Vinnie Vincent Invasion – ame ou odeie!

Em maio do ano passado, no podcast 8, um dos álbuns indicados para audição era esse Vinnie Vincent Invasion, o álbum de estreia da homônima banda do ex-guitarrista do Kiss. Além de passarmos todos as impressões sobre o álbum, ficou registrada uma pendência, a de trazer uma resenha sobre esse controverso álbum. Esse post vai trazer também uma breve análise sobre o segundo disco da banda, All Systems Go, entre outros assuntos relacionados ao guitarrista da cruz Ankh. Assim, sem mais delongas, vamos lá:

VV Invasion Capa

ÁLBUM: Vinnie Vincent Invasion

1- Boyz Are Gonna Rock – 4:56                                6- Do You Wanna Make Love – 3:22
2- Shoot U Full Of Love – 4:42                                  7- Back On The Streets – 3:22
3- No Substitute– 3:52                                                8- I Wanna Be Your Victim – 4:35
4- Animal – 4:39                                                          9- Baby-O – 3:44
5- Twisted– 4:33                                                          10- Invasion – 7:48

• Robert Fleischman; Vinnie Vincent; Dana Strum; Bobby Rock
• Lançamento: 02/08/1986
• Produtores: Vinnie Vincent e Dana Strum
• O álbum vendeu cerca de 400.000 cópias

Vinil do VV Invasion

Para traçar um paralelo do momento do lançamento deste primeiro trabalho da banda Vinnie Vincent Invasion, vamos voltar um pouco no tempo e fazer um breve relato do que foi a carreira de Vincent antes do Kiss e alguns momentos de sua passagem relâmpago pela banda. Vincent Cusano, o nome de nascimento de Vinnie, teve desde cedo a música muito presente em sua vida, pois seus pais chegaram até a gravar profissionalmente canções de um estilo mais country na década de 40. Sua mãe era cantora e seu pai tocava violão. Vincent gostava muito do som do pedal-steel guitar que seu pai tocava e já por volta de seus 13 anos estava envolvido em projetos musicais, incluindo gravações demo de bandas semi-profissionais com que tocava, contando com o apoio de sua família, no estado de Connecticut, mais particularmente na cidade de Bridgeport, onde morava. Entre 1975 e 1982, Vincent trabalhou como músico de apoio e de estúdio de vários artistas de diversos gêneros musicais como Carmine Appice, Edgar Winter e Dan Hartman. Com Dan, Vincent gravou o sucesso “disco” Instant Replay, que vendeu cerca de 500.000 cópias e cujo vídeo se vê abaixo:

No início de 1982 e após uma tentativa de formar uma banda mais profissional chamada Treasure, Vincent começa pouco a pouco a se aproximar do Kiss, investindo sua carreira também como compositor. Assim conhece Adam Mitchel, que o apresenta a Gene Simmons. Com Gene, compõe I Love It Loud e Killers e, com Paul Stanley, I Still Love You. Outras duas canções são apresentadas: Betrayed (composta com Simmons, mas com apenas o nome igual à música que saiu no álbum Hot In the Shade) e Back On The Streets, de autoria apenas de Vincent. Vinnie nesta época compõe Tears, que entra no segundo álbum solo de Peter Criss, Let Me Rock You. A música Back On The Streets chegar a quase integrar um dos álbuns-solo de Ace Frehley, existindo até uma versão com o Frehley’s Comet.

De volta ao ano de 1982, Vincent acaba participando como guitarrista de alguns solos do fantástico álbum Creatures Of The Night, último álbum da fase inicial da banda com máscaras, enquanto vai montando uma nova banda, Warriors, com o vocalista Robert Fleischman, ex-Journey, mas acaba entrando para o Kiss com a saída de Ace Frehley. A participação de Vinnie Vincent (nome sugerido por Gene Simmons) é marcante e tumultuada, com grande repercussão de mídia pela retirada das máscaras no álbum Lick It Up, que tem 8 das suas 10 canções compostas pelo guitarrista em parceria com os demais integrante da banda. Em 1985, fora da banda, mas com o nome com boa reputação no mercado, Vinnie resolve fazer seu projeto próprio, e traz Fleischman de volta para gravações de demos, várias delas de músicas compostas antes de entrar para o Kiss, como a própria Back On The Streets. A gravadora Chrysalis oferece um contrato de 4 milhões de dólares e nessa época a banda vai se estruturando com o baixista Dana Strum, que já havia antes ajudado Ozzy Osbourne na indicação de músicos como Randy Rhoads, Jake E. Lee e o baterista Bobby Rock. Com essa formação, surge o Vinnie Vincent Invasion.

