Cobertura Minuto HM – Rock in Rio 2013 – Iron Maiden – parte 2

Após cerca de 1 hora de ônibus, a chegada na Cidade do Rock foi tranqüila. Mas a entrada, nem tanto.

Por se tratar do início do festival, uma multidão aguardava a abertura do portões. Dentro da situação, a entrada foi tranqüila, apesar da “fila” ser a rua toda – diferente de 2001, onde existia uma fila praticamente indiana com sei lá quantos quilômetros (mas nem dá para comparar, já que há 12 anos atrás o festival recebia um público 4x maior). Enquanto isso, gritos por “Maiden, Maiden” já dominavam a entrada.

O festival é mesmo uma potência e ao chegar cedo, sem pressa, fica tudo muito claro. É uma estrutura de organização e de exposição da marca como pouco se vê no mundo. As outras marcas “brigam” pelo espaço também, e o resultado é mesmo de uma “cidade” – uma cidade com tudo. O preparo é quase total dos funcionários – digo “quase” pois acabo de ver um fã perguntando se tinha camiseta do Helloween e a garota respondeu um sonoro “oi???”. Após eu explicar o que era a ela, ela me disse: “pensei que ele queria algo do Dia das Bruxas”.

Os shows no Sunset já começaram e o céu – ainda bem – deu uma nublada deliciosa.

[ ] ‘ s,

Eduardo.

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Categories: Agenda do Patrãozinho, Artistas, Avenged Sevenfold, Cada show é um show..., Curiosidades, Helloween, Iron Maiden, Sepultura, Slayer

14 replies

  1. Eduardo, chegamos ( eu e o Flávio, além de minha esposa e uma das filhas) antes das 14 horas para ver a primeira atração do palco Sunset, e trago o meu depoimento sobre as inacreditáveis 3 horas que fiquei entre a entrada do festival e cerca de 200 metros antes. A fila onde eu estava, eu não podia me deslocar lateralmente , visto que éramos 4 e não queríamos nos afastar, simplesmente quase não andava, não havia informações sobre o que ocorria, vi pessoas que estavam ainda há mais tempo que eu tentando entrar, e pelo que entendi , quem escolheu seguir próximo à grade que separava a rua do Rio Centro ( do lado esquerdo de quem tentava entrar na cidade do Rock) conseguiu entrar com cerca de 1 hora de espera.
    Quem estava do lado direito ( como eu ) sofreu o que não sofri em mais de 25 anos dedicados a assistir shows tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo.
    A sensação de insegurança , visto a catástrofe que poderia ocorrida, em função da irritação que todos passavam era muito grande, cheguei a pensar em retornar e aguardar o tempo passar.
    É desnecessário dizer que perdi tanto o primeiro show do palco Sunset quanto quase todo o segundo ( esse não era da minha predileção assistir, no entanto) .
    Continuamos pagando preços maiores em comparação à boa parte do mundo para assistir e presenciar situações extremamente desgastantes e desconfortáveis como essa.
    Quando o Brasil vai pensar em nos dar serviços proporcionais aos preços que pagamos?

    Alexandre Bside

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    • É, não dá mesmo para admitir isso. Como disse, fiquei SOZINHO por mais de 3 horas. Ou seja, quantas pessoas combinaram coisas com amigos e passaram também por isso? E vocês, com família, tendo que passar por isso… como fica isso? Fica assim mesmo? Ninguém mesmo fala nada sobre? Será que todos acham isso “normal”?

      Realmente a coisa poderia ter se transformado em uma grande catástrofe. A sorte é que o público de metal normalmente é pacífico, quieto e paciente, e ainda misturado com o público mais “genérico” de um festival – os que “vão por ir”, não tivemos incidentes que poderiam ser graves.

      Agora, e como fica isso, meu Deus? E os shows perdidos – shows interessantes e muito divulgados / incentivados pelo próprio festival, diga-se de passagem.

      É uma pena tudo isso – ainda mais vendo que parece que ninguém está indignado como nós… e que a mídia especializada mal aborda estes pontos…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  2. É como escrevi na última parte – fiquei com a sensação de que este foi o ultimo rock in rio meu – o tempo irá passar e eu posso esquecer o que aconteceu na entrada (se bem que o blog está aqui para o registro), mas não estou com vontade de pagar mais de duzentos reais para ser tratado como gado indo para o abate. O som do Iron (onde estavamos) estava lamentável – também escrevi na outra parte. Faltou dizer aqui também que se estamos pagando 50 reais pelo transporte de ônibus (ida e volta) e temos que esperar na fila para poder entrar no veículo, o local deve ser abrigado (pelo menos da chuva) e depois de 12 horas de cidade do rock, ficar tomando chuva na cabeça é inadimissivel por um transporte que se intitula de 1a classe.

