“MetallicA”, do MetallicA (aka “Black Album”), é o disco mais vendido da “Era SoundScan”

Salvem, salvem…

Primeiramente, vamos apresentar o conceito da coisa, extraído da Wikipedia:

a Nielsen SoundScan é um sistema de informação criado por Mike Fine e Mike Shalett da empresa Nielsen Company, que faz todos os levantamentos de vendas de música e vídeo produtos em todo os Estados Unidos e Canadá. E recentemente também passou a fazer pesquisa de vendas para a ABPD. Os dados são recolhidos e disponibilizados semanalmente às quarta-feiras aos assinantes, que incluem executivos de todos os tipos de empresas discográficas, empresas publicitária, música retalhistas, promotores independentes, cinema e TV, e do artista em gestão. SoundScan é a fonte para a Billboard para as suas respectivas paradas musicais e de vendas.

Conceito apresentado, vamos aos números que acabaram de ser divulgados oficialmente:

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Top 10 ARTISTAS da “Era SoundScan” -> vendas entre 1991 e 03/janeiro/2010 (números baseados em vendas de discos):

01. GARTH BROOKS (68,363,000)
02. THE BEATLES (60,370,000)
03. MARIAH CAREY (52,388,000)
04. METALLICA (52,160,000)
05. CELINE DION (50,933,000)
06. GEORGE STRAIT (41,843,000)
07. TIM MCGRAW (38,677,000)
08. ALAN JACKSON (37,447,000)
09. PINK FLOYD (35,867,000)
10. EMINEM (35,326,000)

Top 10 ÁLBUNS da “Era SoundScan” -> vendas entre 1991 e 03/janeiro/2010:

01. “Metallica” – METALLICA (15,500,000)
02. “Come On Over” – SHANIA TWAIN (15,487,000)
03. “Jagged Little Pill” – ALANIS MORISSETTE (14,642,000)
04. “Millennium” – BACKSTREET BOYS (12,109,000)
05. “Bodyguard” soundtrack – Various Artists (11,815,000)
06. “Supernatural” – SANTANA (11,687,000)
07. “Beatles 1” – THE BEATLES (11,564,000)
08. “Human Clay” – CREED (11,547,000)
09. “No Strings Attached” – ‘N SYNC (11,113,000)
10. “Falling Into You” – CELINE DION (10,781,000)

Black Album: mais de 52 milhões de cópias vendidas

"Black Album" assume a ponta na "Era SoundScan" como disco mais vendido, superando "Come On Over", da Shania Twain.

Top 10 “Vinyl Artists” de 2009 (números baseados entre 29/dezembro/2008 a 03/janeiro/2010):

01. RADIOHEAD (45,700)
02. THE BEATLES (38,800)
03. MICHAEL JACKSON (30,400)
04. METALLICA (30,200)
05. WILCO (29,600)
06. BOB DYLAN (24,500)
07. ANIMAL COLLECTIVE (20,600)
08. PEARL JAM (19,900)
09. BON IVER (17,100)
10. IRON & WINE (16,600)

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Por falar no MetallicA, já iniciei um countdown para os shows do MetallicA no país via @minutohm, complementando nosso calendário

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Artistas, Curiosidades, Discografias, MetallicA, Pearl Jam, Pink Floyd, The Beatles

44 respostas

  1. Cara, é muito bom ver um disco de metal figurando tão bem entre os mais vendidos…Mas ainda mais impressionante é a vendagem dos Beatles, 20 anos após sua dissolução …Incrível!!

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  2. Sem dúvida, BSide. É bom demais ver um disco de metal liderando entre todos os estilos.

    Apenas um comentário sobre os Beatles: os caras se separaram nos anos 70, papelada e final das brigas em 75, portanto, já se vão 4 décadas.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  3. Ver os Beatles em 2o em duas das listas acima mostra a consistência dos FabFour. Adoro o Black álbum, que marca (pour moi)o último dos grandes moicanos – foi um divisor de águas do Metallica. Aliás – Eduardo, vi no email sobre o Aerosmith e ACDC, mas esperamos as suas discografias do Iron e Metallica.
    Além disso , ver o Creed em 8o nos Top 10 também é impressionante….

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  4. É, o “Black Álbum” é pho$#!!
    Contribui pra 1 desses 15 milhões aí… aliás, único da banda que eu tenho (os outros tenho da internet). Vi aqui que a cotação do último álbum deles foi ótima, vou procurar ouvir… só ouvi até o (duvidoso) St. Anger…
    Estranhei nessa relação a falta do RHCP (Red Hot Chilli Peppers) não curto os caras, mas minha irmão ouviu o Californication até enjoar e cansava de me dizer que o álbum já tinha vendido 15 milhões de cópias (foi lançado em 1999) fato que confirmei no wikipedia agora (não sei se é confiável).

