Cobertura Minuto HM – Rock in Rio 2017 – resenha “resumão” dos shows

Dia 21/set/2017: Alice Cooper + Arthur Brown (Palco Sunset), Def Leppard e Aerosmith (Palco Mundo).

Dia 23/set/2017: Titãs, Incobus, The Who e Guns N’ Roses (Palco Mundo).

Muitos (ótimos) shows, mas o tempo está passando e as dívidas por aqui, aumentando. Seguindo então uma proposta do mestre B-Side, estou criando este post para proporcionar que todos possam pelo menos comentar por aqui os shows. E, de quebra, ficam as lembranças registradas também, ou seja, atingindo na verdade o principal objetivo de um post tipo “cobertura” deste blog.

Assim, fiquem a vontade para comentar do que quiserem destas datas (e mesmo as outras datas pertinentes, como a do Bon Jovi e do RHCP).

DIA 21:

ALICE COOPER

Show de fechamento do Palco Sunset. Alice Cooper não deveria estar ali, neste palco, por uma questão até de respeito. Mas fez um show divertido como sempre, sendo a guitarrista Nita Strauss, ex-Iron Maidens, um dos destaques por sua categoria, postura e ótimos solos – além da beleza.

Alice Cooper Setlist Rock in Rio 7 2017, Spend the Night with Alice Cooper

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DEF LEPPARD

Show excelente. Claro que o destaque por aqui fica sempre para Vivian Campbell, por seu legado que tanto apreciamos ao lado de Dio, mas também feliz em vê-lo recuperado do linfoma. Ainda que realmente ele seja guitarra-base na maioria absoluta do show (haja desperdício), seu companheiro de guitarra é realmente o guitarrista-solo-protagonista-botem-o-holofote-aqui.

Destaque ainda para Joe Elliot, muito bem, assim como, claro, Rick Allen, que deve sempre ser aplaudido de pé. Finalmente, o Def Leppard tocou no Rock in Rio!

Def Leppard Setlist Rock in Rio 7 2017

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AEROSMITH (e os fogos de encerramento do Palco Mundo)

Show do Aerosmith é sempre um espetáculo. Setlist matador. Tyler cantando muito, é um dos grandes em sua idade, e um dos poucos que ainda se sustentam em alto nível, tanto em termos vocais como a característica energia. Joe Perry sempre preciso. Destaque negativo mais para o lado da bateria, com Krammer muito “preso”, parecia “incomodado”, ainda que não tenha comprometido em nada o resultado das músicas.

Uma banda que merece toda a reverência possível, hoje e sempre.

Aerosmith Setlist Rock in Rio 7 2017, Aero-Vederci Baby!

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DIA 23:

TITÃS (e a chegada + fogos de abertura do Palco Mundo)

Show “ok” dos Titãs. Não fedeu e nem cheirou para mim. Sem destaques.

Titãs Setlist Rock in Rio 7 2017

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INCUBUS

Boa banda. Não merece, ainda, um Palco Mundo, tem um som interessante, ainda que um pouco fora das atrações. Bom vocal, trabalho competente em geral de todos.

Incubus Setlist Rock in Rio 7 2017, 8 South America Tour

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THE WHO

Por respeito, o melhor show da noite e talvez o melhor show do festival. Uma catarse de alegria e energia de quem tanto esperou pela vinda da banda ao país. Há de se destacar o filho do beatle Ringo, o Zak, voltando a representar com muita dignidade tanto Keith Moon quanto a lenda do seu pai.

Roger e Pete estão muito bem e seguraram uma onda que eu mesmo não esperava. Senhoras e senhores, de 1964 para 2017, The Who mostrou o quanto esses dinossauros farão falta no mundo e são, sim, como unidade, insubstituíveis.

The Who Setlist Rock in Rio 7, The Who Tour 2017

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GUNS N’ ROSES

O Axl, digo, o Guns, que agora começa no horário, começou um pouco mais tarde do previsto não por culpa deles, e sim pelos atrasos acumulados dos outros shows.

A banda entrou com uma energia muito boa. Axl estava extremamente bem humorado. Sobre cantar, deixemos para lá – um horror total, uma voz finíssima, frágil, fraca, com um ou outro momento que arrepia quando o drive ainda é acionado. De resto, uma mistura de bolas na trave, para fora, chutes para fora do estádio e constrangimentos que viravam risadas.

Pela primeira vez, achei que Slash errou, e errou até bastante. O resto da banda, tudo dentro do esperado, e muito bom.

Nada disso invalida a qualidade final do show e da diversão, que foi muito bom. Parecia que quanto mais a banda via as pessoas indo embora, e foi muita gente embora mesmo, mais eles melhoravam e queriam tocar. Uma energia incrível, uma banda “bad @ss” como nos bons e velhos tempos. ATITUDE! Por isso, já destaco e muito o show.