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    • Remote, eu confesso que me assustei bastante quando vi o mundo de gente na minha frente. Estando sozinho, consegui me infiltrar pelo cato – o tal “canto esquerdo” – e ainda dei sorte quando vi um verdadeiro mutirão de credenciados abrindo caminho. Então, fiquei 30, 40 minutos para entrar, mas no sufoco também. Estava um calor fortíssimo e não há desculpas – se você pega um transporte OFICIAL cedo para ver os shows da tarde, você precisa garantir o básico: que as pessoas entrem à tempo e com qualidade / segurança. Eu vi gente passando mal, desidratada, dada a aglomeração com o calor que estava. E isso é inadmissível.

      Pedir isso não é pedir por algo diferencial. Isso é mesmo obrigação. Sobre o ônibus, eu acho que fica difícil organizar um esquema melhor do que já tem – talvez aumentando o número de ônibus para a Zona Sul / Centro do Rio, que era onde estava a maioria das pessoas concentradas nas filas – como eu – o tal destino Aeroporto Santos Dummont.

      O som do Iron Maiden, ainda falaremos mais. Eu estou vendo vídeo do Multishow e está parecido com o que ouvimos ao vivo – ou melhor, NÃO ouvimos…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Finalmente achei alguém que trabalha na produção de eventos comentando sobre o som ruim do Iron no RIR 2013, tanto no PA como na TV, com uma possível explicação por um cara da própria Globo sobre o “assassinato” do som da banda na ocasião (nos comentários): http://titioeosbastidoresdeumshow.blogspot.com.br/2013/09/rapidinha-158-iron-maiden-no-rock-in-rio.html

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        • Abilio, EXCELENTE este link. Para facilitar e garantir que esta informação fique facilmente disponível, peço permissão para a fonte “Titio e os bastidores de um show” para copiar inteiramente o post e os comentários abaixo.
          _______________

          SEGUNDA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2013
          Rapidinha 158 – Iron Maiden no Rock In Rio.

