56º edição do GRAMMY Awards: MetallicA com Lang Lang ; Paul McCartney e Ringo Starr novamente juntos

O bom do Minuto HM é poder misturar 2 assuntos como estes em um só post…

Honestamente, a premiação por si só pouco – ou nada – nos interessa por aqui. Mas a noite de 26/jan/2014, que teve várias disputas com consagrados nomes do tipo de música que gostamos – como o Led Zeppelin, que teve Kashmir do Celebration Day disputando na categoria “Best Rock Performance” – e a vitória de God Is Dead?, do Black Sabbath, na categoria Best Metal Performance (é, 2013 foi mesmo o ano da banda), trouxe duas performances que merecem pelo menos serem registradas por aqui. O Anthrax foi nomeado nesta categoria com a performance cover – muito boa, por sinal, de T.N.T., do AC/DC. O Dream Theater corria por fora com The Enemy Inside.

Uma delas foi a esperada execução de One, do MetallicA, com o pianista chinês Lang Lang. A banda vinha anunciando que faria uma performance “explosiva” do clássico do …And Justice For All para comemorar os 25 anos de ter sido a primeira banda hard/metal que tocou ao vivo no evento. Já o pianista traz em seu currículo performances de grande exposição, como nas Olimpíadas de 2008, Copa do Mundo e jantar na Casa Branca.

O MetallicA, que não aparecia no GRAMMY desde 1992 (e que teve One “derrotada” para o Jethro Tull em 1989 nesta mesma premiação), teve ainda sua nomeada película Through The Never não ganhar na categoria Best Recording Package. Sobre a execução de One, é até difícil comentar algo.

metallica-lang-lang_2014

Minha opinião: eu esperava bem mais. Não assisti ao vivo e, antes mesmo de dar play no vídeo abaixo, já estranhei a duração, já que ele tinha uma introdução e a música, claramente, não seria tocada na íntegra. Já não gostei disso de imediato. De qualquer forma, achei a introdução da música interessante, os efeitos no palco também ajudaram.

A primeira parte da música traz uma alternância de poucos momentos interessantes na contribuição oriental com outros que deixaram a música estranha, e até um pouco chata. Já o ápice dela é, novamente em minha opinião, um fiasco, com um solo de piano que matou a música. Para terminar, o corte foi bem quando viria o ótimo solo dobrado da música – e o Lars… bom, é só ouvir. Em resumo: ideia/proposta legais, pianista talentoso, mas não funcionou.

Já do lado dos setentões do Fab Four, o que aconteceu era o jogo mais ganho da noite. Sem estarem juntos já há algum tempo (e notem como o Minuto HM vai ficando “vellhinho” – falamos disso aqui), havia o suspense no ar se a dupla realmente tocaria junta. Ringo tocou Photograph antes, uma de suas músicas solo de mais sucesso.

Para variar, sempre que nomeado, seja qual for a premiação, o Sir é tipo um mamute disputando força com formigas mancas. Não dá nem graça. Paul levou o prêmio na categoria Best Rock Song com Cut Me Some Slack, performance com os ex-membros do Nirvana. Levou também em Best Boxed Or Special Limited Edition Package com Wings Over America (Deluxe Edition), bem como com sua produção em Live Kisses, na categoria Best Sorround Sound Album. Além de tudo, os Beatles receberiam da Academia uma premiação especial, a Lifetime Achievement Awards.

Mas foi apenas no final da premiação que, introduzidos pela Julia Roberts, Sir Macca “with a little help from his friend” Ringo Starr estariam juntos novamente. O restante da banda era a competente formação que está acompanhando Paul já há muitos anos, sendo que Abe Laboriel seria, desta vez, coadjuvante em relação às câmeras no eterno baterista dos Beatles.

