Cobertura Minuto HM – Iron Maiden no RJ – Arena HSBC – 28/03/2011 – resenha

Estaremos abordando o show do Iron Maiden no Rio de Janeiro em 28/03/2011, tarefa esta que é normal e brilhantemente realizada pelo Eduardo, que infelizmente pelo adiamento do show, não pode comparecer. Faremos este relato também em função de nosso respeito pela banda, nosso blog e o nosso mentor e grande fã da Donzela de Ferro, o “chefe” Eduardo Yoda.

Do lado de fora - Uma Parte da Fila Interminável no Arena HSBC já mostrava a falta de organização para o evento.

Do lado de fora - Uma Parte da Fila Interminável no Arena HSBC já mostrava a falta de organização para o evento.

Da esquerda para direita - Remote, Rolf, Eduardo Yoda e B-Side antes da 2a fila para receber a pulseira da pista premium

Da esquerda para direita - Remote, Rolf, Eduardo Yoda e B-Side antes da 2a fila para receber a pulseira da pista premium

Inevitavelmente começaremos pela bagunça do primeiro dia:
No dia 27/03/11 chegamos ao local do show na hora marcada para abertura dos portões (18:30 hs) e nos deparamos com uma imensa fila para entrada nos “currais de boi” que davam acesso aos portões externos do ginásio Arena HSBC e todos os setores do show. Isto era apenas um prenúncio do que estava por vir na péssima e incompetente produção do show carioca da donzela. Depois de 2 horas de espera na fila e mais algum tempo para uma outra fila que servia para identificação dos que compraram ingressos para a pista premium, entramos na Arena. Chegamos à pista premium as 20:30hs. As 21:00h ainda não havia sido iniciado o show e percebiamos que todos os setores próximos a lotação completa, sem superlotação do local, mas ainda haviam pessoas entrando. No início da primeira música há o rompimento da fraca barreira que separa a pista premium do palco do show. Bruce Dickinson ainda no início da primeira parte da música pára de cantar e percebendo o problema de segurança, solicita para que todos se afastem do palco. A seguir, após a banda executar a música até o final, sem ser mais cantada por Dickinson, este informa que a barreira seria consertada para um novo início do show em 10 minutos. Após mais de 20 minutos há o retorno de Dickinson, juntamente a produtora brasileira do show, que informam que o show seria adiado para o dia seguinte, para que a barreira fosse reconstruída. Informam que os que não pudessem comparecer seriam reembolsados, não dando detalhes se o reembolso abrangeria o que fora gasto também em passagem e hospedagem do que vieram de outros locais do país. Depois de vaias e alguma revolta de uma pequena parcela dos presentes, não há o que fazer – apenas lamentar a péssima produção, sem a estrutura necessária para realização de show de uma banda do porte da donzela. Os links do acontecido estão na net – aqui está um:

No dia 28/03, lamentavelmente sem a presença do Rolf, Suellen e Eduardo, que não puderam comparecer devido ao adiamento, chegamos ao show sem problemas de acesso, devido apenas a diminuição do público na hora de abertura dos portões, já que muitos trabalhavam nesta segunda feira e chegaram mais tarde, o péssimo esquema montado para entrada se mantinha. Mas o assunto principal deste post precisa ser o show da Donzela, então vamos lá:
O pré-show começa com o playback de Doctor, Doctor, do UFO, como temos visto no Brasil já desde a Somewhere Back in Time Tour. Parece até que a música é do Iron, e não do UFO, tal a reação dos fãs. Segue-se então a introdução também em playback da primeira música do novo álbum, Satellite 15…The Final Frontier, com os telões mostrando Dickinson cantando os primeiros versos da canção, tudo em playback. Os intermináveis 4:38min que separam este playback dos primeiros acordes ao vivo são dignos de reação de suspense comparáveis ao filmes de Hitchcock e podem causar danos aos corações mais fracos dos mais fanáticos maidenmaníacos. Mas ao fim deste playback a banda já está se posicionando para atacar a segunda parte da música, para delírio de todos, e a seguir a banda emenda com o single El Dorado, este aberto com uma das características mais marcantes da banda, o baixo galopante de Steve Harris, recebido com igual histeria. O som no Arena HSBC não está bem equalizado, com a voz de Bruce Dickinson ainda um pouco baixa, assim como as guitarras.
É hora de clássico, e Two Minutes to Midnight, trazida por Adrian Smith em sua Gibson Les Paul Goldtop , interrompe a sequência de canções do novo álbum. Os 12 mil presentes, segundo informações extra-oficiais, cerca de 70 % do que havia no domingo, vão abaixo com a poderosa faixa do irretocável álbum Powerslave. A banda segue tocando The Talisman, aberta por um violão tocado por Janick Gers. Muito tem se comentado pela escolha desta música como parte do set-list, em especial pela sua longa e lenta introdução, e ela já foi reposicionada no show devido esta introdução criar um anti-climax, mas a galera acertou a escolha das cinco em cheio!. Talvez The Alchemist fosse uma escolha mais óbvia, por ser mais acelerada e é também umas das preferidas pelos votantes aqui do Minuto HM ou então Starblind, bem votadas na pesquisa feita aqui também! , mas num geral as reações são positivas pelo público carioca. Dave Murray se destaca com um ótimo solo de guitarra, ainda melhor do que o registrado em estúdio, utilizando também uma Gibson Les Paul algo nunca antes visto em seus mais de 30 anos no Iron Maiden.

