Cobertura Minuto HM – Aventuras em Manhattan – Especial Minuto HM – Parte 1

É uma aventura e uma grande responsabilidade o que acontece a partir de agora; eu sou Daniel Jr, um amigo do Minuto HM, editor do Aliterasom e um dos responsáveis pelo PipocaTV. Começamos hoje a compartilhar um pouco do que vimos nestes pouco mais de 10 dias na Big Apple com você leitor do blog, um dos mais nobres espaços dedicados ao rock.

As coisas aconteceram da seguinte forma: marquei minhas férias em março e pensei em relaxar novamente na ilha de Manhattan, reduto febril de brasileiros em qualquer época do ano. Entre outras coisas porque é divertida, sorridente, barata, aventureira e cheia de encantos que podem ser descritos por aqueles que lá estiveram. As publicações que faremos aqui não tem objetivo de ostentar ou qualquer outro desejo menos digno. Teremos pequenos encontros, que de certa forma servirão até como utilidade pública, caso você queira aparecer em Nova Iorque.

No meio desta agenda de sonhos, descobri através de um site de notícias que um dos meus ídolos no rock estaria com sua nova banda (Surpresa! Apenas saberemos a banda no próximo post) tocando a alguns quarteirões de onde estava hospedado. Me auto-convidei ao Eduardo e perguntei se ele topava que eu escrevesse alguma coisa para o MHM e com a boa vontade de sempre ele aceitou e ficamos nas expectativas que se supõe uma ideia como essa: preços, encontrar ingressos, clima e etc. Recebi até uma camiseta (assim que se fala?) do blog para dermarcar território lá na América. Sobre a camisa falaremos mais na parte 3 do post.  Teremos a história dividida em quatro partes.

Bem, graças aos deuses do rock tudo ocorreu na mais pura normalidade e teremos fotos e vídeos do show que ocorreu no último dia 13 em uma casa tradicional em Nova Iorque.

Chegamos à cidade no dia 5 e fomos buscando os lugares conhecidos, ora para matar saudade, ora para consumo mesmo! Aliás, começam aqui as nossas dicas sobre uma das cidades cujo o sobrenome é CONSUMO. Assim como você sabe que comprar todo tipo de buginganga pela internet sai muito mais em conta do que comprar o mesmo produto no Brasil, New York é um Amazon a céu aberto.

A temperatura média da cidade durante os 12 dias em que lá fiquei foi de 5 graus positivos com mínima de -3 graus. Imaginem como é para um carioca habituado aos 40 graus da cidade maravilhosa, com sensação térmica de 50 graus, como se viu no mês de janeiro/fevereiro, essa transição do MUITO calor para o MUITO MUITO MUITO frio. Confesso: a bagagem que levei não lembrava nada a de alguém preparado para encontrar ursos polares pela quinta avenida.

Missão número 1: buscar um casaco, longe dos modelos conhecidos aqui no país, para algo que realmente pudesse cumprir seu objetivo, ou seja, me aquecer de todo o frio congelante que pudesse me afligir. Foi esta a providência. Encontrada a vestimenta dentro de uma dessas lojas destinadas à latinos com sérias restrições orçamentárias (traduzindo: eu), partimos para re-visitar a cidade e contemplar suas velhas novidades ou suas novidades velhas, se você assim preferir, uma vez que a ilha mantem seu padrão e ainda é capaz de nos reservar surpresas em suas lojas mais famosas ou em seus recantos menos pulsados pela população americana ou pela massa de turistas.

Voltei à Guitar Center (link logo abaixo) – local que conhecera em 2011 e onde participei de uma tarde de autógrafos com a banda Dream Theater, na época lançando seu primeiro cd sem o baterista fundador, Mike Portnoy, intitulado como “A Dramatic Turn of Events”. A loja é fantástica. Qualquer seja o instrumento que você toca ou qualquer que seja o barulho que você queira fazer, lá na Guitar Center você encontra o músico que está em você. 🙂

Desde guitarras vintages, baterias “bolhas”, violões de todos os tipos e tamanhos, ukeleles, contra-baixos, palhetas, chapéus, bonés, blu-rays… a Guitar Center pode começar falindo você nos primeiros dias de passeio. Dá uma olhadinha…

Acho que você teve uma boa ideia da loja. Querendo conhecer um pouco mais, dá uma olhadinha no vídeo que eu fiz em 2011 em minha primeira visita. A filmagem é amadora, ok?

