Kiss discografia 16a parte – Álbum: (Music From) The Elder

Continuando em nossa discografia, traremos uma adaptação do post já lançado por aqui no início do ano:

A Capa do Vinil Brasileiro que traz a ordem original das músicas invertida.

A Capa do Vinil Brasileiro que traz a ordem original das músicas invertida.

*O Disco Japonês “da época”, recém comprado – com a ordem correta.

*O Disco Japonês “da época”, recém comprado – com a ordem correta. (não há a faixa Escape From The Island.)

*A Edição Americana em vinil 180g– com a ordem correta.

*A Edição Americana em vinil 180g– com a ordem correta.

ÁLBUM: MUSIC FROM THE ELDER

  • · KISS: Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley, Eric Carr
  • · Lançamento: 21/11/ 1981
  • · Produtor Bob Ezrin.
  • · Primeiro Single: “A World Without Heroes” – 22/11/1981.
  • · Nunca atingiu sequer o status de disco de ouro pela RIAA.
  • · O álbum chegou somente ao n.#75 nas paradas.
A capa do Cd Remaster - a ordem original das faixas foi mantida.

A capa do Cd Remaster – a ordem original das faixas foi mantida.

Faixas:

1 – fanfare   – 1:21 7 – A World Without Heroes –2:40
2 – Just a boy – 2:25 8 – The Oath  – 4:31
3 – Odyssey – 5:36 9 – Mr. Blackwell – 4:52
4 – Only You– 4:17 10 – Escape from the Island – 2:52
5 – Under the Rose – 4:51 11 – I – 5:03
6 – Dark Light – 4:18

Estamos no início de 1981, e nesta época o KISS havia perdido bastante de sua popularidade, pois o álbum anterior UNMASKED havia excedido os limites toleráveis do quão pop a banda poderia ser. Com o fracasso de UNMASKED e a demissão de Peter Criss, a banda prometia um novo álbum numa linha mais pesada, já contando com Eric Carr, um baterista com mais pegada que Criss.  No ínicio do ano de 81, começam a gravar o que seria o álbum Rockin’ With the Boys, com as faixas Deadly Weapons (que apareceria repaginada no Asylum, de 1985, com o nome Love’s a Deadly Weapon), Nowhere to Run e Partners in Crime.  A idéia então foi chamar Bob Ezrin pra produzir o novo trabalho, pois este havia pilotado o maior sucesso de estúdio da banda, DESTROYER. Há também de se entender o motivo de tal guinada na idéia inicial de fazer um álbum pesado, pois Ezrin também havia produzido o álbum The Wall do Pink Floyd, com excelente desempenho de crítica e venda, ainda em 1979 e sugere um álbum temático ao Kiss. A banda se sentiu tentada a fazer um álbum conceitual, nesta linha dos progressivos da época, onde talvez este The Wall seja o maior exemplo a ser seguido. É certo que Ace Frehley foi radicalmente contra a idéia, mas acabou sendo vencido, uma vez que Paul Stanley e Gene Simmons ficaram entusiasmados e decidiram pela empreitada (Eric Carr não teve direito a opinar) .

O Encarte da edição cd remaster que contém a resenha em inglês do Album

O Encarte da edição cd remaster que contém a resenha em inglês do Album

Explicado tudo que motivou a banda a lançar (MUSIC FROM) THE ELDER, vamos ao álbum em si, que quase destruiu definitivamente a carreira da banda.  Antes, é preciso informar que, como um álbum conceito, a seqüência original e concebida para o álbum seria a citada nos créditos acima. Todo o álbum foi feito em sigilo absoluto entre a banda e Ezrin, mas ao levar o projeto para a gravadora, a mesma, prevendo a catástrofe que seria lançar um álbum com uma música instrumental e incidental como faixa inicial (fanfare), optou por redistribuir a ordem (alterando o conceito da história previamente concebido), e colocando The Oath e A World Without Heroes encabeçando os lados A e B (no vinil, é claro) respectivamente, sendo a ordem alterada para :

  1. The Oath
  2. Fanfare
  3. Just A Boy
  4. Dark Light
  5. Only You
  6. Under The Rose
  7. A World Without Heroes
  8. Mr. Blackwell
  9. Escape From The Island
  10. Odyssey
  11. I
A versão brasileira do cd , com músicas alteradas pela gravadora

