“Resenha” no título chega a ser cômico…


Pois é, galera. Vivemos para maios um dia “inesperado” – ou não tanto mais – de pensar que, em um sábado a noite, em plenas ruas tradicionais do centro de São Paulo, estaríamos Kelsei e esposa, e eu e esposa “correndo” 5kms… hahahaha.
Para registro – essas foram as opções do kit de corrida:
Para você correr com o estilo que o verdadeiro heavy metal exige, preparamos três opções de kits insanos:
Kit Running Free | O Essencial do Headbanger
Para quem quer focar na performance sem abrir mão do estilo clássico.
- Camiseta personalizada com tecido tecnológico (leve e respirável) e Sacochila.
- Medalha Eddie: A medalha mais heavy metal do mundo para coroar a sua conquista!
Kit Killers | Para quem quer ir além
Quer levar mais lembranças marcantes dessa corrida histórica para casa?
- Todos os itens do Kit Running Free (Camiseta tecnológica + Medalha Eddie + Sacochila).
- Boné Five Panel exclusivo Run for your Lives.
- Pôster oficial do evento para emoldurar.
Kit Aces High | A Experiência VIP Definitiva
O kit lendário para quem exige o topo do pódio em estilo e exclusividade.
- Todos os itens dos Kits Running Free e Killers (Camiseta, Medalha, Sacochila, Boné e Pôster).
- Jaqueta Corta-Vento Exclusiva da prova.
- Acesso VIP no show pós-corrida para curtir o evento no melhor lugar.
E a programação:
- 16:00 — Largada da Corrida Kids (baterias infantis adaptadas por faixa etária)
- 19:00 — Largada da Corrida de 5 km (“Be Quick or be Dead!”) e da Caminhada de 2,5 km (“Wasted Years?”)
- Pós-prova — Show com a banda tributo oficial The Beast Experience (com participação de Bruno Sutter) no Vale do Anhangabaú.
Bom, após a compra e retirada do kit, o tal dia da primeira corrida de rua com a marca da banda finalmente chegou. E sabe quem chegou antes da corrida dos adultos também? A chuva. Sim, claro – ela – minha companheira de heavy metal de tantos e tantos shows também resolveu dar as caras até momentos antes da largada, fazendo com que a saída de casa fosse de Uber até o metrô, na esperança de chegarmos ao centro sem chuva. Não foi. Então, ao lado do estação de metrô São Bento, a escolha foi pela minha cafeteria preferida de São Paulo, o tradicionalíssimo Café Girondino. E não é que a chuva parou depois disso, momentos antes da largada? Boa.
Centro de São Paulo enfeitado de Iron Maiden. Está aí uma coisa que você não vê todo dia. A questão do volume do som foi aplicado corretamente, o que deixava as (poucas) caixas de som tocando clássicos da banda em um volume baixo – fato que se repetiu na apresentação da excelente The Beast Experience ao final da corrida.
De crítica inicial aos organizadores da corrida: como pode apenas aquele número ridículo de banheiros químicos disponíveis, com tanto espaço no Vale do Anhangabaú? Falha fácil e evitável. Sorte que passamos nos do café antes… mas realmente ridículo. Isso posto, o espaço próximo à largada contava ainda com “ativações”, para usar a terminologia atual, com venda de produtos (mini merchan da corrida em parceria com a WA Sports, marca licenciada pela banda), painéis para fotos, e coisas do tipo. O “funil” para a largada estava muito “funil” mesmo, mas depois, a coisa “andou” (literalmente, no início), proporcionando a galera a começar a correr até rapidamente depois do tradicional “bô-lô-lô” de início de corrida.
























Deu para ouvir Doctor, Doctor e a abertura com Aces High da onde estávamos, ainda que a tenham dado uma mini-queimada na largada em relação ao que pensamos de Aces High playback vs a banda tocando ao vivo, hahaha :-). Se fosse F1, valeria punição a quem fez essa contagem :-)…





Aí veio a corrida mesmo, com Prowler na PA para começar. Nós 4 seguimos juntos o tempo todo, correndo (trotando) aqui e ali, andando um pouco em algumas subidas, e foi uma diversão. Não sou lá grande fã de correr, mas foi legal e conseguimos todos cumprimos a missão em cerca de 45 minutos, ainda que corrida de rua a noite, com chão molhado, cheio de buraquinhos, buracos e uns buracões, tartarugas, bueiros, e piso escorregadio sejam sempre um certo perigo a inexperientes. Uma pena não ter tido muito mais músicas pelo percurso, salvo ali na Praça do Patriarca, onde na ida estava tocando 666 e na volta, Hallowed, com um baterista tocando também ao vivo.
Kelsei filmando os maiores corredores da história!
Lá pelo quarto km, minhas costelinhas do lado direito começaram a gritar, o cansaço apareceu, e finalmente descobri que meu coraçãozinho pode chegar na zona 5 dele, no “sprint final”, chegando no limite a 171 bpm… hahaha. Mas, pronto, chegamos!


Hora de pegarmos a fila da medalha pesadona. Após isso, o kit que tínhamos por aqui dava direito a uma “Pista Premium”, que obviamente não usamos para aproveitar a companhia do Kelsei e da esposa. Entre os doidinhos do centro no meio da festa, também fui encontrado por vizinhos de condomínio, muito legal. Já a banda cover – a melhor que conheço de Iron Maiden no mundo – não decepcionou, e realmente o Raphael canta demais, chegando a soar até algo bizarro de tão próximo que é ao Bruce. Excepcional mesmo. A banda é muito boa, e meu destaque também sempre vai ao Eric Claros, batera, que toca demais – Simon, se cuide, hein?
O convidado especial, Bruno Sutter, é sempre bem-vindo, e uma grande referência de heavy metal no país, especialmente no mundo Iron Maiden e Judas Priest. E, claro, é o Deus do Metal da maior banda de todos os tempos, segundo o Detonator: o Massacration :-). Achei Bruno mais rouquinho / Blaze Bayley ontem, mas foi legal também.
A banda, com Raphael ou Bruno se alternando nos vocais, tocou músicas como 23:58, Killers, The Clansman, Wasted Years, Powerslave, e coisas mais para os verdadeiros fãs como Flash Of The Blade, entre outras que já esqueci – mas filmei um trechinho de Infinite Dreams, “a música” do set atual da banda… meus “comentários” durante a música dizem mais do que eu poderia aqui no post:
Mais algumas fotos:









Do celular do Kelsei também:














Veio a premiação da corrida e foi a hora de nos despedirmos da festa. Valeu a pena, foi uma “experiência” muito legal.
O resultados podem ser vistos aqui (legal, o meu não computou… #@!#!@#) e as fotos, aqui.
Up The Irons nas ruas de São Paulo, para 7.500 inscritos. Quem diria, digo novamente…
[ ] ‘ s,
Eduardo.
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