É oficial: o Black Sabbath está de volta – Ozzy, Tony, Geezer e Bill – novo disco e tour

Sim. Foi as 11h11 do dia 11/11/11 (horário de Los Angeles, 17h11 de Brasília) que o Black Sabbath acabou com os rumores e mistérios para anunciar o retorno da formação original dos pais do heavy metal ao mundo!

De quebra, a banda anunciou também um novo álbum (produção do ótimo Rick Rubin) e uma nova world tour, com direito a serem headliners no Download Festival 2012!

“Reunited. 33 Years In The Making.”

11/11/11 - 11h11 - o histórico e talvez último retorno do Black Sabbath original

Hoje: o histórico e talvez último retorno do Black Sabbath original

Vídeo da coletiva – com direito a uma pergunta da “imprensa especializada” que fez com que a categoria “Tá de Sacanagem!” fosse colocada por aqui, sobre a banda tocando naquele mesmo bar há mais de 40 anos “supostamente” abrindo para Alice Cooper, informação logo desmentida pela banda: “… and the press is wrong about that”… HAHAHAHA…

Neste momento, não consigo deixar de lembrar, entretanto, de Ronnie James Dio. Por que? Porque a triste morte dele, já há mais de 1 ano, foi o driver para que hoje tenhamos uma notícia como esta – afinal, o então Heaven & Hell, com Dio, Iommi, Geezer, Iommi e Appice estava indo muito bem, obrigado

Muitas coisas aconteceram, desde então. O processo entre Ozzy x Iommi em 2009 pela marca da banda acabou em pizza depois, em 2010. Shows e mais shows com homenagens a Dio aconteceram, inclusive um em especial, com os 3 membros do Heaven & Hell com outros vocalistas. Iommi falou em diversas oportunidades sobre o futuro da banda e nunca parou, claro, de compor.

Falando de bateria, Appice está com outros projetos e em uma nova banda, desde o falecimento do baixinho de grande voz. O caminho ficou mais fácil para que Bill voltasse ao posto de maneira oficial hoje.

Bom, é natural que haja uma empolgação com uma notícia como esta. E é claro que nós, fãs de metal, nos deixamos levar por ela. Tony e Geezer estão aparentemente (e como sempre) em grande forma. Mas outras interrogações começarão a ser respondidas a partir de agora como, por exemplo:

– a condição atual de Ozzy, principalmente ao-vivo. Quem assistiu aos últimos shows dele por nossas terras, sabe do que estou falando. Claro que isso é bastante relativo em todos os aspectos…

– Bill Ward. Como andaria DE VERDADE Bill Ward? Veremos…

De qualquer forma, sou um dos que apoiam o retorno, mesmo que para uma última vez. A história destes senhores fala mais alto neste momento e será um prazer poder ver estes 4 juntos no estúdio e, claro, nos palcos pelo mundo (inclusive aqui, no Brasil, obviamente) novamente…

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FOTOS DA COLETIVA DE IMPRENSA (agradecimentos a nossa leitora Samara Cristina):

Foto da coletiva de imprensa (via Samara Cristina)

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PRESS RELEASE:

BLACK SABBATH
REUNITES TO RECORD FIRST NEW STUDIO ALBUM IN 33 YEARS
AND LAUNCH MASSIVE WORLD TOUR IN 2012

OZZY OSBOURNE, TONY IOMMI, GEEZER BUTLER AND BILL WARD
UNVEIL PLANS ON 11/11/11
AT A LOS ANGELES PRESS CONFERENCE
AT THE WHISKY A GO-GO,
WHERE THE BAND PERFORMED THEIR FIRST LOS ANGELES DATE EXACTLY 41 YEARS AGO

After much speculation, the original four members of BLACK SABBATH–OZZY OSBOURNE (vocals), TONY IOMMI (guitar), GEEZER BUTLER (bass) and BILL WARD (drums)–have reunited to record their first new studio album in 33 years with producer Rick Rubin (seven-time Grammy winner, two of those as Producer of the Year) and to embark on a massive world tour in 2012.

OSBOURNE, IOMMI, BUTLER and WARD as well as Rubin all gathered today on 11/11/11 to announce the news at a Los Angeles press conference at the legendary club, the Whisky A Go-Go, the site of the groundbreaking and influential band’s first L.A. concert exactly 41 years ago (Nov 11, 1970). The event was hosted by the revered musical and spoken word artist Henry Rollins who has said that “Any band worth their weight in napalm wishes they had written ‘War Pigs.’”

Selling over 70 million albums together, the Grammy-winning, Rock and Roll Hall of Fame inductees have signed a new record deal worldwide with Vertigo and Vertigo/ Universal Republic in the U.S., the band’s original label. BLACK SABBATH is now in the studio recording the as-yet-untitled new album for release in the fall of 2012 (exact date TBA). It will mark their ninth studio album together and their first since 1978’s Never Say Die!

Next summer, BLACK SABBATH will headline the mammoth multi-day UK Download Festival in the U.K. on June 10. The new album will then be supported with a worldwide headline arena tour (dates TBA).

