Kiss discografia 5a parte – Álbum: Destroyer

Galera,

O quinto capítulo de nossa discografia:

Kiss Destroyer - Vinil Brasileiro

Kiss Destroyer – Vinil Brasileiro

*O Disco Japonês

*O Disco Japonês “da época”, recém comprado – com o “Logo” correto.

ÁLBUM: DESTROYER

  • Lançamento: 15/03/1976
  • Produtores: Bob Ezrin
  • Primeiro Single: “Shout It Out Loud” – em 01/03/1976
  • Segundo Single: “Flaming Youth” – em 30/04/1976
  • Terceiro Single: “Detroit Rock City” – em 28/07/1976
  • Quarto Single: “Beth” – em 17/08/1976 ?
  • Single “Beth” – RIAA Gold Certification em 01/05/1977
  • RIAA Gold Certification em 22/04/1976
  • RIAA 2x Multi-Platinum Certification em 11/11/1976 e 09/09/2011
  • Atualmente vendeu mais de 3.000.000 de exemplares
  • Atingiu #11 nas paradas
  • Primeiro álbum que conta com músicos fora da banda.

Faixas:

1- Detroit Rock City – 6:17 5- Flaming Youth – 2:59
2- King of the Night Time World – 3:19 6- Sweet Pain  – 3:20
3- God of Thunder – 4:13 7- Shout It Out Loud – 2:49
4- Great Expectations – 4:24 8- Beth – 2:45
9- Do You Love Me – 4:57
Cd Remaster - A capa e Contracapa mostrando a figura completa

Cd Remaster – A capa e Contracapa mostrando a figura completa

*O Lp Japonês traz encarte com as letras das músicas

*O Lp Japonês traz encarte com as letras das músicas

Após o sucesso inesperado de KISS ALIVE!, o grupo voltaria para o estúdio na tentativa de criar um álbum que ao menos mantivesse o status adquirido. Antes, negociações foram realizadas entre banda e a gravadora para renovação de contrato.  O segundo contrato foi acordado para mais dois álbuns apenas. Este fato demonstra que a gravadora não estava totalmente certa de que o sucesso de KISS ALIVE! talvez não se repetisse mais. Para o Kiss este o contrato curto também era interessante: havia muitas outras gravadoras interessadas, ficaria mais fácil se desmembrar da Casablanca Records, caso necessário. Para o grupo, o desafio de criar um álbum inédito com a mesma gravadora mantendo ou projetando o sucesso obtido anteriormente, também era estimulante – o sentimento maior, contudo, era de retribuição ao suporte que a gravadora deu a banda, mesmo nos tempos mais difíceis.

No fim de janeiro de 1976, logo após a conclusão da turnê de KISS ALIVE!, a banda entra no Estúdio Record Plant (Nova Iorque),  com uma mudança crucial:  um renomado produtor chamado Bob Ezrin é convocado.  Gene recorda que a banda desejava um crescimento musical e principalmente nas gravações em estúdio e Bob parecia ser a pessoa certa.  Bob havia trabalhado com Alice Cooper e tinha a reputação de tirar o máximo que o grupo pudesse oferecer. Não certo do material que o grupo traria, Ezrin trouxe uma música, no inicio das gravações (None of your business), escrita por Michael Des Baires e o guitarrista de Alice Cooper – Dick Wagner. Apesar da música ter sido gravada pelo Kiss, nunca foi utilizada em nenhum álbum.

Bob Ezrin se mostra um produtor na linha dura, disciplinando a banda e estimulando-a em vários aspectos, musicais e profissionais. Não houve dificuldades em transformar as idéias do grupo em novas composições. Bob agia como um segundo compositor e é co-autor de várias das músicas do álbum. O resultado é uma maior diversidade nas composições, onde se estendeu o padrão anterior, que imperava o apenas o básico e simples Rock ´n´ Roll.  DESTROYER é muito mais sofisticado em todos os níveis.  Incorpora vários aspectos musicais não explorados anteriormente pela banda, incluindo instrumentos não tradicionais para o Rock ´n´Roll (como um coral – Brooklyn Boys Chorus  em Great Expectations e o uso de um realejo em Flaming Youth) e levou a criação de novos clássicos como Detroit Rock City, God of Thunder, King Of The Night Time World, Do You Love Me, Beth e Shout it Out Loud.

