John Bush no vocal do Metallica?

Por Leandro

Não, não é bem assim… Eu explico.

Nesta semana de Megadeth no Brasil, tenho ouvido algumas coisas do chamado “Big Four” do trash metal – Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax.

Lendo sobre as bandas na Wikipedia, me veio um fato até então desconhecido. John Bush, ex e novamente atual vocalista do Anthrax, e na época, vocal do Armored Saint, teria sido seriamente convidado por James Hetfield para assumir os vocais do Metallica antes do lançamento de Kill ‘Em All.

Eu sempre gostei muito do vocal do John Bush. Na época da saída do Bruce do Maiden, até viajei achando que ele seria um ótimo substituto para os vocais da Donzela.

E vocês? O que acham? Teria o Metallica chegado onde chegou se seu vocal fosse o John Bush? Eu não sei… mas a ideia por um momento me agrada.




Categories: Anthrax, Armored Saint, Artistas, Black Sabbath, Covers / Tributos, Curiosidades, DIO, Instrumentos, Iron Maiden, Letras, Músicas, Megadeth, MetallicA, Resenhas, Tá de Sacanagem!

35 replies

  1. Vamos lá, temos que contextualizar as épocas…

    Quando o MetallicA estava “nascendo”, não tínhamos ninguém que queria cantar. Hetfield era um guitarrista que não queria assumir os vocais. Mas como não tinha ninguém para tal tarefa, ele topou, mas sempre falava que em caráter temporário.

    Se pegarmos o Kill ‘Em All, veremos um “moleque” cantando, que tinha que gritar para poder “muquiar” sua inaptidão para tal.

    Porém, o “moleque” já melhorou demais no disco seguinte, o Ride The Lightning. Músicas como “Fade To Black” já mostram um o amadurecimento rápido dele.

    Master Of Puppers, o terceirão, já mostra um Hetfield muito mais maduro, e com uma voz inconfundível… o “moleque” havia se tornado um excelente vocalista… dono de um estilo e timbre únicos.

    Assim, na época do Kill, a ideia de outro vocalista foi sim cogitada e ventilada. Mas depois eles desencanaram total… e ainda bem!

    O Hetfield perdeu sua voz na turnê do Black Album, anos depois, após 3 anos de tour, as vezes com 2 shows por dia, cantando o que ele mesmo considera que acaba com a voz: o cover “So What?”.

    Sobre o cara no Maiden, hum … aí é outra história … Bruce para mim está no patamar dos deuses que ainda pisam na terra, como Dio. Mas poderia ter sido uma escolha interessante na época sim… apesar de não atingir o que o Bruce atinge, o Blaze também nunca conseguiu. Então, por que não?

    De qualquer forma, o melhor mesmo é deixar cada um em seu lugar atual :-). Hehehehehehe.

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. A voz consagrada no Metallica já é do Hetfield, e qualquer mudança soaria estranha. Sobre o Bush é um excelente vocal, e quando entrou no Anthrax mudou o estilo da banda, para um lance mais Heavy. O Belladona também é excelente vocal, e só para botar uma pitada de polêmica – a versão de Sabbath Bloody Sabbath coverizada pelo Anthrax é superior ao Bruce cantando a mesma. O Bush no Armored Saint é impecável também, aliás recentemente consegui conhecer esta banda e recomendo a todos.
    Sobre o Iron, o Bruce é imbatível, mas quando saiu pensei no Michael Kiske como uma boa alternativa. Os estilos não são idênticos, o Bruce tem mais agressividade. Mas a extensão vocal do Kiske também impressiona.
    Abraços

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    • Remote, acabei de ouvir a versão de SBS com o Anthrax e achei excelente! Não sei dizer se melhor que a versão com o Bruce nos vocais, mas gostei bastante – não conhecia. No final do dia, acho a voz do Bruce mais poderosa, mais imponente, mas aí envolve gosto e paixão, então não quero aqui fazer a comparação… sem contar a parte da voz, o som da banda também é excelente!!!