          Muito legal o show, mesmo com um som ruim na TV.
          Mesmo não sendo a minha praia musical, resolvi esperar para ver o último show do Rock In Rio 2013.
          Como não sou muito de ouvir Rock “pesado”, nem consegui ver os outros shows da noite.
          Arrumei meu vinho e fiquei aguardando a hora do show enquanto passeava pelos outros canais.
          Começa o show.
          Que danado tá acontecendo com o som? Muito ruim!
          Não estava assim antes.
          Como falei na postagem anterior, muitos dos shows do Rock In Rio foram mixados separadamente para a TV.
          Tinha outra mesa de som com outro técnico (ou da Globo ou do artista) que fazia uma mixagem para a TV.
          No meu caso, vi todos os shows no canal Multishow.
          Achei estranho o som começar daquele jeito, pois do mesmo jeito que tem “passada de som” para o áudio do show, tem uma na mesma hora para o som da TV.
          A “coisa” foi ficando menos ruim durante o show, mas continuava ruim.
          Foi quando apareceram os primeiros comentários no Facebook.
          E veio a explicação.
          Meu colega Valtinho, técnico de som que estava na house mix trabalhando para a empresa Gabisom, informou que o som que estava indo para a TV era o mesmo que estava indo para o som do PA.
          Não perguntei o motivo porque uma banda como Iron Maiden não levou outro técnico para fazer uma mixagem exclusiva para a TV.
          Simplesmente pegaram uma cópia do sinal L/R da mesa e mandaram para a TV.
          Valtinho comentou que não estava gostando nem um pouco do som do show, e isso refletiu no som da TV também.
          Estranhei este comentário de Valtinho, pois no show que o Iron fez aqui em Recife (e que eu não fui infelizmente) um tempo atrás, todos meus amigos, inclusive os amigos técnicos de som que foram ao show, falaram que o som estava perfeito.
          Só acharam o volume baixo.
          Mas isso é normal, pois temos uma cultura de um nível sonoro elevado nos shows aqui no Brasil.
          Tudo bem, pensei eu, o técnico do Iron não está numa noite feliz.
          Mas fiquei sabendo que era outro técnico controlando o som do PA no Rock In Rio.
          É meus caros amigos, tem diferença entre os técnicos gringos também!
          Outro detalhe:
          O mesmo sinal (L/R da mesa) que foi para o Multishow foi para a Globo.
          E o som da Globo (canal aberto) estava “muito melhor” do que o som do Multishow (canal de TV por assinatura).
          Quando eu falo muito melhor, entenda como MUITO MENOS RUIM.
          A mesma mixagem ruim do PA estava indo para os dois canais de TV.
          Se era a mesma mixagem que estava indo para os dois canais de TV porque soaram diferentes?
          Simplesmente porque depois que o sinal (idêntico) chega nos estúdios de cada TV, cada um trata o sinal do “seu jeito”, usando equipamentos diferentes, compressões diferentes, etc.
          Não posso falar sobre transmissões diferentes porque não tenho a menor ideia de como são feitas estas transmissões e não entendo do assunto, mas sei que o mesmo sinal pode soar muito diferente somente por passar por diferentes equipamentos controlados por diferentes técnicos.
          Acontece a mesma coisa com os comerciais que passam na TV.
          É o mesmo comercial, mas soa diferente nos canais.
          Depois que fui avisado no Facebook por um outro colega do ramo e fui conferir a diferença do som no canal aberto, vi todo o resto do show até o final pela Globo.
          Não levantei do sofá aqui também, a não ser para pegar a taça de vinho ou pegar um pedaço de queijo parmesão Faixa Azul derretido no microondas, acompanhado de pimenta biquinho.
          Mesmo com um som ruim na TV, o show foi muito legal.
          Um abraço a todos.
          Postado por Titio às 18:28
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          3 comentários:
          CARLINHOS MORAES disse…
          TITIO QUANDO CHEGA UM SINAL DE UMA TRANSMISSÃO AO VIVO NA TV,JÁ TEM DIFERENÇAS A PARTI DO SINAL DO SATÉLITE OU SEJA ÁUDIOS DIFERENTES.CHEGANDO NA TV CADA UM FAZ SUA MIXAGEM, NA QUE EU TRABALHO PASSA POR COMPRESSÃO PRA DEPOIS IR AO AR.POR ISSO HA DIFEREÇAS ENTRE ELAS.
          24 de setembro de 2013 07:16
          Titio disse…
          Aqui a explicação de Carlos Ronconi (Globo):

          A verdade é que o Iron está gravando um DVD da turnê e trouxe o produtor de seus álbuns, Kevin, para fazer a mix da TV.
          O cara é boa praça mas se perdeu todo na VENUE e não deixou ninguém ajudar!
          Fez o virtual soundcheck com uma sessão de Pro Tools gravada em Sampa, que tinha um canal a menos que no Rio.
          Foi avisado por mim mas não tomou conhecimento.
          Bom, o resto todo mundo já sabe……
          Quando terminou, ele estava muito mal, pois ele percebeu o erro tarde demais.
          Se tivesse deixado o Ricardo Gama operar e ficasse supervisionando, teríamos uma combinação ótima:
          A experiência de quem conhece a banda e o conhecimento de quem conhece a console e a Mixagem para TV.

          Abraços,

          Carlos Ronconi
          24 de setembro de 2013 07:33
          Titio disse…
          Transcrevo aqui minha conversa hoje com Valtinho pelo Facebook para mais esclarecimentos.

          Titio Ildemar Oliveira: Valeu Valter. Coloquei a explicação do Ronconi no meu Blog.

          Titio Ildemar Oliveira: Valter Pereira da Silva, quando Ronconi fala “para fazer a mix da TV”, ele quis dizer que teve outra mesa fazendo a mixagem para a TV? Você tinha falado que era o sinal do L/R da mesa que estava indo para as TVs. Fiquei confuso agora.

          Valter Pereira da Silva: … RinRio 2013, ultimo dia, Valtinho no ulitmo dia no ar as 5:30 da manha para atender o Iron Maiden, a informação que me foi passado era que seria enviado como todo show o L+R do PA para o Broadcasting, nao visitei os amigos da UM nesse dia, os operadores da outras bandas disseram que fariam o mesmo, então minhas informações pararam ai…………. todo comentário meu sempre é baseado no que escutávamos no Sistema de PA na posição do FOH……. nada melhor de quem esteve presente na UM todos os dias para falar com propriedade……..Abs Valtinho
          24 de setembro de 2013 10:07

          _______________

          Obrigado, cara.

