Minuto HM em NY – Kiss: o “baixo machado” de Gene Simmons de perto… uma emoção… Hard Rock Café – ano: 2019

Nosso presidente aqui do blog, Eduardo Rolim, esteve várias vezes em NYC e já nos brindou com posts sobre uma dos maiores Hard Rock Cafe da franquia em termos de tamanho, que é a de NYC. Só a extinta Hard Rock do Rio de Janeiro seria maior que ele de todos que já visitei.

Acho que posso falar por todos aqui no blog: nós fazemos parte dos 5% de pessoas que vão aos Hard Rock Cafes para ver a memorabilia dos lugares, afinal, comer um hambúrguer ao lado da guitarra usada por Jimmy Hendrix ou por Tony Iommi é para deixar qualquer fã de rock and roll impressionado. Isso é o que me leva a ir nos HRCs. Em contra-partida, os HRCs são franquias e deixam artistas de fora, mesmo quando localmente eles são celebrados, como no de Berlim, que só possui uma guitarra do Scorpions lá. Uma pena. Mas business is business e assim são as coisas.

Voltando aqui, o baixo machado do Gene é algo que pra mim é sem igual na história do rock and roll e na história do instrumento. Foi uma sacada sensacional do nosso “poeta” de origem israelense naturalizado americano. Além de ser um baixista de mão cheia, Gene é um ícone do rock and roll e seu instrumento que retrato aqui é parte do seu personagem. Eu me ocupava de desenhar esse baixo quando tinha lá meus 10 anos de idade e vê-lo assim de perto foi emocionante para mim, daí a vontade de retratá-lo aqui nessa curta homenagem.

Recentemente falamos de Fits Like a Glove e foi muito engraçado…

Grande abraço

Rolf “Dio” Henrique



Categorias:Curiosidades, Instrumentos, Kiss

3 respostas

  1. Eu fui nesse Hard Rock faz 1 mês e ainda tenho que descarregar minhas 300 fotos. Você foi à sala ao lado da lanchonete principal? Lá ficam as baquetas de Eric Carr!

    Devo ter fotos de outros Hard Rocks que também tem o machado do Gene…ele é um clássico!

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  2. Muito legal o baixo do “poeta “…Virou um símbolo do cara, e o interessante é que ele só vai começar a construir essa imagem associada ao instrumento icônico quando a banda se encontrava no caminho descendente, em 79.
    Ver um instrumento de ofício do cara que é tão simbólico não tem preço.
    Imagino sim a emoção pra você.
    Que barato!

    Alexandre

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