BLACK SABBATH also announced today the launch of www.blacksabbath.com, the first-ever official BLACK SABBATH website for all authorized BLACK SABBATH news. In addition, the band’s online presence will also be supported by social media via Facebook and Twitter–again, marking the band’s first-ever foray into the social media world.

BLACK SABBATH released their self-titled debut album in 1970. “Black Sabbath is credited with creating heavy metal,” according to the Rock and Roll Hall of Fame. “The success of their first two albums–Black Sabbath and Paranoid–marked a paradigm shift in the world of rock. Not until Black Sabbath upended the music scene did the term ‘heavy metal’ enter the popular vocabulary to describe the denser, more thunderous offshoot of rock over which they presided.” The Rock and Roll Hall of Fame also noted, “…they remain one of the most misunderstood bands in rock history,” adding: “The band’s musicality was generally overlooked, but they possessed an inventiveness and fluency that, in hindsight, makes them seem as much of a progressive-rock band as a heavy-metal one.”

In 1998, BLACK SABBATH released Reunion from their 1997 concerts in Birmingham, England, a two-CD live set that featured two new studio songs. The band has also sporadically reunited for shows in 1999, 2002 and 2004; in 2005, the four performed concerts together when they toured Europe and then headlined the 10th anniversary of Osbourne’s namesake festival OZZfest. Also in 2005, they were inducted into the UK Music Hall of Fame by Brian May of Queen. This was followed by their induction in 2006 into the U.S. Rock and Roll Hall of Fame, an honor bestowed on them by Metallica’s James Hetfield and Lars Ulrich.

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Eduardo.



Categories: Agenda do Patrãozinho, Alice Cooper, Black Sabbath, Curiosidades, Discografias, Entrevistas, Músicas, MetallicA, Queen, Rumores, Setlists, Tá de Sacanagem!

103 replies

  1. Opa, não estava animado mas vi que o álbum vai ser produzido pelo Rick Rubin. Aí sim! Fizeram o que eu acho que o Maiden deveria fazer. Pegar um produtor fo*** que consegue tirar leite de pedra (Ozzy, né…) e “trafega” de Johnny Cash até Beastie Boys… Não tem disco mal produzido por esse cara.

    Agora me empolguei. Pelo menos pro álbum.

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    • Concordo! Rick é um grande acerto mesmo e, alinhando este cara a principalmente Tony e Geezer, a tendência é que tenhamos um ótimo material.

      Fica a dúvida do “ao-vivo” mas, de qualquer forma, já fico babando para sair logo os primeiros teasers deste vindouro disco de 2012, já fadado a ser o disco mais importante de metal do ano que vem!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  2. Notícia melhor do que essa nesta data não poderia ter!! estou muito feliz mesmo por este anuncio e torço muito para que eles passem por aqui. Não tem como não falar do Black Sabbath sem falar do Dio e por falar neste “baixinho” tenho remorsos imensuráveis por não te-lo assistido na sua ultima passagem pelo Brasil!! E não pretendo passar por isso novamente, se eles vierem ao Brasil, como todo bom fã de metal sou mais do que obrigado a ir.

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    • Julião, olha, sobre Dio, realmente fica difícil falar algo de Sabbath sem mencioná-lo. Tudo que temos acontecendo agora realmente está acontecendo pois hoje o caminho ficou “aberto” sem termos Dio entre nós.

      Eu pude ver Dio nos 2 shows com o Heaven & Hell em SP e confesso que foi um dos maiores acertos da minha vida em termos de show. Se você procurar aqui no blog, verá que o foi bem na época que o blog estava nascendo e já estávamos registrando nossa cobertura nestas saudosas e históricas noites.

      Estaremos todos lá. Será um grande confraternização do heavy metal!

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      Eduardo.

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  3. Perfeito! Agora espero que lancem logo material novo, pois desde 1998 não sai nada em termos de composições novas. E uma turnê passando pelo Brasil, seria lindo! É realizar o sonho de ver o Sabbath em sua formação original ao vivo.

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  4. Curiosidade interna do blog: neste exato momento, o Minuto HM chega a 7.666 comentários… coincidência?

    🙂

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. É uma extraordinária notícia. Parabéns ao Eduardo por estar acompanhando on line esse acontecimento e nos noticiar por aqui. Ao lado parece o Henry Rolins no comando da coletiva …………e agora é aquela velha história que se repete……..o objetivo é viver até a possibilidade de assisti-los aqui novamente……….é rezar pra quem quer que seja que eles passem ao menos na LATAM………

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    • Rolfístico, é ele mesmo – e obrigado pelas palavras.

      Creio que, em se tratando de tour mundial, é impossível não os termos por aqui – é uma feliz questão de tempo…

      Se o Ozzy já coloca pelo menos 30 mil pessoas juntas, imagina o Sabbath? É show para Estádio do Morumbi em SP…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  6. vou começar a ensaiar fairies wear boots….

