42º Podcast Minuto HM – 14/agosto/2020

Salve(m), salve(m)… o Remote

O 42º Podcast Minuto HM rolou na última sexta-feira e estreou o Google Meet para um encontro diferente… mais rápido, melhor e sem falhas, a solução, tenho certeza, aposentou de vez o (bom e velho pré-Microsoft) Skype e deu lugar a uma oportunidade de todos, facilmente, conversarem por áudio e também usando vídeo pela primeira vez! Estiveram juntos nesta terceira cavaca / groselha do ano, a segunda da quarentena, e penúltima do ano de 2020, por quase seis horas:

  • Eduardo [dutecnic] como host;
  • Flavio Remote;
  • Alexandre B-Side;
  • Claudio;
  • J.P.;
  • Marcio Villas;
  • Rolf e
  • Kelsei.

Quero aqui sair desde já destacando o formato que fizemos deste podcast novamente! Achei muito legal, pelo menos falando por mim mesmo, o formato com vídeo – ainda que longe de algo “obrigatório” (aliás, nada aqui é), foi muito legal ter visto, por exemplo, o J.P. pela primeira vez, um Kelsei com a barba maior que do Papai Noel, um Claudio sem cabelos… e, por falar em cabelos, pelo jeito todos entraram após a ameaça que quem não entrou, vai ficar com o cabelo do Rolf no futuro… e, nesta linha, um agradecimento especial à presença muito legal do Marcio Villas – foi bom te ver de novo, cara, e seja sempre bem-vindo!!!

Tivemos ainda B-Side e suas guitarras, e um Flavio, digamos, extremamente motivado, com certa “calibragem” – a propósito, teve a sacada de deixar uma câmera em seu TV, mostrando shows da fase Dio no Sabbath – não tem erro.

Obviamente, fica a torcida de sempre para termos cada vez mais nossos amigos por aqui, reunidos, ainda mais nesta fase maluca que estamos todos nós… Schmitt e outros amigos sempre fazem MUITA falta quando não conseguem aparecer. Deixo ainda um agradecimento especial ao Kelsei que, mesmo com compromisso profissional na madrugada, nos prestigiou e ainda pode votar no throwdown!

O podcast, obviamente, teve de tudo – Rolf com os OVNIs, por exemplo, já virando outra marca registrada. E, sim, fui cobrado da Discografia MetallicA, como de costume, e quanto mostrava pelo vídeo os Fan Cans que possuo, escutei um “um dia estará na discografia”. Ahhh… foi minha vez de esfregar na cara de um isso aqui.

Outro “destaque” vindo do Flavio “The Wine Man” Remote foi mexer em vespeiros: “se você pudesse mexer no Live After Death, On Stage ou Exit… Stage Left, mexeria? Trocaria alguma música de lá por algo que a banda já tocou no passado ao vivo?”. Para um total DESESPERO impagável do Claudio, todos nós – menos ele – cometemos as heresias de mexer nos discos sagrados…

Lição de casa (podcast anterior):

Dado que meu xará não participou, acumulamos falar do álbum do Yes para o próximo podcast. Não sei se isso é bom ou ruim para mim, dado que ainda está tocando aqui – talvez acabe até lá… o duro é acabar em setembro e tentar correr para ouvir até novembro de novo :-).

Já o throwdown do Savatage trouxe um resultado apertado, com direito à uma virada – apenas o Rolf não votou e, assim, o resultado final fo: Hall Of The Mountain King 4 x 3 Edge of Thorns. O tal “muro presidencial” esteve presente, mas a queda foi para o lado diferente ao do Remote, em uma das coisas que podem ser consideradas raridades (vide Mob Rules, Piece of Mind, Creatures of The Night, etc). O “voto popular” acompanhou a vitória do álbum dos membros do blog, mas com uma diferença maior: 8 a 5 a favor do HotMK e descartando/”movendo” um voto do J.P. declarado durante o podcast e fundamental para a vitória entre os participantes.

Teaser do podcast anterior:

Como de costume, o exemplar trabalho do B-Side. Pudemos conferir o 2 últimos teasers já que no podcast anterior, havia passado. Desta forma, para conferir o teaser da edição passada, basta clicar nos links na sequência para escutá-lo por streaming e/ou baixá-lo em seu computador / celular / tablet (9,5 MB) no Apple Podcasts, 4shared, Spotify e/ou Google Podcasts.

