Guitarristas de Metal nos anos 1990

Sem CordasAtravés de uma brincadeira com meu irmão, resolvi fazer o que normalmente não gosto muito, listar grandes guitarristas nos anos 1990 (Metal) e classificá-los. Com a decadência do Hair Metal do final dos anos 1980 (Whitesnake, Bon Jovi, Poison, Van Halen, etc), sucumbido pela efervescência do Grunge no início dos anos 1990, algo mudara, inclusive a participação dos guitarristas, tidos como heróis do Heavy Metal. Bandas como Pearl Jam, Soundgarden, entre outras, haviam reduzido o papel técnico dos guitarristas, apostando em um som mais cru, mais simples. O Grunge faria o papel do Punk do final dos anos 1970, talvez em menor proporção… será? Bom, essa discussão já foi muito abordada, e talvez mereça aprofundamento, mas não será neste post…

Na contramão do movimento Grunge, algumas bandas mantiveram a importância dos virtuosos, emocionantes, arriscados, clássicos e principalmente pertinentes e fundamentais solos, e conseguiram sobreviver, principalmente no thrash e no prog-metal, e ainda houve alguns exemplos do puro Hard rock/Heavy Metal. Selecionar solos e grandes contribuições nesta década (principalmente no início dela), portanto, não é tarefa tão fácil, quanto nos anos 1980 e 1970, concordam?

Seja como for, resolvi montar uma lista, e com total concordância do meu irmão (coisa rara). A lista será injusta, é claro, nós com certeza esqueceremos grandes contribuições de outros grandes guitarristas, mas não dá para dizer que os que estão aí são fracos…

Obs.: os exemplos abaixo são apenas pequenos pitacos dos que os guitarristas apresentaram nos anos 1990, sendo que nosso critério foi o conjunto da obra na década.

  • 10º Lugar – Jake E Lee – 1991
  • 9º Lugar – Kiko Loureiro
  • 8º Lugar – Steve Morse – 1996
  • 7º lugar – Joe Satriani – 1992
  • 6º Lugar – Dimebag Darell

Walk – 1993

  • 5º Lugar – Tony Iommi
  • 4º Lugar – Edu Ardanuy

Isolated – Brutal – 1995

  • 3º Lugar – Marty Friedman
  • 2º Lugar – Glenn Tipton
  • 1º Lugar – John Petrucci

Por fim, enquanto o post foi sendo feito, já aparecem outros, como Paul Gilbert, Zakk Wylde, mas não arriscamos mudar nada acima. E vocês?

Flávio Remote e Alex Bside



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19 replies

  1. Fala aí, gêmeos!

    Pô, peraí, anos 90 e colocar o “Iron Man”, Tony Iommi? Não, discordo… hehe

    Se vocês estão propondo a década de 90, onde, além do grunge, surgiram bandas que não sobreviveram aos one-hit-singles, temos que avaliar com mais “carinho” essa lista. Bem, isso é tão pessoal (tão pessoal mesmo) que eu vou fazer a minha listinha, porque é a década que eu melhor tenho lembrança.

    Então vamos lá. Espero que vocês entendam o meu critério.

    10 – James Hetfield

    Quem foi responsável pelas grandes canções de um dos discos mais bem produzidos da história do rock, na minha opinião, não pode ficar de fora. Como eu não sou fã do Kirk (Hammett),sei que ele será bem representado.

    09 – Bruce Kullick

    Ele não é meu guitarrista favorito, mas é responsável pelas guitarras do Carnival of Souls, que se basta. Tinha a grande responsabilidade de ser o um dos melhores ’empregados’ do mundo e ainda provar que tinha personalidade,coisa que o Thayer provou (ou foi obrigado) a não ter.

    08 – Richie Sambora

    O cara é responsável por riffs/discos fantásticos, sendo o último deles o “Keep The Faith” (1992), o meu preferido. A banda nunca voltará a ser a mesma sem Richie. Não só responsável por fazer solos muito bonitos, como belos vocais.