Podemos citar dessas músicas, que Paul trouxe previamente esboços de Detroit Rock City e God of Thunder. God of Thunder teve influência direta de Bob, pois a música é somente de autoria de Paul Stanley, mas Ezrin interferiu, adequando a música ao vocal mais brutal de Gene.  As vozes de crianças durante a execução de God of thunder são dos filhos de Bob, David and Josh Ezrin.  Bob criou dois pontos importantes em Detroit Rock City: A linha de baixo (num estilo R&B) e o solo no estilo flamenco, além de incorporar elementos externos à parte musical, como a antes da entrada da música e do álbum, numa narrativa que se relaciona com o tema da música e o final clássico com o som de uma batida de automóvel.  Dois compositores ajudaram a lapidar as contribuições musicais da banda – Kim Fowley (creditado em Do You Love Me) e Mark Anthony. Gene traz idéias em Shout It Out Loud, onde Paul Stanley acaba dividindo o vocal com Gene, mais uma marca da produção de Bob Ezrin (que seria explorada nos outros dois álbuns que o produtor faz com a banda).  Great Expectations, que era liricamente associada aos membros da banda, em 1ª pessoa, se modifica para uma idéia lírica mais genérica, onde o cantor se dirige ao seu publico – novamente idéia de Bob Ezrin.

E há Beth… enquanto Paul Stanley descartava a validade da música, Gene acha que seria interessante Peter mostrá-la a Bob Ezrin.  Ezrin refez parte das letras – que eram associadas a uma ex-namorada de Stan Penridge, co-autor da música, que era integrante da Ex-banda de Peter – Chelsea, quando o primeiro esboço foi criado. Aparentemente, a então namorada de Stan, Becky não deixava a banda ensaiar, interrompendo o ensaio repetitivamente e este fato se torna, mais suavemente colocado, no tema da música.  Gene sugeriu a mudança de Becky para Beth para evitar confusões com o guitarrista Jeff Beck. Ezrin utiliza a estrutura básica da música e a produz acrescentando a orquestração, o que modifica completamente o resultado final.

Deve se ressaltar que DESTROYER marca o início da exposição de problemas de dois membros da banda: Peter, que mergulha em drogas (principalmente cocaína), não afeta negativamente as gravações deste álbum, que considera uma de suas melhores performances na bateria. Já Ace e seu envolvimento com bebidas alcoólicas trazem, durante as gravações, um problema para a banda: Sweet Pain precisava ser finalizada para atendimento do cronograma, e Ace desaparece em meio às suas costumeiras festas. Bob Ezrin toma uma atitude que viria a ser constante nos próximos álbuns da banda e convoca um outro guitarrista – Dick Wagner (que havia tocado com Ezrin nos álbuns de Alice Cooper) para fazer o solo. Dick também participa nos solos de Flaming Youth e nos violões de Beth.

O Encarte do Cd Remaster mostra o  logotipo do Kiss Army

O Encarte do Cd Remaster mostra o logotipo do Kiss Army

*A parte interna do Lp Japonês mostra o logotipo do Kiss Army

*A parte interna do Lp Japonês mostra o logotipo do Kiss Army

O grupo de uma forma quase unânime dá nota máxima para o trabalho exceto Simmons que o avalia como 4,5/5.  A arte gráfica torna a capa uma das mais conhecidas de toda a carreira do KISS, e atende a um desejo em especial de Gene Simmons, um conceito no estilo de história em quadrinhos.  Gene chegou a sugerir o famoso Frank Frazetta para elaboração da capa.  Frank, porém, pede 15 mil dólares pelo trabalho e só permitiria a ilustração para o uso na capa, mas o tino comercial do staff do KISS já pensava no uso da arte em outros produtos, como lancheiras, e o negócio acabou sendo feito com outro artista, Ken Kelly, na época  autor das revistas Creepy, sendo também o primo de Frazetta.  Pelo trabalho, Kelly recebeu 5 mil dólares, e voltaria a trabalhar com o KISS no outro ano, no álbum LOVE GUN.