    Sobre os meninos de Liverpool realmente impressiona e qualquer comentário se torna redundante…

    Abraços.

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    • Marco, com relação ao St. Anger, eu desisti do disco. E olha que eu insisti bastante. Não dá! Talvez se o Lars não usasse o que eu chamo de “tampa da lata de Nescau” como caixa e se o Kirk estivesse vivo no disco, a coisa melhorasse consideravelmente. Fora isso, não dá para ouvir. Quando MUITO inspirado, Frantic e a faixa título PASSAM…

      Agora com o Death Magnetic, é outra coisa… como faço com todos, gostaria de avisar que não é um disco que “entra” de forma automática, nas primeiras audições. Requer conhecimento da banda para entender o que o Hetfield passou desde sua internação devido ao uso abusivo de drogas e álcool em 1999 até a “limpeza” dos dias de hoje. O disco, na minha opinião, é dele – muita coisa do que se vê na letra é o reflexo da vida dele.

      Lars continua, de novo para mim, decepcionando com relação à discos anteriores, mas em estúdio, o cara se esforça. Ao-vivo que a coisa não anda muito boa (quando a banda está gravando, ele volta a se destacar). Pontos ruins abordados, o disco é realmente excelente – confira, mas em várias audições / dias / estado de espírito. Garanto que não vai se arrepender e vai voltar aqui agradecendo. 🙂

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  5. confesso que não sou fã numero 1 do metallica, mas tenho black album, acho este disco um dos melhores albuns que ouvi, quando comprei ouvia muito,(na minha opinião), este é o melhor album da banda, tenho outros mais antigos, do load pra ca não ouvi quase nada, e que ouvi não gostei muito.
    mas sem dúvidas o black album é muito bom.

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  6. Salve, galera do Metal!

    Primeiramente gostaria de me desculpar pela ausência dos últimos tempos. É que a coisa ta realmente complicada aqui pra mim. Bom, desculpas feitas, vamos ao que interessa…

    The Beatles
    Realmente não há o que falar desses caras. São fenomenais (literalmente). Discos e clássicos que não acabam mais. Uma banda que mudou a história da música e consequentemente do Rock N’ Roll…

    MetallicA
    Bom, essa é minha banda favorita! Desta forma, me desculpem os possíveis exageros que possam ocorrer. E sim, a discografia do MetallicA vai sair! Se o tempo permitir, com comentários faixa a faixa. Essa é a meta.

    Mas falando especificamente do “Black Album”, acho que é um disco fantástico! Músicas como “Don’t Tread On Me”, “My Friend Of Misery”, “The God That Failed” e “The Struggle Within” são petardos do Metal! Sem contar os clássicos que dispensam apresentações, como “Enter Sandman”, “Sad But True”, “Wherever I May Roam”, etc… enfim, o disco está recheado deles.

    Já o Death Magnetic remete um pouco mais para o início da banda. As músicas, em sua maioria, são mais rápidas, sem perder o peso. Como o Eduardo bem comentou, talvez seja um disco que não desça de primeira. Músicas como “The Judas Kiss” tem uma melodia muito trabalhada (em alguns momentos me remete a um pouco de Dream Theater… isso é minha opinião). Pra quem gostava do MetallicA do Master of Puppets e do …And Justice for All (o melhor disco da história da humanidade), vai gostar do Death Magnetic.

    Meus filhos irão ouvir MetallicA!!!

    Abraços…

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  7. eduardo,
    eu tenho Kill ‘Em All, Ride The Lightning, Master Of Puppets,And Justice For All,desses eu gosto muito. bons tempos, Death Magnetic ainda não ouvi, mas me falaram muito bem.
    vou seguir seu conselho e comprar.
    abraços.

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    • Luiz, pode comprar o novo (Death Magnetic). Mas lembre-se da preciosa dica: talvez não seja nas primeiras audições. Acompanhe a letra das músicas, que vai ajudar a dar uma dimensão da vida do Hetfield. E deixe o tempo fazer seu papel com relação à mixagem do disco (que, em primeiras audições, soa de forma ruim) e bateria do Lars.

      Grande abraço,

      Eduardo.