      Na dúvida, fico com as 3 versões no iPod: original, a do Bruce e agora esta!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

      Like

  3. Eduardo,
    Show de bola os links para observações. Que bom você ter ido ver a versão do Anthrax, não sabia que vc não a conhecia.
    Vou comentar mais detalhadamente mais tarde, vou pegar um violão para embasar um pouco o comentário.
    A noite comento (se o Ale não fizer primeiro hehehehehe…)
    Abraços
    Flavio Remote.

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  4. Sim, vamos aos comentários sobre as três versões (isso vai ser meio longo)
    1o uma parte mais técnica da coisa – que não necessariamente pode ser utilizada como critério ou servir de algo.
    Vou dar uma explicada musical com mínimos detalhes para entendimento – quem já sabe desta baboseira toda pode pular os dois passos abaixo:
    1 Passo)
    7 notas musicais – Do-Re-Mi-Fa-Sol-La-Si e temos algumas no meio que são chamadas sustenidos ou bemóis. Pra facilitar vou usar o sustenido (simbolo #). Então entre Do e Re – temos o Do#. entre Re e Mi temos o Re# e assim por diante, sendo que as notas terminadas em i não tem sustenido. Então temos:
    Do-Do#-Re-Re#-Mi-Fa-Fa#-Sol-Sol#-La-La#-Si e dai começa de novo.
    Cada intervalo acima é chamada de meio tom ou semi-tom. Dois semi-tons fazem um tom.
    2o Passo) Tom da música. O tom da música ou segmento da música é a base onde a melodia (tipicamente o que se canta ou sola) se situa. Na pratica, podemos tocar qualquer musica em qualquer tom e a melodia pode se adequar. A canção original do Black Sabbath é em Tom Do# (Dó sustenido). Isso significa que o Ozzy canta com base Do#.
    No Anthrax houve a redução de 1 semi-tom: A musica está em Do. Na versão do Dickison a primeira parte está em La# – redução de 3 semi tons ou 1 tom e meio. Na parte final (a parte onde o vocal é mais agudo) há a mudança de tom para Re# – são 5 tons abaixo.
    3o Passo) O que significa isso: Nada ou tudo (hehehehehe). Tipicamente no HM os tons agudos masculinos são valorizados. O proprio Dickinson é elogiado pelo alcance vocal mais agudo. Então se verificarmos as versões, veremos que:
    1) A do sabbath é a mais aguda
    2) A do Anthrax está bem proxima.
    3) A do Dickison está bem atrás, tanto no início, quanto no fim, que apresenta uma enorme redução de tom.

    Quais os motivos para a redução de tom na musica:
    1) Facilitar o canto
    2) Dar mais peso.
    3) Outros (facilitar a execução dos instrumentos – dependendo do tom é facilitador, por exemplo).

    Para acabar a baboseira toda, ficamos com o sequinte:
    1) A versão do Anthrax é mais proxima do original, inclusive no Tom
    2) A do Dickinson se distancia do original.

    O resto é gosto de cada um e dai entram outros diversos fatores, tais como:
    Timbre vocal ou dos instrumentos, equalização, peso, qualidade da execução, solo, apego emoocional, originalidade, quantidade de alcool ao se ouvir cada versão, a menina que transamos quando ouvimos a musica… etc… etc…

    Nos dois aspectos (técnico e gosto) prefiro a do Anthrax à do Dickinson. A do Sabbath não comparo – pois rola a tal originalidade …

    Abraços e desculpem a baboseira longa pacas….

    Flávio

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    • Remote, obrigado pela “aula grátis”. Eu sou um zero à esquerda de teoria musical (e de prática também). Infelizmente tudo que conheço é de puro, digamos, “feeling de ouvido”.

      Pela explicação teórica, entende-se perfeitamente o seu comentário.

      Entendo agora, com base na teoria musical, que a versão cantanda pelo Bruce é a que mais se afasta da original. Mesmo assim, continua sendo a versão que mais me agrada (com relação a cover). A original é a original… é insubstituível…

      Fica assim o meu “ranking” por meu “gosto”… e aí não é teoria, é puro gosto… sendo que adorei também a versão do Anthrax, que não conhecia…

      1) Original.
      2) Bruce.
      3) Anthrax.