vinnie_vincent_invasion

O álbum é lançado em 1986, com forte tendência do glam-metal que surgia na época, por influência de bandas como Mötley Crüe e Poison, mas Robert decide não seguir em tour com o grupo, devido às restrições pessoais com o estilo proposto. A proposta do álbum era bastante clara: músicas com forte apelo comercial, refrões pegajosos, solos de guitarra com plena liberdade para Vinnie Vincent e conceito visual bastante focado no estilo hair-metal que se apresentava na ocasião. Entra na banda Mark Slaughter, que havia feito uma demo para Vinnie antes da formação do conjunto, demo essa que o músico havia perdido.

banda com Mark Slaughter

Com essa formação, a banda segue para a estrada, muitas das vezes abrindo shows de bandas como Alice Cooper e Iron Maiden. O álbum (e também a tour) tem ótima receptividade, e são lançados os singles Boyz Are Gonna Rock e No Substitute (esse, no entanto , fracassa nas paradas). Contando com o momento favorável do estilo glam da época, Vinnie Vincent Invasion começa a subir nas paradas da Billboard, ajudado pelo clip de Boyz Are Gonna Rock, onde Mark Slaughter dubla os vocais originais de Fleischman:

VV All Systems 01

ÁLBUM: All Systems Go

1- Ashes To Ashes  – 5:05 6- Let Freedom Rock – 4:44
2- Dirty Rhythm– 3:38 7- That Time Of Year – 4:11
3- Love Kills – 5:36 8- Heavy Pettin’– 4:38
4- Naughty Naughty – 3:30 9- Ecstasy – 4:40
5- Burn– 4:38 10- Deeper And Deeper – 4:02
11- Breakout – 3:59

• Mark Slaughter; Vinnie Vincent; Dana Strum; Bobby Rock
• Lançamento: 07/05/1988
• Produtores: Vinnie Vincent e Dana Strum
• O álbum vendeu cerca de 150.000 cópias

Após o promissor início de carreira, o grupo retorna para estúdio para gravar o segundo trabalho, All Systems Go. No entanto, as tensões internas entre Mark e Vinnie que surgiram desde o início da parceria tornam-se insustentáveis, e a banda entra em colapso durante a curta turnê de divulgação do álbum, que ainda assim vende cerca de 150.000 cópias, com a inclusão do single Love Kills na trilha sonora do filme A Hora do Pesadelo 4.

Um dos motivos da dissolução foi a tentativa por parte da gravadora de investir em Slaughter como figura central da banda, algo que teve por Vincent total reprovação. Eles chegaram a gravar mais um clip, mas durante a tour a banda se desfez, não chegando a excursionar por mais de dois meses.

O álbum Vinnie Vincent Invasion é do tipo ame ou odeie. Aqueles que ficaram boquiabertos com o trabalho de Vinnie no Kiss voltado para o uso constante da alavanca Floyd Rose de suas inseparáveis Jackson Randy Rhoads não têm do que reclamar. Os vocais de Fleischman também se situam na região mais aguda, o que faz o som geral do álbum estar voltado para um trabalho nessas freqüências. Não há como negar o talento de Vinnie como compositor, pois há diversas músicas de inegável potencial, como o single Boyz Are Gonna Rock ou a faixa que tantas vezes foi gravada: Back On The Streets tem vários outros registros em demo pelo Kiss (com vocais de Paul Stanley), pela banda 3 speed em 1984 e também por John Norum, ex-Europe, em seu disco solo de 1987. A faixa-título é outra de bastante qualidade, mas traz em seu final cerca de 3 minutos de um interminável feedback da guitarra de Vincent.