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  8. Bom Galera vi todos os comentários acima e que legal o post do Eduardo que me fez novamente refletir sobre a banda, então vão meus adendos, sugestões e perguntas:
    1) Tenho (oficialmente) o ride the lightning, master of puppets, and justice for all.. (no bass) e o metallica (black album). Gosto de todos, mas destaco o master, justice (mesmo sem baixo) e o black tb. Num geral as vezes gosto mais de um ou de outro e no momemnto talvez eu prefira o justice….
    2) Kill em am – todo mundo fala excelentemente do album, mas acho meio Motorhead demais, meio trash punk – não encaixa no meu estilo de preferência – acho que o Metallica evoluiu muito no Ride, e atingiu excelencia nos 3 posteriores.
    3)Os destaques do Marcus Batera são sensacionais – “My Friend Of Misery”, “The God That Failed” e “The Struggle Within”, são músicas não tão divulgadas que enaltecem o excelente nivel do album, superiores até às mais conhecidas. Lembro me de estar viajando parar Juiz de Fora (MG) (saindo do RJ) com na época (1999) meu Kadett 2.0 mpfi preto (Rolfistico lembra bem) com um cd de midia preta tocando no carro – o que tinha no cd? As acima, mais Of Wolf and Men, Holier than thou e Algumas do Back in Black (AC DC). Um cd preto com coletanea de dois albuns pretos sensacionais. Uma viagem inesquecível.
    4) Sobre o pós Black – muito desapontamento, desde o teor comercial da banda nos Loads da vida, até o intragável St. Anger – com as tais panelas feitas de tampas de nescau num complemento ao horrivel som de todos os outros instrumentos. O Death Magnetic é uma consideravel evolução – acho inferior aos outros 4 mencionados, mas depois de me desapontar desde os Loads, ainda não me empolguei novamente com a banda.
    5) A pergunta: O que há com o Lars ? Não tenho acompanhado muito a banda (motivo acima dito) mas lembro do meu amigo Claudio (hoje morando em Curitiba) falando bem pacas do cara na epoca do lancamento do Master. Ele era sem dúvidas uma referencia – no Justice faz um trabalho muito fod#… No preto não vejo tanto destaque assim no cara – acho que o Hetfield se destaca. Mas gostaria que esclarecessem o que vocês disseram (também vi este comentario num outro post). Ele está tocando tão mal ao vivo assim, ta errando, o que esta acontecendo?
    Abraços
    Flavio

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    • Eduardo,
      No meu item 5 perguntei sobre o Lars e aproveitando seu outro comentario sobre o Lars na resposta do B-side, tenho a dizer que até hoje já ouvi umas boas do Rolling Stones e continuo não achando nada no baterista. Facilmente lembro um monte de bateristas melhores como Neil Peart, Eric Singer, Portnoy, Ian Paice, John Bohan, etc…..
      Na verdade acho o trabalho do Lars nos primeiros (principalmente no duo Master/And Justice…) bem melhor do que tudo que ouvi do Charlie Watts…..
      Mas aproveitando esse meu comment, vocês estão me devendo a resposta do item 5..
      Abraços
      Flavio

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      • Remote, resposta dada enquanto, provavelmente, você estava escrevendo esse comentário.

        Por favor, leve em consideração o que falei sobre o lance de “melhor” baterista x minha atual opinião. Sem dúvida, Paice, Bohan e Portnoy são gênios, mas o que faltava para mim era entrar na música que eu sempre amei, que era o que Lars e Hetfield construiram com uma banda chamada MetallicA. Ou seja, é mais análise entre o músico, individualmente x o que realmente gostamos de ouvir deste música em determinada banda. Como disso, é impossível negar que Bohan, individualmente, seja o melhor baterista da história da música (coisa que tendo a falar hoje em dia), mas foi o Lars que criou e toca na banda que eu sempre amei (mais do que gostar demais de Led). Aí é um lance sentimental e sentimentos não são tão racionais ou fáceis de medir ou comparar, você sabe…

        Vou parar por aqui senão vocês podem achar que sou boiola! 🙂

        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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    • Remote, primeiramente, obrigado pelos elogios. Sei que são sinceros e vindo de caras como você, seu irmão e dos outros amigos daqui que entendem de música, valem ainda mais!

      Comentando seus pontos:

      1) Vide comentários que acabei de fazer para o BSide sobre o Ride The Lightning. E concordo que as vezes o momento manda muito no que estamos mais “próximos” de ouvir. Tem hora que determinado disco desce melhor, ou pior, mesmo. Sobre o lance do baixo: vocês já viram uma mixagem que fizeram chamada …And Justice For (the) Bass? Meteram uma baixão mais alto nas músicas do disco. O resultado é interessante, mas, sinceramente, fico com o original. Lembremos que depois do gênio Cliff Burton nos deixar, a banda praticamente abandonou o barco, mas foi atrás de outro música e achou o Jason Newsted. Acontece que ele nunca teve mesmo muita “força” dentro do grupo, tanto em termos de opinião quanto em seu instrumento. Ainda havia muita rejeição para lidar que só começou a ser contornada durante a turnê do Black Album, que durou longos 3 anos, e que Hetfield fazia questão de mostrar ao mundo que o Jason estava ali e ele “era o cara” do momento. Mas mesmo assim, com Lars e Hetfield em momentos de ouro, os holofotes não o iluminavam.