      Outro aspecto que vale muito para mim: o momento…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Ah! A parte da versão do Bruce que mais gosto é realmente a parte do final… e aí tem a ver com o “poder” da voz do baixinho, e não com o tom ou qualquer coisa… mais aí, de novo: é a emoção falando, talvez:

        Where can you run to?
        What more can you do?
        No more tomorrow
        Life is killing you
        Dreams turn to nightmares
        Heaven turns to Hell
        Burns out confusion
        Nothing more to tell, yeah

        Everything around you
        What’s it coming to?
        God knows as your dog knows
        Bog blast all of you
        Sabbath, Bloody Sabbath
        Nothing more to do
        Living just for dying
        Dying just for you, yeah…

        [ ] ‘s ,

        Eduardo.

        Like

  5. Perfeito, Remote. Quanto custa a aula? rsrs…
    Eu prefiro a do Sabbath disparada (pra mim, dificilmente um cover ganha de uma versão original), depois a do Anthrax e, por último, a versão do Bruce (ele “freiou” demais… hehehe…)

    Abraços.

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  6. Bem, acho que fui meio que “desafiado” aqui…Ok, challenge accepted ( desafio aceito…).Não gostaria de fazer deste comentário um ” testamento”, mas vejo que ele vai se encaminhando para isto..
    Antes de mais nada, Sabbath Bloody Sabbath é a minha música favorita do Black Sabbath na fase original. A música fazia parte de uma fita cassete que um amigo do Flávio nos gravou só com sons do Sabbath, sendo todos do Dio. Eram os clássicos do Live Evil, mais a versão de estúdio de Heaven and Hell, e no final, esta tal SBS. Acho que esta fita foi a primeira coisa do gênero que ouvi depois do discos do KISS. E certamente me abriu a mente pro nosso amado Heavy Metal,na essência,posso atestar. Daí, fazer uma cover da música é antes de tudo, um baita desafio, pois o próprio Ozzy não tem uma versão ao vivo que se compare à original. A questão básica do vocal tem a ver com os registros mais agudos, pois a música tem uma linha vocal num tom bastante alto. Para exemplificar melhor, tentem cantá-la no tom original(Dó sustenido menor), acompanhando o “velhaco” em 1973 . Se alguém consegui cantar a segunda frase,sem usar falsetes, parabéns .Bem, o desafio maior é cantar a música toda então, cante também a segunda estrofe (após o primeiro refrâo),sempre enfatizando as frases pares, como segue abaixo:

    You see right through distorted eyes
    You know you have to learn
    The execution of your mind
    You really have to turn
    The race is run, the book is read
    The end begins to show
    The truth is out, the lies are old
    But you don’t want to know

    Nobody will ever let you know
    When you ask the reasons why
    They just tell you that you’re on your own
    Fill your head all full of lies-lies-lies-lies-lies

    The people who have crippled you
    You want to see them burn
    The gates of life have closed on you
    And there’s just no return
    You’re wishing that the hands of doom
    Would take your mind away
    And you don’t care if you don’t see
    Again the light of day

    Nobody will ever let you know
    When you ask the reasons why
    They just tell you that you’re on your own
    Fill your head all full of lies-lies-lies-lies-lies
    You bastards!

