Review: Flight 666 – CD e Blu-ray

Up The Irons!

Galera, a espera acabou… no final da semana passada, finalmente recebi meu CD duplo e meu disco azul… e ambos se tornaram imediatamente os melhores itens em termos de som e imagem da minha coleção geral de CDs, DVDs e blu-ray (sem exageros!).

Tive um dos maiores privilégios da minha vida ao poder ter curtido 5 shows da turnê Somewhere Back In Time ’08 e ’09, na ordem: São Paulo 08, Buenos Aires 08, Rio de Janeiro 09, São Paulo 09 e Brasília 09. Como cada show é um show, e promessa é dívida, farei um post de cada um no futuro… senão vou começar a viajar neste aqui…

Brasília - 22/março/2009 - 5o show, surdo desde então, o que vi de mais PERTO

Brasília - 22/março/2009 - 5o show, surdo desde então, o que vi de mais PERTO

Após ter visto os 5 shows (4 deles com meu inseparável amigo Marcus Batera, que infelizmente só não foi comigo pra Brasília), 3 shows com nosso Rolfístico Personagem (fica público meu agradecimento a ele, Rhino e família pela excelente maneira como Marcus e eu fomos recebidos e tratados, uma honra mesmo), 1 show com meu amigo Murillo, que nem gostar da banda gosta, e foi para Buenos Aires com a gente por total amizade (e haja amizade!) e meu primeiro show de “grande porte” com minha irmãzinha Bárbara, que o Rolfístico Personagem carinhosamente chamou de “bochechuda rosada”, cantando a plenos pulmões os clássicos da banda e literalmente “colocando no chinelo” tantos e tantos que se auto-nomeiam headbangers e ficaram mudos em Rime Of The Ancient Mariner (!!!), dessa clássica e eterna turnê, principalmente para quem não pode ver os golden years da banda nos anos 80: São Paulo 2009, o maior show da história da banda (sem estar em um festival tipo RiR 85 / 2001), com… bom… 100.000 pessoas, digo e repito porque menos não tinha…

Mas voltando, porque já vi que viajei acima, após ter presenciado a banda nestas 5 vezes, fiquei feliz ao saber que tínhamos um filme sendo feito. Esse filme que já falamos por aqui, com direito a resenha da Première no RJ, foi algo surpreendente para mim, principalmente se compararmos com os últimos lançamentos em mídia da banda, sem delongas e voltas:

– RiR 3: o DVD é bonito, as imagens estão boas, o som em DTS é um alívio para quem gosta de som, mas eles não acertaram no vocal. Mal se ouve o Bruce neste DVD que, por sinal, tem vários overdubs e colagens de voz, principalmente nas músicas novas da época, onde Bruce deixava a galera cantar e acho que só um gritava lá em Brave New World, Blood Brothers e lançamentos da época.

– Death On The Road: em 2004, o Maiden lança o show gravado na Alemanha para este show, com músicas do disco Dance Of Death de 2003 + clássicos de sempre (Iron Maiden, Hallowed, 666, Trooper). As imagens estão melhores que no RiR 3, e o Bruce está ALTO. ALTO mesmo. Mas aí está tão ALTO que parece, em vários momentos, que a voz dele foi “colocada” por cima do som da banda. Imaginem uma música instrumental e depois adiciona-se um vocal bem mais alto, como se fosse uma “colagem”. Pelo menos é como soa para mim.

Mas o filme Flight 666 provou que eles finalmente se encontraram. E se encontraram em grande estilo! Transmitido apenas em salas de cinemas digitais, com projetores HD e som com os mais avançados decoders DTS HD e Dolby True HD, o que se vê e ouve é a mais perfeita coisa que se pode ouvir até hoje na história da música desta era nova era digital que vivemos. Não estou exagerando por ser fã da banda e músicas: em uma análise apenas técnica, o que se confere no CD e blu-ray é um resultado que impressiona a qualquer um, até mesmo quem não gosta da banda.

