesmo sendo um local bem pequeno (praticamente um bar de média proporção ao invés dos restaurantes que temos nos grandes Hard Rocks), esse ai do Paraguai ganhou dos Hard Rocks da Argentina (Buenos Aires) e Chile (Santiago), que tive a oportunidade de visitar em outros momentos.

No Paraguai, encontrei uma guitarra autografada pelo Bon Jovi, um baixo do The Cure, também autografado e um violão do Jonnhy Cash. O resto era vestimentas, que não me chamam tanta atenção. Nos países vizinhos, me lembro que os instrumentos eram bem mais voltados à bandas mainstream, como o U2 (que nem é rock, vamos lá né) e também havia destaques para artistas como Shakira (aff…).

E uma outra coisa que eu tiro meu chapéu era que no local, além de clássicos do rock, também teve rock latino. Foi a primeira vez que ouvi rock cantado em espanhol em uma hard rock, o que foi algo muito relevante para a viagem e que só eu devo ter prestado atenção dos turistas que comiam por lá.

Na lojinha, que não tirei foto, pois a família me empurrava com toda a vontade para o ponto de encontro e sair dali, comprei uma camiseta básica pela bagatela de 270 reais! Foi-se o tempo em que algo era barato. Mesmo assim, esse Hard Rock salvou o meu dia lá no Paraguai! Para a minha família, nem isso valeu o dia.

Deixo aqui algumas fotinhos do local. Enquanto esse câmbio não baixar bem, eis aqui um local que não voltarei…

Beijo nas crianças!
Kelsei Biral



Categorias:Curiosidades

Tags:

Deixe um comentário