    Bem, aqui entra o solo… Antes de tudo,vamos dar uma parada para ver como estão gravadas as duas covers : Na versão do Anthrax ,o tom é Dó menor , ou seja, meio tom mais grave, o que já dá uma facilitada para atingir as notas mais agudas. A versão de Dickinson está em Si bemol menor, ou seja um tom e meio mais grave que o Ozzy de 73. Acontece também que esta versão de Dickinson com o Godspeed é sem dúvida uma versão mais “livre” da música, onde os acordes originais nem sempre são respeitados. Na última frase antes do solo, pode ser percebido um excelente exemplo da poderosa voz de Dickinson improvisando livremente ,e no meu entender, de forma bastante acertada, pontos pra ele…

    Bom vamos ao pedaço final da música, onde o que já era dificil, fica quase impossível.. Nesta parte, em nenhum registro oficial do Ozzy ao vivo (nem no Sabbath- no álbum Reunion, nem em sua carreira solo-no álbum Speak of the Devil, alias neste clip que foi colocado acima ela também desapareceu.. )se ouve o vocal do madman, a música segue para um final instrumental. Tentaram cantar ? :

    Where can you run to?
    What more can you do?
    No more tomorrow
    Life is killing you
    Dreams turn to nightmares
    Heaven turns to Hell
    Burns out confusion
    Nothing more to tell, yeah

    Everything around you
    What’s it coming to?
    God knows as your dog knows
    Bog blast all of you
    Sabbath, Bloody Sabbath
    Nothing more to do
    Living just for dying
    Dying just for you, yeah…

    Bem, voltando às covers em questão, o tom original aqui( também o Dó sustenido menor), é tocado também meio tom mais grave na versão do Anthrax , mas na versão mais livre de Dickinson a coisa é mais ortodoxa ,pois ela “despenca” para um tom bem mais baixo(Ré sustenido menor- exatos 5 tons mais graves que a original). Tenho de fazer aqui ao menos três considerações: Uma, óbvia, é que o desafio de uma linha vocal bastante aguda sofreu um facilitamento por tal mudança. Outra, a voz de Dickison, ainda que num tom mais grave, é poderosa e de uma agressividade que me agrada bastante. E por último, apesar da mudança de tom, não me soa muito facil cantar a música em tons tão diversos da original , outro ponto positivo para Dickinson , ainda que tal mudança tenha me causada certa estranheza. No fim das contas , entre as duas , fico com a original do Sabbath, hahahaha…. Deixando a brincadeira de lado e pra não ficar em cima do muro, entre as duas covers,ambas muito corajosas, fico com a do Anthrax, sobretudo por estar mais próxima do original e ter sido tão bem executada . E falando neles, quem puder dê uma checada nas covers que foram feitas para musicas do KISS, são elas : Watchin You, Parasite e She, todas ficaram muito boas …
    Ah, pra terminar, Flavio, a gente tocava SBS em ré menor ( meio tom mais alto)..Hoje, sinto pena de você…

    Um abraço a todos , e desculpem-me pelo tamanho do “comment”

    Alexandre Bside

    Like

    • B-Side e Remote, caras, que legal as análises de vocês… muito legal mesmo… por isso que vocês músicos conseguem enxergar coisas de outro jeito, que nós (eu), amadores, não conseguimos.

      Hoje, qual serial o tom que vocês tocariam SBS? Hahahaha … acho que o desafio voltou para o lado do Remote agora…

      Obs.: se EU cantasse SBS, com certeza, o vídeo disso entraria na categoria “Tá de Sacanagem” (apenas nesta categoria, ninguém teria coragem de recomendar a “Black Sabbath, por exemplo) e GARANTO a todos: nunca, eu disse NUNCA, em qualquer galáxia, ninguém me tiraria o posto de PIOR COVER da música. Acreditem! 🙂

      Obrigado B-Side e Remote pelos comentários sempre tão sensacionais…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

      Like

  7. Eduardo,
    Hoje nesse momento atual do meu vocal, eu nem cantaria. Estou com problemas nas cordas vocais, devido a refluxo gástrico que as queimou. Fui num médico, rolou uma dieta, a coisa deu uma evoluída, mas melhorou pouco Acho, inclusive, que vou a outro médico.
    Agora sobre o A1000 e com o Rolf, já tocamos a SBS. No A1000 tocamos em Ré, como o Ale falou acima, por que tiramos a música errado. Tocar em Ré é 1 semi-tom mais aguda do que a original, daí o B-side ter quase me pedido desculpas.
    Com o Rolf, o B-side gostava de tocar com os instrumentos afinados meio tom abaixo, para dar peso. Dai, como tocávamos em Re, mas com afinação reduzida, dava no mesmo e ficava igual ao Sabbath.