A versão brasileira do cd , com músicas alteradas pela gravadora

A arte gráfica da capa não traz nenhuma foto da banda, pois, como um álbum-conceitual, deveria trazer o espírito da história.  Desta forma a capa tem uma porta que é um protótipo de uma foto tirada em Nova York de uma porta da Igreja Metodista na esquina da rua 86 com a Park Avenue. Na verdade trata-se de um modelo com metade do tamanho original de uma porta e a mão que aparece supostamente é a de Paul Stanley, mas a informação não é confirmada. Na parte interna, uma mesa com diversas cadeiras fotografadas em uma galeria de arte chamada New Arts Gallerie, na Rua 18, também em Nova York.

*Na

*Na “velha” nova edição japonesa – a ordem correta na contracapa, sem a música Escape From The Island.

A capa e ordem na versão brasileira do cd.

A capa e ordem na versão brasileira do cd.

O conceito do álbum conta uma história de um garoto que tem seu destino traçado em se tornar um guerreiro para combater as forças do mal que ameaçam a existência de todo o universo. Segundo Bob Ezrin, o projeto previa duas continuações, visto que foi concebido em três partes: A segunda parte da trilogia chamar-se-ia Elder II: War of the Gods, numa linha mais pesada, e que contaria a batalha entre o místico mundo de Morpheus, o guardião e o satânico Mr Blackwell. Completamente desmotivado, Ace insiste em gravar o álbum no estúdio montado em sua casa. As gravações iniciam neste ambiente, porém o projeto continua no Canadá, sem a presença de Ace, que manda suas participações em envio postal, sendo a maioria descartada pela banda.  Apenas em Dark Light ouvimos o vocal de Ace, e este acaba sendo o último trabalho do guitarrista na banda, até o retorno da formação original 15 anos depois.  O álbum demora 7 meses para ser finalizado, muito em função da meticulosidade de Bob Ezrin. Em I, Eric Carr, já em seu álbum de estréia, acaba por entender como as coisas funcionam no Kiss: Ao não conseguir captar o clima da música, é substituído por Allan Schwartzberg (que tocou no álbum solo de Gene Simmons). A banda grava um clip para A World Without Heroes, que não está presente em nenhum lançamento oficial em vídeo do grupo.

O Vinil tem capa dupla - a foto ilustra a parte interna.

O Vinil tem capa dupla – a foto ilustra a parte interna.

*A Edição Americana nova em vinil 180g– a cores estão mais vivas

*A Edição Americana nova em vinil 180g– a cores estão mais vivas

E o previsto pela gravadora realmente aconteceu: THE ELDER até hoje é um dos dois álbuns da banda que não atingiu nem o status de disco de ouro nos EUA – o outro é o CARNIVAL OF SOULS (que será assunto de nossa discografia mais para frente). Como conseqüência, o álbum estreou nos charts americanos em 10 de novembro de 1981 na posição nº 75, desaparecendo completamente em fevereiro de 1982. A banda nem se atreveu a excursionar para promovê-lo, optando por aparições em programas de TV, algumas vezes em playback (às vezes até sem Ace, que deu o cano na aparição no studio 54, no ínicio de 82).

A banda aparece uma única vez tocando ao vivo,  em 15/01/82, no programa de variedades “Fridays”, onde executaram The Oath, I e A World Without Heroes. Esta perfomance é encontrada no dvd KISSOLOGY 2.

Somente A World Without Heroes é tocada novamente ao vivo, mesmo assim apenas no acústico de 1996. Novos desacertos se seguiram, como no lançamento japonês do álbum não conter a instrumental Escape from the Island. Para o lançamento do álbum, a banda opta por um visual mais light, com cabelos mais curtos, o que também não agrada aos fãs tradicionais e foi mais um dos contribuintes para o retumbante fracasso comercial do álbum. A cotação do álbum para a banda é muito ruim, Gene dá nota zero, Paul Stanley dá um ponto de interrogação para o trabalho e Ace, 2/5.

O Vinil da edição brasileira, que apesar de ter as faixas invertidas, pelo menos mantém o padrão da capa dupla.