      2) De novo, vide comentários que fiz ao seu blood brother. O Kill ‘Em All é realmente um álbum de thrash metal (na minha opinião, o melhor exemplo para se apresentar o estilo, isso de qualquer outra banda do estilo, seja Anthrax, Megadeth ou qualquer outra). Motörhead é uma das principais influências da banda (note isso nos covers que a banda oficialmente registrou do cara e, mais recentemente, a inclusão de Lemmy no jogo Guitar Hero:Metallica. Realmente, é uma banda que os caras adoram e foram muito influenciados.

      3) Realmente: Marcus Batera é uma autoridade quando o assunto é o MetallicA. Reforço os comentários dele: as músicas citadas do Black Album, que não são tão conhecidas assim quanto as “até minha mãe canta” Enter Sandman, Nothing Else Matter e The Unforgiven, são extremamente muito bem escritas e executadas. O solo do Kirk em The Struggle Within é um dos melhores dele na banda, em minha opinião. Ah! Sua história do Kadetão é muito legal… esses momentos “simples” marcam, muitas vezes, mais do que muitas coisas…

      4) O Load é um disco inchado. É um momento conturbado da banda, pós o mega sucesso do disco preto. Os caras estão extremamente desgastados e as brigas internas começaram a se aflorar. Além disso, largaram mão de certos conceitos e iniciaram novas “experimentações” musicais (e não musicais também: há várias histórias de homosexualismo entre Lars e Kirk nessa época. Se é verdade ou não, vai ser difícil sabermos com certeza, mas referências a isso existem, e bastante). As gravações do Load geraram restos de estúdios que geraram o Reload que, na minha opinião, é realmente um “resto” do Load. Eu sou um defensor de ambos discos, mas acho que o Load é melhor. As 7 primeiras músicas do disco são ótimas, mesmo passando longe do MetallicA dos primeiros 5 discos. Mama Said é outro ícone na linha de Nothing Else Matters. Já no Reload, destaco as 4 primeiras músicas. As outras requerem muita mais força para ouvir em geral, portanto, podemos deixar para outra oportunidade comentá-las. Por fim, Death Magnetic já foi falado por aqui no Minuto HM, então não vou me alongar muito neste momento. Com exceção da Cyanide, acho um disco com pontos muito altos. The Unforgiven III é um resumo da vida de Hetfield dos últimos anos, principalmente da recuperação dele iniciada “oficialmente” em 1999.

      5) Agora vamos falar do Lars. Desculpe se parecer muito radical o que vou falar, mas é como eu sinto: Lars, para mim, até o S&M, era simplesmente o MELHOR baterista da história da música. Era do som que ele tirava do (enorme) kit de bateria dele que me empolgava gostar deste instrumento. Sem querer entrar na discussão de MELHOR ou não, até porque é polêmica e não vai nos levar a lugar algum, o que quero dizer é que de todas as bandas que ouvi na vida, a bateria do Lars para mim é o que fazia eu gostar de música. Sem exageros, é exatamente assim que eu me sentia quando ouvia o cara. Passava alguém com fones de ouvido por mim e, se o cara estivesse ouvindo MetallicA, como aconteceu em várias oportunidades, eu apontava meu indicador para o cara, dizendo: “MetallicA! Música X, Y ou Z”. Mas com todo aquele lance de Some Kind Of Monster e o lançamento do intragável St. Anger, meus ouvidos não acreditavam no que estava acontecendo. Lars, em estúdio, oficialmente morreu para mim no ano de 2003 (sem contar o cancelamento da tour que a banda faria por nossas terras nesta época, e a desculpa – leia-se mentira – usada por eles) me fez o que eu jamais acreditei que aconteceria, acontecer de verdade: um afastamento grande da banda e uma grande aproximação do Maiden. Praticamente atribuo isso ao Sr. Lars. Hoje em dia, o que vejo é um cara que acabou de completar 46 anos se contendo demais, se poupando. Sua bateria foi diminuída ao ridículo ao se comparar com o passado. Há registros de shows que nem o bumbo duplo estava montado. Isso é praticamente um xingamento para mim. Mesmo hoje, com seu bumbo duplo, ele mal usa os gordinhos, mas ao final das músicas, para dar aquele “efeito”. Ele está nitidamente “desencanado” de tocar como antes. E o que me deixa mais bravo ainda é que, quando há uma gravação oficial, como nos recém-lançados Français e Orgullo (que vocês podem conferir aqui mesmo no blog), o cara aumenta a intensidade como no passado e “mandar ver”. Ou seja, ele escancarou aos fãs mais atentos seu jeito político de ser com o meio musical. Eu, de fã absoluto e incondicional, passo a deixá-lo em meus últimos pensamentos quando falo da banda, o que pra mim, me dói consideravelmente. Mas minha paixão pelas músicas e principalmente pelo gênio James Hetfield faz tudo isso ser relevado. E sim, Remote, além da drástica redução de intensidade, o nivel de aceitação dele caiu bastante: ele SIM deixa de fazer muitas coisas ao-vivo e, para garantir que vai conseguir terminar a música de forma aceitável, troca bumbo por outros apetrechos da bateria, que surtem um efeito de “bandinha cover tocando MetallicA”.

