Cobertura Minuto HM – Joe Satriani em SP – Samsung Best of Blues 2017 – Live Blogging

Fala, galera.

É hoje – São Paulo está recebendo Joe Satriani novamente. Figurinha mais que carimbada com diversas passagens por nossas terras, seja nas combinações com o G3 ou em carreira solo, mestre de Steve Vai e Kirk Hammett, ou ainda de Charlie Hunter e Larry LaLonde (Primus), essa enorme referência quando o assunto é guitarra volta para para uma nova edição do Samsung Best of Blues – novamente no Parque do Ibirapuera e novamente grátis.

Satch vem com a tour de seu último trabalho, Shockwave Supernova, o 15° álbum de estúdio do guitarrista, lançado em 2015, com 15 faixas distribuídas em um pouco mais de uma hora de duração. Interessante mencionar que tanto no álbum como na tour – inclusive hoje – a bateria está a cargo de Marco Minnemann, do The Atristocrats, e que já tocou também com Paul Gilbert, Steven Wilson, Kreator e foi um dos seletos nomes que participou do audition para substituir Portnoy no Dream Theater. Completam as fileiras Bryan Beller (Dethklok/The Aristocrats) no baixo e Mike Keneally (Steve Vai/Dethklok) nos teclados / outra guitarra. 

Apesar das muito irritantes interrupções para propagandas ao final de cada música, conheci um pouco do álbum hoje mesmo, pois confesso que não havia tido a chance de ouvi-lo antes. Do que ouvi, gostei, momentos progressivos em conjunto com a bateria de Marco (nem daria para imaginar algo muito diferente), mas bem calcado com blues e, como sempre, inserções sempre criativas de linhas de baixo e, claro, a marca de Satriani para todos os lados.

Diferente do ano passado, que achei a divulgação do festival fraca, imagino um Ibirapuera bem mais cheio, hoje, mesmo com o frio (pelo menos para nós, paulistanos) que anda fazendo nos últimos dias na cidade. A abertura é de de Artur Menezes, guitarrista que hoje mora na Califórnia e que vem ganhando espaço dentro do mundo dos blues, tocando inclusive com nomes consagrados como Buddy Guy. Já o prato principal com a Surfing to Shockwave Tour/2017 virá com clássicos também de Satch, além das músicas do álbum de trabalho, em um show esperado de 90 minutos, ou seja, praticamente metade do tempo de um show “normal” do guitarrista.

Não quero prometer uma resenha pois venho falhando frequentemente com todos por aqui nos últimos anos (!), então a proposta é atualizar este próprio post com mais cobertura pré-show direto do Ibira (se assim o 4G permitir) e depois fechar a cobertura com algumas palavras sobre o show, fotos e vídeos.


Cobertura pré-show

Marcus Batera e Kelsei estão confirmados para hoje!

17h30 – já dentro do parque e reunido com os amigos Kelsei e Marcus. Um movimento como esperado: muita gente! Há de tudo: gente perdida, cachorros, bebês e crianças, bebidas pelo gramado… e até gente que deve gostar de blues e rock. A temperatura vai caindo conforme a noite vai chegando.

17h53: começaram os atrasos. Ou não. Vamos ver se a abertura rola as 18h00.

18h15: após uma apresentação de patrocinadores, Evandro Mesquita está no papel de apresentar do festival.

18h20: Evandro Mesquita está repassando os marcos da história dos blues. Encheção de linguiça e o show vai atrasando. Meio mamado, ao que parece. Ou lesado. Ou ambos.

18h24: vai começar a abertura.

19h07: fim do show de abertura, com direto a música extra ao final. Obviamente, um guitarrista muito talentoso. Evandro Mesquita volta enquanto o palco é preparado.


O show

Galeria de Fotos:

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Vídeos:

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Joe Satriani Setlist Área Externa do Auditório Ibirapuera, São Paulo, Brazil 2017

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[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Discografias, Músicas, Resenhas, Setlists

1 resposta

  1. Muito legal o encontro dessas três feras aqui do Minuto Hm em um evento. Há várias canções antigas de Satriani que me fizeram inclusive ter alguns dos seus cds em minha coleção. Dos três que mais influenciaram uma geração ali dos anos 80 (Malmsteen, Vai e o próprio Satriani) é ele o guitarrista que mais me agrada nas músicas instrumentais, pelas harmonias que consegue desenvolver. Ainda assim, mesmo eu sendo um eterno estudante do instrumento, não é o show que me motiva a assistir.
    FIquei bem impressionado com o tamanho e as imagens em excelente definição do telão em volta do palco, deve ter dado pra ver cada detalhe do que Satriani fez.
    Vai rolar alguma resenha ( parte 2?). Se não , algum de vocês se atreve a comentar um pouco mais do show por aqui mesmo ?

    Alexandre

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