E do Japão vem cada coisa…

Bom, eu não ouso classificar nada e nem tenho repertório, as palavras apropriadas, mas já que nosso gênero principal, e principalmente dá nome ao Blog, é o Heavy Metal e a banda abaixo está classificada no Wikipedia como Heavy Metal, entre outros… com um nome bem apropriado, apresento, para os que não conhecem e para comentários, formada há já quase 6 anos, a banda BABYMETAL…

Sem mais, seguem abaixo singles retirados do primeiro álbum homônino BABYMETAL lançado em 2014.

e

Ah, tem isso aqui – ao vivo, com direito a moshpit e o escambau…

O segundo álbum está previsto para abril próximo, se preparem…

Remote



Categorias:Curiosidades, Judas Priest, Kiss, Megadeth, Tá de Sacanagem!

35 respostas

  1. O documentário global metal aborda o metal no Japão e mostra suas vertentes lá. Todas ligadas fortemente a cultura deles. Esse é um caso
    Marty Friedman escolheu a terra do sol poente para viver lá. Segundo Friedman, uma das coisas que mais o agradou ao ter escolhido viver lá foi o fato de não precisar apertar a mão das pessoas. As mãos de um música são as suas principais ferramentas de trabalho e há pessoas que apertam com uma força estupida e desnecessária podendo até afetar os tendões influenciando o jeito de tocar, dai, morar no Japão pode ter suas vantagens, segundo Friedman.

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  2. Pelas barbas do profeta….
    Pior que acho que pode ser classificado como Heavy Metal…

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  3. Metal com coreografia de axé e vocal infantil japonês…
    Acho que nunca encarei uma mistura que acabe em tamanha indigestão…
    Até chocolate eu acho que vou ficar um tempo sem comer.

    Em tempo, o solo da música é muito bom….

    Alexandre

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  4. Fui apresentado ao Baby Metal faz uns 5 anos …. uma das turnês dessas meninas foi com o baterista do Dragonforce, inclusive.

    O primeiro hit dessa banda era contra a violência e bullying infantil. Com cultura de país não se brinca.

    Eu vi alguns vídeos ao vivo delas … a banda pelo menos é boa.

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  5. É impressionante mesmo ver como funciona o mundo no oriente… é impressionante também como não tem nada a ver com o que temos por aqui, e isso nem estou abordando se é bom ou ruim, afinal, sem contextualizar, é injusto até…

    Agora, dando minha opinião, eu não gostei de nada. Foi legal ver que a banda tem alguns “motivadores culturais”, mas, mesmo assim, não dá para gostar disso como música. Interessante ainda a classificação como “heavy metal”. Se for assim, muito do que se vê no tal anime (e aqui o Marcus Batera poderia falar melhor que eu) também entraria assim.

    Sei lá… difícil entender isso sem conhecer mais da cultura deles, sem ter visitado o Japão. O que se vê é que isso é um fenômeno na terra do sol nascente, mas é algo que também é mais localizado, ou seja, não tem penetração como bandas americanas ou inglesas. Agora, que é um mercado a parte, ahhh… isso é. E um mercado que o Kiss, o Friedman e tantos outros sabem usar muito bem…

    Enfim, para mim, é exemplo da Tá de Sacanagem!. Eu detestei. Por mais que exista uma música ali, acaba ficando em segundo plano, pelo menos para meu cérebro…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Eduardo. Realmente não pensei ou quase não pensei em colocar no Ta de Sacanagem. É uma combinação realmente inusitada, mas há atributos, a banda parece ser bem legal. Já o vocal é bem estranho com o som que o acompanha. E ainda tem a tal coreografia, que talvez se eu fosse japonês entendesse bem, mas não… Eu queria trazer aqui para ver o que vocês acham, apenas isso. Alguns comentários são bem engraçados e há uma galera (mesmo sem ser japonês) que gosta.
      Continuo achando o acima. Dificilmente vou gostar a da banda, mas o novo disco tá quase saindo do forno, e será? E ainda acho que o Kiss poderia investir…

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  6. Remote, segue novo clipe da banda, chamado “The One” (toda banda tem que ter “One”)… não é mal tocado, mas não é nossa praia… boa sorte:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • A voz extremamente infantil ( o que é lógico…) apesar de afinada, atrapalha e elimina praticamente um comentário mais embasado. O instrumental é bom, de verdade, essa música de todas aqui é a que mais achei razoável, mas fico nisso.
      Náo consigo levar a sério a proposta.