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

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          • Valeu Eduardo!

            Eu realmente mudava entre Multishow HD (Hedious Definition) e Multishow SD (Sh*tty Definition), e o som no canal normal estava bem mais alto, até beirando a distorção, então acabei assistindo no Multishow HD mesmo. Esqueci que estava passando na Globo, até mesmo porque na minha cidade não tem em HD, então não sei se lá estava melhor ou não… Mas um fato é pacífico: estava ruim no local e em toda e qualquer transmissão e retransmissão, pois de acordo com o que disse o Eduardo e com a explicação do “Titio”, o que foi pras TVs é o que rolou lá, ou seja, um show sub-standard, em se tratando de uma das maiores bandas do planeta…

            Então, ficam as perguntas no ar:

            1) O show durou 2 horas, não dava para arrumar o som neste tempo? Aparentemente faltou bastante jogo de cintura para quem estava no comando…

            2) O que será que de tão grave ocorreu no setup que o baixo estava aparentemente desligado do PA? Seria a frase: “Fez o virtual soundcheck com uma sessão de Pro Tools gravada em Sampa, que tinha um canal a menos que no Rio.” a explicação? O canal “a menos” era o do baixo?

            3) E para o Iron Maiden, vale a pena sacrificar o som do PA/TV em um show sendo assistido ao vivo por milhares (milhões talvez?) de pessoas, apenas para gravar seu novo DVD? A gente sabe que os caras são super-profissionais e mesmo que esteja horrível no palco, eles mantém o “carão” e não passam nada de negativo para a platéia… Quem saberá como estava o retorno para a banda?

            4) Será que, depois de toda a porcaria feita, ainda tiveram algo gravado com boa qualidade para inserir no DVD?

            5) Vai ter graça assistir a um DVD maravilhosamente mixado, quando sabemos que NÃO ROLOU ASSIM NA VERDADE?!?!?!

            Abraços,

            Abilio

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            • As considerações e explicações do Abílio e que o Eduardo trouxe do ” titio” vão de encontro ao que ouvi por lá . O som estava super embolado e o tal canal faltante parecia realmente ser do baixo. Na verdade acho que não era, pois em alguns segundos eu ouvi o baixo…bem baixo….muito baixo mesmo…mas ouvi…
              O Kevin Shirley deve ter tomado todas, não é possível isso que li acima….
              O som do Avenged Sevenfold estava excelente, uma lástima o que aconteceu com o som do IM.

              Alexandre Bside

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              • O que houve foi mesmo ridículo… a banda gravou também o show de SP e nada foi comprometido com o som como no Rock in Rio. Agora, vamos ver o que vai acontecer com este vindouro lançamento…

                Mas é uma lástima esperar tanto para “tirar a zica” do Maiden no Rio depois do show que caiu a grade e passar por isso…

                [ ] ‘ s,

                Eduardo.

                Like

            • Abilio, EXCELENTE comentário… muito bom mesmo…

              1) Concordo plenamente. Um absurdo. Mas como vimos, parece que para arrumar, o show teria que parar por um tempo razoável e, com as transmissões ao vivo, creio que preferiram deixar como estava mesmo. Será que seria trivial arrumar “on the fly”? E se piorasse ainda mais? Mas, enfim, é algo inaceitável.

              2) Vai saber… o baixo era raramente ouvido, e apenas para para o final ele aparecia, ainda que longe de estar no volume que deveria – aliás, o esforço para ouvir Harris era enorme, e nem mesmo em partes onde o baixo fica isolado, isso era claro… até mesmo no final do show, por exemplo em Iron Maiden, na “ponte” da música, isso aconteceu com clareza…

              3) Ótimas observações… a banda não parecia mesmo TÃO “energizada” como vi ano passado nos EUA e em São Paulo 2 dias antes… é que, como você bem disse, eles realmente não deixam isso claro para que está vendo…

              4) Ótima pergunta. Será? Será que eles aproveitarão o som de SP e as imagens no Rio? Será que haverá, como já fizeram, áudio de OUTRO show qualquer da tour?