Já provado nos cinemas, onde alguns colegas meus, que foram de companhia pensando que seria mais um “documentário micão”, se surpreenderam com a qualidade geral do filme. As imagens iniciais de Aces High fizeram as pessoas ficarem literalmente impressionadas e eu chorando… imagens da banda pelas cidades, mostrando a cultura de cada lugar, day-off deles, entrevistas com outros músicos, foram bem-recebidos no balanço ideal para um filme que se propõe ser um documentário… ainda mais se falarmos dessa turnê histórica que traz de volta grande parte do que seu viu na World Slavery Tour…

Mas falemos das mídias CD e blu-ray que chegaram da Inglaterra / Estados Unidos. Além do filme, o blu-ray possui o show da perna de ’08 da banda, em 16 diferentes cidades, sendo duas brasileiras (São Paulo e Curitiba) e algumas versões em países nos quais a banda nunca tinha tocado, como, por exemplo, Índia, Costa Rica e Colômbia. Confira a relação diretamente do meu iTunes:

Músicas / cidades do mais novo lançamento do Maiden

Músicas / cidades do mais novo lançamento do Maiden

– CD: encarte bonito, bem-feito, com detalhes dos shows pelo mundo e uma fotinho com uma galera de algum show aqui no Brasil (segurando a bandeira brasileira). Confere-se, de forma simples, as músicas, datas e cidades onde foram executadas. A qualidade do CD me deixou assustado, no bom sentido: jamais ouvi algo tão bem mixado – um balanço perfeito entre os instrumentos, Bruce e o público. Falo com tranquilidade, após ter ouvido o CD por algumas vezes, que é o melhor CD que já pude ouvir até hoje. Confiram se ainda não puderam. E vou polemizar: com músicas como Wasted Years, Heaven Can Wait e The Clairvoyant, não disponíveis no Live After Death, além do fato das 3 guitarras estarem totalmente em harmonia e com esta qualidade altíssima do CD, este disco é “melhor” que o clássico ao-vivo de 85. Pronto, falei! “Melhor” porque está bem melhor gravado, com os 3 guitarristas se revezando de uma forma magistral, Harris alto e impecável, Nicko descendo o braço (e o pé) e Bruce com uma voz mais madura (claro que ele não grita mais como em 85, mas com uma voz soando ainda mais “encorpada” que no passado). Polêmica feita, vou para o blu-ray.  🙂

– Blu-ray: o show mantém a qualidade de imagem e som que pode (antigo pôde) ser conferida no filme / documentário. Achei sensacional poder ver e constatar que, em 16 diferentes países,  o metal é a realmente a única coisa que existe neste planeta que une as pessoas de forma igual (mesmo!). As reações das diferentes pessoas, culturas e gerações (crianças, pais e avós) unidos para ver a banda. A performance da banda mostra o momento que eles estão vivendo: as crises dos anos 80 e 90 parecem estar superadas (ou bem melhores administradas) entre todos. Não há mais aquela ganância excessiva de um ou de outro. Eles se divertem no palco em todas as músicas. TODOS eles se divertem, principalmente nos shows do México para baixo, onde Bruce diz algo como “gets hotter everytime we go down”. Até mesmo a invasão de palco em Curitiba foi tratada como uma grande piada por eles. Falando sobre o som: para quem conhece o formato MP3, é sabido que o padrão de altíssima qualidade é o de 320 Kbs. Mas o blu-ray pode atingir taxas muito mais altas.  Que tal 3.200 Kbs (10 vezes mais)? Pois é, isso é atingido no blu-ray. Se falarmos em AVC então, é sacanagem: 25 Mbs, isso, 25 MEGA bits. A galera mais técnica precisa conferir isso. É lindo demais!!!!   🙂

Galera, o tempo urge e preciso terminar esse negócio aqui. Espero que tenham curtido esta análise após algumas audições do CD e blu-ray, mas humildemente de um ser que pode (vocês sabem, pôde e PODE ainda) ter material o suficiente para declarar certas coisas que falei por aqui. Para quem não comprou ainda, tá aí um MUST HAVE ASAP. Bom filme, show e emoção.