      Alexandre

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  7. Aproveitando que praticamente todo o Brasil esta parado esperando o resultado do que pode ser o nosso futuro, tento mais uma vez colocar em dia todos os comentários dos posts que leio e acabo sempre deixando pra escrever depois, mas que a falta de tempo me faz ficar em divida com todos.
    Resolvi escrever neste post do Flavio primeiro por algumas coincidências, além do forte terremoto que abalou o sul do Japão, li na semana passada, meio sem querer, que o tal de Baby Metal conquistou o posto de numero 39 e o primeiro lugar na categoria mundo da Billboard americana. Bem, pra mim isso não significa nada, mas e’ só para constar.
    Particularmente, de todos os lugares que conheço, o Japão e’ o mais maravilhoso!!! Com toda a sinceridade às vezes penso seriamente em me aposentar e morar naquele Pais. Gastaria muitas linhas aqui escrevendo sobre o que penso do Japão, mas acabaria mudando o verdadeiro sentido do comentário, que na essência e’ a musica.
    Bom, lendo o texto do Flavio, identifiquei duas características básicas, que pra gente pode ate ser estranho. Notei por lá que o vocal feminino infantil e’ mesmo uma característica, não só na musica, mas também no geral das japonesas jovens e adolescentes. E que esse tipo de musica tocava constantemente em locais frequentados também por adolescentes, como por exemplo, os Games. Musicalmente falando, penso que talvez essa seja uma forma oriental de copiar algumas bandas de Metal que fazem sucesso no território japonês e que apostam em um som muito rápido e extremamente melódico, como no caso do Dragonforce ou Sonata Arctica.
    Como curiosidade, um dos primeiro Cds que adquiri por lá e’ de uma banda chamada Pear e que tem uma das capas mais legais que conheço. Comprei esse disco porque na capa havia um selo dizendo que o grupo contava, além dos dois japoneses (uma mulher nos vocais), e com o Carmine Appice (bateria) e Tony Franklin (baixo), após os dois terem saído do Blue Murder . Particularmente, acho Franklin um dos melhores baixistas que já ouvi, penso que ele e’ uma continuação do foi o Neil Murray, afinal o cara tocou na superbanda The Firm com J. Page, P Rodgers e C. Slade, além de “medalhões” como D. Coverdale, David Gilmour, Glenn Hughes… Só para citar os mais famosos, o cara tem um currículo e tanto!
    Segue abaixo um vídeo do Pear, ainda que esteja com um tempo reduzido, para os que ainda não conhecem.

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    • Bom JP estamos todos aqui aguardando a confusão toda lá (aqui) em Brasilia, e deu tempo para ver tranquilamente o seu comentário, que com certeza agrega mais do que acontece aqui (lá).
      Também tenho interesse especial no Japão, e é lá que nosso genero predileto se consagra facilmente e há anos (inclusive para bandas brasileiras). Quanto ao Pearl, achei uma balada legal e apontando firmemente para o comercial, da´para notar até quando eles sobem o tom depois do solo para o refrão (é uma manobra clássica). Quanto ao Babymetal a coisa é mais avassaladora em todos os aspectos – a mistura é realmente insólita – cada vez tenho mais dificuldade de assimilar, sinal dos tempos…
      Flavio The Dragon Killer Remote B

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  8. Realmente uma mistura pra lá de inusitada, para dizer o mínimo…

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  9. BABYMETAL e RHCP – uma mistura só para os fortes (não seria o meu caso)…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  10. Agora o MetallicA também, e na China desta vez:

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  11. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  12. Eu passei da idade de considerar existir regras que definam uma banda como Heavy Metal ou não, adorei Babymetal desde que vi HeadBanger (que simplesmente é uma música sobre uma menina se preparando pra um show de heavy metal), os músicos são sensacionais em condensar diversos gêneros em faixas extremamente energéticas e grudentas (ouçam Sis Anger, BabyMetal Death, Tales of the Destinies, Ijime, Dame, Zettai), as letras trazem uma ética samurai (positiva e sem mimimi politicamente correto), as vocalistas dão tudo de si no palco, a cantora principal é muito boa, são simpáticas, há todo um contraste violência/candura que me cativou nesse cenário saturado de berros/urros/gritos. Poucas vezes vi uma banda tão profissional na produção/divulgação do seu material, são artistas impecáveis, raramente vc irá encontrar shows tão bem feitos com a tamanha qualidade técnica, os caras tocam qualquer coisa, estilos de Nile à Dream Theater. O encerramento do show no festival Sonisphere 2014 (onde foram colocados, na última hora, no palco principal) é das apresentações mais antológicas que já vi no rock, enfim, se isso não for Heavy Metal, se Babymetal não for heavy metal, provavelmente 90% das bandas tidas como pertencentes ao estilo tb não são.

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  13. Felipe, boa noite e seja bem vindo ao blog , ouso ter a premissa de recebê-lo em nome do Eduardo, o ” dono” da bola aqui.
    Acho que há um ponto principal no seu ótimo comentário que é talvez o que afasta ou aproxima qualquer um de nós da proposta da banda . Está no trecho em que você coloca …” há todo um contraste violência/candura que me cativou….” . Eu acho que é isso mesmo, esse talvez seja o ponto crucial desse conjunto.
    Eu particularmente não me motivei com o vocal mais doce ( cândido ) , citado por você.
    O resto, se algum dos comentários( meus , pelo menos) acima pareceu preconceituoso, eu peço desculpas.
    Eu não ligo muito para esse lance de rótulo, os estilos estão sempre mudando, se reinventando e incorporando algo. Se eu tivesse, no entanto, de rotular o Baby Metal, eu sim as colocaria com Heavy Metal em algumas das suas inúmeras vertentes.
    E é preciso enfatizar que todos tocam e cantam bem ( o backing mais infantil é o que menos me agrada..) .
    Entendo que é questão de gosto e acho que não é tão importante rotular o conjunto como heavy metal ou não. Se tivesse de optar, apenas para enfatizar, diria sim de forma bem categórica.
    Muito obrigado pelo seu comentário, que é excelente, repito.

    Abaixo segue um link de uma das músicas do citado Sonisphere 2014, pra quem quiser checar a dica do Felipe:

    Saudações

    Alexandre

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