Adrian com sua Goldtop e Dave com uma nova preferência pela Les Paul

Antes de Coming Home, Dickinson faz um breve e sarcástico comentário sobre a nova e “linda” grade colocada em frente ao palco. A música é cantada a plenos pulmões pela platéia, e sem dúvida torna-se um dos destaques do show. Como Adrian Smith havia trocado sua Jackson Strato, modelo que utiliza desde a turnê do Somewhere in Time, pela Gibson utilizada no início do show, temos novamente algo inusitado em todos os anos da Donzela de Ferro: duas Gibsons Les Paul juntas no palco. Os solos, divididos pela dupla, são sensacionais, ainda que o som da guitarra de Adrian ainda esteja um pouco baixo. Seguem-se a faixa título do álbum Dance of Death, aberta novamente pelo violão de Gers, e duas músicas do Brave New World, intercaladas pelo clássico The Trooper, outra catarse coletiva no HSBC Arena. Wicker Man e Blood Brothers são igualmente bem recebidas pelo público, e apenas em Wicker Man Dave Murray retoma sua Fender Stratocaster, parece que ele tem uma nova paixão pelas Les Paul. Bruce faz nova alusão ao incidente acontecido no domingo, mas desta vez comparando aos incidentes no Japão, antes de Blood Brothers, para aplausos de todo o público. O som dá uma considerável melhorada, já conseguimos ouvir bem todos os solos e o vocal de Dickinson está mais bem ajustado, mas num geral é um pouco baixo para os padrões de um show de rock.
Segue-se a ótima faixa que fecha o novo álbum, When the Wild Wind Blows, que é interpretada de forma emocionada por Dickinson, parecendo sentir toda a catástrofe de um desastre nuclear que a faixa descreve. Seu vocal continua em ótima forma, rendendo muitíssimo bem durante todo o show. Novo destaque tem o solo de Dave Murray, sem dúvida o melhor das 6 cordas na noite carioca. A banda segue com a ótima The Evil That Men Do, que tem a introdução tocada por Gers e Smith, este empunhando outra Jackson Strato. É impressionante o desempenho de Nicko McBrain com apenas um bumbo nesta música, acompanhando o galope do baixo de Harris, que canta todas as músicas, mesmo longe dos microfones. A primeira Eddie enfim aparece , como na capa do novo álbum, e leva todos ao delírio, em especial quando, depois de ir e vir no palco, resolve “tocar guitarra” ao fim da música. O show está chegando ao fim, com as obrigatórias Fear of the Dark e Iron Maiden. A primeira tem, como sempre, a maior reação do público carioca. Uma nova Eddie aparece ao fim da última música, mas desta vez muito mais monstruosa (nos dois sentidos que a palavra pode descrever). Assim como na turnê do Somewhere In Time, só se vê os dedos das mãos e a cabeça, esta perto dos 10 metros de altura. Ao fim da canção, Gers demonstra suas habilidades ao jogar uma de suas inseparáveis Fenders muito alto, entre várias acrobacias .
A banda volta para o bis com os dois clássicos do Number of the Beast, primeiro a faixa título, seguida da emocionante Hallowed Be Thy Name. Em Number, outro monstrinho mais encapetado aparece atrás do palco, no lado mais utilizado por Gers. O show termina com a ótima inclusão de Running Free, onde Bruce apresenta todos da banda, mas quase não tem tempo de apresentar Nicko McBrain, pois a banda acaba retornando para o refrão final e Bruce tem de se apressar para não se esquecer do baterista. Ao fim, peles de bateria e baquetas voam sobre o público e mesmo com a insistência do público carioca, não há novo bis. A saída do local do show é novamente desastrosa, com um engarrafamento colossal, combinando com a negligente e despreparada produção carioca.
O Iron Maiden mostrou que continua em plena forma e pode nos encantar ainda por muito tempo, somente esperemos que se houver esta chance, que se faça com mais respeito com o público, que fez a sua parte e agiu em sua quase maioria de forma educada mesmo diante da total falta de organização que vimos. Esperamos sinceramente que haja esta nova chance, mas que a estrutura que envolva um show desta natureza seja adequada à irretocável categoria da banda.
Up the Irons!!
Alexandre Bside e Flávio Remote