      Caras, desculpem esse último item 5 parecer um desafabafo, mas a oportunidade me pareceu ideal para falar e dar minha opinião, que tenho certeza que será reforçada / endossada pelo meu amigo Marcus Batera.

      Para finalizar: de novo, machucou bastante, mas é igual amor de pai/filho: ele está lá para sempre, no matter what.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  9. Cara, este post deu o que falar…primeiro peço desculpas pelo meu grosseiro erro aritmético…2010 – 1970 = 40 anos. De onde eu tirei 20 anos, sabe-se lá…. Então depois de 40 anos sem quase nada inédito , o FabFour continua no topo da lista, impressionante mesmo…
    Em relação ao Metallica, sem dúvida não há o que falar do Black Álbum, 15 milhões e 500 mil cópias depois…. Mas o meu gosto pessoal ainda pende entre o …And Justice for All e o Master of Puppets , com uma predileção ligeira pelos …, mesmo quase sem ouvir o som do baixo. E engrosso o coro dos que acham o novo disco um bom retorno, depois do Load e Reload ,e principalmente depois do intragável St Anger ,com tampa de nescau e sem guitarrista -solo

    Saudações

    Bside

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    • BSide, seu gosto pessoal pelo …And Justice For All e Master Of Puppets reflete realmente seu gosto pessoal pela música, ao que parece. Veja: o 2 primeiros (Kill ‘Em All e Ride The Lightning) são mais o que podemos chamar de thrash metal, sendo que o Ride é realmente uma consolidação (não sei se é a melhor palavra, alguns falam em “evolução”) da banda. Realmente: o Ride soa mais maduro, mas não tiro a explosão sincera dos “moleques” que o Kill traz aos ouvidos.

      Lars, na época, falava: “o que tanto vocês veem naquele baterista dos Rolling Stones? Não faz uma virada”. Hoje, ele o considera um dos melhores bateristas da história.

      Mas gostaria de deixar aqui um “pedido”: escute mais o Ride The Lightning. Talvez seu gosto não seja refletido em Fight Fire With Fire (thrash metal na essência), mas talvez você consiga se sentir melhor ouvindo coisas como Fade To Black, a excelente Trapped Under Ice, Creeping Death e a própria faixa-título. A última, instrumental, também é uma ótima pedida. “Escape” da “Escape”, considero uma música fraca no disco e na discografia dos 5 primeiros disco da banda.

      [ ] ‘s,

      Eduardo.

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  10. Vou ouvir o Death Magnetic, sim, Eduardo. Pode deixar…
    Engraçado como alguns pensamentos batem, não?
    Tenho a mesma impressão de vocês sobre as “menos famosas” do Blak Álbum, são excelentes! “My Friend Of Misery” é uma das Top do disco, com certeza, enfim não há pontos fracos.
    Sobre o Reload, também só “consigo” ouvir as 4 primeiras músicas, depois não vai.”Fuel”, é muito boa.
    Qual não foi a minha surpresa ao saber que existe “The Unforgiven III”!?!? Estou curiosíssimo pra ouvi-lá, afinal entre a I e II não consigo me decidir de qual gosto mais, depende do dia… talvez a terceira versão possa resolver o problema…

    Abraços.

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    • Marco,

      sim, estas música do Black Album não tão badaladas realmente têm uma qualidade excepcional.

      Sobre The Unforgiven III, ela é uma música bem diferente das duas primeiras. Desta vez, o Hetfield canta sobre a vida dele mesmo – é uma auto-reflexão da vida dele. Acompanhe com a letra e, se quiser, podemos fazer um “papo-cabeça” sobre. Musicalmente, pode não ser tão espetacular como as outras, mas a letra é, na minha opinião, muito mais intensa que as duas anteriores.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  11. ta na mão.
    ja comprei o death magnetic, primeira impressão me agradou muito.
    vamos dar tempo ao tempo.
    que me chama atenção aqui no minuto hm, é o alto nivel dos comentários, todo mundo respeita a opinião do outro ao contrário de muitos sites de rock por aí, onde se coloca sua opinião vem um e logo ofende seu comentário.continuemos assim. mostrando que não precisamos concordar em tudo, mas que somos inteligentes o bastante para ternos opiniões diferentes, e mesmo assim manter a alta qualidade nos posts. afinal somos da familia minuto hm.
    abraços a todos.

