30º Podcast Minuto HM – 17/novembro/2017

Sexta-feira de  Podcast Minuto HM. O último do ano. E simplesmente a TRIGÉSIMA edição de uma das coisas mais malucas que este blog tem – e, acreditem, são muitas.

Foram portanto os malucos que vararam a madrugada ao longo de 8 horas e 15 minutos:

  • Eduardo [dutecnic] como host;
  • Flavio Remote;
  • Alexandre B-Side;
  • Claudio;
  • Kelsei;
  • Eduardo Schmitt e
  • Rolf.

Essa edição foi literalmente permeada por dois termos que eram aplicados para tudo: “isso soa meio datado, meio setentão” – oriundo do “Fantástico Mundo de Rolf” e, depois de uma análise rápida sobre Wind Of Change, que “transcende” a música, tudo era “transcende daqui, transcende dali”…

Outro tema marcante nesta edição de número 30 foi trazido pelo Alexandre: nosso mestre “Lado B” trouxe o desafio de tentar “medir” a tolerância dos participantes ao hair metal, glam metal, metal farofa, poser… opa, poderia eu falar tudo isso aqui? O que ficou pejorativo? Mas a ideia era deixar claro os sons que analisaríamos. A banda escolhida pelo B-Side foi o Scorpions, pela longa discografia. Passamos por diversos sons dos alemães para ir determinando a tolerância de cada um e se era ou não “escopo” de ser rotulado…

Como de costume, também tivemos vários sons sendo tocados ao longo da noite, como os covers abaixo:

Já os resultados do throwdown do Malmsteen foram os seguintes:

Sendo que eu mesmo fiquei “no muro” (para variar) e acabei indo para o Rising Force, ainda que não tenha sido exatamente o único que poderia “virara a casaca” para outro finalista. Sem dúvidas, se repetíssemos tal duelo no futuro, poderíamos ter resultados diferentes. Quem sabe? Fato é: ambos álbuns foram muito bem avaliados por todos, e mesmo o Trilogy, claramente fica abaixo dos finalistas, também teve seus merecidos elogios.

Escutamos também o álbum de covers do Hammerfall (que entendemos que, para uma avaliação mais justa sobre a banda, é necessário ouvir realmente algum trabalho próprio deles) e deixamos o Jørn para analisar na próxima edição, já que o Rolf já havia sucumbido aos braços de Morfeu…

O podcast pode ser ouvido (por streaming) e/ou “baixado” no 4shared aqui (322 MB). Para fazer o download em formato MP3 para seu computador, após o login no site, clique no botão “Download Now” – o arquivo virá com a tag já devidamente formatada para seu MP3 player.

O teaser da edição anterior, também foi tocado, claro. Para conferi-lo / baixá-lo em seu computador / celular / tablet (13,8 MB), use o iTunes ou o 4shared.

Mas esse teaser merece um destaque. Sim, o teaser foi feito como de costume e todos curtiram mais um trabalho fantástico do B-Side. Eu mesmo já tinha tido o privilégio de escutá-lo antes de todos. Mas a surpresa, ou melhor, a mais que linda e merecida homenagem estava ao final. Um silêncio (que será adotado agora em todas as edições do podcast) foi seguido de um compilado de trechos com a participação do Daniel em talvez o momento mais bonito e emocionante que este blog já teve em qualquer aspecto. Não só quero agradecer novamente ao B-Side pelo trabalho fantástico, mas também por ter trazido algo tão especial para todos nós.

Foi realmente difícil seguir depois da homenagem ao Daniel. A saudade e aquele aperto no coração bateu forte. Mas seguimos com muito papo. E durante toda a noite, foram saindo ideias de lição de casa para a próxima edição – e não é pouco “trabalho”:

Álbuns:

  • Dukebox, do Jørn, sugerido pelo Rolf (acumulado da edição anterior);
  • Fruto Proibido, da Rita Lee & Tutti Frutti, rock nacional solicitado pelo Kelsei e álbum sugerido pelo grupo após discussões.

Throwdown do Deep Purple, sugerido pelo Claudio, ajudando a redescobrir a banda:

  • “Fase de grupos”: Shades Of Deep Purple x The Book Of Taliesyn
  • Final: Vencedor x Deep Purple (a.k.a. Deep Purple III)

E aqui foi trazida mais uma sugestão: a criação de uma poll geral para que tenhamos também o “voto popular”, como brincamos. Esse voto poderá, inclusive, ser usado para algum “desempate” no dia da análise dos álbuns, se necessário. Outro “critério” é que quem vai participar do podcast, não deve votar. Assim, aos participantes mais habituais, por favor não votar até o dia do próximo podcast – e só votar no dia (ou um pouco antes, claro) caso não consiga entrar no próximo podcast…

A pesquisa abaixo ficará aberta no blog até o próximo podcast e os os resultados parciais não estarão disponíveis até o podcast.