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  7. Vejo com expectativa essa volta da formação original do Sabbath. O legado deixado como os pais e fundadores do heavy-metal não pode nunca ser deixado de lado. A forma física de Bill Ward me deixa preocupado, mas sabemos que o músico teoricamente leva uma vida bem mais disciplinada e longe dos absurdos que passou principalmente no auge da banda, na década de 70. O que vi em 1994, no Monsters of Rock em São Paulo, junto a Geezer, Iommi e Tony Martin, foi um músico que não ” aguentava o tranco”. Vamos torcer para ter Ward em boas condições, assim como Ozzy também.
    O material inédito é o que me traz mais expectativa, e espero sinceramente não ouvir algo próximo ao que saiu no álbum Reunion, esse é o medo . A carreira praticamente imaculada dos primeiros álbuns não sofrer este revés. Mas acredito muito nos riffs de Iommi, esses nunca sofreram qualquer abalo, assim como a qualidade soberba das notas emitidas pelo baixo de Butler. Que o staff de Osbourne o faça cantar à altura da seção de cordas do Sabbath, essa nunca me decepcionou!.

    Alexandre

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  8. Galera, segue o que pode ser considerado “sonho de consumo” para 2012…

    “Um comercial de dois minutos da edição do próximo ano do Download Festival pode ser visto abaixo.

    O Download acontecerá entre 8 e 10 de Junho de 2012 no Donington Park, Reino Unido.

    O Metallica será a atração principal da noite de sábado, tocando seu álbum homônimo de 1991 na íntegra, enquanto o Black Sabbath marcará seu retorno sendo a atração principal da noite de domingo.

    Ingressos para o fim de semana do Download 2012 irão a venda geral as 9 a.m. desta sexta-feira, 18 de Novembro. Os preços dos ingressos de fim de semana serão os mesmos do Download 2011 até o meio dia da segunda-feira, 30 de Janeiro de 2011, quando sofrerão reajustes para os preços de 2012.”

    Fonte: http://www.metalremains.com/#ni2900

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  9. Anunciadas primeiras datas da tour do Black Sabbath – este deverá ser o link que receberá as próximas datas…

    https://www.facebook.com/BlackSabbath?sk=events

    Aguardando com AQUELA ansiedade pelas datas por aqui…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  10. E essa agora? A internet está inundada com esta notícias que Bill Ward pode abandonar o barco…

    Vamos aguardar e torcer que isso não passe de um susto…

    https://twitter.com/aliterasom/status/165138885595242496

    Pô, gente… isso é hora? Se isso for realmente o que está acontecendo, na boa, não dá para entender…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  11. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  12. Este novo disco já tem nome: “13”. O álbum é esperado para junho/2013.

    Na batera, Brad Wilk parece ser o cara de estúdio (Rage Against The Machine / Audioslave).

    Obs.: sim, me lembrei do Megadeth, claro… mas até aí, quantas bandas não tem homônimos? 🙂

    Fonte + datas de tour no link: http://www.metalunderground.com/news/details.cfm?newsid=88095

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  13. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  14. Muito bom ver que as coisas estão caminhando. Iommi e Butler juntos é sempre garantia de coisa muito boa. Não podemos também desprezar tudo que a dupla construiu com Ozzy nos anos 70. O vídeo e muito bem feito e traz aquela sensação de ansiedade pelo que vem por ai .
    Alguns detalhes chamaram a atenção, como o estado de Iommi que além de perdido os cabelos me pareceu bem mais magro. Acredito que seja parte da recuperação da doença, continuemos então torcendo por ele .
    E Bill Ward ? Ficou essa duvida com as palavras indicando que ele vai se juntar à banda.. Quando e como ? O jeito é esperar, mas aposto numa participação especial , em uma ou duas faixas . O legal seria vê-lo com a banda ao vivo, mas isso parece difícil..
    Dificil, mas não impossivel, diga-se de passagem .
    Vamos torcer também por isso .

    Alexandre

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  15. As novidades do novo disco do Sabbath vieram de monte, assim como o retorno da informação (que ainda deve ser tratada como rumor) que eles devem passar pelo Brasil em outubro de 2013!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  16. Bem, além do jeito todo peculiar de Rick ( que aliás, também não é novidade pra ninguém, pelo menos aqueles que já viram alguma coisa do trabalho do produtor), todo o material acima é previsível e de certa forma nos desaponta em tentar entender mais do que vem por aí.
    Na verdade, eu já me declarei aqui um dos que não tem muita vontade de ouvir os teasers que são normalmente divulgados quando dos novos lançamentos dessas bandas mais consagradas. Preciso de tempo pra ouvir um álbum todo, o que eu posso dizer de pequenos trechos? Aqui então eles são mínimos e misturados com sons históricos do passado..
    Bom é ver Iommi de novo, e continuar torcendo por sua plena recuperação. Ótimo é vê-lo empunhando um violão, sempre ouvimos material de excelente qualidade acústica vindo do mestre Tony. Interessante entender que a proposta parece vir de encontro ao passado, mas a qualidade das canções é que vai dizer se esse provável direcionamento vai valer à pena.
    E precisamos continuar esperando …

    Alexandre

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    • B-Side, compartilho da sua opinião, mas como sempre, estes teasers não dão o verdadeiro valor do material.