Categories: Cada show é um show..., Curiosidades, Instrumentos, Iron Maiden, Músicas, Resenhas, Setlists, Tá de Sacanagem!, UFO

39 replies

  1. Meus queridos, esse foi o relato mais FIEL que li sobre o evento, até agora. Acredito que venderam uma quantidade de igresso de pista superor a capacidade local, não houve uma organização compatível com o tanho do evento, temos que intender que num show do Maiden tudo tem que ser MEGA. Espero que eles voltem ao Rio de Janeiro, mas seja qual for a cidade eu irei, os meninos estão como VINHO, cada vez melhor.
    Gostei muito de vê a quantidade de pre adolecentes, mesmo que levados pelos pais que lógico são fãs da Banda, mas eles participaram, cantaram o tempo todo.

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    • Olha Miriam agradeço pelos elogios, e concordo – os meninos estão excelentes. Espero que voltem ao RJ, para um show mais organizado.
      Sobre a superlotação – não acredito que houve excesso de venda de ingressos para algum setor. Acho que a entrada poderia ter sido feita separandos os setores e por mais portões. A barreira era frágil, improvisada – uma lástima.
      E novamente concordo que a galera cantou bem durante o tempo todo, da pista premium ouviamos as letras cantadas – o publico conhecia a banda – e haviam muitos pré-adolescentes acompanhados pelos pais ou responsáveis. É bom ver que o público do Iron vem se renovando também.

      Vamos aguardar um retorno – estaremos lá !
      Abraços
      F.R.

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      • Sim, também acho que não houve superlotação, e sim super DESORGANIZAÇÃO. Qualquer casa que se preze faz a entrada separada por setores. Aliás, não são só as quem essas, QUALQUER lugar é assim…

        Já a barreira… a, a barreira … o Iron Maiden tem aquele programa “First To The Barrier” … hã, deixa para lá, vai…

        E haja amor para o Iron Maiden voltar ao Rio de Janeiro – precisar passar por algo assim, de novo, eles vão no mínimo pensar duas vezes …

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  2. É…foi como eu disse no facebook, e-mail e twetter: o Rio está por fora! Acho que NUNCA MAIS eles tocam no Rio depois dessa palhaçada! Queimou o filme geral! Muita banda agora vai pensar 10 vezes antes de se apresentar no Rio.
    O novo Rock in Rio não conta, pois a magnitude de um show desse porte exige extrema organização, competência e profissionalismo de todos. Serão mais de 100 mil pessoas por dia, com certeza, pelo menos nos dias Metal e Rock. Estarei lá pelo Metallica e pelo Motorhead somente, mas de “brinde” ainda teremos Angra e Tarja.
    Mas ainda teremos problemas, atrasos, engarrafamentos, desencontro de informações, etc.
    Um abraço a todos!
    UP THE IRONS!

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    • Franco, com certeza no Rock in Rio, tudo será diferente, afinal, é um evento de calibre internacional, com envolvimento da prefeitura da cidade, todo mundo saberá do evento… não há como comparar mesmo.