Eu, Marcus Batera e... o Personagem... 16/março/2009, RJ, Cine Odeon

Eu, Marcus Batera e... o Personagem... 16/março/2009, RJ, Cine Odeon

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Cada show é um show..., Curiosidades, Discografias, Iron Maiden, Músicas, Resenhas, Trilhas Sonoras

31 respostas

  1. Eduardo,

    Muito legal a sua resenha e altamente técnica com todos os Mbps e Kbps da vida. É obvio que gostamos de qualidade, ainda mais vendo em casa no conforto do nosso sofá, mas com um bom conteúdo, vale até gravação em fita K-7…. Na questão qualidade já sei que estamos (muito) bem. Sobre o conteúdo, me estimula a compra pelo documentário, o set list é repetitivo – temos versões ao vivo de sobre deste material. Sobre o RRIII e Death On The Road(da turne que assisti no RJ) não me empolgaram tanto, já assisti umas 3 vezes cada um e tá bom. O Flight parece ser bem interessante, mas e as tais B-sides? Fã é fã e gosta de TODAS as musicas. Conversa com os caras, Eduardo… eu sei que o Harris é cabeça dura, mas dá um jeito nisso!
    Abraços
    Flavio

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    • Remote, apesar do set ser “repetitivo”, é uma homenagem à World Slavery Tour. Mas te garanto que ao ouvir (e ver), você ficará impressionado, como eu fiquei, com o material e qualidade geral. Não há comparação com RiR3 e Death On The Road… foi uma evolução tremenda…

      E quanto a falar com o Harris, ontem liguei para ele e ele não atendeu. Deixei recado com a Lauren. Vou lembrar do tópico quando eu fizer a reunião anual “secreta” que faço com os caras, com abertura do MetallicA, no meu estúdio na Suiça. Se tiver interesse, me avise!!!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  2. Excelente resenha, essa foi escrita com carinho!!

    Eu concordo em tudo que foi dito

    verdade seja dita, eu acredito que esse álbum é o que possui a melhor mixagem que já escutei. É sensacional ver que como todo mundo em cima do palco e mesmo com 3 (eu disse 3) guitarras os caras não “atropelam” um ao outro…. Acho que eles atingiram um nível de maturidade que poucas bandas atingiram.

    Quanto ao Blu-ray, a única observação é que eu preciso de um sistema de HT para desfrutar de tudo o que disco pode oferecer. 

    A imagem é a mais cristalina e com cores vivas do que outros blu-rays que tenho…. e o som realmente está um show a parte

    É como foi dito pelo Edu, MUST HAVE ASAP

    [ ]s
    Renato

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  3. Caro Eduardo, sou obrigado a concordar com o Remote acerca do set list, ainda mais sendo eu o Bside deste blog….E a respeito da
    gravação, espero com entusiasmo ver e ouvir este Flight 666, mas
    desde já acredito fielmente em vossas palavras ….Pra finalizar,
    não posso deixar de comentar a foto dos 3 cavaleiros do Apocalipse em terras cariocas, lembro-me que algumas horas depois
    desta foto estivemos juntos num papo bastante agradável..
    Saudações

    AlexandreBside

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  4. Parabéns pelo review Dutecnic! Sou um herege postando no Minuto HM 😉
    Mas realmente o Flight 666 merece avaliações de uma obra de arte. Qualidade e ótima produção! Fiquei muito feliz que o Blu-ray não teve que ser “portado” para o Brasil, para receber as legendas em português, sabendo-se que fora comprado no exterior. Mas tratando-se de Maiden, nada mais é do que uma prova de seu amor aos fãns brazucas!
    Abraços e parabéns pelos vários Minutos HM!

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  5. Aqui um vídeo de um cara que estava no “morro” (Run To The Hills total) no show de 2009 do Maiden em Interlagos, São Paulo (não tem a ver com o review do Flight 666, de 2008, mas com meu comentário sobre a quantidade de gente que tinha no dia por lá, muito acima do oficialmente divulgado, com certeza):

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  6. Não deixem de ver…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  7. Sensacional a história desse cara! Me emocionei lendo o texto dele e senti uma “inveja” gigante por toda a experiência que ele teve com a banda.

    Inclusive, me motivou a rever o Flight 666 ontem a noite e me emocionei mais um pouquinho. Essa tour foi realmente incrível e, como dito pelo próprio Bruce, não foi uma revisita aos anos dourados da banda, e sim um presente para os fãs, especialmente para os mais novos que nunca tiveram a oportunidade de conferir vários clássicos ao vivo. Uma celebração entre banda e fãs.

    Eduardo, qdo puder, reveja o Revelations que tem neste dvd e tente não se arrepiar, principalmente na polêmica parte da “respiração” do Bruce. Pra mim é impossível!!