O final das gravações se dá no fim de fevereiro de 1976 e em 1º de março de 1976 o primeiro single é lançado: Shout It Out Loud que atinge uma respeitável posição 31 nas paradas e o álbum, DESTROYER, é lançado duas semanas depois atingindo a 11º posição em maio de 1976.  Em agosto o álbum perde fôlego e desaba para a 192ª posição. Paul relembra que o álbum vende inicialmente 850.000 cópias, embalado pelo prévio sucesso de KISS ALIVE!, mas em seguida falha nos lançamentos dos singles Flaming Youth (abril) que atinge a 74ª posição apenas e Detroit Rock City (que nem chega entre as 100) que falha completamente. O álbum era muito elaborado, o público parecia querer algo mais direto. O single Detroit Rock City, porém traz então algo inusitado: No lado B – como um tiro em qualquer direção e com a banda imaginando mínimas chances de atingir sucesso, uma balada – Beth chama atenção de algumas rádios e começa a ser tocada com mais regularidade de que Detroit Rock City.  A gravadora atenta à situação tenta uma nova cartada e lança Beth como single (Lado A) em agosto, e em 25 de setembro o single atinge 7ª posição nas paradas e vende mais de um milhão de cópias, sendo o primeiro single disco de ouro e maior hit da banda.

Após o casamento de Ace em 10 de maio (há um registro através de um vídeo caseiro nos easter eggs do DVD 2 do Kissology Vol 1, onde a banda toca Shout it out loud e Rock and Roll All  Nite com trajes de casamento, com ternos e gravatas), a banda viaja para a Europa, fazendo sua primeira turnê fora dos EUA, com shows na Inglaterra e Alemanha.  A DESTROYER Tour nos EUA começa efetivamente apenas em 1º de julho (após ensaios em junho) como headliners. A banda praticamente toca quase todo o álbum ao vivo, exceto Sweet Pain, Great Expectations (música executada apenas uma vez, muito tempo depois para o Alive IV) e Beth (que só seria tocada ao vivo na turnê seguinte).

As bandas de abertura dos shows do Kiss na época são de estilos variados, Bob Seger & the Silver Bullet Band, Felix Pappalardi & Creation, Point Blank, Artful Dodger, Kansas, Starz, Montrose e Ted Nugent. A gravadora aproveita o bom momento do Grupo e lança uma edição tripla que contem os três primeiros álbuns, chamada THE ORIGINALS (que nunca foi lançada no Brasil). A turnê americana conclui-se em 12 de setembro, com a banda bem embalada pelo sucesso de Beth. Não há shows desta época no Kissology, apenas dois programas de TV, So it goes na parte européia da turnê  e The Paul Lynde Halloween Special, que foi gravado em  19 e 20 outubro e exibido em no dia 31/10, com um playback editado de King of the Night Time World.

O grupo retorna imediatamente ao Estúdio para gravar o próximo álbum. Paul e Gene gostariam de continuar a trabalhar com o produtor Bob Ezrin, embora este já havia resolvido partir para outros caminhos.

