Cobertura Minuto HM – Robert Plant (The Sensational Space Shifters) em BH

Desde que a tal web 2.0 surgiu, um dos conceitos mais legais no mundo dos blogs que eu sempre gostei foi o de “nuvem” de tags, categorias e afins. Aqui, no Minuto HM, isso também é verdade.

É interessante observar que não temos muito conteúdo específico do Led Zeppelin publicado no blog – o que não quer dizer que não falemos – e até com uma certa freqüência – da banda, dos seus músicos e do seu incrível e insubstituível legado. O Led Zeppelin sempre figurou ali na nuvem, mesmo “menorzinho”, mostrando que é impossível se ter um espaço como este sem falarmos direta/indiretamente da banda.

Eu confesso que não apostava mais em ter uma oportunidade de ver um show de um membro da banda. Quem me conhece sabe que eu sempre falo das mesmas lacunas (sim, falta o Van Halen) – quase fui ao Rio apenas para tentar ver Page mesmo sabendo que ele talvez nem tocasse – e Plant, obviamente, faz parte destas pendências (agora sendo resolvida).

Assim, quando do anúncio oficial, não hesitei em considerar assistir pelo menos 2 shows da lenda. Assim, aqui estou em Belo Horizonte para trazer um pouco dessa oportunidade única (e talvez a última) de termos um dos músicos mais importantes da história da música em nosso país. Na segunda-feira, assistirei ao primeiro dos dois shows que o vocalista fará na Terra da Garoa.

Confesso também que não sei o estado atual do vocal de Plant e procurei não ler nada a respeito dos seus últimos shows, inclusive o de quinta passada na Cidade Maravilhosa, até para manter essa expectativa e não ser influenciado por nada. De qualquer forma, é sabido que Plant e sua atual banda fará um show com outro “apelo” e tocando pouquíssima coisa do Led. E sendo bem sincero: claro que não é isso que a maioria queria; entretanto, só de poder vê-lo ao-vivo, um Zeppelin, será com certeza uma experiência muito especial.

Farei a cobertura pré-show neste post, atualizando-o, se possível, em tempo real, diretamente do Expominas. E, depois, trarei um relato aqui mesmo com minhas impressões do show e com fotos e/ou vídeos. Portanto, volte a visitar este artigo periodicamente.

Até mais tarde!
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Cobertura pré-show:

Resolvi pegar o tal “Metrocity” que, na verdade, é o famoso “trenzão”. A solução se mostrou boa, pois o hotel era relativamente perto de uma estação, assim como o Expominas. Assim, por R$ 1,80, vida resolvida (como diriam os mineiros, “trem bom”).

Já as redondezas das estações e o caminho para o Expominas foram meio estranhos, passando uma sensação de insegurança o tempo inteiro, mesmo para mim, que ando em muitas “bocadas” de São Paulo. De qualquer forma, havia policiamento por quase todo o caminho.

A retirada do ingresso foi feita com tranqüilidade, as 20h30. O local é legal para a realização de um show deste porte, com bom estacionamento e tudo bem sinalizado.

A entrada foi também sossegada e, do lado de dentro, uma ótima infra, com banheiros limpos e suficientes e muitos bares para compra de, inclusive, bebidas alcoólicas, além de pizza e crepe.

Faltando 40 minutos para o show ser iniciado, o clima é de festa de formatura! O movimento está mais tranquilo do que esperava, ainda acho que a casa encherá mais.

Agora, com licença que vou aproveitar que não estou dirigindo como normalmente em SP para tomar um whisky enquanto aguardo a lenda, ao som de várias músicas do Johnny Cash na PA.

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O show:

A alternativa versão de Black Dog:

A última e esperada música do show, em clima de festa:

Mesmo tendo sido 2 dias depois, o primeiro show em São Paulo foi o post ao qual comentei em mais detalhes sobre esta tour que passou por nosso país. Como os shows foram extremamente parecidos, vale a leitura aqui.

Apesar de todos os elogios acima feitos, há também que se mencionar que, em termos de acústica, o Expominas, que não é uma casa dedicada para espetáculos musicais, peca bastante.

Outro GRANDE problema foram os 2 telões laterais, que oscilaram (desligando e ligando) por TODO o show. Pior que esse tipo de coisa tira a atenção até de quem está olhando para o palco (mais de longe). Um problema técnico inaceitável, hoje em dia.

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categories: Agenda do Patrãozinho, Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Led Zeppelin, Músicas, Resenhas, Setlists

3 replies

  1. pouquissima coisa do Led? hehe , mais da metade do show é led!

    Like

    • Olá. Valeu pelo comentário e bem-vindo(a) ao Minuto HM! Como eu não tinha olhado os setlists anteriores e fui para o show sem saber de nada, eu apostava em 3, 4 músicas do Led. Realmente foi uma surpresa (ótima) curtir mais músicas que eu não imaginava ver, como Ramble On, Going To California… que bom!

      Continue conosco, aproveitando o espaço.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

      Like

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