Cobertura Minuto HM – Iron Maiden (e Anthrax) na Cidade do México, México – Run For Your Lives – 02/out/2026 – pré-show, Eddie’s Dive Bar (Hard Rock Café) ; encontrando Simon Dawson / Janick Gers e vendo o Bruce Dickinson ; resenha

Bienvenidos weys 🙂

Volto aqui neste mesmo canal, neste mesmo horário – como já diria o ícone do país – para ISSO, ISSO, ISSO – mais um showzinho do Iron Maiden, mais um país para a lista, e meu show # 33 e # 5 desta tour de 50, quase 51 anos da banda!

Estando na cidade a trabalho, pude, na data de 30/set, conferir o Eddie’s Dive Bar local, e de quebra, visitar a nova HRC da cidade, aberta há 7 meses, próxima ao bonito complexo do World Trade Center da cidade.

Mas, antes de falar disso, uma experiência pessoal: nunca tinha sentido um tremor sísmico na vida. Uma vez, em Santiago, teve um tipo 3 da manhã e eu dormindo no hotel não senti nada. Mas agora, no trabalho e no alto de em um dos edifícios corporativo mais emblemáticos da cidade, caiu uma baita raio durante a chuva da tarde e o prédio balançou por uma 3-4 segundos na sequência. Pensei que era o vento. Não era. Ninguém na sala ligou. Eu liguei. E, para mim, já é o suficiente conhecer isso até aí…

Mas vamos lá…

Chegando no local perto das 19h00 apoia vender o trânsito comparável somente aos piores do mundo como São Paulo, e com uma reserva pelo serviço da Open Table, eu e colegas do meu trabalho chegamos a uma HRC ainda vazia, e que foi só ganhar mais movimento perto das 20h30-21h00. A HRC é pequena e talvez a mais “insignificante” em termos de memorabilia disponível de todas que já tive a chance de visitar. O local, que antes abrigava um Sheraton, agora convertido com Hotel Bel Air e a HRC, possui a lojinha em frente e é isso. No restaurante, um pequeno bar e palco dão o tom esperado. E, fora e já na parte do hotel, um segundo bar também dava suporte.

São 3 pontos de venda de merchan: bar, restaurante e na loja da HRC, sendo que os dois primeiros tem todos os itens e a loja alguns apenas. De novidade em relação a 2025, vi um novo moletom (comprado) e um copo com o Eddie da tour e as datas 2026 (escrito “São Pablo” – também adquirido.

No fundo, a playlist apresentou toda as as músicas do show, em ordem, e ao final, outros clássicos do rock e metal. Depois, repetiu certas músicas do show, e algumas poucas outras diferentes. Até aí, tudo bem.

Depois veio uma bandinha no palco. Um guitarrista apenas. Um vocalista tenebroso. Abriram com The Trooper. Olha, a coisa foi feia. Depois não tocaram mais Iron Maiden. Tomaram vaia e gritos de “Maiden, Maiden”) ao anunciarem que iam tocar MetallicA (Seek). Uma banda horrorosa. Não era a hora. Descaracterizou tudo, matou expectativas. No intervalo, já fui embora depois deles assassinarem muitos clássicos de diversas bandas – sem tocar mais Iron Maiden em um evento Iron Maiden. Salvo apenas uma vocalista que entrou em algumas músicas e tinha voz e talento. Mas muito pouco para um evento oficial desse porte. Se o Rod soubesse…

No final – saldo positivo com a galera de diversos países – tirei foto com uma galera grande, da Costa Rica, principalmente. Todos queriam minha camisa da WA do Powerslave – realmente é muito legal essa linha brasileira! E o pessoa do meu time – ninguém fã da banda – também foi muito legal em me fazer companhia!

Fiquem com fotos da HRC e do Eddie’s Bar. Um vídeo será colocado em alguns dias também.

E como de costume, a camiseta com a arte do show local é vendida apenas no show. Espero conseguir…

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01/out/2026: na véspera do show local, o caos do trânsito é total – chuva, ruas fechadas, pacote completo! Demorou e demorou muito para eu chegar do trabalho de volta para o hotel.

