Cobertura Minuto HM – Rock in Rio 2015 – dia 2: MetallicA e Mötley Crüe – parte 1

Mais uma grande noite nos aguarda – Remote, B-Side, Marcus e eu estaremos nesta que é a segunda noite do festival.

O dia já foi espetacular, já que tivemos o ensaio do ano. No ensaio, logo de abertura, uma surpresa: If Eternity Should Fail. Na banda, a adição do mestre Abilio – uma adição que, diga-se de passagem, foi excepcional. A única lamentação do ensaio ficou especialmente pela ausência do Rolf, mas nada que eu, em 1 minuto, não pudesse relembrá-lo rachando no meio uma baqueta em menos de 1 minuto durante Children of the Sea.


  

Chegamos às 17h50 no ponto do Santos Dummont e as 18h0 de nosso ônibus saiu. Tudo caminhando para mais uma excelente noite, que será fechada com Hetfield e cia.

 

3º ano seguido com as camisetas comemorarivas do blog – Rock in Rio – MetallicA

 

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Atualização, já do lado de dentro e com o Zé:

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categories: Agenda do Patrãozinho, Artistas, Cada show é um show..., Curiosidades, Mötley Crüe, MetallicA

20 replies

  1. Hoje o motorista fez em 1 hora certinho. Menos trânsito e outro caminho.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. Eu trocava os Shows do Rock in Rio para ver o ensaio sem pensar duas vezes. Um dia eu chego lá. Isso sim é uma super banda, a que tem super amigos.

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  3. A volta foi um lixo!

    Primeira Classe na ida (apesar do ônibus de 12:00 sair 12:40, porque estava aguardando completar… Mas com o ar ligado e como íamos chegar muito cedo, ok!) e Terceira Classe indiana na volta! Algum imbecil decidiu fechar com grades a passagen para acessar os ônibus e a aglomeração demorou a ser desfeita (mais de 1 hora depois). Retiraram as grades e tudo andou, até…

    O motorista avisar que ia pela orla, deixando os passageiros na praia.

    Vou tomar medidas legais, pois não foi o serviço (caro) que contratei.

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    • Realmente o ponto negativo (além da falha de som – que devemos ver no proximo post dos shows da noite) foi o retorno e a tal 1a classe. Se desta vez os onibus estacionaram mais próximo da entrada do evento que as 19:00 estava bem tranquila, na volta aquela confusão com grades delimitando apenas uma passagem para mais de sei lá umas 40 a 50 mil pessoas. Isso tudo e tais voltinhas tipicas de “currais” criaram uma gigantesca fila e aglomeração as 3:30 da manha. Se eu que cheguei as 19:00 estava um pouco cansado pelas 8 horas do evento, imagino para os que chegaram cedo.
      Novamente ficamos refém de um pessimo planejamento. O tal onibus custou 75,00 por pessoa para chegarmos neste ponto? Isso tudo para que todos chegassem em roletas e passassem o tal cartão. Não era melhor dividir os pontos de passagem, já proximo aos ônibus onde já haveria a divisão pelo itinerário que para uns seria zona sul, para outros zona norte e assim por diante? Não precisa muito para entender que deste jeito não funciona…
      E pelo relato do ATorres, além disso tudo , o combinado também não é cumprido? Sou a favor de procurar sim os seus direitos, no minimo para um exemplo contra o desrespeito.
      É aquillo, quando não se cag… na entrada, se cag… na saída..

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      • Flavio, saí antes de terminar a penúltima música da noite (Metallica – Nothing Else Matters) já prevendo que haveria caos. Nada nesse país funciona 100%. Como até aquele momento tudo tinha corrido bem (falha do som no show do Metallica (logo no deles???) foi vergonhoso, mas entendo que erros técnicos acontecem), previ que ia da
        M em algo relacionado a volta. Não deu outra! Não vi o curral montado, e acho que se tivessem colocado, diminuiria em parte o tumulto. A falta de educação das pessoas nessas horas sempre aparece. Fiquei na fila com minha esposa e filho (primeiro festival dele, com um desfecho desagradável) e em 20 minutos outras 4 filas se materializaram no “acostamento”, tudo convergindo para o funil imbecil feito com as grades. Me mantendo a área musical, queria saber quem “orquestrou” essa incompetência.
        Quando o gênio liberou o gagalo, a fila andou e SUMIU! Em pouco menos de 1 hora estava em casa de banho tomado indo dormir.
        Fim decepcionante… Coitado do meu filho.

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  4. Não sei se vão falar sobre a banda Gojira (ou sobre outras bandas que se apresentaram no dia 19), nem se tiveram a mesma ótima impressão (no meu caso, amadora) sobre um dos componentes, mas vou citar o cara: Mario Duplantier, baterista.

    Tem tempo que não ouvia um tão bom! Quando vejo dois bumbos numa bateria, sempre acho que vem coisa boa. Nesse caso não me decepcionei!

    Mötley Crüe: na boa, passaram da hora de parar (essa foi a última apresentação, certo?). Nunca gostei e isso não mudou ouvindo ao vivo. Quando conheci a banda (lá pelos idos de 80), o heavy metal estava bem mais forte, e minha impressão (amadora, friso) foi a de ouvir hits comerciais ($$$ = nada contra, pois todos temos contas a pagar) e algumas músicas muito ruins, do tipo “completa o LP com qualquer coisa”. Meu amigo gosta(va). Eu gosto de Deep Purple, ele não. Aí está a graça do gosto musical*.