      Iommi pareceu mais saudável mesmo, uma “atmosfera” mais feliz, ele me pareceu melhor que as aparições públicas no começo do ano.

      A banda começou a fechar várias datas no exterior, até setembro, o que indica que outubro realmente estará “liberado” para a América do Sul, ainda que ache que são muitas datas e que a banda devesse “espaçar” mais os compromissos, ainda mais considerando a saúde de Iommi – além da voz de Ozzy.

      Vamos acompanhando…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  17. Está muito quente agora, só faltam as datas… e a banda de suporte seria nada mais, nada menos que o Megadeth!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  18. Novidades do 13 e a capa (gostei!):

    Mais: http://ultimateclassicrock.com/black-sabbath-13-cover-art/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  19. EU também fico preferindo esperar mais do que os menos de 30 segundos que ouvi. A capa é legal, mas o que vale mesmo não tem ainda muito como eu avaliar..

    Alexandre

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  20. Black Sabbath fará estreia de nova música, “The End Is The Beginning” no fechamento de temporada do seriado CSI: NY

    http://www.hollywoodreporter.com/earshot/black-sabbath-perform-debut-new-436918

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  21. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  22. Declaração de Ozzy de hoje – para quem imaginava que ele finalmente estava “sossegado” por completo:

    “For the last year and a half I have been drinking and taking drugs. I was in a very dark place and was an asshole to the people I love most, my family. However, I am happy to say that I am now 44 days sober.

    Just to set the record straight, Sharon and I are not divorcing. I’m just trying to be a better person.

    I would like to apologize to Sharon, my family, my friends and my band mates for my insane behavior during this period………and my fans.

    God Bless,

    Ozzy”

    Fonte: https://www.facebook.com/ozzyosbourne/posts/10151607133627318

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Há um boato de que ele e Sharon (gossip section) estão separados. Os motivos especulados podem estar associados ao following to the drunkie way… Lamento e espero notícias das consequências deste fato.

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      • Daniel, sem querer ser paranóico aqui, sabe o que eu quero de verdade? Quero acreditar que este assunto não tem relação com a proximidade do lançamento do disco, cara. Quero acreditar que nada disso está relacionado à business. Sabe o “fazer barulho” a qualquer preço?

        Mais do que tudo, é isso que eu quero…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  23. “God is Dead?” é a primeira música que já dá para conferir na íntegra neste link: http://www.noisecreep.com/2013/04/18/black-sabbath-god-is-dead-listen/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+NoiseCreep+%28NoiseCreep.com%29

    Ouvi apenas uma vez e sem a devida atenção mas, de cara, me agradou o instrumental mas não me agradou a longa duração e principalmente o estranho e fraco vocal de Ozzy. Mas isso é uma primeira impressão, pode ser injusta com a música e até a minha opinião do Ozzy pode mudar ainda. Preciso ouvir mais.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Fiz a besteira – reconheço – de acordar e ouvir a música nova, que melhorou nessa segunda audição, ainda que o vocal de Ozzy esteja totalmente “estúdio-like” e, mesmo assim, sem muita coisa a se destacar. Mas a música já melhorou para mim, mesmo o Ozzy.

      Até aí, nenhuma besteira. Talvez influenciado pela heresia do momento no blog estarmos bem na votação do The Devil You Know, fui ouvir Bible Black – estúdio e ao-vivo em Wacken 2009… encontrei o abismo entre as duas. Sei que não cabe comparação – o single de TDYK foi feito para a voz de Dio e essa música nova do Sabbath no vindouro 13 é uma mistura de carreira solo de Ozzy com elementos clássicos do Sabbath… mas achei o abismo…

      Pequei, desculpem. Ou não.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Eu até gostei da nova música. Tem tudo o que a gente poderia esperar de uma música do Sabbath. Só achei o vocal do Ozzy um pouco produzido demais soando um pouco artificial, lembrando um pouco aquele excesso de autotune das cantoras da atual música pop. Também achei a música demasiado longa mas o básico, o baixo forte de Geezer e os riffs de Tony Iommi, estão lá , elementos estes que para outros seria muito, no caso do Sabbath é o mínimo que se espera, rs.

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    • Eduardo, eu já comentei no ótimo post que o Daniel colocou acerca da saúde de Ozzy acerca dessa música. Não dá pra comparar mesmo com a fase do Dio, mas dentro do que eles pouco fizeram juntos desde 78 eu até esperava algo pior . E já achei : Nessa outra chamada End of Beginning..

      Alexandre Bside

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      • Bside, ao vivo a coisa ficou esquisita mesmo, principalmente o vocal. Essa End of the Beginning tenta ser a Black Sabbath, a música, versão 2013, pelo que entendi.

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        • Suellen,

          Não há quem não tenha associado a essa primeirona do Sabbath. A não ser quem não a conheça. E aí podemos certamente entender a preocupação com o Sabbath se tornar um cover de si mesmo, que está bem colocada pelo Daniel no post do Ozzy dessa semana.