O Vinil da edição brasileira, que apesar de ter as faixas invertidas, pelo menos mantém o padrão da capa dupla.

*Na Edição Americana nova em vinil 180g– o selo traz a

*Na Edição Americana nova em vinil 180g– o selo traz a “mão” – um símbolo clássico para o disco.

N. R.: Em nossa opinião, o que se vê aqui é um álbum que tem muito pouco de Kiss, mas é considerado por alguns como uma obra-prima (inclusive estes que aqui escrevem). O que é importante ressaltar é que a qualidade como compositores, que para nós é talvez o grande diferencial de Simmons e Stanley, está intacta neste álbum. Bob Ezrin sempre trouxe novas idéias para os álbuns em que participou, que nem sempre agradavam aos fãs, que desejavam a manutenção do estilo da banda, mas para nós ele novamente acerta. Músicas como Under The Rose, Only You, Just a Boy (cujo vídeo abaixo traz uma versão demo mostrando as qualidades vocais de Paul Stanley) e Odissey estão entre as nossas preferidas da banda, apesar de nada parecer com o Kiss.

The Oath e Dark Light (que contem um dos melhores solos de Ace na banda) lembram mais o som clássico da banda, e também são ótimas músicas. Na verdade, I é o exemplo de música mais com sonoridade Kiss da banda, mas não está entre as nossas preferidas. Até hoje podemos ouvir com grande apreço o cd todo, seja lá em qual ordem ele for disposto (em 1997, com o lançamento de toda a coleção remasterizada, o cd foi lançado em sua ordem originalmente concebida). Colocaríamos sem pestanejar o THE ELDER como um dos nossos “top five” da banda.

Depois de arriscar em pelo menos quatro empreitadas consecutivas, com os discos solo dentro da própria banda, dois álbuns “disco-pop” (DYNASTY e UNMASKED), e um álbum prog-conceitual (THE ELDER), além da saída de um membro original e o grande desgaste de outro (Ace Frehley), o Kiss precisava fazer algo para retomar o sucesso. A idéia de lançar um álbum pesado seria novamente resgatada, mas antes teríamos o lançamento de uma coletânea que é história para o próximo  post.

Até semana que vem

Alexandre Bside e Flávio Remote

*Post Revisado com inclusão de fotos do novo “velho” vinil japonês e o novo vinil 180g americano em 29/07/2015.



Categories: Artistas, Curiosidades, Discografias, Kiss, Pink Floyd, Resenhas, Trilhas Sonoras

44 replies

  1. Um dos melhores albuns da banda, sei que é um gosto polêmico, mas no que se propuseram a fazer é sensacional, e vindo do Kiss então!!!
    Eric carr dá um show de batera progressiva com peso, esse negócio do Bob Ezrin substituí-lo em “I” era pra simplificar a musica, queria ouvir a versão do Eric dessa musica, ia engrandecer o Album. Belo trabalho de pesquisa, Velho.

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  2. este disco foi um dos pioneiros do estilo conceitual,bem viajante e diferente de tudo q o kiss ja fez . show show

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  3. Confesso que nunca me interessei pelo The Elder, mas depois deste review vou ter que ouvi-lo.
    Depois escrevo aqui o que achei.

    Abraços.

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  4. Após vários dias, várias audições, pausa pra descanso, mais audições, pausa pra “não viciar” a opinião e mais audição, eis a minha impressão sobre o “The Elder”:

