Manowar – É para ser uma homenagem a Dio ….

Srs,

Sem mais delongas:

Posso ser massacrado aqui, mas não consigo deixar de registrar este post na categoria Tá de Sacanagem!

A intenção era ótima, etc… e tal, mas, Manowar, aliás, Mr. Joey DeMaio, Tá de Sacanagem?

Coitado do Geezer….

FR



Categories: Black Sabbath, Covers / Tributos, DIO, Manowar, Músicas, Tá de Sacanagem!

9 replies

  1. O baixo e a guitarra estão cada um em afinações distintas . Eric Adams ao que parece está cantando na afinação do guitarrista, o que possivelmente nos faz crer que o baixo está completamente fora de tom mesmo, afinado em outra afinação. È incrível que Joe De Mayo ou seu técnico/roadie não tenha percebido à ponto de sequer mencionar alguma reação ao desastre que se apresentou. Ainda que o problema seja do guitarrista, talvez desse tempo durante a música de evitar o desastre numa simples troca de instrumento. Na verdade, dava até para salvar o desastre sem trocar de intrumento, em especial se De Maio tivesse pensado um pouco em transpor as notas. Já para Karl Logan ficaria um pouco mais complicado, em função das notas do solo ,que aliás , ficou muito bom, mesmo no meio da ” tormenta musical” que nos foi trazida .
    Ou seja, Manowar, tá de sacanagem mesmo, se era pra ser uma homenagem, somente um Dio surdo gostaria de saber disso…

    Alexandre

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  2. Olha foi um desastre mesmo. Qualquer músico amador com bom senso poderia evitar, pode-se:

    1) Compensar a afinação distoante, tocando “casa” acima ou “casa” abaixo para concatenar com o outro instrumento (no caso a guitarra).
    2) Afinar o instrumento, parando momentaneamente, deixando só a guitarra por alguns instantes, ou mesmo afinar tocando. Já vi o BB King trocar uma corda de guitarra e não parar de tocar, mas aí é exigir demais …
    3) Pedir humildemente para parar a execução, trocar o instrumento ou afinar, comunicar a galera e começar de novo. Pedir humildade, desculpa, também é demais….

    e o pior possível
    4) Fazer a cagad* acima, tocar em um tom distoante (além de errar em outras partes da música), fingir que ta tudo bem, comprometer a performance dos outros músicos (principalmente o coitado do vocalista – tentando cantar, dividido entre duas afinações distintas) e estragar uma suposta homenagem.

    Em suma, Joey Demaio, tá de sacanagem?

    FR

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  3. Facilmente eu edito e consigo alterar o som de um vídeo. Aproveitando que estamos falando de Dio, estou desconfiado de uma “Sabotagem”. Mas esse está muito bom! H&FK!

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    • Daniel,
      Este video é de dois dias depois do anterior e o baixo está no mesmo tom da guitarra. O que está em questão no vídeo anterior, é que ao receber um baixo fora do tom em relação a guitarra, a pior solução para o problema era não tomar nenhuma atitude e simplesmente tocar “desafinado” até o fim, que foi o que o Mr. Joey fez. Em relação a edição do vídeo, em nossa era digital, tudo pode ser feito, inclusive gravar um outro baixo por cima, mas acredito que o vídeo e real – é uma gravação amadora assim como este outro.
      FR

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    • Daniel, obrigado pelo comentário e seja bem-vindo ao Minuto HM. Aproveite o espaço.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  4. Realmente algo que chega a ser estranho de se ver, ainda mais de uma banda do calibre do Manowar. Mas, sem dúvidas, um clássico exemplo de uso da categoria “Tá de Sacanagem!”…

    Remote e B-Side já trouxeram “alternativas técnicas” do que podia ser feito, e realmente qualquer coisa ali deveria ter sido feita para que a homenagem não virasse uma tortura sonora. A coisa desencaixou, desandou de uma forma que até um ouvido mais leigo da parte técnica, como é meu caso, percebe claramente…

    Enfim, uma lástima…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. grande vexame mesmo, mas dá pra ver que o Joey sabe que o negócio tá na merd*, em 2:40 ele saiu do palco pra tentar fazer alguma coisa ;x
    esse cover é de 2010 e ficou muito bom na gravação de estúdio

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    • Leonardo, obrigado pelo comentário e pela contribuição – essa sim, digna do tamanho do Manowar e de uma ótima homenagem. O resto já foi bem abordado pelo Alexandre B-Side, e também considero a versão orignal, a de estúdio mesmo, insuperável em todos os sentidos.

      Já a versão ao-vivo trazida no post do Flavio Remote é, sem delongas, uma lástima.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  6. Excelente versão, sem dúvida alguma, Leonardo. Aproveito para agradecer pela participação, comentando aqui no blog . Não dá para comparar com a original, que considero um dos momentos mais irrepreensíveis do heavy metal de todos os tempos , mas o Manowar fez bonito.
    Ao vivo, nem a saída de Joey de Maio no momento que você apontou resolveu alguma coisa. Na volta do solo, por volta dos 3.40 min , a coisa descamba de vez e é onde ouço o maior desastre da versão .
    Merece estar na categoria tá de sacanagem !

    A versão em estúdio traz a categoria mostrada pela banda em clássicos como Battle Hymn, por exemplo

    Saudações

    Alexandre

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