E, para variar, um show sem miséria: setlist GIGANTE, tocaram de tudo e o Appetite veio quase na íntegra. E haja covers. Achei que tocar um cover de “The Who” com a banda tendo tocado logo antes foi esquisito, ainda que a música não tenha sido parte do set da banda original. As críticas para o Axl desaparecem no final pelo esforço e dedicação na noite. E finalmente vi My Michelle.

Grande show!

Guns N’ Roses Setlist Rock in Rio 7 2017, Not in This Lifetime

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[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categories: Aerosmith, Alice Cooper, Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Def Leppard, Guns N' Roses, Músicas, Resenhas, Setlists, The Who

4 replies

  1. Bem, Eduardo, antes de tudo obrigado por trazer todo esse conteúdo de vídeo e fotos por aqui. Os vídeos (home made) são muito legais, o som está bem bacana, quanto as fotos nem tenho o que comentar, você úm craque das lentes. Só isso já vale, independente das suas considerações acerca dos shows. Esse formato no meu entender, mais direto, funciona bem, e fica aqui a minha solicitação que os demais shows que nós ( você em especial) tem a possibilidade de cobrir tenham algo do pós-show nesse formato, que seja. Agrega demais.
    Peço desculpas pela insistência, sei que seu tempo está muito curto. Obrigado, portanto.
    Em relação aos shows, vou dividir o comentário em três, a começar pelo dia 21.

    Na quinta feira não estive no RiR, mas assisti estes comentados pela TV. Outra experiência, sem dúvida, mas vale algum comentário:

    Alice Cooper: Concordo que deveria estar no palco principal, mas a organização do festival vem prestigiando cada vez mais o palco Sunset e bota nomes de peso por ali, ainda que esses nomes não estejam propriamente ” bombando” nos charts no momento atual. Por um lado é legal, por outro fica a sensação de que vários entre esses escolhidos realmente mereciam mais. Alice é um caso típico, trouxe um palco completo , cenário e demais apetrechos, ótima banda, destaco também o excelente batera, além das diversas “virtudes” da moça que esteve no Iron Maidens anteriormente. Alice está bem, considerando a sua idade, e arregaçou.

    Def Leppard: Sensação de lacuna completada, pela questão do não comparecimento da banda no histórico Rir 85. Melhor pra nós, que vimos o Whitesnake na sua melhor formação ( pra mim, pelo menos). O show da banda hoje é recheado de clássicos, mas nem todos são conhecidos por boa parte da platéia brasileira. Faltou Foolin, do Pyromania. Os guitarristas tocam muito mais do que o que entregam, mas percebe-se claramente suas categorias. Pra mim é maravilhoso ver também o desfilar de guitarras Jacksons de todo o tipo de um lado, GIbsons Les Paul do outro. Um ” hats-off” para RIck Allen sempre é necessário. Pra não dizer que só falei de flores, a voz de Elliot ficou na Inglaterra, ou ” has gone” de vez. Ainda assim é melhor ouvir fiapo de voz do que encher o áudio de tracks pré gravados. No fim das contas , acho que valeu e muito trazer os leopardos.

    Aerosmith : Impressionante a vitalidade de Steven. O vocal está ótimo. A banda pra mim fez o melhor shows entre os que vi pela TV. E além de Tyler, todos me parecem bem também. Um hats-off para quem cuida da saúde desses veteranos. O repertório é brincadeira……Que eles voltem, infelizmente não tive coragem de encarar três noites seguidas e esse show ficou pendente pra mim.

    Daqui sigo para a parte 2

    Alexandre

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  2. A parte 2 do meu comentário, sem qualquer vídeo ou foto, vai pro dia 22, pois lá estive com minha esposa, que queria ver o Bon Jovi.

    Antes de tudo, ficou claro que tinha muita gente naquela sexta. E o lugar atual do RIR é monstruoso de grande. Dificil acreditar na lotação divulgada. Havia problemas de circulação e o espaço era muito amplo. Sei lá… Outro detalhe que eu gostaria de ter uma sincera explicação. Não era possível entrar com garrafas tampadas ( deveríamos descartar as tampas). Mas lá dentro, um certo refrigerante era vendido em garrafas e com as devidas tampas. Alguém se habilita a explicar isso ?

    Vamos aos shows:

    Jota Quest : Levantou o público presente, de cunho mais pop. Gostei demais das guitarras, não do guitarrista, pra mim fazendo o básico do básico. Tem cada vez mais gente no palco para ancorar a banda ” oficial” . É uma tendência de várias bandas, pra mim coisa de velho. Mas os demais instrumentistas tocam muito bem. No fim uma músico de cunho político aliada a um vídeo preciso. Independente de posição política aqui ( que não tenho, diga-se de passagem), o momento incendiou a platéia. Eles acertaram em cheio.

