Cobertura Minuto HM – Iron Maiden em SP – parte 3

Estamos aguardando o Maiden. Nesse meio tempo, chegou a Suellen, do RJ, e o Franco, de BH. Grande encontro do blog!!

O Leandro também chegou!

O pessoal da Children Of The Beast está por aqui. Tiramos, Renato e eu, fotos com o Bruce, Nicko e o Adrian da única banda brasileira oficial do Maiden.

Para terminar, eu, Eduardo, com um “mini-Eddie”. Sensacional…

Obs.: o show, programado para as 21h30, começou 28 minutos ADIANTADO, pegando muita gente de surpresa, dentro e fora do estádio. Por isso, o post está entrando somente agora.

Muitas fotos e vídeos foram feitos pelos amigos e deverão entrar no blog durante a semana.

O show foi… espetacular. A banda está muito, mas muito bem.

Ao final do show, vi com minha irmã uma garota chorando compulsivamente. O motivo? Tinha acabado de ganhar uma cópia do setlist, ao qual tirei foto e trago abaixo também.

Amanhã (hoje) é no RJ!

Até daqui a pouco!

[ ] ‘ s,

Eduardo.

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Categorias:Agenda do Patrãozinho, Cada show é um show..., Cavalera Conspiracy, Iron Maiden, Resenhas, Setlists

13 respostas

  1. Que fofurinha o mini-Eddie!!!!!!

    Steve Harris precisa se alimentar melhor! Tá muito magrinho!

    Adrian tava com problemas intestinais. Palavras do próprio Bruce!

    Bruce não preciso nem falar nada, né! Que pessoa incrível! Que pessoa!!!!

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    • Esse mini-Eddie fez tanto sucesso como um membro da banda… 🙂 … brincadeiras a parte, estava muito legal …

      O Adrian estava mais quietão mesmo.

      O Bruce teve alguns poucios problemas com o som do microfone, onde ele tem culpa zero. Continua sobrando dentro dos tons que ele se propõe… mestre Bruce!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  2. Edu, após meu primeiro show do Maiden, posso confirmar que todas as expectativas foram superadas … os caras tocam que parece um playback … Cada componente da banda é um show à parte … Bruce tem uma performance inenarrável …

    Pra mim que vi pela primeira vez o Iron ao vivo, achei impressionante a imagem do Bruce em The Trooper, com a bandeira inglesa em frente ao Eddie com a mesma vestimenta e a bandeira! Foi de arrepiar …

    Também me impressionou a entrada do Eddie no Palco … além da enorme cabeça do Eddie (Final Frontier) quando tocaram Iron Maiden!!!

    Enfim … show memorável com os amigos!!!! Muito bom !!!

    Bom show pra vc no Rio !!! Acompanharei por aqui !!!

    Abraços

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    • Chris, ótimo comentário e concordo com todos os pontos. Foi mesmo uma ótima apresentação da Donzela e todos estes itens que você comentou são realmente “um show a parte”.

      É perfeitamente compreensível o arrepio em The Trooper, aliás, sou suspeito para dizer alguma coisa desse momento… a roupa, a pose, os movimentos do Bruce são mesmo teatrais, além, claro da performance da banda em geral.

      As entradas dos Eddies são sempre um destaque, não tem jeito. O Eddie tradicional entrou em The Evil That Men Do, caminhou, brincou com o Gers e depois tocou um pouquinho, transformando o Iron Maiden em uma banda de 4 guitarristas por alguns segundos… hahaha.

      O segundo Eddie (The Head) foi a grande surpresa, principalmente pelo tamanho e abertura/fechamento da boca. Tão tradicional, é sempre muito bom vê-lo na música que leva o nome da banda e do primeiro disco.

      Espero que este tenha sido apenas o primeiro show do Maiden que vimos juntos… apenas o primeiro!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  3. Fonte:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  4. Quando eu falo que uma das minhas bandas preferidas é o Iron Maiden, a resposta é sempre uma risada, possivelmente seguida de um “AHAM” bem irônico e, depois, quando percebem que eu não estou brincando, a pergunta: “sério?”. A indignação das pessoas se deve ao fato de eu não ter, nem de longe, a cara de alguém que gosta desse tipo de música. As pessoas relacionam rock e metal com gente cabeluda, sempre de preto e, no mínimo, bem esquisita. Não lembro exatamente como fui descrita aqui no blog, há uns dois anos, mas era algo como uma menininha “de porcelana” e/ou “com bochechas rosadas”. Basicamente, ainda é assim.
    Iron Maiden, para mim, é muito, muito mais do que uma banda, é a convivência-a-distância que eu tenho com meu irmão, o Dudu, ou como vocês o chamam “Eduardo Yoda” (hahaha). Não consigo nem explicar a sensação que eu tive quando ouvi “Blood Brothers” ao vivo na semana passada, no show em São Paulo. Não chorei tanto assim nem quando vi “Wasted Years”, em 2009. Parecia que o Bruce estava falando com nós dois, que o Harris, o Murray, o Adrian, o Gers e o Nicko sabiam exatamente a trilha sonora de todos os momentos que a gente já passou junto. E show é assim, um sentimento inexplicável que conecta as lembranças que você tem e te faz querer ver a mesma coisa de novo e de novo, inclusive, tem gente louca por ai que mora em São Paulo, mas vai até a Argentina para ver a mesma turnê, com bandeira da banda presa como se fosse uma capa de super-heroi, em pleno aeroporto… vai entender esses fãs.