          Alexandre Bside

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        • B-Side, Su, galera, eu vou aqui na linha dos que gostou e bastante da sonoridade desta End Of The Beginning. Eu gostei e muito! Vocês estão falando sobre ser cover do Sabbath… eu acho que o trabalho da dupla Geezer e Iommi é que o vai acabar interessando mesmo no álbum, pelo sinal, e nestas duas primeiras músicas, tem funcionado e muito bem, em minha opinião!

          A bateria está alinhada ao estilo, ainda que não traga, por exemplo, a mão pesada de Appice, por exemplo, ou o característico jeito de Bill Ward. Não é brilhante, mas não compromete…

          O grande problema e que ficou absurdamente claro agora é o Ozzy mesmo ao-vivo. Logo no começo da música, quando ele entra, após a banda criar um clima escuro, pesado e sombrio da música, parece que a luz é acesa e entra um animador de festa, se é que vocês entendem o que quero dizer. É como se o peso acabasse. Tá complicado… e esse negócio de “all right, ok, all right, ok” toda hora também é chato deveras…

          Mas o instrumental da música eu gostei mesmo!! O saldo é positivo para mim!

          Por fim, reforço o coro de querer ser a Black Sabbath (música) versão 2013. Fica óbvio isso também.

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

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          • “….Por fim, reforço o coro de querer ser a Black Sabbath (música) versão 2013. Fica óbvio isso também.”….

            Eduardo, aí pra mim é que está o X da questão… O Daniel já havia citado que se preocupa em ver nesse novo álbum um BS cover. EU realmente acho que tudo vai de encontro ao que eles fizeram na década de 70, não se espere qualquer mudança radical, e nem faria o mínimo sentido, mas sei que ele gosta quando as bandas se arriscam, entendo o raciocínio. Ele provavelmente será, entre nós , “as figurinhas fáceis dos podcasts”, o que menos gostará do álbum, partindo dessa base.

            Eu já vou mais para um meio-termo, mas nessa End of Beginning eles exageraram na referência, virou plágio mesmo. Essa é a minha opinião, e isso evidentemente vai exercitar a subjetividade de cada um de nós… Eu não gostei, quando a música dá aquela parada logo início, com as viradas de bateria , fica tão claro que a platéia reage, talvez achando que fosse a original…

            Não me agradou mesmo, prefiro mil vezes God is Dead?
            E o vocal de Ozzy, ah, deixa pra lá, desde quando desafinar passou a ser uma novidade pra ele… O jeito é tentar administrar os ouvidos, e concentrar nas partes boas , assim também concordo com você, o sucesso do álbum está muito concentrado nas cordas e suas maravilhosas distorções e pesos . E essa é a minha grande esperança..

            Alexandre Bside

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            • B-Side, talvez eu não tenha me expressado bem (cansaço tá grande, my friend) – eu quis dizer que sou mais um que entendo que esta música quer ser a nova Black Sabbath.

              Meu entendimento é que não podemos (ainda) dizer que teremos um disco cover dos anos 70, por exemplo, baseado nesta música. Sua explicação no comentário acima deixa claro que você está falando especificamente da música, e acho que todos estão, então… my bad.

              A propósito, não aprovo a prática, apesar de ter gostado da música – da parte que expliquei: Iommi e Geezer.

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              Eduardo.

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              • Eu acho que o grande problema de a banda se tornar um cover de si mesma é que as músicas até podem parecer legais no momento do seu lançamento, mas serão facilmente esquecíveis com o tempo. Ninguém vai querer ouvir End Of The Beginning se podem ouvir Black Sabbath.

                A questão é que é difícil se manter inventivo após tantos anos na estrada. São mais de 40 anos, minha gente!!! Poucas bandas conseguem fugir dessa “armadilha”. O Megadeth não conseguiu. Ninguém nega que seus recentes álbuns tem qualidade mas não trazem nada além do que já estamos acostumados. O próprio Iron Maiden passou por isso após a volta do Bruce e, a meu ver, conseguiu fugir um pouco com Final Frontier.

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                • Bom, é provável que isso de ninguém queira ouvir a nova aconteça, eu concordo, mas só o tempo vai confirmar…

                  Sobre a inovação, a gente já falou bastante disso… o MetallicA sempre inventa alguma coisa, por exemplo, veja que nenhum álbum deles é exatamente “igual” como é algo como o AC/DC tem. Observando um a um, todos são bem distintos em diversos aspectos. A questão é que inovação mesmo é algo inclusive relativo e interpretativo. O Death Magnetic, por exemplo, tem uma masterização diferente de tudo, quer goste ou não (eu não gostei muito, o som fica “estourado”). O Megadeth não conseguiu, mas ele quis?

                  O Iron Maiden quis, e conseguiu uma sonoridade diferente, ainda que os elementos de sempre lá estejam – mas o Iron conseguiu usando um pouco da carreira solo do Bruce como exemplo, não? Starblind que o diga…eu, que sou mais tradicional mesmo, tenho como música predileta Isle Of Avalon – principalmente porque ela parece uma música oitentista, época do 666…

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                  Eduardo.