Algumas dicas:

1) Mesmo que o preço seja chamativo, nunca se deixe vencer pelo olhar. Manhattan, especialmente, é um lugar onde pode se encontrar muitas coisas baratas e sua primeira opção pode não ser a melhor caso você resolva continuar buscando coisas que já adquiriu. Segure a vontade. Se você não encontrar nada tão barato quanto você viu a primeira vez, não hesite e vá até a loja;

2) Se você encontrar algum item de colecionador e ele estiver em um bom preço, pegue-o. Lembre-se: outros estão ali com o mesmo objetivo que você e podem perceber o que você não se arriscou ainda. Nesta viagem deixei um single do Iron Maiden (tamanho natural chamado max-single) por 10 dólares. Declinei naquele momento, achando que numa loja de LPs de ópera ninguém iria pegá-lo. Lego engano. Quando lá voltei, a “obra” não se encontrava mais nas prateleiras.

3) Saiba dizer não aos vendedores. Eles são encantadores até que você faça a compra. Se possível, tome uma medida mais radical: deixe o cartão com suas principais posses no hotel. Pesquise, ande, caminhe, busque informações. A qualidade do que você comprar por um preço que cabe no seu bolso trará uma satisfação tão grande quanto a decepção de ser movido pelos impulsos. Acredite em mim, fui vítima disso.

Para quem gosta de música, conforme dito, a loja parece um Parque de Diversões. A não ser que você seja um tecladista (opa!) onde as opções realmente são rarefeitas. Com relação à formação básica do rock and roll (baixo, guitarra e bateria) a cartela é extensa, para todos os gostos e possibilidades de gastos. Lá podemos encontrar as primeiras linhas de guitarra Fender, como as mais “compensadas” Epiphones, em diversos modelos. Violões com corpo escultural e com som “gordo e enxuto” para os amantes de folk… poderia levar dias tentando detalhar as maravilhas da Guitar Center. Abaixo exemplos do que lá foi adquirido. Sem instrumentos. Explico: as restrições alfandegárias impostas podem sair caro na hora da realização do sonho. Por isso, apenas souvenirs.

Adquirido na Guitar Center - US$ 29,00 (imagem: acervo pessoal)

Adquirido na Guitar Center – US$ 29,00 (imagem: acervo pessoal)

Um outro lugar bastante conhecido pelos brasileiros é o Best Buy. Especialmente se você for, além de amante de música, um quase nerd. A loja reúne opções de computadores, máquinas fotográficas, tablets, instrumentos musicais (amadores), cds, dvds, blu-rays, hds externos, televisores, consoles de vídeo game, aparelhos de som…  o segundo idioma mais falado no interior do estabelecimento é o português. A quantidade de brasileiros que transitam lá não está no gibi. O bacana é que justamente pela loja ser muito frequentada por pessoas de nosso país, temos até vendedores que falam português ou mesmo brasileiros que lá trabalham. Isso facilita a onda de quem tem o inglês ruim ou que não fala patavinas, ok?

Outro fator interessante do Best Buy é que você não encontrará diferença de preço do apresentado no site oficial ao que você encontrará na loja. Caso você faça uma pesquisa de mercado antes de viajar e queira ir até loja, vá despreocupado. Você não será assaltado com valores irreais ou mesmo muito desiguais da sua pesquisa. Uma outra grande facilidade é que a Best Buy no centro de Manhattan é como botequim aqui no RJ: você encontra em várias quadras e esquinas, portanto desencane se o que você foi buscar não encontrou, certamente em uma das lojas você achará o perdido. 🙂

Para você que também é cativado pelo mundo do entretenimento, especialmente cinema e séries, lá você encontrará boxes caprichados de séries como Game of Thrones, The Walking Dead e Breaking Bad e edições de luxo de filmes como O Senhor dos Anéis e Planeta dos Macacos.