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    • Luiz, excelente. Não deixe de registrar sua opinião sobre o disco depois por aqui. Muito obrigado pela sua participação e comentários – é sempre legal ver o clima daqui, chega até a fazer bem durante o dia.

      Note que já temos alguns posts específicos ref. ao Death Magnetic, se quiser, comente em um deles.

      Obs.: gostei do lance do “família Minuto HM”. Costumo falar que o metal é o único estilo que tem uma família, infelizmente isso se perdeu um pouco ao longo dos últimos anos no show, mas ainda é o estilo que mais tem essa característica.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  12. Primeiramente, o comentário do Luiz deve ser destacado. Continuemos respeitando a opinião alheia. São as diferentes opiniões que aumentarão nossa cultura/conhecimento musical. Todos estão realmente de parabéns!

    Voltando ao MetallicA, gostaria de fazer um pedido para vocês (que foi exatamente o que eu fiz pra mim mesmo). É simples: ouçam o Load e o Reload com mais carinho. São discos muito bons! No Load, ouçam 2 x 4, Ain´t My Bitch, Until It Sleeps, Bleeding Me, The Outlaw Torn (fantástica!), King Nothing… No Reload, destaco Fuel, Devil´s Dance, The Unforgiven II, Better Than You, Bad Seed, Prince Charming e Fixxxer.

    A questão é que o Load e Reload têm uma sonoridade um pouco diferente do MetallicA dos anos anteriores (até o logo mudou). As músicas são mais cadenciadas, tendência iniciada no próprio Black Album. Pra mim são grandes discos! De fato o St. Anger é intragável a partir de certo ponto. Eu assim como o Eduardo, dei diversas chances para o disco, mas não engrenou. De qualquer forma, eu tenho… sou fã. Mas de certa forma, foi bom. A banda precisava fazer aquele “disco”… precisava passar por isso pra gravar o Death Magnetic, que voltou a ter músicas mais rápidas e mais convensões (aquelas quebradinhas, YEAH!) entre Lars e Hetfiled. Por isso remete mais ao início da banda…

    Sobre o Lars… bom, é difícil falar. Sou baterista e o cara sempre foi uma referência pra mim… não em termos de técnica, mas principalmente porque o cara sempre bateu forte! Quando você é baterista de uma banda de rock, você tem que suar, tem que tirar a camisa, e principalmente, tem que fazer careta e BATER FORTE. Alguns podem ficar ofendidos com o que vou falar agora, mas sempre gostei mais de ver o Lars tocando do que o Neil Peart. Tecnicamente, o cara é um primor, perfeito! Mas a expressão facial não muda em nada. Claro que por ser baterista eu adimiro DEMAIS esse cara e eu vejo pra prestar atenção no que o cara está fazendo, e realmente é um absurdo, sem comentários. Mas cadê a paulada, cadê o TESÃO do cara tocar? Cada um tem uma preferência, mas se eu tivesse que escolher as minhas qualidades, escolheria primeiro a paulada e o TESÃO!!!
    Bom, esclarecido isso, vou de fato engrossar o coro com meu amigão Eduardo. A impressão é de que o Lars desencanou mesmo… a não ser em estúdio ou apresentações ao vivo que serão gravadas. Por exemplo, ontem mesmo falei pro Eduardo deste registro ao vivo na França. Aliás, recomendo tal show a todos – em blu-ray se aplicável. O local é espetacular e os caras estão inspirados. Faremos um post só sobre este show depois de todos assistirem. Mas, ma minha visão, acho que o que mais prejudicou a imagem do Lars com a gente é que ele simplesmente abandonou o bumbo duplo em determinados momentos. E o pricipal, ele resolve fazer umas viradas em momentos estranhos das músicas e ele acaba se perdendo, eu acho. Ele volta no tempo e a música segue normalmente, mas a virada fica uma verdadeira merda!!! Sei lá, só vendo pra entender o que eu quero dizer… isso também dói em mim, pois sempre tive o cara como referência e influência.

    Mais um último comentário. O Sr. Hetfield é um músico fantástico! Ele escreve. Aí ele toca MUITO e canta de forma totalmente independente ao mesmo tempo, como se as mãos tocassem sozinhas. E muitas vezes o riff tocado e a melodia do canto são muito diferentes. Será que ele tem dois cérebros? Brincadeiras à parte, o cara é um monstro!!!

    Desculpem pelo tamanho. Me impolguei aqui…

    Abraços!