    Embora já avisado por vcs aqui do MHM, não há como não ficar surpreso com o estilo deste álbum, ainda mais eu que conheço mais a fase clássica do Kiss. Posto isso, fica fácil entender a razão de seu fracasso comercial. Realmente não tem nada a ver com o Kiss que a maioria conhece, com exceção de uma ou outra faixa. No começo parecia uma mistura de Queen com Pink Floyd, sei lá, inclusive com passagens de uma música pra outra sem que vc perceba, no estilo “The Wall” realmente. Gosto disso!
    Após se acostumar dá pra ver os méritos do álbum. É sim um bom disco. A única das “mais estranhas” que não desceu muito foi “Odyssey”. Pra mim “Only You” e “Under The Rose” são os grandes destaques. Das faixas mais “Kiss” do disco, gostei de “Dark Light” e de “I”. “The Oath” é boa também.
    Não se pode negar que o disco é uniforme. Quando vc ouve o disco todo, nota-se uma “sequência” (até por ser conceitual). Temos que considerar a dificuldade da criação de um álbum conceitual também, não deve ser fácil fazer tudo em cima de único tema.
    Com certeza o Kiss provou aqui que é capaz de fazer qualquer coisa que se proponha no universo “Rock and Roll” com qualidade. Mas, inegavelmente, essa não é a cara do Kiss. Mas aconselho o disco pra quem duvida da capacidade criativa da banda. Mas pra quem quer curtir o “Kiss verdadeiro”, essa não é a melhor opção realmente.

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  5. Caro Marco,
    Parabéns pela vontade de ouvi-lo e ainda mais: desarmado.
    Sim, o disco é completamente diferente do Kiss clássico – o tal “Kiss Verdadeiro”. Mas que bom que você gostou do album (Queen e The Wall são boas referencias, de qualquer maneira). As três mais classicas se encaixariam em quase qualquer album da banda, como por exemplo no Revenge (imaginando as com a produção do album a ser inseridas). Only You e Under The Rose são maravilhosas, e bem diferentes do estilo Kiss clássico. As mais doidas talvez tenham sido a fanfare (que quase não conta, parece um preludio, uma intro para o album), Mr. Blackwell e Odyssey. Gosto de todas, mais ou menos classicas e adoro o album. E mais, não cansei ou enchi (temporariamente) o saco como em outros da banda.
    Acho que vale a aquisição. E para finalizar: é bom termos coisas de diferentes estilos numa discografia tão grande, como a do Kiss. O importante é a qualidade, e neste ponto o The Elder não decepciona.

    Abraços
    Flavio.

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  6. Marco
    Sua análise é bem pertinente, e dá até pra entender o motivo da não predileção pela Odissey, que é uma balada com teclados. Afinal, nos outros posts percebemos que você também não tem uma predileção por Beth , é bem justificável.
    Sua frase : ” Mas aconselho o disco pra quem duvida da capacidade criativa da banda” é perfeita . Parabéns!!

    Alexandre Bside

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  7. Bside e Remote,

    O Gene Simmons às vezes, exagera em suas frases, mas quando diz “O The Elder é um bom disco, só não é um bom disco do Kiss” define bem o álbum e, talvez, a parte final da frase dele “…só não é um bom disco do Kiss…” ele diga baseando-se nas vendas do mesmo, pois, se tivesse vendido bem, aposto que ele iria “amar” o disco. Acho que pra descobrirmos os Top 5 do Paul e do Gene é só procurar no RIAA as vendas de cada álbum. Os 5 mais vendidos são os 5 prediletos deles….rsrs…

    Abraços.

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  8. Gosto muito desse disco, mas “Odyssey” não dá é muito fora (e gosto muito de prog) minha versão em vinil começava com “The Oath” que acho melhor assim. Ace perdeu a grande chance de se impor na banda, pois “dark light” é a melhor do album e aponta pra sonoridade que ele queria para o disco, penso se esse enfia mais duas, nesse padrão Rock, como vinha ocorrendo e Paul e Gene quebrando a cara nas vendas e vindo um “Creatures of the Night” e trabalhando nesse pois o disco seria pesado… Acho que nosso Ace (Às) estaria num patamar bem acima com a dupla dinâmica.

    Alvaro

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    • Alvaro, DarK Light e The Oath são das mais roqueiras do álbum, talvez daí a sua predileção. Realmente começar com uma música mais agitada, mais forte talvez fosse a melhor opção para deslanchar comercialmente o disco, e este seria o motivo para a inversão, já que o álbum não funcionou. Para quem pensa no álbum como todo – como conceito, acabo preferindo a ordem original. Considero Odyssey como uma balada e acabo gostando do disco todo, inclusive muito desta – aliás o The Elder é um dos meus favoritos, embora bem distanciado do estilo da banda. Em relação ao Ace, considero-o no mesmo nivel de Gene e Paul, cada um na sua genialidade. Sabemos que o Ace detestou fazer o disco, pois sempre quis manter o lado mais roqueiro, e mais natural da banda, longe do estilo deste disco.
      Abraços e continue comentando por aqui.