    Flavio

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  8. Cara, na verdade o arranjo que a gente fazia quando tocava no A1000 era um pouco diferente,e pra funcionar teria realmente de ser neste “tom sacrificante” pro “gogó” do Remote. Isto porque na parte final da música cada guitarra tocava de uma maneira,sendo que a minha ficava bem mais pesada que a original. Não vou entrar em detalhes técnicos da afinação,seria enfadonho demais, como disse o Remote, “uma baboseira” . A verdade é que eu passei um tempo da minha vida me maravilhando com afinações não muito ortodoxas de guitarra, graças principalmente ao Jimmy Page, aliás,em relação ao Led Zeppelin,pouco coisa é falada aqui no Minuto Hm, não ? Precisamos em algum momento reparar esta falta.
    Cara, a brincadeira com o Rolfistico Personagem também era muito legal…Um power trio de peso, onde o Rolf era deslocado para a bateria. Quem conhece um pouco de nosso amigo sabe que ele é um dos poucos que conheço que não se abstém de tocar qualquer instrumento que caia em suas mãos , e nunca deixou a desejar mesmo… A bateria dele era tão maravilhosamente alta que o jeito era ligar a minha guitarra em dois amplificadores para dar conta da competição sonora… No repertório? Muito Sabbath (principalmente com Dio), muito KISS , e várias pérolas altamente Bsides. E no final da “catarse sonora” , não podia faltar a ” religiosa ” cervejinha com o bate papo musical. Muito boa aquela época… Eduardo, mande um abraço para o nosso amigo, entre um ou outro bicudo que você sempre nos promete…

    Alexandre Bside

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  9. Galera do Minuto Hm

    Lembrei deste post, e de todo o seu desencadeamento envolvendo as diversas versões de Sabbath Bloody Sabbath e aí lembrei de uma mais versão, desta vez bastante inusitada, de uma banda chamada Cardigans

    Aí vai…

    Será que essa vai ganhar a preferência de algum de nós ? (eu , não…)

    Mas ao que parece a banda é fã do Sabbath, pois fez outras versões igualmente inusitadas para Iron Man ( principalmente) e Changes (menos surpreendente, na minha opinião).

    Quem quiser se arriscar a ouvir , aí segue :

    PS : Aos que eu fiz perder algum precioso tempo, minhas sinceras desculpas

    Alexandre Bside

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    • B-Side,

      sobre a versão para Sabbath Bloody Sabbath, ficaria feliz em ouvi-la em situações como: jantar de família com a rádio Antena 1 ou Alpha FM de fundo ; consultório de dentista ; rádio do corredor da empresa ; fila de banco ; etc. A segunda parte da música deu uma comprometida no trabalho final, na minha opinião. Mesmo assim, uma versão bastante interessante que pode deixar familiares e amigos felizes cantando Black Sabbath sem saber (olha, acontece comigo as vezes). Como fã de rádio tipo Antena 1, o resultado chega a ser interessante, considerando o que eles se propõem a fazer mas, claro, passa longe do meu iPod.

      A versão para Changes não me agrada pelo simples motivo que tirou todo o clima que a música original se propõe. Changes não pode se tornar uma música onde o sol brilha e sorrisos são vistos na plateia. É outro propósito. Sei lá, não tenho na minha cabeça essa música assim, “feliz”. Veja, nada a ver com o trabalho da banda Cardigans, apenas que Changes, para mim, não se encaixa neste tipo de som proposto.