Streaming / download do podcast:
O podcast completo pode ser ouvido (por streaming) e/ou “baixado” no 4shared aqui (315 MB). Para fazer o download em formato MP3 para seu computador, após o login no site, clique no botão “Download Now” – o arquivo virá com a tag já devidamente formatada para seu MP3 player. Talvez fechemos 2020 no 4shared e, para 2021, por motivo do espaço por lá já estar quase no fim, os próximos arquivos sejam disponibilizados em outra plataforma – alô, WordPress, volte com o plano ilimitado que eu PAGUEI (e pago ainda) e vocês mudaram para 200 GB…

Lição de casa (próximo podcast):
Além da manutenção do Fragile (Yes), pedido/sugestão do Schmitt, agora teremos uma lição de casa do ano de 1975, tanto para a audição de álbum quanto para o throwdown. Para audição, vamos de Bandolier, do Budgie (indicação do J.P.). Já a disputa da vez – banana contra laranja – é a abaixo e também indicação do J.P.:

Throwdown 1975 – Bad Company x UFO:

  • Straight Shooter x Force It

E a pesquisa já está aberta:

Lembrando que o “voto popular” acima poderá ser usado para algum “desempate” no dia da análise dos álbuns, se necessário. Importante: quem vai participar do podcast não deve votar nas pesquisas. Assim, aos participantes mais habituais, por favor não votem até o dia do próximo podcast – e só votem no dia (ou um pouco antes, claro) caso não consigam participar da próxima edição…

A playlist da lição de cada em nosso canal no YouTube (não deixem de fazerem a inscrição no canal) está atualizada com os álbuns e o throwdown da próxima edição:

Também dentro do tópico de tarefas para novembro/2020, o Remote quer continuar a mexer nos vespeiros de álbuns sagrados – então, o pedido é para que nos preparemos para “modificar”, se assim “desejado”, o Tokyo Tapes e o World Wide Live do Scorpions e o Unleashed in the East do Judas Priest – lembrando que substituições são aceitas desde que as bandas já tenham tocado as tais mudanças à época ou anteriormente aos discos. Enfim… heresia total…

É isso aí, galera. O ano de 2020 está sendo uma doideira mas, pelo menos do lado dos podcasts, entendo que não só estamos mantendo a brincadeira, mas ainda cada vez mais legal, com mais gente se reunindo periodicamente e agora com uma opção de ferramenta melhor, mais acessível e mais estável.

Até novembro, galera… isso é, se eu conseguir, já que, com muita alegria, a vida promete ficar BEM mais agitada do meu lado por aqui… 🙂

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Aerosmith, Alice in Chains, Artistas, Black Sabbath, Curiosidades, Deep Purple, DIO, Dream Theater, Guns N' Roses, Instrumentos, Iron Maiden, Jimi Hendrix, Kiss, Marillion, Músicas, MetallicA, Minuto HM, Pesquisas, Podcasts, Rainbow, Resenhas, Rolling Stones, Rush, Scorpions, Slayer, The Beatles, Thin Lizzy, UFO, Uriah Heep, Van Halen, Whitesnake, Yes