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    • Pessoal, e esta acima é minha irmã, fazendo um primeiro e (suspeito para dizer, mas tudo bem) lindo comentário… acho que tudo que ela escreveu resume bem o que é o Iron Maiden para ela, para mim e, neste caso, para nós.

      Seu primeiro show do Iron Maiden, o show de Interlagos em 2009, foi realmente emocionante: 14 anos e cantando linha por linha, palavra por palavra, algo que aconteceu novamente neste histórico 26/março/2011, no Estádio do Morumbi.

      Sobre Blood Brothers, claro que houve uma emoção diferente para nós, e foi sensacional estar com ela ali, naquele momento, já que, além de tudo, é uma música que ninguém apostava muito quando se falava de músicas do Brave New World que poderiam figurar nesta tour. Então, como a Bá cresceu ouvindo muito Iron Maiden em casa e, a partir dos 5, 6 anos de idade, ouviu a exaustão comigo o disco Brave New World, foi muito especial para nós.

      Bá, sua maturidade no comentário é invejável, principalmente pelo fato de você já conseguir entender e “sentir” o que realmente a música, principalmente o heavy metal, significa: algo único, uma paixão, mas de uma forma que une pessoas, une a “família” – neste caso, literalmente.

      Um beijão do “blood brother”.

      Dudu, Eduardo, dutecnic, Eduardo Yoda… como quiserem…

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  5. Bárbara, o comentário das “bochechas rosadas” – uma clara referência a uma pessoa de aparência saudável – foi minha. eu tive a oportunidade de encontrar com você no último show do Iron (…desculpe, mas sou velho e chamo o Maiden – hoje – de Iron….) e fiquei feliz que você entendeu claramente a referência do ponto em questão: uma pessoa normal que curte o gênero sem ter o clichê da aparência. Eu sofria o mesmo tipo de “preconceito” que você. eu frequentava um bar no RJ onde os chamados Headbangers frequentavam. Eu gostava de pegar sol na praia de dia, gostava de me exercitar, tinha uma aparência saudável, não andava de preto e não tinha uma aparência suja ou o cabelo cumprido. Usa o cabelo reco mesmo, mas no entanto conhecia um pouco de algumas bandas e sons que tocavam lá e algumas pessoas visivelmente me “discriminavam’ e algumas se incomodavam com isso, por que na cabeça delas, somente quem esta no “formato” é que pode ouvir esse gênero. Era visivel que eles se surpreendiam com isso. Eu entendo claramente isso e comentei por diversas vezes o seu “caso”, pois você por ser mulher e nova ainda é mais “distante” do clichê que eu e eu sempre uso o seu exemplo como referência, quando me aproximo de pessoas obtusas com essa idéia de que só pode gostar de metal quem segue o “script” de ser “metaleiro” ………eu percebo que a genética de vocês, assim como a dos gêmeos Flávio e Alexandre é privilegiada por gostar desse gênero de família.
    Bárbara parabéns por ser assim e por pertencer ao se clã (conheço seu irmão e muita da história musical do seu pai) e posso certamente parabenizá-la por, também, ser assim.

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    • Rolf, é isso mesmo… eu também passo por este tipo de “julgamento”, claro… talvez agora até um pouco menos, mas ainda passo.

      Sobre os comentários para ela, perfeito… a Bá ouviu muitas e muitas bandas em casa “por tabela”, através das minhas sempre altas caixas… mas a banda que ela acabou gostando e hoje “nos conecta” é o Iron Maiden – ou seja, não dá para ser muito melhor, né? Hehehehe.

      Aproveito para não só agradecer pelo comentário mas pelos elogios que você fez a ela no dia e até hoje faz, pois ela realmente os merece. Já sobre os elogios aos gêmeos, bom, quem sou eu aqui para falar alguma coisa “nova”? Elogios são pouco para eles também…

      Obs.: continua cantando “linha por linha”, viu?

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  6. Mais um link de fotos, que vale MUITO A PENA. Dica da Suellen:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  7. Grande post da então visita do Bruce ao Museu da TAM, que hoje, pelo que sei e ainda mais na situação que estamos de mercado, segue, infelizmente, fechado:

    https://www.linkedin.com/posts/adriana-vera-e-silva-2059a217_em-meio-a-tantas-histórias-de-latam-compartilho-activity-6685693444075077632-3dvp

    [ ] ‘s,

    Eduardo.

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