No vinil a Contracapa expondo melhor a pintura de Ken Kelly

A contracapa do vinil o detalhe da pintura de Ken Kelly

N.R.: DESTROYER é um álbum clássico indubitavelmente. A produção de Bob Ezrin fez com que o seja bem mais polido que os anteriores, e se prestarmos atenção existem instrumentos bem incomuns aos discos tradicionais de rock and roll, tais como violinos, acordeões e realejos. Apesar de se perceber uma uniformidade (clima) que também foi alcançada na produção, o grande ganho do álbum é trazer grandes composições. Não se pode desta forma negar que Bob Ezrin teve influência definitiva já na primeira intervenção na banda. O início da fase 2 com DESTROYER mantém o sucesso conquistado anteriormente e amplia o horizonte comercial da banda, que visivelmente foca o mercado. Percebe-se que Shout it out Loud é uma tentativa de ser como uma nova Rock and Roll All Nite – e por isso é o primeiro single a ser lançado. Percebemos também pelas letras a estratégia de marketing de atingir uma determinada camada de publico (Flaming Youth) , uma cidade onde a banda fazia sucesso (Detroit Rock City), ou os fãs de uma forma direta (Great Expectations).  Beth também acaba sendo uma tentativa de ampliar os alvos comerciais da banda, e que acaba sendo o diferencial do álbum, mesmo que sem querer.  Lembramos já conhecer previamente algumas das músicas, pois possuíamos a (pseudo) coletânea KISS KILLERS antes de adquirir o álbum DESTROYER. Na versão da coletânea, a introdução narrada de Detroit Rock City é cortada e não se percebe o clima que o produtor queria trazer para o álbum.

É um álbum para se ouvir inteiro, e aí se compreende melhor o seu intuito e estilo, e recomendamos a todo fã da banda. Agora chega de encher a bola de DESTROYER e nos preparemos para o próximo capitulo, na semana que vem.

A bolacha do vinil brasileiro - A contracapa ao fundo

A bolacha do vinil brasileiro – A contracapa ao fundo

Flavio Remote e Alexandre B-side.

Colaborou: Eduardo.

*Post Revisado com inclusão de fotos do novo “velho” vinil japonês em 29/07/2015.



Categorias:Alice Cooper, Bootlegs, Curiosidades, Discografias, Kiss, Resenhas

45 respostas

  1. Remote, muito bom….excelente

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  2. Remote e B-Side, mais um excelente capítulo de uma excelente história. Fiz pequenos ajustes nos posts, como nome de músicas (padronizando) e a data da certificação Platinum, que estava antes da Gold (fui atrás e descobri que foi em 11/11/1976).

    De resto, mantendo-se a ótima qualidade que vcs vem trazendo, com o diferencial do material gráfico usado sendo próprio e com a mescla de ótimas fontes e do conhecimento de vcs… além das opiniões finais, sempre pertinentes.

    Este disco, em minha opinião, deve entrar no top-3 da banda. Depois que chegarmos ao último capítulo dessa história, que talvez até lá já inclua alguma coisa que está sendo mencionada por aí (http://whiplash.net/materias/news_873/091990-kiss.html), sugiro que façamos ou uma pesquisa, ou um ranking (ou os 2) dos discos da banda.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  3. Eduardo :
    Agradeço os pequenos ajustes efetuados, em meu nome e do meu irmão.
    Em relação ao platinum certfication, a data está corretíssima, e por coincidência, é a mesma data do próximo lançamento , Rock and Roll Over , mas novos detalhes acerca deste só serão vistos na próxima segunda feira.O que posso adiantar é que ele já está pronto,assim como mais dois, mas estamos mantendo o ritmo de um por semana.Assim, o jeito é aguardar ….

    Alexandrebside

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  4. durante muito tempo foi a primeira musica das fitas cassetes p / ouvir no carro[detroit is the best]

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  5. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  6. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  7. Para quem nunca entendeu como a música “Beth” foi criada, o vídeo abaixo explica, hehehe…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  8. Além da óbvia questão que remete o vídeo a uma ironia em referência à letra, afinal no mínimo se sabe que os caras não gravavam suas músicas mascarados, pelo menos isso, eu sempre tive um entendimento que a letra em si refere-se a um DR. E pelo jeito, um barraco dos bons…
    Mas o que Peter alega em várias entrevistas é que sim, tratava-se de uma questão que o envolvia em alguma ausência por motivos de compromissos junto a uma banda ( que não era o KISS, se não me engano o Lips), mas que era ele quem ficava sentido, traduzindo esse sentimento na melodia triste da canção..
    Se isso é verdade, ou se o motivo real era um “barraco” , sabe-se lá…

    Alexandre Bside

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    • B-Side, o fato é que o vídeo não teria muita graça se eles não estivessem caracterizados, hehehehe. E parece que esta será uma série de vídeos desta forma, “explicando” em forma de brincadeira, sem necessariamente com a devida precisão, o “significado” de músicas. Eu achei bem feito e bem humorado.