8 respostas

  1. É redundante começar dizendo que foi uma enorme satisfação e um privilégio ter participado de mais um podcast, afinal de contas digo isso sempre, mas é mesmo a mais pura verdade!
    Com toda a certeza o grande diferencial desta edição foi a utilização do Google Meet, não posso dizer por todos, mas pelo menos para mim, foi uma excelente experiencia! Não caiu, não travou e como bônus ainda pudemos ver uns aos outros e consequentemente algumas coisas bem legais, como por exemplo o novo “santuário” do nosso presidente com todos os seus detalhes, decorações e luzes, realmente ficou muito legal!!! As guitarras do Alexandre, nem sabia que ele tinha tantas… além dos vídeos comandados pelo novo VJ do podcast: The Wine Man.
    Foi uma pena o Rolf, o Marcio e o Kelsei terem saído mais cedo, mas compreendo que compromisso é compromisso… Também senti a ausência do Schimitt e seu característico sotaque gauchesco, foi mesmo uma grande pena ele não estar presente.
    Tenho que admitir, durante a madrugada onde as coisas não faziam mais sentido algum, a única pessoa centrada e consciente era o Claudio, que com certeza deve ter ficado pensando; “esses caras estão malucos, estão tentando mudar o track-list de clássicos imutáveis como On Stage, Exit… Stage, me recuso”. Realmente o único com o pensamento em ordem.
    Em relação a lição de casa, acho que teremos uma overdose de anos 70 e penso que alguns (inclusive eu) irão reclamar um pouco, afinal são 4 discos, porem acho que a mais “ingrata” mesmo é a proposta sugerida pelo Flavio, então pedras nele…
    Para terminar, gostaria de a gradecer a todos pela atenção, acolhida e por todos os momentos agradáveis, em especial ao Eduardo que é o responsável por tudo isso.
    Um grande abraço!

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    • Hoje, passado o momento das discussões dos ” lives”, talvez realmente o Cláudio tenha sido o mais sensato no papo. Acho que você tem razão, JP. E aí arrumamos uma encrenca, que é continuar a insanidade no próximo podcast.
      Em relação às guitarras, tem mais por aqui, falta apenas eu aprender a tocar no nivel que elas merecem.
      Achei muito legal quando perguntei qual vocês queriam ver e você JP foi direto justamente na Golden que tenta imitar a Les Paul do John Sykes. Entregou uma predileção pelo músico a qual eu também tenho.

      Acho que a lição de casa vai passar bem, vai aqui um palpite. Ainda que não haja tanto entusiasmo, o que pode perfeitamente acontecer, no mínimo não vai haver aquele cansaço de álbuns com proximidade a uma hora de duração.
      Vamos ver se esse meu palpite se concretiza.

      Saudações

      Alexandre

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  2. Foi muito legal encontrar todos !!! As discussões são ótimas e engraçadas.
    Ansioso para o próximo encontro.

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  3. Povo, muito bom reencontrá-los mais uma vez. O Schimitt fez falta, uma pena mesmo.
    Deixemos claro que não há necessidade de abrir a câmera, mas da teoria pra prática essa experiência do Google Meet nos fez testar e aprovar a ferramenta com louvor. Eu ainda não ouvi o áudio do podcast para dar o 100% de aprovação, mas de cara parece que essa ferrramenta ( ou similiares dela) veio pra ficar.
    Em relação ao conteúdo do papo, mais uma vez uma ótima experiência de aprendizado ímpar.
    O Flávio tava muito acelerado e deixando todo mundo tão tonto quanto a tontura que o vinho que bebia deve lhe proporcionado, mas depois que sossegou um pouco trouxe imagens de shows para ” participarem ” do papo, uma ótima pedida.
    Rolf, Kelsei e Villas não puderam ficar o tempo todo mas agradeço por cada segundo. Menção extra ao Villas, um estreante, acredito, por aqui.
    Já o Cláudio e o JP ficaram em quase todo o tempo, o Cláudio desde o ínicio. E o JP trazendo aquela coleção de vinis e cds impressionante, coisas que o advento das imagens para o podcast nos proporcionou.
    Eduardo, acho que o formato está aprovado, vamos apenas conferir a questão da gravação do áudio.
    Aproveito esse comentário para informar que a partir dos próximos podcasts os teaser das edições anteriores serão exibidos no inicio do papo, antes da primeira hora. Foi um formato discutido e alterado com a aprovação daqueles que estavam no inicio deste podcast.
    E que venha novembro!

    Alexandre

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  4. Uhuuu !!!! O Rei da Montanha ganhou!!!

    Uma dúvida: “substituições são aceitas desde que as bandas já tenham tocado as tais mudanças à época ou anteriormente aos discos” –> a música pode aparecer em um álbum de estúdio ou a música só pode entrar caso tenha entrado ao vivo em turnês anteriores?

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    • Qualquer música tocada ao vivo de um álbum pertencente ao período coberto pelo disco ao vivo em questão pode substituir alguma que esteja no referido álbum. A música pode inclusive ter sido tocada depois do lançamento do tal álbum.

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