E não é só isso! Participando da próxima edição, você leva “inteiramente de grátis” a última tarefa de trazer uma lista com 10 “baladas metal”. Sim, apenas dez. Boa sorte para nós. Ufa…

playlist em nosso canal no YouTube (não deixem de fazerem a inscrição no canal) está atualizada com os álbuns e throwdown desta edição:

Deixo um agradecimento especial ao disco do Genesis que vai acabando a todos que participaram desta edição tão especial e marcante.

Não posso deixar de dedicar este post ao Malcolm Young, cuja notícia do falecimento saiu praticamente durante o podcast, mas, claro, ao Daniel, que sentimos tanta e tanta falta.

Até 2018, galera!

[ ] ‘ s,

Eduardo.



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6 replies

  1. Foi mais uma edição muito legal do podcast que, nesta vez, foi de uma emoção toda especial, tendo em vista a homenagem ao já saudoso colega de Minuto HM, Daniel. Aliás, que homenagem bem montada pelo b-side. Parabéns.
    Já vou me entregar aqui que fui o único a votar no Trilogy na “fase de grupos” do throwdown do Malmsteen. Expliquei bem meu voto no podcast. É só ouvir. Mas tem a ver com minha conexão emociaonal com o álbum.
    Quanto ao “tema” pra próxima edição, prevejo alguma polêmica quanto a lista das melhores baladas. Que tipo de música de qualifica como balada? Até iria questionar ao grupo, se uma música como “Born Again” pode ser definida como balada, mas acabo de ler que nosso mestre b-side assim a nominou no post imediatamente anterior a este, aqui no Minuto HM, então esta questão está resolvida. Coloco à opinião de vocês se “All the Fools Sailed Away” poderia ser chamada de balada. Já sugiro que no próximo podecast, o grupo faça uma “peneira” das músicas propostas por cada participante para dizer se pode ser considerada balada.
    Outra questão é de quais bandas podem ser incluídas. Somente banda hard e heavy? e bandas como Pink Floyd, Rush, Queen, estão vetadas?
    Vejamos as opiniões dos colegas.

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    • Balada:
      1) All The Fools -> tem trechos de balada, mas não considero como tal.
      2) Pink Floyd, Rush, Queen ? “Queem” vai vetar alguma dessas bandas? Ta loko cachoeira?

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    • A lista das baladas veio a mente quando foi colocada a lista com as farofadas do Scorpions … “vamos criar uma lista de baladas boas então – sem farofa” … Como conceituar balada?

      Balada é toda música bunitinha que tende o pessoal a chacoalhar os braços, ficar abraçado ou acender o isqueirinho no show (eu sei que você comentou no podcast que nunca acendeu o isqueirinho …). Não confurdir balada com música acústica e nem com música pop. Lembra do lance do pertence e não pertence?! Tem os casos:

      -> Temos baladas que são músicas pop / acústica (Exemplo: uma que está na minha top 20, mas não entrou no Top 10: Dust in the wind, do Kansas).
      -> Temos baladas que não são músicas pop / acústica (Exemplo: uma que está na minha top 20, mas não entrou no Top 10: Vermillion Part II, do Slipknot).

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      • Em tempo: Dust in the Wind não é Pop, mas é Acústica (atenção à barra “/” onde se separa os gêneros).

        E sim, alguém dá uma definição menos boiola de balada ai, que a minha não ficou bem conceituada …

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  2. Excelente mas esse do Jorn não é o Dukebox

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  3. Pessoal, atrasado como sempre, deixo aqui meus agradecimentos pela troca de conhecimento, desta vez contando novamente com a excelente presença do Cláudio, que acabou por indicar os três álbuns iniciais do Deep Purple para o Throwdown.
    Foram horas de bom papo, humor, polêmicas e um momento emocionante, onde todos se juntaram a mim na homenagem ao Daniel.
    Que venha 2018 e as novas tarefas.
    E fica aqui a pergunta : As baladas tem de ser metal, ou podem ser baladas hard rock, tipo power-ballad?

    Alexandre

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