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    • Caralh……
      A coisa tomou dimensão, parece aqueles emails do rock and roll por#%..
      Olha: Dei uma boa lida em tudo e cheguei a conclusão que sou abençoado por participar dessas discussões neste alto nível já descrito aí acima. E por causa disso resolvi fazer um coisa impensável por mim há tempos: Ouvir TODOS OS ALBUNS DO METALLICA com espirito livre de ressentimetos. E vou dizer desde quando guardo os ressentimentos – desde o processo Napster X Metallica (em que comecei a ficar puto com o Lars.)
      Mas vi pelo relato de vcs que meu sentimento é um pouco que compartilhado. O Lars parece ter ficado acomodado ou muito apegado às verdinhas – e vou dizer outra coisa – Eduardo, me perdoe – eu toco contrabaixo – o Harris sofre do mesmo mal (apenas o comodismo), com alguns relances de genialidade aqui ou lá – desde talvez (no mínimo) Virtual XI.
      Sobre os bateras concordo em quase tudo com vocês: Bohan, Paice, Portnoy – todos gênios, com porrada ou não. Então o Lars também fazia parte da minha lista dos craques até o Justice (o black ta ok tb). So não concordo em tirar o gênio que é o Peart – o show do Brasil no Maraca apenas reforçou o que eu já percebia há tempos – tem (pelo menos) dois gênios na banda – a tal cozinha. Então Marcus, assim como me coloquei o desafio do Metallica – com liberação de TODOS os meus pós ou preconceitos, sugiro um para você – Dá uma olhada com carinho no Peart.
      Abraços a todos nós do MHM.
      Flavio

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      • Ah – O Hetfield é fo#% mesmo…

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      • Ah (também) – O justice for the bass – já ouvi – legal , mas falta pegada – foi acionado um track de baixo – bom para ouvir melhor o que seria o trabalho, mas não é o baixo do album aumentado – é diferente.
        Flavio

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      • Remote,

        realmente, não imaginava que este post tomaria esta dimensão. E fiquei muito feliz que ele tenha tomado, e gostaria de reforçar o coro do Luiz, Marcus Batera e seu sobre o alto nível das discussões, em clima amistoso e sempre com muito respeito. Agradeço a todos pois esse era um dos principais objetivos quando criei este espaço para falarmos do nosso heavy metal!

        Sensacional sua iniciativa de ouvir os discos novamente, com espírito livre. Não deixe de registrar sua opinião por aqui depois. Se precisar, podemos fazer um post exclusivo para esta discussão. Me avise.

        Sobre o Harris, concordo com você e vou mais longe: acho que desde o X-Factor mesmo, disco de difícil degustação, porém um dos mais obscuros da banda. De qualquer forma, o que ele já fez para o mundo é algo que eu tento entender e até certo pornto relevar. De qualquer forma, nos novos ele não compromete – mas claro que não é tão brilhante como os primeiros discos – afinal, a cavalgada em The Trooper, só para citar um exemplo, é algo que não imagino ninguém “recriando” hoje…
        [ ] ‘ s,

        Eduardo.

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  13. Orra, os caras aqui estão gastando o assunto e o conhecimento! Aprendo muito aqui com vocês.

    Mas Remote, foi o que eu disse, eu conheço o trabalho do Neil Peart. O cara é SENSACIONAL. Concordo com você, é um gênio! Eu como “aluno”, estudo o cara sempre. Ele é um absurdo de coordenação e faz coisas espetaculares atrás dos tambores (ou na frente também). Eu só falei que eu sinto falta de ver na cara dele que ele tá dando o sangue!!! YEAH!!!

    E Remote, vou mais além. Tamanho o respeito e admiração que eu tenho pelo Neil Peart, que eu me desafio a tirar as músicas dele, do jeito que ele toca, porque o que tá ali, nada é improviso! Tudo é escrito e pensado! Tanto que praticamente todas as viradas ao vivo são iguais às gravadas em estúdio, e isso é muito admirável!

    Agora, por exemplo, estou terminando de tirar Lime Light! Sonzeira!

    Abraços,

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  14. Seguindo os passos descritos pelo Eduardo acima, vou tentar uma audição do Ride the Lightning. Em tempo, eu já conheço o álbum relativamente bem, e o que falta nele atualmente para chegar no nível dos seus 2 sucessores é talvez uma melhor qualidade de gravação e determinadas músicas mais trash que não caem muito no meu gosto. Ainda assim, gosto bastante de Fade to Black, For Whoom the Bell Tolls e The Call of Ktulu ,por exemplo.
    Em relação a dupla Load e Reload, também acho o primeiro infinitamente superior ao segundo, mas nenhum dos dois se compara a fase anterior . Concordo com o Marcus a respeito das músicas mais candenciadas e longas,como Bleeeding Me e The Outlaw Torn do Load e Fixxer do Reload . São músicas que aprecio bastante, o riff principal de The Outlaw Torn faria o Tony Iommi ( para mim, o pai do Heavy Metal) do Black Sabbath ficar feliz de tê-lo criado. E King Nothing talvez pudesse entrar até no multiplatinado Black álbum, tal sua qualidade. Mas não consigo enxergar a consistência desses álbuns de uma forma total.Quem sabe uma nova audição?
    Pra finalizar, gostaria de ratificar a respeito do respeito, perdoem-me o trocadilho… Realmente o que faz este espaço tão que o Eduardo tão generosamente nos concede são tão admirável é o alto nível das discussões , que nunca vão para o lado ” chulo” de diversos post que vemos por aí . O respeito à opnião de todos é fundamental e talvez nos faça abrir os ouvidos a determinadas canções que passaram despercebidas ou desaprovadas de início. Parabéns a todos que aqui contribuem de forma tão acrescentadora .