Macca escolheu um single de seu último álbum, New, para a performance: a música Queenie Eye. Bom, como disse, não tinha como dar errado! Seguem os vídeos do ensaio de Paul com Ringo e o da performance da música ao vivo:

É muito bom ver os dois reunidos, com Yoko Ono e Sean Lennon felizes dançando na plateia. É mais um momento histórico e que deve ser apreciado por todos.

yoko_seanlennon_2014

A dupla, felizmente, já tem um próximo encontro em vista: a gravação do “The Night That Changed America: A Grammy Salute to the Beatles”, previsto para ir ao ar nos EUA no dia 09/fev/2014 pela CBS, que continuará comemorando o aniversário de 50 anos da primeira visita dos Beatles na América.

mccartney-starr_2014

Atualização em 19/fev/2014 com os vídeos deste novo encontro:

Os vídeos abaixo trazem mais este momento histórico, com Dave Grohl tirando uma lasquinha, entre tantos outros convidados de luxo:

Outra coisa que dá a temperatura desta noite é ver o Lennon-filho tirando uma foto do momento em seu celular… só isso, já mostra tudo.

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Eduardo.



Categories: AC/DC, Alice Cooper, Anthrax, Artistas, Black Sabbath, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Dream Theater, Entrevistas, Foo Fighters, Jethro Tull, Kiss, Led Zeppelin, Músicas, MetallicA, Nirvana, Pink Floyd, Resenhas, The Beatles

29 replies

  1. Rob comenta que era o “sonho do empresário” ver a banda tocando com o pianista:

    Isso ajuda a explicar um pouco… me pareceu o único que falou o que queria realmente falar…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. Olá,

    obrigado a fazer tantas coberturas, deixei a 56ª edição do Grammy no alho e óleo. Só postei os resultados no PTV.

    Eu gostei aí do mash-up do MetallicA com o Lang Lang. E digo o porquê:

    – Embora a canção tenha em si um arranjo intrincado lembrando as melhores obras de música erudita, ELA não foi escrita para piano. Então a banda optou por não mexer no arranjo original apenas inserindo as “licenças poéticas” do pianista que é FANTÁSTICO.

    – A meiuca antes da mudança de movimento é um exercício quase atonal do pianista. Para mim ficou belíssimo porque não tirou o clima “behind the war” que o arranjo original tem.

    – Óbvio: está claro que houve pouquíssimo ensaio e a melhor forma de identificar isso é que o Hammet ficou responsável pelo “olho no olho” pra dizer o momento que o asiático tinha que entrar e sair.

    Eu gostei. Como músico acho desafiador você quebrar esse paradigma quando todo mundo está esperando uma versão quadrada do velho clássico.

    Com relação aos ex-Beatles estão chegando em uma fase da vida que o lance é festejar. Já passaram dos 70 e qualquer crítica mais aprofundada é mexer num vespeiro desnecessário. Ainda emocionam todos nós só de vê-los nos palcos.

    Graça e Paz,

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    • Daniel, excelente… uma opinião que respeito e que é exatamente a oposta da minha, mas com todo seu fundamento e sua teoria / bagagem. Obrigado. Eu até acho que os houve sim muitos pequenos “detalhes” que o chinês adicionou na música que foram interessantes, mas analisei do ponto de vista de resultado final, que acabou tendo, para mim, mais pontos “não” do que “sim”.

      Dos Beatles, a música não é exatamente um novo clássico – vi gente comparando o som com algo da época do Magical Mystery Tour – para mim, um exagero sem tamanho. Tanto que, do novo álbum de Macca, apenas a faixa-título é para mim interessante, um hit instantâneo.

      Valeu!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  3. Cara,

    eu só vi a música do Metallica e ainda não vi a apresentação do Paul. Mas vamos aos comentários: eu achei a mistura muito interessante, aliás gosto muito quando qualquer banda se atreva a se misturar com qualquer coisa, até acho que por isso sou fã do Metallica.

    Fuçando por sites, há uma clara diferença: sites de entreterimento elogiam a mistura, sites de heavy metal a destroem, com aqueles famosos haters falando de Lars, etc…

    Fui fazer um teste e mandei o link para meu pai, que não aguenta ver 10 minutos de Metallica pq acha muito barulhento. Ele achou muito bom, a expressão que ele me disse foi ” ficou lindo”. Ele não tem nenhuma obrigação de me agradar rs, pq quando coloco um DVD do Met ou algo parecido ele quase tapa os ouvidos.