Junte-se a isso o exagerado apelo visual de gosto para lá de duvidoso e uma produção do álbum que traz além de um estilo de backing–vocal igualmente questionável, um som de bateria que soava datado talvez já na época (no meu entendimento deveria ter sido feito por um produtor externo, talvez o grande pecado do álbum), enfim assim temos assunto e justificativas suficientes para aqueles que não gostam do álbum. O certo é que não dá para ficar indiferente ao álbum, seja para o bem ou para o mal. Vinnie conseguiu ao menos liberdade para desenvolver-se como guitarrista, como na faixa Animal, em seu virtuoso final: ali ouvimos a essência do guitarrista, que com o Kiss só se percebia com clareza nas turnês dos álbuns Creatures Of The Night e Lick It Up, uma fase que durou muito pouco, mas foi de grande repercussão.

O segundo álbum tem da maioria dos fãs da banda um conceito inferior em relação ao primeiro, pois as faixas não têm o mesmo potencial do trabalho anterior. O álbum segue a mesma receita do primeiro trabalho, seja na produção, liberdade para os solos do guitarrista, ou estilo vocal de Mark, muito semelhante ao de Robert Fleischman. Poucas faixas merecem menção, em especial a faixa inicial Ashes To Ashes, que chegou a ter alguma repercussão de rádio. All Systems Go tem a participação de Jeff Scott Soto (ex-Yngwie Malmsteen) nos backings-vocals, mas o que se vê no álbum é um trabalho menos consistente que o primeiro. Vinnie chegou a gravar uma vídeo-aula na época, face ao seu conceito e estilo singular que motivava os guitarristas amadores da época:

O futuro reservou a Vinnie Vincent uma série de turbulências tão grandes quanto seu inegável talento como compositor e guitarrista. Ele chega a gravar um EP solo em 1996 (Euphoria) e participar como co-autor de faixas do álbum Revenge, do Kiss, mas novamente briga com Gene Simmons e Paul Stanley por direitos autorais e verbas referentes ao seu período no Kiss. Tentando receber valores na justiça, se vê derrotado, o que fez com que Vinnie devesse a Gene Simmons e Paul Stanley cerca de 80 mil dólares, fato que motivou o músico considerar-se falido. Enquanto isso, Dana Strum e Mark Slaughter montaram o grupo Slaughter que fez muito mais sucesso que o Vinnie Vincent Invasion, vendendo cerca de 2 milhões de cópias pelo seu álbum de estreia, Stick To Ya, de 1990. Atualmente, Vincent vive um momento de ostracismo musical sem previsão de qualquer mudança, mas sempre será lembrado como guitarrista, compositor e pelos seus momentos no Vinnie Vincent Invasion e no Kiss.

Vinnie na Creatures Tour

Para o bem ou para o mal…

Até breve!

Alexandre Bside



Categories: Alice Cooper, Artistas, Curiosidades, Discografias, Instrumentos, Iron Maiden, Kiss, Mötley Crüe, Músicas, Podcasts, Resenhas, Trilhas Sonoras

12 replies

  1. Hajam altas frequencias por aqui – xtreme noise hair glam metal – alguém tem um filtro passa baixa?

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  2. Estou com uma dificuldade enorme em comentar neste que já pode ser considerado um dos melhores posts-discografia-resenha-maravilha deste blog…

    As amarrações históricas, o contexto, a relação com o período do glam-hair metal, os fantásticos vídeos escolhidos com certeza à dedo, tudo dentro de um texto que é praticamente uma narração como se estivesse vivendo “ao-vivo” tudo isso…

    B-Side, meus sinceros parabéns e, sobre o “ame ou odeie”… eu acho que não é meu negócio mesmo, o que não significa não reconhecer este talento e expoente marcante das alavancas e efeitos.

    Fiquei apenas com a dúvida se eu pudesse mudar de opinião se ouvir o disco Stick To Ya, que confesso que não conheço. Será? Que tal uma sugestão para o próximo podcast, assim como aquela que está em discussão no post do Magica, do DIO?

