Cobertura Minuto HM – Ringo Starr & His All-Starr Band em SP (show 1) – parte 1

Se me afirmassem há cerca de 2 anos atrás que, em um período de 1 ano, eu teria a oportunidade de ver Paul McCartney vindo (e depois voltando) e Ringo Starr, eu provavelmente daria risada de tal afirmação…

Talvez não pelo fato de Paul McCartney voltar ao país em 2010, algo muito comentado e aguardado desde 1993, para seus shows em Porto Alegre e 2 shows em São Paulo (show 1 | show 2). Mas o retorno dele em maio de 2011 para não uma, mas duas apresentações no Rio de Janeiro foi algo totalmente inesperado…

E não é que, em 2011, o Brasil tem a oportunidade de ver Ringo Starr pela primeira vez em nossas terras? Sim, pessoal: Ringo já iniciou sua tour pelo país, tocando na belíssima cidade de Porto Alegre. E se apresentará nas noites deste final de semana em São Paulo para depois ainda “varrer” nosso país se apresentando no Rio, Belo Horizonte, Brasília e finalmente Recife.

Muita gente, como eu, tem algumas “reservas” quanto a capacidade musical de Ringo – que tem um carreira solo que, sinceramente e em minha opinião, é muito fraquinha – isso apenas comparando-a com a dos outros 3 do Fab Four (mesmo Harrison, para mim, tem músicas – e talento – superior a do baterista). As carreiras solo de John e Paul ficam entre as mais bem sucedidas da história da música em geral – creio que isso é inquestionável, gostando ou não do som.

Independente disso, e agora talvez diferente de outras pessoas, não considero Ringo um músico “fraco” – isso pensando nele como artista, mesmo, sem o inquestionável legado dos Beatles em suas costas. Claro que com os 3 gênios que o acompanharam durante os anos 60, fica difícil não “esperar” por um nivelamento. Mas o fato dele não ser TÃO genial não significa que ele é ruim…

Mas voltando. Uma das coisas mais especiais que se pode sentir esta noite é a sensação gostosa de ter um beatle se apresentando ali, na sua frente. Um beatle! Não é todo dia que podemos nos dar ao luxo disso. Para mim, Eduardo, será ainda mais prazeroso compartilhar esta emoção com meu pai e minha irmã por perto. E sei que a emoção principalmente de meu pai é ainda maior, visto que ele vive e respira Beatles desde sempre. É, no mínimo, mais uma daquelas noites para se guardar com muito carinho.

O clima por aqui é muito bom, bastante familiar. São 4 gerações que se reúnem para verem um Beatle. Nem a leve garoa tira o ânimo da galera que canta feliz pela rua e fila. A galera é, em geral, sem experiência em shows, então é engraçado ver as reações e “dificuldades” deste monte de figuras.

Falando em fila, ainda encontramos o baterista da melhor banda nacional cover dos Fab Four, o Ricardo. Aproveitamos para registrar um foto dele com meu pai, que hoje veste a camiseta do blog.

Comemos o hot dog, também, claro.

Na PA, Rock and Roll anos 50 / 60. E agora, Drive My Car. Muito gostoso…

Adorei público está vaiando as propagandas dos próximos shows – sertanejos. Público, este, bebendo de água a champanhe por aqui…

Não teremos banda de abertura. O palco, como de costume, está montado com 2 kits de baterias.

[ ] ‘ s,

Eduardo.

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Categories: Agenda do Patrãozinho, Artistas, Cada show é um show..., Curiosidades, Resenhas, The Beatles

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