    Nei Matogrosso e Nação Zumbi :

    No palco Sunset, corri pra lá pra ver o velho Nei tocar os sons dos Secos e Molhados, que tem um álbum histórico,o seu primeiro. Os arranjos foram modificados pela Nação Zumbi, não é nem elegante comparar como o original, nem era essa a proposta. Além disso, várias canções do Nação Zumbi foram tocadas, agradaram boa parte do público. Eu, que fui pra ouvir os sons do Secos e Molhados, fiquei num bônus total, ouvindo músicas que nunca esperava ouvir ao vivo. Para mim, pessoalmente valeu. Mas não dá pra comparar com o feito em 73. Ainda que a voz de Nei estivesse bem razoável, coisa dificil para quem está sempre em registros vocais tão altos.

    Alter Bridge:

    Continuei meu exercício de “correria de obstáculos” para voltar ao palco Mundo e assitir o AlterBridge. Cabe aqui uma consideração. 10 minutos de intervalo entre os shows dos palcos distintos seriam muito bem vindos. Afinal a gente paga para assistir tudo, certo, Sr. Medina ? Em relação a banda, não há quase reconhecimento de suas canções pelo público, inclusive eu. Conheço algumas, mas curti bastante o show. Miles Kennedy canta e toca muito bem, o Sr Tremonti é um monstro das guitarras. O destaque vai para a canção BlackBird, épica, espetacular. Miles tocou a introdução da outra BlackBird, a composta por um tal Paul McCartney, antes de atacar a composta pelos Alter Bridges. E é claro, ninguém percebeu..Uma lástima, by the way.

    Tears for Fears:

    Pra quem conhece a banda, prato cheio. Hit atrás de hit, os coroas estão bem. Eu que curti os três primeiros álbuns da banda na minha adolescência, adorei e pra mim foi o melhor show da noite. Não tem aquela pimenta , aquele “drive” que alimenta os ouvidos e que a galera do Minuto HM sempre quer. Mas nem era isso que se esperava, lógico. Dos hits, faltou Woman in Chains, até por que não tinha uma ” woman” no palco pra cantá-la com Orzabal. As demais estavam todas lá, e uma bela revisitada em sons do primeiro álbum, também muito bem vinda por esse que aqui escreve. Além disso, uma bela leitura de Creep, do Radiohead. Roland Orzabal sempre mandou bem nos vocais , aqui também fez de forma bacana. Bom show,o do tias fofinhas.

    Bon Jovi:

    Virou praticamente carreira solo o show do Bon Jovi. É claro, agradou um público meio já ganho. Ele, no entanto parece meio ter assumido uma postura mais coroa, até pelo visual grisalho. Isso não é o mais importante, diga-se de passagem. O importante é o que se entrega musicalmente. Trocou um por dois ( Saiu o Sambora, entraram dois guitarristas), mas a banda pra mim ficou meio sem punch. Os outros integrantes originais também não fazem muita presença no palco, Sambora era um ponto de equilíbrio pra entender o Bon Jovi como uma banda. Hoje, não é uma banda, posso entender assim. E as novas canções, a maioria até bastante conhecida, tem um apelo mais pop que levemente destoa do repertório pré Keep the Faith. Valeu pelo jogo meio já ganho. E a voz dele tá uma tristeza, diga-se de passagem. O show não empolgou, acabou cansando pelo ritmo meio barro meio tijolo.

    Daqui vou para a parte 3, com os shows do dia 23.

    Alexandre

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  3. A parte 3 , a do dia 23.

    Antes de tudo, obrigado a todos que comigo estavam na ” jam” musical na parte da manhã deste dia. Muitas das vezes, pra este que vos escreve, um eterno aprendiz das 6 cordas e de conhecimento raso do instrumento, é a melhor parte dos fins de semana que dividido com essa galera maravilhosa do Minuto HM. Aos que lá estiveram, sem citar nomes em separado, um muito obrigado. Aliás, um muitíssimo obrigado!!

    Chegamos a tempo de vez o Titãs, e não estivemos no palco Sunset neste dia.

    Vamos lá :

    Titãs:

    O som da guitarra do Tony Belllotto estava realmente além do que poderia esperar. Esperava ser ruim, desta vez foi ainda pior. Incomodou até alguns presentes que não costumam se ater a detalhes que um chato como eu percebem. Há um abismo entre a categoria dele e do Beto Lee. Basta ouvir os poucos momentos onde o filho da Rita Lee tem espaço. De resto, eles em algum momento apostaram em trazer músicas novas de um álbum de conceito diverso do que eles fizeram em sua carreira e ali a coisa desandou. Quando foram pro jogo ganho, acabou logicamente funcionando bem melhor. Havia bastante público para acompanhar, muito mais do que no Incubus, por exemplo. A galera até prestigiou mas o show acabou sendo meio morno,acho que em um esforço dá pra ressaltar o desempenho do Sergio Brito. Nesse momento os Titãs são três, é isso ? Já foram 8, eu acho. O último que sair, por favor, apague a luz. Que não seja o Bellotto.