    Bside

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    • BSide, ótimo ver que você vai dar “novas ouvidas” no disco azul. Hoje vou tentar fazer algo na linha do que vocês estão fazendo, ou seja, dar uma nova audição em um disco que não desce por completo para mim, que é o Reload. Vou direto às músicas que praticamente não escuto. Vamos ver… ver o pessoal falando tão bem de Fixxxer me deixou com a pulga atrás da orelha, pois realmente não é uma música que me chamou a atenção desde seu lançamento. Mas vamos ver, ano novo, “Fixxxer nova”.

      E obrigado pelos comentários, fico feliz que em 9 meses o blog tenha se tornado uma referência na internet brasileira quando o assunto é metal. Muitos procuram diariamente pelos termos “minuto hm” no Google e outros buscadores, o que reflete que o site está se tornando algo que as pessoas estão realmente buscando, especificamente. E quem não estava buscando especificamente o Minuto HM, achou, ficou e já estão até contribuindo… temos casos dos nossos novos amigos Bill, Marco Dias e Luiz, apenas para citar alguns. E o respeito é algo que sempre deve ser destacado aqui, e algo que tenho certeza que manteremos pelo alto nível de todos por aqui – outros não terão espaço se não for desta maneira.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  15. Preciso retificar algo que saiu errado no comment acima
    Onde se lê : Realmente o que faz este espaço tão que o Eduardo tão generosamente nos concede são tão admirável é o alto nível das discussões,
    Leia-se : Realmente o que faz este espaço que o Eduardo tão generosamente nos concede de tal forma admirável é o alto nível das discussões, …

    Obrigado

    Bside

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  16. Um artigo que aborda as vendas do Black Album, fazendo uma comparação que mostra a “grandeza” do disco em terras norte-americanas.

    Do Blabbermouth:

    GUNS N’ ROSES x METALLICA: quem vendeu mais nos EUA?

    http://bit.ly/bBbxFB

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  17. Números atualizados ainda mostram o Black Album na ponta…

    http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=151963

    Legal também ver os Beatles liderando o item “Top Ten Vinyl Artists Of 2010 (based on vinyl album sales from January 4, 2010 to January 2, 2011)”.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  18. Aos fãs da tecnologia “Realidade Aumentada”: para celebrar o 20º aniversário do lançamento do Black Album do Metallica, o pessoal da 3Bits criou um hotsite interativo com realidade aumentada em que você pode “refazer” o clipe da música Enter Sandman ouvindo separadamente cada instrumento.

    Aqui: http://armetallica.com/

    Divirtam-se..

    Dica do Renato “Cão” Coelho.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  19. E ele continua na ponta…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  20. O MetallicA continua com altos números… o Black Album continua mais platina do que nunca, com sua 16ª conquista.

    O Ride The Lightning traz agora sua 6ª conquista platinada.

    Além disso:

    Digital Gold Single (500.000 unidades vendidas):

    •Nothing Else Matters – Metallica
    •Fade to Black – Metallica
    •The Unforgiven – Metallica
    •For Whom the Bell Tolls – Metallica
    •Master of Puppets – Metallica
    •The Day That Never Comes – Metallica

    Mastertone Gold Song (500.000 downloads de ringtones):

    •Enter Sandman – Metallica
    •One – Metallica

    Fonte: http://www.vintagevinylnews.com/2013/01/metallica-receive-ten-riaa.html

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  21. Black Álbum atingindo mais uma marca imponente na já consolidada primeira posição da “Era SoundScan”: http://www.billboard.com/biz/articles/news/5923000/chart-moves-metallicas-best-selling-black-album-approaches-16-million-in

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  22. O MetallicA (banda, não apenas o disco agora) já é o terceiro artista da era SoundScan como um todo, perdendo para Beatles no segundo lugar e Garth Brooks na liderança: http://www.billboard.com/biz/articles/news/chart-alert/5944789/eminem-marks-sales-hot-100-milestones

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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