    O ponto que quero chegar é: o povo de heavy metal em sua maioria é muito chato!!! Teve um comentário no whiplash que o cara quase dá uma aula que como ele faria a junção ficar perfeita, com notas musicais, tempos, etc! Mas.. pq ele não vai lá e faz???

    Pra quem não é metaleiro, aquela parte do piano foi o ponto alto, para metaleiros (parte deles), uma desgraça.

    Para mim, a parte do solo junto com o piano foi o melhor momento.

    No final das contas o Metallica provavelmente ganhou mais uns 10 shows na Ásia, mais uns milhões na conta, pois nosso amado Lang Lang é o embaixador do Grammy na Ásia!

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    • Glaysson, muito obrigado e sua opinião de fã especialista conta muito. Veja, eu sou a favor destas misturas que o MetallicA sempre faz, tanto que tenho o S&M como um álbum que aprecio muito (muito mesmo) e enxergo coisas boas no Lulu mais que a maioria das pessoas.

      Desta vez, apesar de reconhecer que a música teve sim bons momentos com a inclusão do piano, principalmente em seu início, achei que ficou devendo. A parte do clímax, para mim, mata a música – e eu não estou aqui dizendo que esperava que fosse igual à original – para isso, temos a versão já gravada para ouvirmos – mas esperava algo que não descaracterizasse tanto a música. Mas, de novo, esta é apenas a minha opinião e é muito legal o debate que estamos todos criando aqui.

      Vou concordar com você sobre a tal chatice – em geral, é um radicalismo muito grande, e uma má vontade em ver valor em coisas diferentes, mesmo sendo variações da “disciplina” rock. Sobre comentários no Whiplash, aí eu passo…

      É nítido também que o lado comercial, nestas horas, pesa – e muito. Foi um esquema “uma mão lava a outra”, sendo uma mão na América e a outra que será lá do outro lado do mundo – vide vídeo do primeiro comentário.

      De qualquer forma, prestigio a intenção, mas por mim, não é algo que, diferente do S&M, por exemplo, me verei ouvindo no futuro.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • E para não perder a viagem: muitos desse público que você menciona traz os tais “metaleiros” que estão jogando fora a oportunidade de vermos raridades no MetallicA By Request…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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        • Eu não estava criticando a opinião. Fã não é obrigado a gostar de tudo que a banda faz. Tem muita coisa que o Metallica faz que não acho interessante e ruim. Por isso há blogs, sites, para a troca de informações e gosto do contraditório.

          Para mim, a melhor versão diferente de One é com Apocalyptica, na festa dos 30.

          O piano acho muito legal. Gosto de ouvir versões em piano do Metallica e outras bandas que possuem variações rítmicas. Uma japonesa no youtube arrebenta com essas versões. Se quiserem passo o link aqui.

          Em relação aos truezoes, é muito engraçado: tem um que começa criticando , fala mal, só presta o Master. E no final disse que comprou o ingresso! Tem como entender? A banda que estará lá é a mesma, não será em 1986!

          Um outro xinga o Lars, como se estivesse falando com ele! Muito doido.

          Abraços!

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    • Eu ainda não consegui ver Paul Macca e o Ringo, o conteúdo do Grammy é muito fresco para ser exibido assim, de forma livre e democrática, não é? Mais a frente vou achar e comento aqui, é claro. Como o Daniel falou – o Grammy é no alho e óleo – aliás pode ser um molho pior? Que tal lama com aquele ketchup mais rosa daqueles sachet de entrega de pizzas de baixa qualidade? Muito melhor ver o review devidamente filtrado pelo que interessa, daqui. Tocar one no Grammy novamente é muito interessante, seria para compensar a injustiça retardada de 1988? Seja como for, a versão também não me ganhou – não ficou feia, mas não me acrescentou muito, não vou ficar repetindo como na original. Talvez eu seja daqueles meio avessos a tal mistura, que funciona em poucas vezes. Não sou fã do S&M e nem da aventura dos Scorpions. Vou citar um lugar que eu realmente gostei de uma mistura com orquestra ou coisa similar – não são realmente muitos momentos que lembro. Tá aí abaixo.