Link oficial Guitar Center

Blu-ray do Quebec Magnetic - Metallica, adquirido por US$ 14,99 no Best Buy (imagem: acervo pessoal)

Blu-ray do Quebec Magnetic – Metallica, adquirido por US$ 14,99 no Best Buy (imagem: acervo pessoal)

Link oficial Best Buy

Um outro lugar especialmente particular para compras com valores módicos é a J.R Computer. Não se espante muito com o nome que parece estar associado somente a produtos de informática. A loja que se encontra no Park Row – no finalzinho da ilha de Manhattan próximo ao Marco Zero – tem um universo amplo de utensílios, muito semelhante ao da Best Buy. Você encontra desde os artigos de informática, instrumentos musicais, máquinas filmadoras, cds, blu-rays, jogos para video-game e um grande diferencial: um enorme acervo de LPs. Sim! Vinis lacrados, com cheiro de novo (e outros nem tanto), esperando os fetichistas de toda espécie. Bem, como eu respeito, mas sou da praia digital, fui catar o que tinha lá do meu interesse e que eu ainda não tinha no meu acervo de bandas preferidas. Foi onde encontrei o “Grace Under Pressure” que tem uma história bem peculiar. Em 2011, quando fui aos Estados Unidos, saí com a disposição de comprar alguns cds para completar pequenas coleções que tenho. Uma destas coleções inclui a banda canadense Rush – que com exceção dos cds ao vivo – eu tinha quase todo o acervo de estúdio. Lá no Best Buy “pensei” ter comprado Grace Under Pressure (1984), quando na verdade havia adquirido o título homônimo mas com subtítulo de “Tour 1984”, que eu jamais tinha ouvido falar… bem, confusão desfeita, dessa vez achei o disco e completei realmente minha coleção de Rush. Veja a imagem abaixo e veja como se parecem as distintas edições:

As duas edições de Grace Under Pressure. A da esquerda é a 1984 Tour e a da direita a original (imagem: acervo pessoal)

As duas edições de Grace Under Pressure. A da esquerda é a 1984 Tour e a da direita a original (imagem: acervo pessoal)

Link oficial J.R Computer

Bem nossa última dica fica por conta da Academy Records. A loja não é especializada em rock – muito pelo contrário – tem um enorme acervo de discos de música clássica e ópera, conforme dito logo acima, mas você pode encontrar preciosidades muito difíceis de darem bandeira nas lojas de departamento com maior acesso ao grande público. Nesta mesma loja, em 2011, achei uma edição especial do Cowboys From Hell (Pantera) com camisa, cd triplo (o de estúdio, ao vivo e as demos), crachá de acesso da turnê, folders… uma caixa muito bonita vendida por 17 dólares. Certamente quem repassou isso para loja deu um valor ínfimo, replicado pelo vendedor. Sorte minha.

Edição especial de Cowboys From Hell, adquirido por 17 dólares (imagem: acervo pessoal)

Edição especial de Cowboys From Hell, adquirido por 17 dólares (imagem: acervo pessoal)

Além do acervo informado, ele tem muito material de consignação, ou seja, você vai realmente encontrar muitos cds, boxes de dvds, blu-rays usados (em bom estado) com preços excelentes. Se você não tiver muito pudor com relação ao estado da embalagem  é uma ótima oportunidade para adquirir exemplares bacanas de edições caras ou raras. Também em 2011 comprei Paul McCartney (o ótimo Flaming Pie), Joe Satriani (Flying In A Blue Dream) além de uma caixa do Black Sabbath – edição de colecionadores com os oito primeiros cds com a formação clássica em um acabamento de luxo. Fazendo as contas foram bem menos de 80 dólares. Pelo o que foi comprado – o valor “imaterial” – tudo saiu muito barato. Desta vez as compras foram mais modestas e além do cd Binaural (Pearl Jam), Kings & Thieves (o segundo solo de Geoff Tate, ex-vocalista do Queensrÿche), uma edição especial dos filmes Prometheus, Planeta dos Macacos, Homem de Ferro e Super-Homem, O Retorno (todos em blu-ray) + uma caixinha  (sim eu gosto do formato, deu pra perceber…) da banda Alter Bridge Live at Wembley (que você vê logo abaixo).