      Mas você tem razão também: é de esperar por desorganização, desencontro de informações, etc., infelizmente. O que vou dizer aqui não tem nada a ver com o carioca como pessoa: o carioca na prestação de serviço é realmente complicado. É muito pior que em São Paulo ou lugares para mais o Sul do país. Não que seja tudo uma maravilha para o sul, porque também não é, mas que é “menor pior”, ah, é…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • O Eduardo, perai…. não vamos generalizar – existem bons e maus prestadores de serviço em todos os lugares. Na área de shows, este do Iron foi lamentavel – mas nem sei se os responsáveis da produção do show eram cariocas. Já fui também em vários shows no RJ sem problemas – o próprio Iron (2x), Bruce (2x), o Ozzy, Dio, Sabbath, Scorpions, Whitesnake, Megadeth (Nx), Dream Theater (2x), Rush, Page & Plant, Metallica, Guns e aí vai….
        Tentando lembrar de shows que fui com problemas – tivemos o péssimo som do Maracanazinho no Deep Purple ( e hoje não há mais shows de música no Maracanazinho), o Rock in Rio 2 – soube (rumor não confirmado) que houve tiro. Uma entrada bem desorganizada no show da Madonna – mas aí culpo um pouco a galera, que era bem mal educada – era previsível que qq motivo virava bagunça.
        Pelo que se relata, o show do Iron no Autódromo em SP foi um outro exemplo de desorganização, que não teve porém o mesmo destino de cancelamento. Outros exemplos no país já ocorreram, o próprio Rock In Rio em 1985 foi um festival de lama, mas de longe esse do Iron no RJ foi o pior que eu fui e estragou boa parte do espetáculo – espero que esses produtores de m…. aprendam…
        FR

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        • Remote, sem dúvida alguma, não generalizo não. Mas é uma percepção geral que tenho do Rio de Janeiro, infelizmente, quando comparo com outros lugares. Apenas uma percepção e claro que o Brasil em geral é ruim neste sentido (infelizmente novamente).

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

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          • Eduardo, eu vou entender esta sua atual percepção do Rio de Janeiro depois deste lamentável episódio – esta sua percepção pode até mudar um dia – mas concordo: já há uma considerável mancha devido aos tais produtores (cariocas ou não) de m… e vou concordar que também no Rio há muita gente que não presta, mal intencionados, despreparados, espertinhos e etc.. Mas em toda a cidade grande do Brasil, há também. Não quero ser preconceituoso e identificar que em SP ou no RJ tem mais numa zona ou na outra,num segmento ou outro, numa tribo ou em outra – num geral todas as cidades do país tem pessoas do bem e do mal, do preparo e do despreparo. Curitiba que é (era) um grande exemplo de cidadania e educação e etc? Lembra do Episodio do jogo Coritiba e Fluminense – que lutavam para fugir do rebaixamento do Brasileiro? De quem foi a culpa pela depredação no estádio? E os feridos? Não foram os cariocas presentes e nem os outros cidadãos do país, que não os paranaenses, provavelmente a grande maioria ou sua totalidade torcedores do Coritiba e também os (ir)responsáveis pela falta de segurança no estádio.
            Num geral os cariocas e os outros headbangers que estiveram no HSBC se comportaram de forma muito educada. Vamos culpar o desleixo e negligência da produção de m….
            Abraços,
            FR

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            • Remote, é verdade, você tem razão, inclusive no episódio do jogo, que me lembro sim. E tem razão também na questão do domingo na Arena HSBC, poderia ter sido infinitamente pior em termos de violência e destruição. Aliás, nosso país receberá os maiores eventos do mundo, espero que melhoremos (e muito) até lá – espero, mas não acredito.

              [ ] ‘ s,

              Eduardo.

              Like

    • Falamos a mesma língua, concordo em número, gênero e grau com vc., inclusive a respeito do In Rio, quase ROCK, só irei, também pelo Metallica, Motorhead e o brinde especial da querida Tarja, estaremos lá.

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  3. Remote e B-side … não os conheço pessoalmente, mas de tanto que o Eduardo comenta já parece que os conheço de longa data!! HEHEHE

    Estive com o Eduardo no show de SP, meu primeiro show do Maiden … foi fantástico … posso dizer que o ponto que mais me emocionou foi ver o Bruce em The Trooper, com o uniforme e com a bandeira, assim como o Eddie atrás dele …

    Realmente foi uma pena o que ocorreu no show (que deveria ter sido um show) do dia 27… Espero que a organização reembolse todos os que não conseguiram permanecer na cidade para o show do dia 28 … E deveriam reembolsar tudo … passagens, estadias, etc … afinal os fãs como Eduardo, Rolf e Suellen, entre tantos outros, compraram ingressos e se organizaram para ir ao show, mesmo que em outra cidade, ou com compromissos inadiáveis na segunda-feira.

    Parabéns pelo post de vocês … sempre de muita qualidade!

