“E outras atrações”… momento paz e amor meu. Não gosto, mas salvo o Gilberto Gil… haja vontade de ver o ícone, mesmo…
Para efeito de registro: essa é a programação completa do dia. Sim, é muito, muito duro “despencar” até o RiR. O esforço é grande pelo legado do Sir… e ele parece estar ansioso, o que é ótimo!
Palco Mundo
23h00 – Elton John
20h30 – Gilberto Gil
18h15 – Jon Batiste
16h10 – Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
21h55 – Laufey
19h50 – Péricles canta Motown
17h10 – Roupa Nova convida Guilherme Arantes
15h – Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
1h30 – Fatboy Slim
0h – Aline Rocha
22h30 – Leo Janeiro & Simo Not Simon
21h05 – Max Styler
Espaço Favela
18h20 – Belo
16h30 – Mart’nália
14h40 – Tiee
Palco Supernova
20h05 – Alee
17h30 – Zeca Veloso
15h40 – Melly
14h10 – Maui
Palco Global Village
18h20 – João Bosco
16h30 – Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
14h40 – Wanda Sá
Isso diz bastante:
Com ônibus as 17h00, devo bater na Cidade do Rock perto das 19h00, imagino, dependendo do trânsito na cidade. Mas o dia promete: um encontro “genial / gemial” pela frente, com Marcus Batera também, para fazermos um som… digam aí: que tal o setlist? Trocariam por algo do RiR? 🙂
| Can’t Get Enough – Bad Company |
| Parasite – KISS |
| Strutter – KISS |
| Rock and Roll Hell – KISS |
| Not Enough – Van Halen |
| The Sign Of The Southern Cross – Black Sabbath |
| YYZ – Rush |
| Comfortably Numb – Pink Floyd |
| War Machine – KISS |
Ou seja – promete ser um dia muito legal entre amigos antes da partida ao festival…
Aqui as fotos, inclusive do excelente almoço no Garota da Tijuca:



E para total desespero dos gêmeos, deixo os vídeos do “ensaio não ensaiado” abaixo… clássicos do Bad Company, Kiss, Van Halen e Deep Purple capturados por diferentes lentes… boa sorte a quem quiser ver isso…
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E vamos lá – hora de iniciarmos mais uma cobertura por aqui! Elton John está de volta ao Rio de Janeiro – essa sim, pela muito provável última vez, infelizmente – depois de suas passagens em 2011 e 2015 pelo festival.
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Dia 7 – 6h20: chegou o dia! Chove em São Paulo! E o Rio? É tanto paulistano que a cidade está se adaptando ao nosso clima mesmo? Piada interna: chove no Rio? Faz frio no Rio? Hahahaha…
Bora!

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17h40: nosso ônibus das 17h00 foi adiantado para 16h40. O trânsito em um feriado estava ótimo e chegamos em menos de 50 minutos. A entrada também foi tranquila e logo ao chegar, pela vista da escada, já deu para aprovar a disposição dos serviços mais nas laterais do grande espaço do festival, deixando bastante espaço para circulação das pessoas (li que são esperadas 100.000 hoje, o que representaria novamente um crescimento ao festival que, nos últimos anos, estava entre 70.000 e 80.000).











Dando a tradicional volta por todo o espaço do festival – este ano, pela primeira vez (dado o lineup sofrível), até ir em brinquedo mais radical fui… salvou o tal Péricles cantando hits internacionais, e só. Nas fotos, o final de algum show no Palco Mundo, a lembrança da história da logística do sino do AC/DC em 1985, e um dos muitos shows de drone que o festival está recebendo este ano.








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Elton John:
Galeria de Fotos:





































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[ ] ‘ s,
Eduardo.
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Bem, tem muita coisa por aqui. Eu volto para comentar, quando o tempo me permitir ver tanto material interessante.
Eu disse: interessante ( tem coisa aqui, me permita, que eu não vou ver…) – sim, isso é quase uma piada interna.
Importante foi estarmos juntos, importante foi entender que artistas como Elton John estão cada vez mais raros. E eles fazem o que poucos fazem ( e, ousando aqui, nem sempre é o que as pessoas querem). Eles são músicos e tocam. Eles são cantores e cantam.
Cada vez ficando mais raro…
Mas é o que eu ainda admiro. Eu prefiro ouvir uma desafinação eventual do que ter a péssima sensação de enganação – alguns dos novos artistas nem disfarçam mais. O microfone nem está mais perto de suas bocas quando dispara-se o playback. Não há banda, ou então não há backings, não há baixistas e pra quem está interessado na música, no fundo se ouve a linha de baixo.
Alguns artistas trazem ao invés de um tecladista, ou baixista, ou backings:
-Dançarinos – nada contra os dançarinos, mas não é pra substituir um músico por um dançarino.
-Playbacks
-DJS
-Bunda – Sim, os artistas precisam trazer as bundas – é mais importante que a música sendo tocada ao vivo, pra boa parte
Me deixe fora destas equações acima
Viva EJ. Viva a música de verdade.
Amém, B-Side. Amém. Estamos vendo os últimos artistas ainda se preocupando com… música ao vivo, tocada e executada por eles. Depois disso, será só parte física, AI, tecnologia, fotos para o Instagram. A música é algo que ficará em último plano, se é que será destacada.
E a gente também…
[ ] ‘ s,
Eduardo.