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              • A gente precisa dissociar a questão do vocal desafinado, pois o Ozzy sempre desafinou ao vivo. Entender o vocal é esperar o álbum de estúdio.
                Eduardo, pra mim ficou muito claro que você fala da música ( End of Beginning x Black Sabbath). Entendi seu ponto de vista, é perfeitamente justificado. Todos nós percebemos a semelhança ( em especial pelo lance da batera) , mas isso me deixou até constrangido. Achei que eles foram longe demais nesse lance de referência , entende? Eu não gostei.
                A God is Dead? pra mim é ok, lembra tudo de Sabbath, mas nada específico. O vocal é marcadinho, como já disse, pra mim passa.
                Não dá pra comparar com o Sabbath com Dio, mas nós ( Eu, você , o Flávio e o Rolf,pelo menos) somos exceção nessa regra.
                A galera prefere a banda com o Ozzy, e eu entendo perfeitamente isso, afinal há momentos ( e vários) maravilhosos que sedimentaram o patamar do Metal para a eternidade. Isso é inegável, precisamos no mínimo entender.
                Ouvimos então até agora 2 faixas, a primeira pra mim é ok, a segunda ( ainda esperando o vocal de Ozzy em estúdio) me deixou constrangido, pra mim faltou vergonha em fazer algo tão parecido.

                Vamos esperar as demais faixas

                Alexandre Bside

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                • B-Side, você tem razão. Eu já tinha isso na minha cabeça, mas é que está sendo inevitável não comentar. Mas precisamos mesmo separar as coisas, pois senão o interesse acaba e com isso podemos prejudicar inclusive quem é “inocente”, que é a parte das cordas da bandas.

                  Creio que somos mesmo exceção, adiciono ainda na lista a Suellen que também gosta mais de Dio que do Ozzy. No geral, isso não é verdade e também concordo que é compreensível pois os clássicos na voz do Ozzy são atemporais – e quem aqui não gosta – todos nós gostamos também. A questão de PREFERIR não significa NÃO GOSTAR, certo? Isso tem que ficar claro também, pois todos nós gostamos, com ressalvas, mas gostamos do que foi feito no passado.

                  Vamos esperar mais…

                  [ ] ‘ s,

                  Eduardo.

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      • B-Side, vamos aguardar esta End Of Beginning em sua versão de estúdio… acho que tende a ser melhor, ainda que mesmo em estúdio com God Is Dead? a gente consiga ver como Ozzy infelizmente não se compararia ao trabalho do Heaven & Hell (para tentar ser justo um pouco aqui).

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  24. Vai começar a tour!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  25. A tour recomeçou já com duas novas músicas no forte setlist (ainda que com muita coisa de fora):

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  26. Bom aqui de novo prefiro ver as novas no contexto do disco, mas o prenúncio não está promissor. Das duas – sem me aprofundar, vou ouvir melhor com o resto do disco: End of Beginning é a tal caricatura – e o que não gostei mais foi até a bateria tentando soar como Black Sabbath (a música) – a procura da fórmula? E o vocal ao vivo – desastroso, vamos ver os autotunnings resolvendo em estúdio…Dá para ligar ao vivo tb? – em outubro pelo menos….
    God is dead – um pouco melhor – mas quando o vocal entra, fica a saudade do instrumental e novamente um baterista limitado a ser uma espécie de molde Bill Ward – sei lá – acho que o cara deve tocar bem melhor do que está ali…
    E aí o pior – aproveitando a pesquisa do MHM, fui ouvir o H&H e as três do Dio Years – aí abandonei as inéditas aí em cima ….é ….
    Melhor esperar o disco…

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    • Remote, esse lance da bateria realmente é bem isso memso, está querendo soar com aquela “pegada” Sabbath setentista, para mim é sim a procura pela fórmula. Aguardemos o restante do álbum para confirmação. Ele toca melhor mesmo, me parece limitado, mas é proposital…

      Sobre ligar os autotunnings ao-vivo, excelente… ótima ideia, hehehe. Eu ouvi de novo aqui e a coisa está mesmo complicada, e isso porque é teoricamente o primeiro show, imaginemos uma sequência?

      Então você também caiu no mesmo erro que eu de ouvir o que está rolando nas pesquisas neste momento? Um erro fatal…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  27. Mais uma nova música, Methademic, tocada em Melbourne, Austrália, no dia de hoje (claro, com a diferença do fuso horário). Essa é uma futura faixa-bônus do novo disco e o vídeo está sem o início da música, cerca de 1 minuto:

    Ouvi rapidamente e o vocal de Ozzy no final me deu até uma certa vergonha. Já o instrumental tem bons momentos. Ainda preciso ouvir mais para falar melhor, de qualquer forma.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • O vocal está desafinado demais até para quem conhece o Ozzy. Fica difícil tecer algum comentário com tamanha desafinação.
      Me pareceu uma música razoável, não me empolgou na primeira audição, mas também não achei plágio exagerado de nada da carreira.
      É evidente que ela traz a marca do Sabbath, em especial pelos riffs.
      Nesse momento eu a situaria entre God is Dead? , que eu gostei mais, e End of Beginning, embora eu precise realmente ouvir as duas mais recentes em versão de estúdio.
      Agora vai saber…. por que eles resolveram tocar a faixa-bônus na tour, e nenhuma do list do álbum ?
      Por que será?