Caixinha lacrada. Valor: 10 doletas. (imagem: acervo pessoal)

Caixinha lacrada. Valor: 10 doletas. (imagem: acervo pessoal)

Link oficial Academy Records

Bem, a primeira parte das nossas dicas e aventuras acabou. Espero que você tenha gostado e continue lendo o Minuto HM e aproveite para acompanhar a nossa saga. Na próxima parte da nossa “reportagem”, uma resenha detalhada sobre o último trabalho da banda que fomos acompanhar em Nova Iorque e que por enquanto é surpresa… até mais!

Daniel Jr



Categories: Artistas, Black Sabbath, Curiosidades, Dream Theater, Instrumentos, Iron Maiden, Off-topic / Misc, Pantera, Pearl Jam, Rush, The Beatles

15 replies

  1. Bom, dar boas-vindas ao Daniel é uma coisa meio estranha em se fazer por aqui, mas já que é a estreia (e que estreia!) dele no mundo dos posts, why not? Daniel, bem-vindo aos posts do Minuto HM! Que honra a minha, que honra a nossa…

    E o que dizer do post? Eu que estava mais “por dentro” da sua viagem e tenho algumas “informações confidenciais” da sequência desta nova série “Aventuras em Manhattan” fico muito feliz em ver este primeiro post já neste nível altíssima, da história contada de maneira muito gostosa de ser ler, das dicas e de ver que você engordou seu acervo com excelentes itens.

    Da Guitar Center, realmente é a verdadeira Disney para vocês, músicos. Nossos amigos Rolf, Remote e B-Side vão degustar as fotos com muita alegria, tenho certeza – sem contar que o último já visitou recentemente a Big Apple e foi à loja.

    Das suas compras, gostei muito da barganha “Panterística”, é daqueles achados mesmo que não se pode deixar passar. Você deu uma dica de ouro: apesar de pesquisar ser importante, determinadas oportunidades não podem ficar para trás, ainda mais se for em alta temporada, com as famosas “invasões de brasileiros” nos EUA. Vacilou, perde mesmo.

    Já possuo o Celebration Day, que ganhei de uma pessoa muito querida e, pleonasmo à parte, o do MetallicA – que sei que você estava “namorando”, de acordo com nosso último podcast, certo?

    O item mais curioso para mim é a tal “bateria bolha”… achei ela bem engraçada… e dos pedais antigos… ahhh, o Boss Overdrive… o famoso amarelinho, o penúltimo da última fileira, olhando da esquerda pra direita. Eu tive um, em uma época de escola que comprei uma guitarra de um amigo para tentar aprender a tocar. Junto, veio o amarelinho. Eu gostava de ligar a guitarra no receiver valvulado e, sem tocar nada, apenas ouvir aquele feedback (é isso?) extremamente distorcido e METAL sem fim…

    Estou muito ansioso pela sequência da série, não sei quantas partes mais serão, sei que mais duas certamente virão, sendo que uma delas eu já sei qual será o tom por aqui – e garanto a todos: o Daniel tirou sarro em NY. Um certo sarro baterístico… como diriam os americanos, ’nuff said!

    Daniel, termino agradecendo de maneira repetitiva, mas que nunca é demais… obrigado, em nome de todos, por escolher o Minuto HM para compartilhar conosco suas aventuras.

    E se me cobram as discografias, eu pergunto: CADÊ A PARTE 2? CADÊ? CADÊ? Hehehehehe… 🙂

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. Eu fiquei muito feliz com a oportunidade oferecida, por entender que o MHM é um espaço de muita responsabilidade (pela qualidade de todas as postagens), portanto é com alegria e seriedade que eu encaro o desafio de ser postador aqui, mesmo que especialmente.