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  9. Quem gosta do álbum e especialmente aprecia a faixa Under The Rose ( pra mim sem dúvida uma das melhores do trabalho) , não pode deixar de ver este “one man cover” que descobri no youtube.

    O trabalho do Sr Daniel Iasbeck ” jogando” em todas as posições é não menos que sensacional e uma grande cover para essa grande canção.

    Saudações a todos aqueles que apreciam o The Elder !

    Alexandre Bside

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  10. “The Elder” virando “trintão” – e um livro lançado como “a maior falha da história da banda”…

    Comentário do Eddie Trunk sobre o disco (não sobre o livro):

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  11. Na verdade “The Elder” é um ótimo álbum. O produtor é extremamente competente, as composições são boas, os músicos envolvidos (do Kiss e extra-Kiss) também são muito competentes.
    O que não podemos esquecer é que grande parte da molecada que curte hard rock e heavy metal, até hoje, não é suficientemente aberta e não está preparada para ouvir esse tipo de sonoridade vindo de uma banda como o Kiss. Mas o fato é que os caras, apesar de todo o comercialismo, tinham uma preocupação com qualidade, e estavam em uma fase de experimentalismos.
    O que o Gene Simmons disse a respeito do álbum é ridículo! Tenho certeza que ele só falou isso devido ao fracasso comercial do disco (que, inclusive, foi idealizado para ser conceitual por ele mesmo). Se o disco tivesse vendido bem, ele diria que é um “clássico” e repetiria que foi o principal responsável por sua criação… hehe….
    Um álbum pra quem não tem preconceito e pra quem está mais preocupado com a arte do que com a “forma”.

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  12. Ah, e parabéns ao Alexandre Bside e Flávio Remote pelo blog e pela divulgação do hard rock! Conheci o blog hoje e as matérias que li achei muito bem escritas e com informações bem legais!

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    • FH,

      primeiramente, seja muito bem-vindo ao Minuto HM. Legal que tenha gostado do espaço. Fique a vontade por aqui e muito obrigado pelos elogios feitos.

      Continue conosco!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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    • FH72,

      Muito obrigado pelos comentários – temos a discografia inteira e sempre nos agrada comentários de quem sabe, como é o seu caso.
      E concordo com o que disse em relação ao Gene – para eles (Gene e Paul), o álbum que vende é o melhor – a relação é direta. No meu caso escolhi o The Elder como um dos 5 meus prediletos.
      FR

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      • FH72:

        Faço minhas as palavras de agradecimento do Flávio Remote. Seu comentário é muito pertinente e sem dúvida de alguém que sabe o que está escrevendo .
        Em relação aos discos de Cooper, infelizmente não me vejo em condição de escrever algo que fique num padrão mínimo de qualidade que sempre vemos aqui no blog. Desta forma , concordo inteiramente com a sugestão de que você possa nos ajudar nesta lacuna .

        Um abraço,

        Alexandre Bside

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  13. Pra finalizar, uma sugestão para resenhas de álbuns: que tal abordar os grandes discos do Alice Cooper de 1975 a 1977? Foi uma época que ele fez grandes e “incompreendidos” trabalhos que, assim como aconteceu com o Kiss no “The Elder”, tiveram um distanciamento do som clássico que o consagrou e uma proximidade com outros ritmos e coisas mais experimentais. E além de tudo, alguns desses álbuns ainda foram produzidos pelo Bob Ezrin! Abraço!!

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  14. Agora, tem um louco no mundo querendo fazer o filme para a trilha sonora deste cd . Seria algo com financiado pelos fãs , para viabilizarem o projeto .
    Quem quiser entender o que seria isso, basta acessar o link :

    http://www.elderthemovie.com/

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  15. E ae galera. Parabéns pelo alto nível do blog.
    Abraço
    Claudio Marcos

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  16. Olá, Eduardo! Me desculpe epa demora da resposta. Fico contente por vcs terem gostado do meu comentário sobre o “The Elder” e, claro, será um prazer para mim colaborar com suas resenhas, tanto para os discos do Alice Cooper como de outros bons artistas.
    Me diga como funciona e, se vcs quiserem, posso preparar algumas resenhas, já que coleciono e gosto muito do rock dos anos 60/70. Aguardo sua resposta! Um abraço!!