    Incubus:

    VI uma parte do show, tive de sacrificar o restante para me abastecer de calorias. O que vi, gostei, mas falta para um apreciador do rock mais clássico, mais antigos, uns solos de guitarras. A banda é boa, o som da guitarra é legal. Esperava algo bem diferente, desconhecimento total mesmo. Quem sabe eu faço um dever de casa , fiquei meio envergonhado de nada saber da banda. Não dá pra fazer uma análise justa.

    THe Who:

    Arregaçaram. Não esperava ver algo tão vigoroso, surpreendente. Clássico atrás de clássico, ótimo show, dificil até destacar alguma canção, fico com as duas últimas, Wont Get Fooled Again e Baba O’ Riley. Ótimas perfomances de Townshend e Daltrey. O filho de Ringo é melhor que o pai , na batera ( joguem as pedras ….), e parece ser filho do falecido Moon. Faltou alguém para representar melhor o insubstituível Enstwistle. O nome em questão seria um tal Billy Sheehan, esse faria bonito ali. Mas imagino que a tarefa seria bastante árdua em botar esse monstro do lado dos outros. Valeu cada segundo

    Guns and Roses

    A voz, realmente, já “elvis”. Em alguns momentos parece uma criança de 5 anos cantando. Mas o show foi muito além do que esperava, em nada pareceu uma reunião caça-níquel. Ficou a sensação de estarem se divertindo. Tocaram uma penca de covers e muitas e muitas músicas clássicas. Teve espaço para a carreira solo de Axl ( Chinese Democracy), teve espaço para My Michelle, por exemplo. Slash deu umas erradas, mas toca demais. Aliás, o tal guitarrista base (Richard Furtus) também é espetacular. Imagino que a backing está ali para dar uma força para Axl, mas confesso que pouco ouvi dessa tal força. De resto é uma goleada o repertório e um show para os corajosos que se atreveram a ficar até o final. Quem o fez, não se arrependeu. Valeu e muito!

    Por fim, faço algumas menções honrosas e poucas desonrosas, já que assisti boa parte dos shows pela telinha nos outros dias:

    Vi bons show no palco Sunset e também no Palco Mundo:, vou começar pelo nosso estilo de predileção e elogiar o show diferente do Sepultura. Misturou o estilo mais conhecido ( que eu não curto) com mais harmonia na proposta do Sunset e pra mim chamou a atenção, em especial o KIsser, que nunca me chamou a atenção. É um ótimo guitarrista, demorei séculos para perceber isso. Pra não passar em branco, Eloy Casagrande, que talento!
    Alicia Keys, ótimo show, Timberlake, também achei bem competente.
    Algumas bandas menos conhecidas me fizeram ao menos levantar os olhos para a tela e não torcer o nariz:
    Walk the Moon, Scalene são exemplos.
    Outras mais tarimbadas foram legais de rever, como o The Offspring. Ivete Sangalo sempre foi bem no palco, desta vez não foi diferente.
    No Sunset gostei da Blitz, da incursão nos standards do Jazz da Maria Rita e principalmente do Chic/Nile Rogers.

    Do ponto de vista da pagação de mico, pra mim esse ano tem um nome indiscutível : Fergie, a pior coisa que vi no palco mundo. Frejat cada vez mais pop me desagrada, infelizmente. Continuo não aturando o Capital Inicial, onde os músicos convidados dão uma surra nos originais ( e não originais, como o Passarell).

    Essas são algumas das minhas considerações, se lembrar de mais algo, trago por aqui.

    RiR, até 2019.

    Alexandre

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  4. Mega resenha 2 em 1 …. boa ideia essa de compilar tudo em um só lugar.

    Eu estava em viagem de trabalho, não vi muita coisa do RiR dessa vez, mas confesso que, tirando The Who, faltou muita criatividade e ousadia para a Produção do evento em trazer coisas boas.

    Eu vi um pedaço do show dos Titãs (que está difícil segurar a barra com poucos integrantes), um pedaço do show do Alter Bridge (que pra mim soa um “mais do mesmo” do hard rock) e o show completo do Tears for Fears (ANIMAL !!!!!).

    Vendo os setlists, achei o Guns com muitos covers, mas a voz do Axl já me fez perder o tesão pela banda há tempos! Nem essa “reunião” me anima para ver a banda – é meio estranho ver o Slash de novo com eles depois daquelas farpas trocadas em seu álbum solo …. enfim …

    Se o RiR 2019 tiver algo realmente bom e inédito, talvez eu pensei em aparecer por lá…

    Bjoka para vocês que enfretaram filas para comer coisas ruins em preços altos!

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