      Já Iron Man não cheguei a uma conclusão, mas acho que seria algo da minha opinião com relação a versão da banda para SBS. Talvez aguardando para comprar pão na padaria na praia…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  10. Eduardo, a inclusão desta versão de SBS teve o principal propósito de polemizar, pois também em minha opinião não podemos comparar com as demais versões. Esta ( e as demais do Cardigans) chegou aos meus ouvidos por um amigo que tinha na época uma namorada que gostava de Cardigans. Andei ouvindo ( e não gostando) os álbuns da banda, pelo simples fato de que nada que venha a criticar ( ou não gostar, apesar de talvez respeitar) pode ser feito sem que ao menos tenha parado par ouvir (e ouvir pra mim demora um tempo, são várias audições).Naquela época ( desta namorada de um amigo que continua amigo,mas sem a namorada), ouvi alguns álbuns deste Cardigans e o

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  11. ( continuação do comentario anterior)… o que ficou foi o fato inusitado desta banda que nada tem a ver com metal gostar tanto de Black Sabbath, a ponto de regravar 2 músicas e tocar Changes ao vivo. E pra terminar de forma igualmente polêmica, concordo com o seu comentário acerca do ” clima” de Changes, foi perfeito!!! A versão original é linda e amarrada ao momento mágico que o Sabbath gravou. Esta do Cardigans me soou bem dispensável, mas é pelo menos bem melhor do que Ozzy e sua filha quiseram fazer com uma regravação piegas, tendo uma mudança ridícula na letra…

    Esta regravação chegou ao primeiro lugar na Inglaterra…

    Honestamente, prefiro ouvir o Cardigans…

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    • B-Side, ver e ouvir a versão do Cardigans até o final foi uma tarefa difícil, mas a dificuldade não se compara com esta que você acaba de colocar. Que coisa pífea… isso é coisa que, no máximo, deveria ser guardada com senha nos arquivos familiares deles…

      Eu, por exemplo, quando tinha uns 16 anos, “gravei” minha terrível voz cantando “Enter Sandman” sobre a versão demo da música e é coisa que eu só não deletei sei lá, porque faz parte da vida. Claro, guardada as devidas proporções, esse vídeo com esta letra alterada é ridículo, e consegue ficar pior com a letra a partir do 3’40”.

      Sobre ter atingido o primeiro ligar nas paradas inglesa, fica claro como a fórmula do também ridículo “The Osbournes” ajudou na questão – como diríamos por aqui, “é disso que o povo gosta”…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

      Like

  12. Cade a versão de Enter Sandaman ? Disponibiliza aí…

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    • Quando comentei sobre a “minha” versão para Enter Sandman, foi com o propósito ÚNICO de dar um EXEMPLO! Cara, eu devo ter sim, até hoje, aquela “versão” guardada, mas numa boa, aquilo foi uma brincadeira para mim mesmo e o resultado ultrapassa qualquer limite da categoria “Tá de Sacanagem!”, por exemplo.

      A única diferença é que ela não é uma versão pública, hahahaha. Não dá, de verdade. Foi uma brincadeira que eu fiz em uma noite que não tinha nada para fazer, praticamente gritando em um microfone da pior qualidade, ligado em um computador velho com o famoso “kit multimídia” da Sound Blaster que me lembro que conflitava as interrupções de som e, as vezes, eu ficava sem áudio no micro, então daí você pode tentar imaginar a “qualidade” da gravação. Quanto a minha voz, timbre, tempo de música, etc., é pior ainda.

      Então, que fique apenas mencionado como um mero exemplo…

      Em resumo: ESQUEÇAM ISSO. Hahahaha.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Lembrei deste post, quando achei essa versão do Bruce Dickinson solo, ao vivo. Trata-se de Sabbath Bloody Sabbath, extensamente discutida por aqui. A versão é na linha do que o Sabbath fez, e no mesmo tom, ou seja, difícil para meirelles . Tiro meu chapéu pra Bruce, que matou a pau aqui. A banda bem podia ter caprichado mais,no entanto..

        Alexandre Bside

        Like

        • B-Side, boa lembrança… esta versão eu já conhecia e Bruce merece todos os elogios do mundo aqui… e concordo com você, a banda poderia ter tentado ficar próximo ao que o Bruce entrega “suportando” o que havia saído no Nativity in Black com Godspeed.

          [ ] ‘ s,

          Eduardo.

          Like

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