    Com relação as partes que se sucedem serão duas, a saber: o review do cd da banda que fui assistir ao show (meu primeiro evento musical internacional) e o show propriamente dito.

    Espero que todos curtam e fiquem livres inclusive para questionar informações não relatadas aqui.

    Eduardo, você é um amigo então seus elogios ficam sempre registrados com carinho e respeito.

    abs,

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  3. Se isso é uma estréia propriamente eu não sei dizer, já que o autor é tão participativo e figura das mais ilustres do blog, mas sei dizer que é um post delicioso de se ler e a cargo do Daniel não poderia deixar de ser o que é : Excelente texto com sacadas incríveis,ótimos links, maravilhosas dicas e lugares espetaculares, como a Guitar Center, que está tão bem ilustrada por aqui.
    Ler isso tudo me dá uma saudade dos 10 dias que por lá passei em agosto do ano passado, diga-se de passagem, com uma temperatura muito mais ao costume de nós brasileiros, e em especial para cariocas como eu e o Daniel. Ainda mais por que a minha visita, acompanhado que estava de toda a minha família, se deu nos lugares mais icônicos da ilha, entre uma ou outra excentricidade ( como conhecer o prédio que serve de fachada para as externas dos episódios da hoje já antiga série Friends) , assim o que não falta é coisa para conhecer , como alguns já citados aqui no texto do Daniel.
    Voltando a Guitar Center, quem por lá apareça tenha o cuidado de não enlouquecer . Muito legal a lembrança dos overdrives BOSS, Eduardo, que aliás , são ótimos pedais ( em especial o super-overdrive, no meu entender). E o Boss Distortion, outro clássico, dá pra ver na foto do Daniel que está novinho em folha pela bagatela de menos de 50 dólares!!!! Aliás, essa parede de pedais BOSS, para esclarecer, está toda preparada para testar, tudo ligado e conectado entre si, é só plugar uma guitarra e se divertir… Eu acabei testando alguns para comprar, vejam só , um E-bow, outra preciosidade que lá sai pelo menos por metade do preço que encontramos por aqui. Na verdade, acho que é até menos que isso.
    Estive na Best Buy e na Apple, que aliás sem encontram na mesma rua ( a famosa quinta avenida) , mas não estive nem na JR , nem na Academy..
    OU seja, obrigado Daniel pelas dicas, e fica aqui um comentário de alguém que não costuma se entusiasmar com viagens de um modo geral : A atmosfera urbana de NY é incomparável a qualquer lugar que eu já tenha estado e fica aqui registrado a vontade de um dia , quem sabe, voltar a Big Apple . As fotos e os vídeos estão guardados nesse notebook que escrevo ( inclusive alguns da Guitar Center – um dia eu deixo a preguiça de lado e disponibilizo alguma coisa aqui..) , mas as memórias ficaram no “HD” mais importante que tenho e que não tem substituição.
    Daniel, bom proveito, entendo perfeitamente a sua intenção de retornar pouco tempo depois à cidade que nunca dorme!
    E que venham as continuações, o texto é soberbo !

    Alexandre Bside

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    • Pois é BSide… Obrigado pelas palavras. NY – você sabe – é lugar que se você fuçar sempre encontrará alguma coisa bacana. Óbvio que “descapitalizado”, mesmo arqueólogo (como eu gosto de chamar quem faz o trabalho de garimpo) não tem como. Existem outros planos ainda para 2013 para uma nova viagem, que ainda não posso falar para onde será, mas essa busca por coisas interessantes (mesmo fora do meu espectro de gosto) está cada dia mais me cativando. Lá na “reportagem” esqueci de dizer que peguei o primeiro e único cd do Temple of The Dog, que na verdade é uma fusão do Soundgarden + Pearl Jam. Ah! Foi 4 dólares. Abraço,

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  4. Pelo preços das coisas, voltaria de lá com uma outra mala só para as compras!

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  5. Daniel, excelente post e muito legal essa passada ai na big apple

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