Mas eis que, ao chegar, veja muitos fãs na frente do hotel – uma certa confusão com seguranças, polícia, e algumas vans maiores. Eu imaginava que tinha uma boa chance disso acontecer já que o hotel que estou é um dos melhores da cidade, mas há outras boas opções, então sempre fica a dúvida. Fui falar com a galera e me disseram que eles chegaram perto das 16h30, passaram pela recepção e não falaram com ninguém, mas a galera pode ver todos. Pensei – “lógico – e eu vou ver o que aqui, o Chaves agora?”.

De terno do trabalho, comecei a minha “ronda” pelas áreas comuns óbvias do hotel, sem grandes expectativas. Mas ao passar por um dos bares / restaurantes do hotel, com portas envidraçadas, pode ver o Simon no balcão. Entrei, peguei uma mesa, me aproximei enquanto ele falava com outras 3 pessoas, esperei, e falei com ele – ele foi solícito e simpático, e tirou as fotos comigo. Agradeci-o bastante, dei as boas-vindas ao país, à América Latina, elogiei-o e perguntei: “ready for tomorrow?”, arrancando um sorriso dele e um “yes, yes” ou algo do tipo já que o nervosismo apareceu, como sempre.

“Daqui não saio, daqui ninguém me tira”, e aqui estou, escrevendo ao vivo este post. Pedi um vinhozinho, e me sentei em mesa que vejo o bar e a porta. Cerca de meia hora depois, o Gers – sempre ele – apareceu!

Esperei um pouco, me aproximei novamente e agora uma pessoa da equipe se aproximou de mim e disse que desse jeito, “todos iriam querer foto”. O jeito britânico de dizer “saia daqui”. Acontece que fui extremamente educado ao meu aproximar do Gers, pedindo licença, falando boa noite, pedindo desculpas pelo incômodo, e o Gers disse: “it is alright”, dando, assim como anos atrás em Curitiba, um show de simpatia. Ele é verdadeiramente um cara muito legal e acessível, sabendo lidar com os fãs como poucos na história da música. Figura que sempre está em público, ele realmente trata isso com uma genuína naturalidade. E aí foi feito mais um registro, antes do outro cara levantar do banco novamente e me dar um “cheers”. Eu, já com a foro garantida, fui perto dele, agradeci educadamente, dei um boa noite e ele ficou “desarmado” pois não esperava, talvez, a cortesia também do “lado do fã”.

Agradeço ao Simon e Janick por serem essas pessoas maravilhosas com os fãs. Vejam que eles genuinamente tiraram boas fotos comigo. Em um mundo como o de hoje, um privilégio ser fã de uma banda que ainda faz o que faz, do jeito que faz, e sendo bons seres humanos.

São 19h50 agora e há uns 20 minutos, Simon, Gers e equipe saíram do balcão para jantarem em uma mesa no final do salão, onde deixo esses registros.

Eu, que iria novamente no Eddie’s Bar, obviamente mudei de ideia e ficarei mais por aqui. Estou aqui, uma no vinho, e outra vendo dois atuais membros do Iron Maiden dividindo o mesmo teto que eu. Um privilégio, uma alegria. UP THE IRONS!! MAIDEN RULES!!

21h05: Bruce e esposa entraram no bar e foram para a mesa, e se sentaram. Dois novos seguranças chegaram junto e estão de pé literalmente bloqueando qualquer acesso físico. Ao levantar o celular para foto de longe, o cara “voou” em mim. Respeitei. Só tem eu de fã aqui, aparentemente. Estou mais que mapeado pelo segurança dadas as fotos anteriores. Sigo mais um tempo por aqui.

21h18: eu olho para o Bruce, os seguranças olham para mim. Esquema militar! Nossos velhinhos todos de óculos lendo o cardápio (Simon e Bruce) :-).

21h40: chegou mais um segurança. Acho que está na hora de abortar a missão e ajustar e expectarivas… e quem sabe amanhã ou sábado??

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CONTINUE ATUALIZANDO PARA MAIS INFORMAÇÕES.

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[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Agenda do Patrãozinho, Cada show é um show..., Curiosidades, Iron Maiden, Músicas, Off-topic / Misc, Resenhas, Setlists

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