    07 – Vernon Reid

    Um dos mais técnicos desta lista. Banda, que segundo alguns, só não foi pra frente porque era formada por afro-descendentes. Bobagem. Deixaram discos para posteridade. Músicos de primeira, Reid é o cara. “Time´s Up” neles!

    06 – Joe Perry

    Olha, novamente digo que não concordo com a entrada do Iommi, mas se é pra pegar um old school, que eu considero relevante pelos discos produzidos na década de 90, meu reconhecimento vai para Joe Perry. “Pump” (1989) e “Get A Grip” (1993, pra ficar na década) são bons/ótimos discos de hard rock

    05 – Andreas Kisser

    Nem sou fã do estilo do cara. Acho que ele toca mais do que mostra, mas fez um disco que praticamente eu furei: “Arise” (1991 – ano mágico). O Sepultura, com esta bolacha (não o biscoito) estaria alçando voos maiores que qualquer banda brasileira de metal teria alçado até então.

    04 – Chris de Garmo

    O multi-platinado “Empire” (1990) traz os mágicos riffs do sr. “De Garmo”. Embora eu não tenha dado a atenção necessária ao “Operation: Mindcrime”, este álbum tem o meu respeito. Até então, quem sabia fazer uma ótima junção entre um som trabalhado e o hard, era o Chris.

    03 – John Petrucci

    Ele é o cara, embora eu esteja um pouco magoado com seus últimos feitos, mas como ignorar o que o moço fez no “Images & Words” (1992) e no “Awake” (1994). Ele é um dos meus guitarristas preferidos de todos os tempos.

    02 – Zakky Wilde

    Sim, men!!! Ele tem que estar na lista que assim se chama noventista! Tinha a enorme tarefa de substituir o GRANDE Jake E. Lee e, embora tenha já começado os trabalhos no “No Rest for The Wicked” (1988), gravou o classicão “No More Tears” (1991), disco impregnado na minha mente. Melhor parar para não chorar.

    01 – Nuno Bittencourt

    Eu acho que esse cara é um dos maiores guitarristas. Um dos mais técnicos e precisos musicistas da sua época. Além de ter o dom para ótimas melodias, é o rei dos licks, reverbs e etc… A discografia do Extreme é obrigatória, então não vou ficar enchendo linguiça.

    Menções honrosas: The Edge, Jim Martin, Dave Navarro, Kurt Cobain, Kim Thayil, Layne Staley, Noel Gallagher, Slash…

    Daniel

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    • Daniel, sempre um prazer recebê-lo por aqui, e foi rápido no gatilho, escolhendo os seus 10 na ordem e justificando, perfeito.
      Vou comentar
      Pô, peraí, anos 90 e colocar o “Iron Man”, Tony Iommi? Não, discordo… hehe

      Eu dei exemplo do Dehumanizer, mas nosso porteiro nos brindou com outras perolas com o Tyr (1990), Cross Purposes (94), Forbidden (95). É como o Rolf falou, ninguém dá a minima para a fase Tony Martin, fazer o que – eu dou…
      Então deixo mais um solo no clip tosco/ meloso de Feels Good To Me, ver o porteiro girando numa plataforma com sua Gibson SG é de arrepiar – o solo é um exemplo de sensibilidade única do estilo do porteiro..
      Veja a partir de 3:22

      E Cross of Thorns – no famigerado Cross Purposes Live (desculpe Rolf, pelo Deus Afônico)