      Alexandre Bside

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      • B-Side, ouvi novamente e concordo com tudo que disse, uma música razoável para boa, sem dúvidas com elementos Sabbath, mas o vocal do Ozzy ao-vivo está deplorável, infelizmente.

        Não sei em que posição a colocaria entre as 3 já ouvidas, provavelmente em última, mesmo com este lance do “auto-plágio”. Mas como você disse, temos que aguardar pelas versões de estúdio, inclusive pela questão do Ozzy que, com certeza, será “menos pior”.

        Talvez eles tenha escolhido uma faixa-bônus para promover a versão mais luxuosa (e mais cara, claro) do álbum…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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      • Realmente a música não empolga e o vocal desafina quase o tempo todo, é mais grave como a Suelen diz, o que denota que a extensão vocal piorou com o tempo, é uma adequação a atual fase vocal – nada mais natural.
        Interessante ser uma faixa bonus tocada ao vivo, será que a gravadora impôs desse jeito e a banda gosta da música?
        Em relação a colocar como ordem entre as três já expostas – God is Dead parece ser a melhor, e essa não me irritou em relação ao auto plágio.
        O Vocal estará melhor no álbum e também (obvio) o som, isso pode fazer a música ganhar muito e me chamar atenção.
        Ainda em relação à desafinação, tá realmente embaraçoso e descamba mesmo no fim, mas também não me surpreende – é mais um sinal dos tempos e dos abusos, não estou esperando nada razoavelmente bom ao vivo mesmo, isso sim seria uma surpresa..

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    • Que difícil… De cara ja da pra notar que o Ozzy está tentando cantar em um tom diferente do que estamos acostumados, mais grave. Só que até assim ele desafina, principalmente no fim! Ficou parecendo aqueles karaokês de happy hour, com a galera já meio bêbada, cantando de qualquer jeito, só pra se divertir.

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  28. Mais uma música nova executada na Austrália. Loner:

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    • Acho que esta tem potencial para eu passar a gostar mais. Dada a categoria das divisão de cordas da banda, me pareceu ser uma música mais simples, mais querendo puxar para rock and roll mesmo, um hard rock, sei lá – o que não é um problema. Os solos são legais, especialmente o último que Iommi está quase sem casas para tocar, hehehe.

      Estou tentando me concentrar e não falar do ponto fraco, que vocês já sabem… creio que em estúdio será uma faixa legal, talvez não brilhante / marcante, mas boa. Vamos aguardar.

      [ ]’ s,

      Eduardo.

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    • Desculpem me , mas tá difícil demais pro Ozzy…A música deve ficar muito boa em estúdio, concordo com você, Eduardo.
      O Ozzy ao vivo nela praticamente está falando, e o pouco que canta está muito,mas muito fora do tom….
      Sinceramente, de todas essa é o pior vocal,disparado…
      Ah..sobre o Bill Ward… Tudo faz coerência, menos o fato de teoricamente o assunto vir à tona agora. Não havia nenhuma necessidade, mesmo, era melhor deixar a coisa fria como já tinha chegado.
      E se o assunto é condições precárias de execução de instrumento, devo lembrar a todos que vocal não deixa de ser um ….

      Alexandre

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    • Até acho que isso possa ter um fundo de verdade, mas aí ficam duas dúvidas básicas:

      1) Por que somente agora isso está sendo trazido?
      2) Quando Ozzy diz que não tem condições plenas, ele já se olhou no espelho? Claro que a parte física de um baterista é outra conversa, mas fica a dúvida mesmo assim. E mais: será mesmo que Bill não poderia justamente participar de 2, 3 músicas? Será que a coisa estava nesse nível? E aí, voltamos para a pergunta 1…

      Seja o que for, é uma pena de qualquer forma…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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    • Su e Eduardo, eu já esperava algo assim, acho que o Bill talvez não tenha mais pique para um instrumento mais exigente e sempre foi o mais debilitado fisicamente dos 4, a partir dos anos 80, pelo menos. Em relação a debilitação do Ozzy e sua performance – principalmente vocal, o que vi até agora é sofriível, mas em estúdio deve ser compensado. Ao vivo, já não é razoável há algum tempo, mas com o Dio em outro plano, não haveria volta da banda sem o Ozzy, e aí vale tudo, basta sua presença e que ele cante minimamente um arremedo das músicas ao vivo…. o resto se salva pela performance do madman, a seção de cordas que sempre vem bem, a expectativa dos novos fãs que nunca viram a banda ao vivo e o dos velhos fãs com saudade da fase áurea dos anos 70.