      De resto, seu comentário é sensacional, mais uma aulinha…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  9. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  10. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  11. O Rolim tem razão
    Foi complicado saber a verdade
    Mas foi esclarecedor
    Mão no peito com cerreza

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  12. Muito interessante esse lance das crianças. Porém isso me gerou mais curiosidades. Por exemplo, que carro é dirigido na musica Detroit Rock City? O que é falado antes de (?) entrar no carro? Como foi o acidente? Daria um excelente enredo para um video clip.

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  13. Caraca! Muito doido! Não é a toa que o álbum é tão endeusado!
    Valeu pelo esclarecimento!

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  14. Oi Remote oi B Side
    Tudo ok?
    Eu tava sumido, mas tô por aqui agora…
    Como sempre, só tenho elogios para com vocês! Vocês sempre trazem detalhes curiosos sobre esta banda que eu amo.
    O que dizer do DESTROYER? Um classico, obra prima, pérola? Tudo isso seria muito redundante e óbvio!
    QUEM TIVER OUVIDO PARA OUVÍ-LO QUE OUÇA!!!
    Valeu brothers pelas informações.
    Até a sexta parte…
    Abraços…

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  15. Flavio, o que e’ exatamente o Kiss – Destroyer Resurrected, você acha que vale a pena a compra? Um abraço.

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    • E aí JP, tudo em cima?
      Destroyer Ressurrected é uma versão comemorativa do álbum, com uma nova versão de Sweet Pain, contendo o solo original de Ace Frehley e um review do Bob Ezrin contando detalhes do álbum no encarte.
      Como todo o álbum está nesta nova versão, vale a pena pra quem não tem a versão original.
      Ou pro mais assíduo que quer ter tudo da banda. Pra aquele que gosta da banda, mas não tem toda a discografia eu aconselho ter apenas uma versão do álbum e empenhar um segundo orçamento em outro disco.

      Alexandre

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  16. Grande Alexandre, obrigado por me esclarecer!!! Quando tenho alguma duvida sobre o Kiss e família, sempre penso em vocês e sei onde recorrer. Bem, eu não sou muito conhecedor da banda, gostava (ainda gosto) mais da fase anos 80, dos anos 70 só tinha o Kiss Alive II em vinil, o restante estou adquirindo aos poucos em cd por influencia de vocês.
    Realmente esses relançamentos com artes gráficas e alguns nomes diferentes e’ mesmo para sacanear os fãs mais assíduos e faze-los comprar novamente o mesmo disco. Poderiam fazer um relançamento com a mesma arte gráfica, mas… O Maiden fez isso também, e’ fod*, acabei tendo que comprar 3 versões do No Prayer.
    Gostei das versões deluxe do Black Sabbath que mantem a mesma arte gráfica.
    Mais uma vez obrigado. Um abraço.

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  17. É sempre muito bom revisitar os postos do blog, especialmente os do Kiss. Mas para deixar registrado e seguindo nos últimos comentários, eu acho uma grande falha do Kiss a questão das edições dos álbuns tanto no vinil quanto os CDs. Mesmo nos tempos áureos do CD, as edições sempre foram muito simplórias. As exceções logicamente das edições japonesas não valem, pois sempre foram um ponto fora da curva. Não “custava nada” pegar os book tour da época dos álbuns e transformar em encarte. Muitas bandas fizeram edições caprichadas como o Deep Purple, Judas Priest, Iron Maiden. O Kiss que se vale tanto do visual não utilizar isso nos álbuns é muita negligência.
    Então existe esse Destroyer Ressurrected que não tem muita coisa. Tem uma versão de luxo do Love Gun duplo. O segundo álbum tem intervista, versões demo, ao vivo e músicas que não entraram no álbum. Os outros não tem?
    Quando lançaram as versões remasterizadas era a hora de caprichar. É uma lastima!!
    É tenho dito!

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  18. Ps: os últimos 2 álbuns de estúdio tiveram boa apresentação gráfica, o que deveria influenciar os álbuns antigos.

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  19. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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