    Espero conhecê-los no Rock in Rio, no dia do show do MettalicA !!!

    Abraços.

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    • Chris, será um prazer ter você nesta viagem que tanto aguardamos para o Rock in Rio, no dia do MetallicA!

      Essa será a maior reunião da galera do blog, com certeza, pelo menos, até o momento. Estaremos quase todos por lá, o que realmente é muito legal só de se pensar, mesmo ainda faltando alguns meses (mas o tempo passa rápido, hehehe).

      Excelente comentário.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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    • Christian,
      Sim , vamos todos montar um grupo para assistir o Rock in Rio, espero que não tenhamos problema. E também sim, se houver problemas para reembolso de tudo gasto, entrem na justiça – pode ser pequenas causas – que anda mais rápida que a comum. Lembro que no juizado de pequenas causas vale até 10 salários minimos.
      Outra opção é reunir todos e fazer uma ação conjunta – já estamos mais do que na época de cobrar atitudes responsáveis e adequadas para produção de um show de porta de uma banda como o Iron e bandas que trazem gente de todo o país e em quantidade. Não queremos que este episódio lamentável aconteça novamente. Podemos até lembrar que houve dano moral, pois todos nós – inclusive eu que fui no dia seguinte fiquei abalado com a situação e não curti da mesma forma – até pq não estava metade da galera que ia no domingo.

      Obrigado, abraços e nos vemos no Rock in Rio.
      FR

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      • Remote, preparei e já enviei meu e-mail ao SAC da Arena HSBC. Vamos ver a qualidade no atendimento agora. Confesso que preparei um material a eles muito completo, mostrando toda minha situação, desde sábado até a manhã de segunda-feira, quando retornei a São Paulo. Através deste material, não há como ter qualquer dúvida da minha situação e “tudo” que eu pedi foi apenas o retorno financeiro de transporte e ingresso – já que a parte não-financeira da coisa é impossível de ser “reembolsada”. Sim, o dano moral é muito maior que tudo… muito triste…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  4. B-Side e Remote, post publicado no Whiplash:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. Remote e B-Side, B-Side e Remote, agora vou comentar sobre o show (do post) do dia 28… parabéns, mais uma vez, a vocês, por retratarem tão fielmente a noite que finalmente o show rolou.

    Agradeço imensamente ainda pelas palavras sobre mim durante o post que, vindas de vocês, tem mais valor do que tudo – apesar dos exageros, pois o conhecimento de vocês é muito mais abrangente, tenho certeza. Agradeço também pelas menções sobre a Suellen e o Rolf, principalmente do Rolf, que tinha apenas o show de domingo para assistir da banda e preteriu assistir em São Paulo para nos reunirmos no domingo e vermos todos juntos o show. Então, ao Rolf, gostaria de ainda mais que tudo, dedicar este post e o que eu fiz contando nosso dia que, até então, foi perfeito (https://minutohm.com/2011/04/01/cobertura-minuto-hm-–-iron-maiden-no-rj-–-parte-5-–-um-resumo-do-dia-em-que-o-show-parou/).

    Fico feliz em saber que o show em si rolou sem problemas e teve muita qualidade, o que é o mais importante.

    Quero que vocês saibam, de coração, que na segunda a noite estávamos juntos, caras. Segunda a noite foi muito difícil para mim, aliás, ainda estou me sentindo muito estranho, mal ouvi música durante a semana, hoje tenho o show do Ozzy e estou com uma sensação estranha – não que tenha alguma coisa a ver, apenas uma sensação estranha – reflexo do domingo. Espero, sinceramente, que volte ao normal ainda hoje ou no máximo até terça, data que verei o Iron Maiden em Curitiba (assim espero, claro).

    Novamente, parabéns pelo post e MUITO obrigado por tudo que vocês escreveram de mim – e muito obrigado pelo ótimo domingo e por toda a hospitalidade.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  6. Concordo que houve grande confusão e falta de organização por parte dos produtores, isso é fato, mas não podemos generalizar e culpa os cariocas ou a cidade do Rio. O Rio de Janeiro é uma capital que sempre esteve na rota dos grandes eventos, não falo apenas de rock mas sim no geral, e dificilmente ocorrem problemas como esse, na verdade o primeiro em mais de cinco shows do Maiden no Rio. O problema é exclusivo da casa HSBC ARENA e do local mal localizado. No show de 2009 em São Paulo (Interlagos) foi uma verdadeira desorganização, no entanto, não podemos dizer q o problema é de São Paulo, mas sim do local onde foi realizado o show.