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      • Remote, é por aí mesmo, concordo com absolutamente tudo… só acho que há formas e formas de se fazer as coisas, até em respeito aos fãs e, pelo que estamos vendo, as decisões não seguem uma linha até respeitosa conosco… ficamos aqui, debatendo versões e versões, possibilidades x e y e, no final, dá tudo na mesma…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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      • Eu acho que o que foi dito pelo Ozzy não é nenhuma supresa. Ninguem esperava mesmo que Bill Ward estivesse 100%. Acho que isso sempre foi questionado quando anunciaram a reunião do Sabbath, mais até do que o estado do próprio Ozzy. Não acho mesmo que Bill Ward tivesse alguma condição de tocar num show do início ao fim.

        A situação do Ozzy ainda é mais fácil de mascarar. Ao vivo, basta aumentar bastante os instrumentos, como vimos nos shows por aqui em 2011, e o resto é compensado pelo seu carisma e interação com os fãs. Agora se o batera está ruim, não há como mascarar isso no show.

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  30. Pois é, um tanto estranho ele demorar tanto tempo para falar isto. Uma explicação seria que, em turnê, eles devem ser perguntados sobre isto todos os dias, várias vezes.

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    • Schmitt, sem dúvidas a exposição é maior neste momento, em tour e praticamente com o álbum de estúdio saindo do forno. Mas creio que não foi “apenas” a pressão, afinal, estamos lidando com uma turma bastante experiente e que, no final do dia, pouco se importa em falar e fazer do jeuito que acharem melhor as coisas, seja por interesse comercial ou indireto.

      Enfim, será que teremos réplica pelo lado do baterista?

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  31. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  32. End Of The Beginning – streaming da possível versão de estúdio por uma rádio chilena: http://www.futuro.cl/destacados/black-sabbath-presenta-end-of-the-beginning-nuevo-destacado-de-13/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Prefiro até esperar pela garantia da versão “oficial” mesmo, mas me parece que seria esta mesmo. Se for mesmo, dá para conferir claramente o tal auto-tunning da voz de Ozzy, computadorizada mesmo.

      Sobre a música mesmo, vamos aguardar mais audições já com o disco, mas já falamos muito disso e, falando por mim, me agrada, mesmo com o “auto-plágio”.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  33. Agora sim: o disco inteiro (versão mais simples, com 8 músicas) está disponível via streaming, de maneira gratuita (e por tempo limitado), no iTunes (onde é possível também realizar a compra em pré-venda):

    https://itunes.apple.com/us/artist/black-sabbath/id165907

    Aproveite e baixe também nossos teasers por lá (procurando por Minuto HM) 🙂 .

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  34. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  35. Na véspera do lançamento do disco “físico”, a banda libera o clipe de “God Is Dead?”:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  36. Live Album Release Hangout Event:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  37. Nova entrevista com Bill Ward que, apesar de não trazer nenhuma GRANDE novidade, aborda ainda o mesmo ponto de sempre, ou seja, o Black Sabbath.

    http://guitarinternational.com/2013/07/31/bill-ward-of-black-sabbath-interview-absence-of-corners/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  38. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  39. O que me chamou mais a atenção foi o fato de o texto deixar a entender que a amizade do Bill Ward com Geezer e Iommi continua intacta.

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  40. Seria isso mais um dos primeiros sinais do “novo fim” do Sabbath?

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  41. O tempo voa e já estamos no final de 2014. Esta informação é do início do mês passado e term a ver com um vindouro / provável novo álbum para 2015 da banda, sucesso do 13 e que, segundo Ozzy, será realmente o último, seguido de uma também derradeira tour: http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2014/11/01/ozzy-diz-que-novo-album-do-black-sabbath-sera-o-ultimo-da-banda.htm

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  42. Como aqui não é “Revista Caras”, vamos ao que interessa: será que agora Bill Ward volta ao Sabbath?

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  43. Olá!

    Não acho que os fatos (se são) se relacionam. A ausência de Bill é técnica, vai além dos negócios ou de uma implicância com um membro fundador.

    Daniel

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    • Daniel, eu acho que financeiramente falando teve sim influência. Sharon sempre esteve por trás das decisões de Ozzy. Mas concordo que não é “só” isso que determina. Assim como concordo que deve ter a questão técnica.

      Mas nunca ninguém viu aqui como está Bill agora, certo? Claro que a expectativa é baixa, mas…

      De qualquer maneira, é esperar.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • A ausência é técnica, ao que parece, pelo menos para a tour. Não sei mesmo se Bill aguenta o rojão de estar na estrada com os demais, ainda que a agenda também deva respeitar os problemas de saúde de Iommi, por exemplo.
        Acho que ele gravaria algum álbum, mas estar em tour eu não apostaria. A grana , caso Bill aparecesse em um álbum, até poderia ser recuperada, pois aí teríamos realmente o Sabbath original.
        Mas acho que eles agora perderam essa oportunidade.
        E fica a questão CARAS. Imagina a grana que o casal Osbourne precisou/precisará dividir…

        Alexandre

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  44. Mais um capítulo da novela… ou encarte da revista… como queiram…

    BILL WARD Accuses BLACK SABBATH Of ‘Selfishness, Self-Centeredness, Dishonesty And Disloyalty’: http://www.blabbermouth.net/news/bill-ward-accuses-black-sabbath-of-selfishness-self-centeredness-dishonesty-and-disloyalty/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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