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      • Remote, exatamente… só mais para frente, quando sair da “moda”, eles entrarão no YouTube. E tem muita gente colocando vídeos na internet e para serem vistos, com mensagens diversas, ou tentativas de se virar “micro-celebridades”, estão colocando no título / tags justamente “Paul McCartney e Ringo Starr Grammy 2014″… enfim, é o mundo em que vivemos hoje…

        Eu gosto do S&M e gosto também dos Scorpions (mais do primeiro). O que você colocou é matador, a dupla é algo também fora dos padrões…

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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        • Eu achei a versão de One interessante como alternativa e não como competição com a original, mas evidentente que poderia ser melhor, se simplesmente a música fosse TODA tocada. Esse pra mim é o pior erro. E acho que aqui todos nós concordamos .

          De resto, as opiniões variam entre todos que aqui comentaram. Pra mim,a intro mostra um Lang Lang muito virtuoso, sabe tudo daquele montão de teclas mesmo, mas não achei tanta necessidade daquela demonstração. O piano durante a música funciona melhor na parte lenta e menos favorável quando a coisa “pega”. A parte do meio, onde o improviso rola solto me agradou e é o mais surpreendente de toda a versão. O final não me agrada pois as notas do piano solando e da guitarra do Kirk estão misturadas, deu uma embolada.

          Mas é claro que o importante num evento como esse é muito mais importante para o próprio Grammy que a presença de palco , a perfomance teatral e todos os efeitos de explosões e luzes saltem aos olhos do que a versão em si. Talvez tenha soado mais desagradável para o Flávio e o Eduardo e mais agradável para o Daniel e o Glayssom.

          Eu estou subindo o muro e de lá não sairei. Por mim passou, mas estou indo agora ouvir o ..And Justice for Alll na íntegra . Ali sim…

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  4. Para registro: Paul e Ringo ainda fizeram mais coisas esta semana juntos. Eles tocaram “Hey Jude”, na última segunda, dia 21, em Los Angeles. O evento teve a participação de vários outros artistas e foi organizado para um especial da TV americana que comemora os 50 anos da primeira aparição da banda britânica na TV, nos Estados Unidos. Tocaram também “With a Little Help from My Friends” para o “The Night That Changed America: A Grammy Salute to The Beatles”. McCartney e Ringo homenagearam os dois ex-companheiros de banda, Lennon e Harrison.

    Participaram da comemoração nomes como Stevie Wonder e Keith Urban, e, antes da apresentação dos dois, vários artistas tocaram músicas dos Beatles, incluindo o retorno do duo Eurythmics.

    Vamos ver se estes históricos momentos aparecem no YouTube…

    Fontes: Kiss FM / Rock em Geral.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  6. Ensaios do MetallicA com o pianista chinês Lang Lang – talvez mais interessante que o vídeo da noite do Grammy, especialmente a brincadeira de Hetfield a partir dos 18:30…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Ensaio da música – versão oficial à venda no iTunes: “One (Awards Show Rehearsal Version) [with Lang Lang] – Single” – https://itunes.apple.com/us/album/one-awards-show-rehearsal/id819002798

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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    • Muito legal a brincadeira das cordas do piano. Gostei também quando a música era só piano e voz. Talvez fosse mais tradicional , mas ao mesmo tempo mais interessante.
      Agora eu notei um rosto familiar para auxiliar nos arranjos…. Olhei, prestei bastante atenção e sim, aquele cara que conversa com todos e marca o tempo no início do vídeo é o Bob Ezrin, que produziu por exemplo, Alice Cooper, KISS ( THE Elder,Destroyer e Revenge ), e o The Wall do Pink Floyd.
      Quem quiser fazer a comparação ” cara – crachá “, que dê uma olhada no vídeo abaixo:

      Alexandre

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      • B-Side, o rosto era mesmo familiar e obviamente não ia ser “qualquer um” que ficaria fazendo aquilo para eles… mas talvez meu conhecimento parasse por aí, obrigado pela observação tão importante… sempre um aprendizado!

        A propósito, não vi NENHUM veículo especializado comentando este detalhe. Mais um mérito do Minuto HM, graças a monstros como você…

        Excelente!