    Voltando ao “The Crying Man” perguntei ao Bruno, via twitter, qual a explicação do Sam Dunn ter incluído a cena do choro no show da Colômbia em vez do de Curitiba, e ele me respondeu:

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    • A história dele é realmente sensacional e, pelo que parece, muito merecida, pois é um verdadeiro fã que se, com certeza, troca muitas coisas da vida para fazer o que realmente dá valor, que é o Iron Maiden.

      Com relação ao Flight 666, sou suspeito demais, mas é maravilhoso, como comentei ao longo deste post. Revelations é sem dúvida um dos destaques dessa tour, que contou ainda com outros clássicos, como Rime Of The Ancient Mariner, Powerslave, etc.. Bruce realmente se destaca no vocal de Revelations e, em blu-ray, é ainda mais legal ver os “closes” da câmera nele, principalmente vendo a boca dele mexendo para cima e para baixo, cantando este hino da discografia da banda.

      Agora, sobre a escolha de colocar a cena na Colômbia, eu particularmente discordo, assim como discordo de cenas de outros países que foram usadas como se fossem brasileiras no DVD do Rock in Rio 2001. Eu acho que a banda acertou ao colocar uma música de cada cidade, isso foi muito legal deles, mas já que é assim, apenas imagens realmente de cada lugar deveriam ser usadas, mesmo que, neste caso, a intenção tenha sido boa, não acho certo o mundo inteiro ver algo pensando que é da Colômbia quando não é. Mesma coisa para o Rock in Rio 2001: com mais de 250.000 pessoas, para que usar cenas de outros lugares?

      Já que comecei a falar do Rock in Rio 2001, aproveitando para provar que sou fã mas não sou “cego”, também não gosto das “colagens” nos vocais de Dickinson onde ele não cantou, preenchendo os “vazios” deixados por um público que, na época, não conhecia o recém-lançado material, o disco Brave New World. Se o Bruce não cantou, não tem que ter copy and paste, poxa. Bom, essa é minha opinião…

      Terminando: sensacional mesmo tudo que o “The Crying Man” fez e conseguiu com a banda e todos que a cercam. São lembranças que dinheiro algum jamais comprará, algo que ele terá sempre no coração…

      [ ] ´s,

      Eduardo.

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      • Eduardo,
        Achei perfeita sua colocação do copy and paste. Ao vivo quanto mais cru melhor, se a platéia não canta, a platéia não canta oras, não depõe contra a música. O que dá para tolerar e se tem uma falha gritante, um ajuste, mas mesmo asssim ainda prefiro se for para lançar um ao vivo (não sendo de apenas um show) que escolham outra versão. Quanto a Revelations, não sei se ficou claro o que penso: A musica é maravilhosa, num album que considero o melhor dos caras – sem ponto fraco – perfeito em todos os aspectos, e a respirada também não depõe contra nada na interpretação no álbum – apenas da um quê de que afinal somos todos humanos. Suelen, acho que uma questão de tempo esquecer o famigerado video que fiz para clarear o lance para o Eduardo e voltar a curtir a musica da mesma forma. E aproveitando o que vocês falaram, deu vontade de assistir o Flight 666 novamente, a hora que a Maria Augusta der um sossego, vou colocar para ver.
        Abraços

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        • Flavio,

          Revelations sempre foi uma das minhas músicas preferidas do Iron justamente pela interpretação do Bruce. Conheci no Live After Death e me apaixonei imediatamente. Pensei “se ao vivo essa cara ja canta dessa maneira maravilhosa, a versão de estúdio deve ser melhor ainda”. Quando ouvi no Piece Of Mind, me rendi de vez e virei fã numero 1 do Bruce. Na época eu tinha 13 anos e, portanto, não tinha senso crítico e nem o ouvido “treinado” pra captar essas pequenas falhas como tenho agora. Por isso se ,naquela época, você viesse me apontar esta respirada, eu arranjaria todos os argumentos do mundo pra justificar de aquilo existir, jamais admitiria o erro e você passaria a ser meu inimigo mortal! hahaha

          Mas passaram 15 anos desde que virei fã de Iron. O video que você fez pro Eduardo não fez com que eu deixasse gostar de Revelations, não se preocupe. Pelo contrário, fez com que eu passasse a gostar ainda mais, pois mesmo com a pequena falha, ela não deixa de ser maravilhosa. E talvez até por isso que ela seja maravilhosa. Mostra que o Bruce tambem erra e a música soa mais natural.