    Obs.: é uma pena que VV esteja sumido… um cara deste calibre não deveria sair nunca de/da cena. E fica a pergunta: o que você acharia se, de repente, ele retornasse ao seu posto no Kiss, ou pelo menos voltasse a contribuir com algo? Eu sei que os motivos financeiros, brigas e outros fatores extra-música o impediriam, mas vamos apenas brincar de “realidade alternativa”… você acha que ainda sairiam coisas legais?

    Um brinde às alavancas, ao final da guitarra que não tem fim, mas não brindo o feedback de Invasion não, apesar da indiscutível qualidade da faixa…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  3. Vamos lá, Eduardo :

    Primeiro, obrigado pelos elogios, um tanto exagerados, mas de qualquer forma , valeu mesmo !

    Os vídeos : Nunca uma seleção foi tão , digamos , chamativa !!!! Realmente, é pra quem estômago forte … Mas o hours-concours é o de Boyz are gonna Rock, os outros perto dele são fichinhas….

    Sobre o Stick To Ya, certamente é uma boa sugestão pra o próximo podcast, mas de cara já adianto ( embora não conheça tanto dele) que é um disco mais ” normal “. Afinal, o ponto-chave na questão “chamar a atenção ” já tinha caído fora …

    Sobre VV no KISS : Para mim, seria um sonho realizado , já que consegui, mesmo depois de algum tempo , ver Ace de volta à banda. Como não podemos , infelizmente, ter a presença de Eric Carr mais na banda, nada seria tão bom quanto ver o mago das Jacksons de volta.
    E se não voltasse às fileiras da banda, mas ao menos pudesse voltar a compor com a dupla Simmons e Stanley, tenho certeza que teríamos novo grande material , pois sempre que estiveram juntos, a qualidade esteve presente.
    O KISS no entanto, está de volta ao estilo que os consagrou, e aí se distancia um pouco da marca que Vincent deixou na banda ( mesmo no Revenge, apenas compondo) . Além do mais, a questão financeira e pessoal pra mim ficou como um assunto sem solução. A única forma de reviver issso era dar um senhor caminhão de dinheiro para Gene . Aí, quem sabe ?
    Eu fiquei curioso de saber suas impressões sobre a faixa disco, não é algo inusitado , considerando para onde a coisa evoluiu?

    Um muito obrigado pelos elogios

    Alexandre Bside

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    • B-Side, os elogios não são exagerados e tenho certeza que quem tiver o prazer de ler o post por aqui, vai confirmar isso que estou dizendo…

      Sim, o Kiss voltou mesmo ao seu início lá nos anos 70 e creio que agora, com as limitações do vocal de Stanley, fica mais difícil arriscar muito fora disso no futuro, né?

      E com essa do caminhão de dinheiro a Gene, podemos oficialmente descartar qualquer coisa, então…

      Eu gostei da faixa disco, bem “balala”, tipo Alpha FM / Antena 1 que eu gosto para comer uma pizza de sábado a noite com som ambiente… mas não combina muito com ele não e a guinada foi realmente impressionante… aliás, vou até prestar atenção caso a escute por aí agora que ligo a música ao VV…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  4. E’ estamos sempre aprendendo, particularmente nunca fui muito fã do Kiss e consequentemente não conheço profundamente a sua trajetória, tenho apenas alguns poucos trabalhos da banda, mas não me lembro de ter ouvido muito esses velhos LPs que possuo, com exceção do Lick it Up, que escutei bastante quando ainda era bem moleque.
    Foi uma grande surpresa pra mim saber sobre Back On The Streets, pois aprecio muito os discos solo do guitarrista do Europe John Norum, principalmente os dois primeiros (Total Control e Face the Truth), No primeiro lançamento de Norum, Total Control, a musica que mais gosto e’ justamente Back On the Streets, mas como o possuo apenas em LP e o mesmo não tem encarte com maiores informações, só agora percebo que esta musica e’ de vinnie Vincent olhando no selo do disco onde constam os créditos de cada musica. Por falar nisso a interpretação de Goran Edman bonifica ainda mais a musica, lembrando em certos momentos a sua passagem pelo grupo de Yngwie Malnsteen, em especial o ótimo Fire & Ice.