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    • Olá novamente! Desculpe um pouco pela demora em lhe responder, cara. Já enviei, via WordPress, um e-mail de convite para cadastro para que você possa contribuir com o blog.

      Daqui a pouco lhe envio outra mensagem com algumas informações iniciais para lhe ajudar, ok?

      Por enquanto, fica o meu agradecimento, em nome do blog, pelo seu interesse em contribuir conosco. Tenho certeza que será fantástico! Muito obrigado!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  17. Para o FR: qual é seu top 5 do Kiss? Fiquei curioso! hehe… abraço!

    Like

  18. Caro FH72,

    O meu Top 5, aliás estendido para o Top 10 + os ao vivo, foi divulgado no último capítulo da discografia (Best Of Alive 35 North American Tour 2009) – o link ta aí abaixo. Aliás o B-side também divulgou o dele, e alguns da família tiveram coragem de fazer o mesmo, já que tirar alguns álbuns da lista foi tarefa doída.
    se puder contribua no post e acrescente nos comentários os seus também.
    O link:
    https://minutohm.com/2010/04/18/kiss-discografia-35a-parte-%E2%80%93-album-best-of-alive-35-north-american-tour-2009/

    Abraços.

    FR

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  19. Uma suposta “confirmação” de que a mão da capa do álbum realmente é de Paul Stanley: http://www.kissasylum.com/news/2012/02/07/paul-stanley-1981-elder-photo-shoot-outtake/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  20. Ace brilha de novo, sem querer parecer um boçal pró-spaceman: “Dark Light” é um dos pontos altos do disco, senão o clímax.
    Enfim, é como alguns filmes tipo ‘Blade Runner’ e ‘O Enigma do Outro Mundo’: espera baixar a poeira do fracasso e da imcompreensão e tome uma onda de culto em torno do projeto.
    Ainda que isso não tenha se refletido nas vendagens, segundo o post, pois ouro e platina vem das vendagens.

    Um abraço e

    I believe in Rock n’ Roll!

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    • Rafael, não há problema algum de ser fã de Mr. Space Ace, um gênio na banda, que como comentado acima, estava muito distante da proposta do disco. Dark Light é novamente uma grande composição que acaba combinando com a temática, embora seja uma das mais roqueiras – mais próximas do estilo “real” da banda. O album, infelizmente não foi compreendido na época e levou a banda a beira de um colapso, como continuaremos vendo mais a frente.
      Abraços e continue comentando por aqui.

      Like

  21. Apesar de ter sido postado no já longínquo ano de 2009, como “voltei” ao blog apenas recentemente, não poderia deixar de parabenizá-lo pelo excelente post, Remote! Os comentários também são ótimos! Muito obrigado pelos detalhes enriquecedores, muitos deles desconhecidos por mim até agora!

    É claro que o “Prog-head” aqui considera o “The Elder” como uma obra-prima, sendo obviamente o meu disco favorito na discografia do Kiss…

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  22. Outro resgate vindo do repertório do show do terceiro KISS KRUISE: The Oath, só tocada ao vivo antes em um programa televisivo ( O Fridays, presente no post acima )

    A nova versão, na minha opinião, sofre em especial com os vocais de Stanley, mais precisamente na parte onde há uma parada , e também com os vocais em falsete , junto com SImmons ( que também não está bem, desafinando um pouco). O vocal do The Elder , não somente desta música, é diferente, considerando a proposta do álbum, e certamente fora dos padrões KISS, indo para caminhos antes não explorados. O solo de Thayer é diferente tanto do original do álbum quanto da versão live TV de Ace , e também ficou aquém de ambos ( em especial o do Live TV , que ficou bem legal ). Um grande ponto positivo é ver Singer em ação em um som gravado pelo saudoso Carr. É ver como a bateria da banda mudou ( na minha opinião positivamente), com a entrada da raposa. E ver também a categoria do outro Eric em ação.

    Saudações,

    Alexandre

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