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  7. Lamento muito por tudo que aconteceu, e ainda mais por ter perdido o que provavelmente foi a última chance de ver o Iron Maiden em um local fechado. Passei a semana sem ouvir música, sem me animar com coisa alguma, e ainda tendo que ouvir comentários de que “não era o fim do mundo”. Sei que é difícil de entender, mas para mim é sim algo muito próximo. Foi sem dúvida uma das maiores decepções da minha vida…

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    • Caio, é exatamente a situação que eu estou passando, e tenho certeza que a Suellen também – o Rolf sei que sentiu um pouco menos o baque.

      Nem o show do Ozzy de ontem mudou a situação. Acabei de mandar o e-mail com um dossiê para o SAC da Arena HSBC referente ao meu ingresso e passagens, o que voltou a me deixar totalmente triste pelo ocorrido. Também mal ouvi música e também tinha o show do RJ como o mais aguardado de todos: viagem, ótima companhia e Iron Maiden em um local fechado – e diga-se de passagem, com um som muito interessante logo no começo da S15…TFF. Uma decepção mesmo sem tamanho, um coisa desoladora, é uma situação como se tivesse perdido alguém, por mais exagerado que possa parecer…

      Agora, sobre as pessoas julgarem ou não entenderem, cara, passo exatamente por essa situação, sempre. Isso não adianta, cara, o jeito é falar com quem pode realmente entender a situação, quem “sente” isso que sentimos…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  8. Aos amigos do Minuto HM

    Obrigado à aqueles que fizeram comentários , em especial em referência ao show , foi muito duro escrever este post depois do ocorrido no domingo, a minha sensação foi de “cumprir um dever”.
    Agradeço em especial ao Eduardo, à Miriam e ao Christian pelos elogios.
    Christian, espero realmente poder bater um papo contigo no Rock in Rio, já tenho o ingresso para o Metallica reservado.

    Saudações

    Alexandre Bside

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    • B-Side, volto a lhe agradecer pela força em fazer este post de ótima qualidade, como de costume. Sei que a tarefa não foi nada fácil…

      Quanto ao Rock in Rio, espero que seja um encontro tão legal ou mais do que este nosso da semana passada.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  9. Esta foi uma das melhores resenhas de show que ja li na minha vida! Sem exageros! Parabens Flavio e Alexandre.

    Toda resenha de show deveria ser assim, feita por quem entende do que está falando, senão sai aquela coisa porca que foi a resenha do G1 sobre o show de São Paulo. O Jornal O Liberal, de Belem, estampou na capa uma uma foto do show onde estão Bruce e Steve Harris no palco e na legenda algo como “Bruce Dickinson e o baixista Adrian Smith”. Até guardei o jornal. Depois tiro foto e posto aqui.

    Confesso que nunca reparo nesses detalhes tecnicos durante o show como qual guitarra o Dave tava usando e tal. Reparo mais em coisas como o Steve Harris está magrinho, o Bruce grisalho e o Dave Murray, bochechudo hahahahah. Coisa de mulher =P
    Mas depois de ter lido essa resenha, prestei mais atenção no show de Belem e não me recordo de ter visto o Dave Murray usar a Gibson. Só uma Fender meio branca encardida (é Fender aquela guitarra dele né?)

    O show do Rio que seria no domingo, ja escrevi o que penso no post feito pelo Eduardo sobre o show que não teve. Só o que posso complementar é que talvez eu tenha superado isso mais rapido porque ajudou muito o fato de eu estar de ferias, reencontrado minha avó e primos que não via ha um tempo. Ajudou a distrair a cabeça.

    E mesmo com o Rock In Rio tendo uma logistica toda preparada, com linhas de ônibus especiais e etc, ainda assim é de se preocupar se lembramos que a Cidade do Rock será naquele fim de mundo onde está localizado o HSBC Arena e que muitos shows serão em dia de semana! O trânsito na Barra que normalmente já não é dos mais legais do mundo, em dia de grandes eventos fica pior ainda!!
    E teremos tambem o Paul McCartney no Engenhão, caso realmente os boatos venham a ser confirmados. Em dia de jogo já não é facil sair dali, imagina um show do Sir?