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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        • Muito legal tudo que já comentaram aqui, principalmente esta excelente sacada do B-side do envolvimento do Bob Ezrin, que realmente explicou o porquê do nível do arranjos (apenas em termos musicais e sem entrar no mérito do “bom-gosto”, é claro, pois isso é totalmente subjetivo…) Concluo então que “ONE” teve um arranjo “adequado” para o famigerado evento…

          E Macca e Ringo não há o que comentar, como já disse Chico Buarque de Holanda em “O Tempo e o Artista”: “O velho cantor subindo ao palco, apenas abre a voz e o tempo canta”…

          keep grammyin’

          Abilio Abreu

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          • Abilio, eu diria que a sacada do B-Side seria a cereja do bolo caso fosse algo mais trivial de ser identificado com a previsão dele. Como não é, eu diria que faz parte do recheio mesmo do bolo… B-Side é B-Side…

            De resto, é o que você disse, sendo que Macca e Ringo juntos traz um emocional enorme aos fãs – a coisa vai para um lado até incontrolável…

            [ ] ‘ s,

            Eduardo.

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  7. Foto de Paul e Ringo juntos ensaiando para o especial do canal CBS “The Night That Changed America: A Grammy Salute to The Beatles”: http://instagram.com/p/kXatrozcHr/

    Sempre muito bom vê-los juntos.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  8. Newsletter do Macca recebida e que traz novo e interessante/tecnológico vídeo para “Appreciate”, do New:

    ————————————————

    Paul teams up with Newman the robot for his NEW video ‘Appreciate’ & Japanese tour dates

    Introducing Newman…

    Paul has collaborated with some of the biggest names in the world. In recent years his videos have featured a stellar line up of guests including Meryl Streep, Johnny Depp, Kate Moss, Jude Law, Tom Ford, Sean Penn and Natalie Portman.

    Today, Paul announced his first artistic collaboration with a robot. Newman, the robot, has teamed up with Paul for his new music video for the song ‘Appreciate’. ‘Appreciate’ is taken from Paul’s latest studio album NEW, which was launched last year.

    The video sees Newman on patrol in a museum of humans. Newman is drawn to one exhibition in particular. In a dimly lit sound studio he sees Paul sitting on a stool holding his iconic Höfner bass guitar. Paul twitches making a sound on the guitar and to Newman’s astonishment he starts to come to life as the song ‘Appreciate’ starts up. Paul comes closer to Newman staring at him through a force field that encloses him. Newman reaches through the force field and pulls Paul out of his exhibition. As the two of them move around the museum all the exhibitions start coming to life too.

    Speaking about Newman, Paul said: “I woke up one morning with an image in my head of me standing with a large robot. I thought it might be something that could be used for the cover of my album NEW but instead the idea turned out to be for my music video for ‘Appreciate’. Together with the people who had done the puppetry for the worldwide hit ‘War Horse’ we developed the robot who became Newman.”

    All the best!

    PaulMcCartney.com

    ————————————————

    Fica fácil comentar em uma palavra: GENIAL.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  9. Mais uma newsletter do Macca recebida trazendo agora o clipe para Early Days:

    ————————————————
    Watch The NEW ‘Early Days’ Video!

    Paul’s video for ‘Early Days is available to watch NOW!

    “The idea was inspired by the chance meeting in 1957 that would change Paul, John, George, and Ringo’s lives forever,” explains L.A. director Vincent Haycock. The proposal Vincent wrote for ‘Early Days’ simply begins, “This film is a poetic homage to the legendary beginnings of Paul McCartney and John Lennon’s relationship.”

    Shot between L.A., Natchez, Mississippi and Faraday, Louisiana, Vincent spent almost a month in total working on the video.

    Paul recorded his parts in L.A. over two days and the story unfolds around an intimate performance with just him and an acoustic guitar. By the end of the video Paul is playing with a group of blues guitarists, including his friend Johnny Depp. Johnny, no stranger to a McCartney video and an accomplished guitar player too, stopped by on the day for a jam.

    ————————————————

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  10. Mais uma belíssima homenagem ao velho Macca. Se não deu pra perceber, o fat boy do teclado é o filho do homem. Alem do Cure, Kiss, Bob Dylan e BB King se juntaram em disco em tributo ao velho beatle.

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