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  5. J.P. , obrigado novamente por participar , e sempre trazendo novas informações, eu , por exemplo, quase não conheço o trabalho de Norum fora do Europe.

    Em relação à Back on the streets, a música teve muitas gravações,além da do Ace acima, entre oficiais ou não .

    Na verdade , conheço pouco do Goran, pois deixei de acompanhar a carreira de Malmsteen pouco após o lançamento do seu terceiro álbum, Trilogy. Mas sei que tem muita coisa boa depois disso, como uma outra balada que o Goran canta, Save our love :

    “Voltando às ruas , a versão que você citou realmente tem ótima interpretação, postei abaixo, mas no clip que vi abaixo não parece ser o Goran, é ele mesmo ?

    O fato de a música em si ter tantas regravações só atesta que talvez o talento mais inegável de Vinnie Vincent era como compositor, embora também ache sua versão no Invasion muito boa :

    A primeira versão oficial, no entanto, é algo mais pop, da banda 3 speed , na trilha sonora do filme Voyage of the Rock Aliens

    O próprio Vinnie Vincent havia feito uma demo com seus vocais , o que fez a música quase entrar para o álbum Creatures of the Night, do KISS, mas ela foi preterida por I Still Love You

    Por fim, depois dessa overdose de Back on the Streets, volto com uma versão de Goran Edman, mais recente e de forma unplugged .

    É aí, qual a melhor ?

    Saudações

    Alexandre

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  6. Eduardo, obrigado pela aula de Back On The Streets, realmente tem para todos os gostos, particularmente a versão que mais gosto continua sendo a única que conhecia, a de John Norum. Porem o trabalho de guitarra da versão de V. Vincent e’ muito interessante por ser bastante cru, também pudera e’ uma demo. Ate a 3 speed, apesar de ser bem pop tem uma vocalista poderosa e ótima expressão vocal .
    Em relação aos trabalhos de J. Norum, pra mim o melhor e’ Face The Truth, disco fantástico! Que conta com Glenn Hughes nos vocais, Peter Baltes (Accept e Dokken) baixo, Hempo Hilden (G. Hughes, Baltmoore, Dokken) na bateria. Ja não recomendo o Slipped Into Tomorrow que e’ meio burocrático.
    Sobre o clip, também acho que não e’ o Goran Edman nos vocais, inclusive analisando bem, o que parece e’ que a banda toda de apoio foi formada por atores, ou sei la quem, pois o baixista que gravou o álbum e’ o Marcel Jacob que acredito ser bem diferente do cara que estava no vídeo. Quanto ao Malmsteen, o disco Fire & Ice penso que e’ o melhor com Edman nos vocais.
    Para terminar gostaria mais uma vez de agradecer pelos elogios, mas posso com toda a certeza dizer que enciclopédia na verdade são vocês, Alexandre e Eduardo, prova disso são as discografias do Dio e Metallica. Realmente e’ muita informação!
    Um abraço!

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  7. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  8. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  9. Para análise dos mais entendidos em VV por aqui – “O mistério da bizarra e reclusa vida de um ex-guitarrista do Kiss”: http://entretenimento.r7.com/blogs/luiz-pimentel/2014/09/25/o-misterio-da-bizarra-e-reclusa-vida-de-um-ex-guitarrista-do-kiss/

    Será que é isso mesmo?

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Vale checar o link em especial pelas fotos, que mostram em VV a falta de controle sobre sua própria vida. É de estarrecer que ele estivesse vivendo num ” pardieiro” ( como muito bem colocado pelo autor do texto). Agora piorou mais ainda a situação, já que ele é dado como desaparecido.
      O texto poderia nos poupado de comparações sem muita lógica, como entender a fase do guitarrista após seu primeiro álbum solo como a da fase de Axl Rose no Chinese Democracy. Eu pensei, pensei, pensei…continuo pensando e não encontro qualquer semelhança ou qual seria o ponto coerente entre as duas situações.
      Por fim é continuar lamentando que o talento de Vincent pareça realmente ser inversamente proporcional à forma dele conduzir suas ações. E esperar que algo trágico não tenha acontecido.

      Alexandre

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