    Flavio, Alexandre, Rolf e Marcos, foi muito legal conhecer vocês! Todos muito gente boa! O Eduardo eu ja conhecia. So esqueci de pegar o autografo no meu ingresso hahaha. Ele ta cada vez mais famoso!! =D

    Espero ver todos novamente no Metallica

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    • Suellen, considerações:

      – Remote e B-Side fazendo posts que são os melhores que a gente já viu? Puro pleonasmo. Ah! Aguardamos com expectativa suas palavras sobre o show em Belém, hein?
      – a mídia especializada dando seu tradicional show de horror, né? Manda sim quando puder que a gente bota por aqui…
      – eu só superei aquela amargura quando vi o Ed Force One em Curitiba… e depois o Gers e depois o show … e depois o Ed Force One de novo … PASSOU! Ficará apenas a lembrança amarga da situação, isso não tem jeito…
      – sim, a tendência é que no Rock in Rio a coisa seja caótica… é bom já preparar o espírito…
      – Paul McCartney confirmado no Engenhão para 22/maio/2011 – https://minutohm.com/2011/04/06/rio-de-janeiro-prepare-se-retorno-de-sir-paul-mccartney-sera-oficializado-em-07abril2011/
      – todos eles são muito gente boa mesmo, inclusive você, viu? Já meu autógrafo mais uns R$ 3,00 e você pode andar de ônibus e metrô em São Paulo ou no Rio, ok?
      – estaremos todos no MetallicA. Será uma grande noite, um grande final de semana, tenho certeza.

      Beijos,

      Eduardo.

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  10. Suelen, obrigado pelos elogios – mas você, Eduardo, Rolf, a galera do MHM conhecem tudo do Iron e o HM em geral e fazem reviews e posts excelentes, melhores do que este com certeza.
    Olha o meu irmão sabe mais das guitarras, mas a branca não deve ser a gibson – é dificil alguém tocar com Gibson branca , lembro aqui do Degarmo do Queensryche já talvez na turnê do Operation ou Empire. Uma Gibson Les Paul creme, eu lembro do falecido e genial Randy Rhoads, e mais comum.
    Lembro do Murray com várias Fenders ao longo de sua carreira – elas tem alavanca, e daí achei interessante a migração para a Gibson Les Paul que não tem (a não ser em casos especialmente desenvolvidos para o artista).
    O Adrian é mais eclético, menos tradicional e toca com várias guitarras, incluindo as Gibson, Jacksons.
    Já Jannick , eu nunca vi sem as fenders – aliás ele deve ser fã do Blackmore, pela postura, estilo e timbre.
    Eu não espero menos dificuldades na organização pelo menos no transito do Rock in Rio – deve ser uma loucura – já reservei minhas férias para setembro para não ter pressa de chegar ou sair.
    A organização do show deve ser melhor – pq pior é quase impossível.
    Que venha o Metallica!

    Um link para uma Gibson Branca (não muito usual)

    Um link para uma Fender Stratocaster Branca (bem comum)

    Abraços
    FR

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  11. Suellen : Antes de tudo obrigado pelo elogio, ainda que , convenhamos, um tanto exagerado … Para esclarecer, o Dave Murray realmente adotou as Gibsons, pelo menos nesta turnê. Já tinha visto no youtube antes da tour no Brasil que ele a usava na Coming Home, pois tive a curiosidade de ver como essa nova música tinha ficado ao vivo e acabei me deparando com esta surpresa. Na ocasião achei que ele tinha feito uma exceção pelo uso de outra guitarra que não as Fenders sempre companheiras inseparáveis dele na música nova, visto talvez algum timbre específico , aliás o solo é muito bonito e ficou ainda melhor ao vivo.
    Mas a surpresa foi maior no show do Rio quando vi que ele praticamente se dividiu no uso dos instrumentos ( Fender e Gibson) quase numa proporção meio a meio, algo que ele já vem fazendo durante toda a turnê .
    E em Belém não deve ter sido diferente , segue um link do youtube mal gravado,mas que comprova o uso da Gibson na The Trooper , assim como aqui no Rio. Você não deve ter reparado, pois os grisalhos do Bruce Dickinson ficam bem evidentes nesta música…

    Saudações e sinceros agradecimentos

    Alexandre Bside

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  12. Falando em instrumentos, olhem a bateria “Iron Maiden” da Premier agora… sensacional!

    http://ironmaidenflight666.blogspot.com/2011/04/nickos-mcbrains-custom-premier-elite.html

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  13. vou virar baterista….

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