              5) Isso é como comentei no item acima… eles já beberam dessa fonte antes… o DVD do Rock in Rio 3 está cheio de “colagens”, inclusive no vocal, como é o caso da música de abertura, na época do recém lançado Brave New World… como a galera não sabia cantar o refrão e o Bruce não cantava tudo, Harris e CIA decidiram fazer o copy and paste. Há outros casos onde o show é em um lugar, mas as imagens são de outro. Então, é capaz mesmo de rolar uma grande bagunça neste próximo – isso se eles não desistirem da ideia do Brasil e lançarem de outro lugar, afinal, por que não? Minha solução é simples: usem o de São Paulo – o show foi menor (cerca de 35000 presentes, creio), mas pelo menos, foi espetacular em todos os sentidos.

              [ ] ‘ s,

              Eduardo.

              Like

    • Quanto a entrada, tive uma experiência completamente diferente.
      1 – Não usei o RioCard. Simplesmente utilizei os ônibus de linha normal que me levaram ao terminal alvorada e dali, comprando passagens na hora, entrei num dos ônibus especiais que faziam o trecho Terminal Alvorada – Cidade do Rock.
      2 – Ao ser deixado no ponto final, me dirigi ao meu hotel, nas proximidades do Rio Centro e aguardei até as 18:30 para entrar na cidade do rock.
      3 – Além da caminhada, e dos poucos minutos para troca de meu voucher por ingresso num stande estrategicamente colocado, não levei mais de 10 minutos para entrar nos portões de acesso. Tudo muito tranquilo e sem tumulto nem gente demais.
      É claro que entrei num horário mais “alternativo” mas a minha experiência foi bastante positiva.
      Sobre o som do show do Iron Maiden, guardarei uma opinião mais aprofundada para um momento e local mais adequados, mas me parece que minha decepção não foi tão corpulenta quanto a dos amigos…

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  3. Eduardo xará,

    Quem chegou mais tarde,como você e o Marcus Batera, não teve qualquer problema. A questão envolvendo quem chegou cedo para assistir os primeiros shows foi claramente de uma desorganização que não combina com o Rock in Rio. Quem pacificamente optou por seguir o fluxo , já que não havia uma marcação de fila ou coisa que o valha, como eu , que estava acompanhado de esposa e filha , penou durante quase 3 horas para entrar.
    É tempo mais do que suficiente para quem estivesse responsável pelo que ocorria buscar alternativas e não deixar que tamanha demora. se desse. O horário em que cheguei era suficiente para enfrentar 1 hora de espera e ver o primeiro show. Não esperava ter de ficar quase três para entrar. Ainda bem que o pessoal do metal que estava na fila, que normalmente é tão vinculado à agressividade, fez a sua parte e pacientemente seguiu nas intermináveis horas durante o trajeto de cerca de 200 ou 300 metros.
    Pagamos muito caro por isso, o serviço deveria ser próximo pelo menos do razoável.

    Alexandre Bside

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  4. Ótimas observações sobre o som do Iron. Não entendo nada de música e como se “faz” um áudio em um show, foi bem esclarecedor.

    Uma observação: no show do Metallica estava a frente da mesa de som, então pude observar nos intervalos dos shows o trabalho deles. Quase todos, inclusive o do Metallica, chegaram antes do show do Sepultura. Alguns falam entre si, mas tudo bem profissional. O técnico do Ghost era bem concentrado e fazia cara de “surpresa”, ele parecia feliz.

    Já os dos Metallica (esses eu observei antes do show por uns 20min para pegar um “ar” devido à confusão na parte da frente) beiram a chatice de meticulosos. Como foi falado pelo Eduardo na resenha, a afinação de instrumentos foi realizada várias vezes e eu percebia o cara do som analisando tudo neste instante. Não sei se ele pedia pra repetir, etc.

    O responsável pela luz em um instante falou um “não estou entendendo nada” e depois começou a mexer em tudo. Ele foi o último a acabar.

    De qualquer modo, terei que ir a outro show do Iron, porque esse não deu…

    Um detalhe que seja um indício da má – em se tratando de um ícone da música- apresentação da banda (e não apenas do som): não vi nenhuma do show do Rio em sites de heavy metal! Fãs fazem resenhas de suas bandas e quando percebem que não foi lá essas coisas, preferem não escrever nada, principalmente em sites como Whiplash. Será?

    Abraços e os comentários foram magníficos!

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