          E só de curiosidade, vi ontem no DVD a versão do Live After Death e em seguida a do Flight 666. Pra mim, o Bruce tá igual vinho: quanto mais velho, melhor. Na do Flight 666, como o Eduardo mesmo falou aí em cima, você vê os movimentos da boca do Bruce, especialmente a parte “…and I waited for the daAaAaAaaawn”, é de arrepiar!!

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          • Puxa, é exatamente nesta parte do “and I waited for the DaAaAaAaaaawn”… hahahaha… é justamente isso… não daria para escrever melhor e mais engraçado do que misturando as letras minúsculas e maiúsculas… estou rindo sozinho aqui pois é justamente assim que eu faria para explicar também…

            Apenas complementando a questão, acho apenas que quando chegar naquela parte da música, será engraçado sempre tentar observar a tal respirada, seja a versão que for. E se, CASO (eu duvido, mas…) o Maiden adicione essa música na futura tour (de novo: eu duvido – acho praticamente impossível), estarei em 3 oportunidades para tentar ver isso… hahahahaha… com a Suellen, no SP e RJ….

            Remote, B-Side, como andam as compras dos ingressos do Maiden pelo lado de vocês? Nos encontramos no RJ?

            [ ] ‘ s,

            Eduardo.

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            • Estou neste exato momento com o blu-ray do Flight 666 rolando… (aliás, todos vocês precisam ver em blu-ray, caso nunca tenham visto).

              Ele faz isso também em outros trechos, como com as palavras “see” e “cry”, antes do que estamos aqui falando… em menor proporção, claro.

              E sobre a parte da “respiração, nesta versão em Sydney, não rola, pois ele canta de forma bem diferente da versão original esta parte, pegando ar (de forma natural, sem estar ofegando) bem antes… certo, né? Ou existe aqui também? Hahahaha…

              [ ] ‘ s,

              Eduardo.

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      • Eduardo,

        Sobre terem colocado o “The Crying Man” como se ele fosse da Colombia, concordo com tudo o que você disse. Alias, se não fosse pelo texto dele no blog Flight 666, eu jamais saberia disso e muito menos que ele é brasileiro.
        Mas imagina que irado você ser eternizado num dvd do Maiden, mesmo que de forma e errada e, o melhor, ser reconhecido pela banda, especialmente o Nicko?? Deve ser irado demais!!! 😀

        Sobre o Rock In Rio, confesso que estou muito satisfeita que o Iron em 2011 virá ao Brasil em tour própria. Não só pelo fato de termos mais shows pra assistir, em diferentes cidades, mas pelo público mesmo. Rock In Rio tem muita gente que vai só pelo oba oba – essa galera que ja comprou ingresso quando ainda não tinham anunciado nenhuma banda – e pra mim, o que torna um show especial é a participação da platéia, o que as vezes acaba não acontecendo em eventos assim. Ano que vem ja irei ciente que o show do Metallica não será tão especial quanto o que foi o deste ano.

        Abraços,

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        • Eu já havia lido a respeito em algum lugar que o nosso “chorão brasileiro” (que podia ser eu também, mas sou meio baixinho, por isso nunca aparecerei em nada, hahahaha) não era mesmo colombiano….

          E sim, ser reconhecido é tirar um sarrinho legal… igual ao amigo do Rolf e pessoal do RJ que era (seria até hoje) reconhecido por simplesmente Ronnie James Dio… imagine você aí o Dio chegando e falando “Hey Luciano, how are you doing, man?” Afff…

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

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  8. Isso era para ter entrado no Flight 666, mas parece que foi cortado por uma questão de espaço (mesmo eu não acreditando muito nisso, afinal, um blu-ray cabe 50 GB e isso caberia facilmente, entendo eu).

    O show era em Irvine, Califórnia, EUA (mesmo local que vi 2 shows em 2012 da banda). O momento abaixo é muito legal: Adrian espirra antes de Can I Play With Madness e Bruce, com uma bola na mão e falando pelos cotovelos, manda parar tudo. O legal é que o chefe Harris ignora tudo e, empolgado como sempre, continua cantando.

    Sensacional… “cada show é um show”…

    Obs.: o vídeo deve ser assistido exclusivamente pelo YouTube – clique no link do vídeo que vai aparecer após dar play.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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