    * ExcluIndo claro a música ruim que infesta atualmente e massivamente os meios de comunicação, formando péssimos ouvintes mp3zeiros e ótimas ovelhas acéfalas. Lepolepomente, funkmente e aiseeutepegomente falando…

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    • A Torres :

      Muito bom você estar aqui conosco tecendo seus comentários sobre o dia do metal.
      Como você chegou cedo, gostaria de saber detalhes sobre a estrutura encontrada no horário de abertura e se possível, alguma impressão sobre as bandas do palco Sunset que porventura você tenha visto.
      Nós ainda vamos, pelo menos, comentar sobre os shows do palco mundo, mas já deixo uma reflexão para pontuar este comentário sobre o pacote total do Rock in Rio, depois de 30 anos do Sr Medina e sua filha no comando deste espetáculo.
      Afirmo que não houve nestes primeiros três dias ao menos duas ou três ocorrências que não vão de encontro ao que se espera deste festival, que é considerado pelos seus organizadores capaz de rivalizar com os melhores do mundo.
      Não tenho experiência internacional nos grandes festivais ao redor do planeta, mas toda a vez que estou no Rock in Rio me decepciono com a estrutura do festival, e cada dia com problemas que se repetem, mas ao mesmo tempo se alternam.
      Parece um cobertor curto : Resolve aqui, estraga lá…
      Mas a sequência detalhada deste incidentes e o que mais interessa, tecer comentários sobre os shows ficam para as próximas escritas.

      Alexandre

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      • Alexandre, contribuirei com o maior prazer. Pena não ter marcado um encontro pra conhecer vocês. No Iron, Black Sabbath ou no RiR 2017 tentarei consertar essa falha.

        Em linhas gerais, gostei da organização. Não vi nenhuma briga, a revista na entrada foi ridícula (se eu tivesse levado uma pistola, teria entrado sem problema). Mal olharam nossos ingressos e minha mochila. Furtos houveram muitos. Isso é praga em grandes eventos. Pra variar, tinha quadrilha de bolivianos roubando celular.

        A volta foi decepcionante e ficou a impressão eterna de que nada que se faz no Brasil funciona dentro do esperado. Sempre tem um “MAS”.

        Tive a má sorte de encontrar o bebedouro sem água (tomaram multa por isso) e o os banheiros “normais” estavam um caos no fim da noite. Levando-se em conta o número de pessoas (e a falta de educação de muitos), não me espantei. No RiR de 1985 o banheiro foi o muro para muitos de nós. E pra piorar, a cerva era a Malt 90.

        Queria saber como foi o transporte na terceira noite do festival. Na primeira foi com o BRT. Na segunda com o Primeira Classe. Espero que o revezamento de cag*** tenha terminado ali.

        Quanto ao SUNSET:
        Noturnall – empolgou bastante quando o Michael Kiske (vocalista ex-Helloween) deu as caras, acompanhado do guitarrista Mike Orlando. O cara realmente toca muito! Foi eles aparecerem e o público triplicou.
        Ministry – nesse show eu estava encostado na torre da Heineken descansando. Pela animação do público, devem ter ido muito bem.
        Angra e Dee Snider – Aqui entra meu saudosismo. Coisas que me lembram de uma época muito boa me ganham fácil. Quando o vocalista do Twisted Sister cantou os hits (do LP Stay Hungry), podia ter desafinado e até esquecido a letra que eu daria 10. Nem lembrei que o Angra estava lá. Não tem como ser mais parcial…rs
        Korn – tinham gás e competência pra se apresentar no Palco Mundo. Não foi o show que mais gostei e o calor passado durante o dia teve um pouco de culpa nisso. Já estava na fase de me poupar pro show do Metallica.

        Pergunta sobre o show do Metallica: O que acharam do desempenho (guitarra e voz) do James Hetfield?

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        • Deixe eu só complementar um pouquinho. VI o Dee Snider com Angra depois na TV e o saudosismo (parafraseano o ATorres) foi de tal que acabei comprando um vinil que nunca tive – (meu amigo de escola tinha)
          Ouvi muito facilmente o Stay Hungry e fiquei satisfeito dele participar da coleção
          Aliás o Dee Snider merece nossa reverência por tantos anos dedicados ao RnR.
          Flavio

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  5. tem mais fotos? tem registro do ensaio?

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  6. Rolf, acho que o Eduardo tem uma filmagem de take cover, já sem o Abílio, mais pro fim do ensaio.
    Em relação às fotos, é perguntar pra ele…..

    Alexandre

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  7. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Essa é a verdadeira pergunta do milhão, B-Side… apesar que, para o lado da banda e gravação, nada deve ter acontecido… aí, ouviríamos o que deveríamos ter ouvido…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Ride The Lightning está normal na gravação do show! Para quem não sabe que estava na show ou não ficou sabendo do ocorrido, passa sem perceber a falha. Há uma confusão depois do solo do Kirk, pelos meus ouvidos pouco apurados acho que naquele momento quase todos se embaralham, mas depois volta à quase normalidade.

        Será que Ride guardou algo do Through The Never para o Rock in Rio rs?

        Abraços!

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