      E na sua lista vou concordar que todos são bons exemplos, embora eu a classificaria de outra forma, particularmente gostei da sua chamada no Bruce Kullick pelo Carnival Of Soul , o disco Grunge do Kiss, excelente escolha.
      Minha da sua lista (com seu consentimento) em ordem decrescente
      Andreas Kisser – No mínimo por estar no Sepultura na criação do estilo único/cultuado de Arise
      Joe Perry – Acho que a decada dos 80 e 70 é mais representativa.
      Zakk Wylde – Ok, tinha listado também como extra lá em cima, mas não acho essa coisa toda.
      Chris De Garmo – Dois otimos discos Empire e Promised Land – mas prefiro ele na decada anterior
      Bruce Kullick – Ótima pedida, já comentado acima.
      Richie Sambora – Sim, é a cara do Bon Jovi dos anos 90, que manteve o sucesso. Solos excelentes e ainda teve dois discos solos dele que são ótimos ( o primeiro melhor)
      James Hetfield – Fundamental e principal mente e formulador do disco de maior sucesso da banda (Black Album) – dali pra frente, o Metallica é ladeira abaixo…
      Nuno Bittencourt – Perfeito, dava até para procurar um espaço na minha lista, mas quem eu tiraria?
      John Petrucci – Images and Words, Awake, Change Of Seasons, não precisa falar mais nada…

      Abraços
      Remote

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  2. É …lista são difíceis e a gente sempre corre o risco de esquecer alguém. Esquecemos vários .. O problema na verdade é substituir os originais pelos tão bem citados pelo Daniel, mas vamos lá :
    O Nuno realmente é um cara ” fora da curva” . Foi mancada sequer não cogitarmos ele.
    James, se não considerarmos apenas solistas, também merece seu espaço. Como o título não é guitarristas solos , tem toda coerência e justiça em tê-lo aqui.
    De Garmo, logo eu, esqucei…. Gosto até mais do trabalho no Promised Land, mais discreto, de igual qualidade. E não podemos esquecer que o Michael Wilton, seu parceiro naquele momento, também merece menção. A nível de solos, considero os dois em pé de igualdade. A grande diferença para o Chris é na quantidade de boas (ótimas) composições.
    Sambora também buscou nos anos 90 desvincular-se ( assim como a banda) do estilo mais Hair Metal no qual a banda reinou nos anos 80. Sua pegada de blues é muito importante nessa transição. Nâo sei se teria espaço entre os 10, mas não há questionamento quanto à sua categoria.
    A mesma coisa com Bruce. Não só o Carnival, mas também o Revenge trazem o guitarrista muito mais à vontade e livre dos maneirismos dos anos 80 os quais ele provavelmente havia sido ” sugerido” a repetir pela questão de tornar-se um guitarrista que pertencesse ao clã da onda da época. Sua sonoridade dos anos 90 é infinitamente superior ao que ele gravou nos anos 80.
    Eu acho que o Daniel tem razão quanto ao Joe Perry. Embora o Pump seja de 89, ele vai seguir firme durante os anos 90, foi lancado quase ao fim de 89. E o Get a grip é ainda mais conhecido mundialmente, graças em muito ao Sr Perry.
    Vernon, outra falha , apesar de chegarmos a cogitá-lo, no papo inicial que virou este post. Basta ouvir Time’s up, do homônimo álbum. É muito bom e é apenas a primeira faixa de um desfilar de categoria e saudável barulheira do grande mestre:

    O meu discordo da lista do Daniel é em relação ao Kisser. Não que seja um guitarrista ruim, claro que não. Mas na minha lista eu não incluiria, apesar de entender a importância de seus riffs para levar o Sepultura aonde chegou.
    Em relação a Iommi: O trabalho dele nos anos 90 ( pra mim, especialmente nos Cross Purposes), é não menos que excelente. E é o único da lista original dos 10 a conseguir viajar por duas décadas inteiras e ainda ser lembrado. Blackmore e Page não tiveram a mesma consistência. O solo de Feels good to me é lindo. E que tal o que abre Dying for love ? Feelling purinho…

    Bem, e o ponto de interseção deu-se com o Petrucci. Desnecessário, então, explicar. Eu só vou lembrar que durante a década de 90 ele também esteve magistral no Scenes from a Memory parte 2 ( de 99)

    e também no Falling into Infinity, apesar da quase unanimidade de críticas em relação a este álbum ( não por mim, que também gosto bastante dele..)

    Alexandre

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  3. Eu aqui não tenho muito a acrescentar no assunto já tão explorado pelos gêmeos e Daniel. De fato o Nuno merecia figurar na lista, assim como o Vernon… No mais todos tem ótimos argumentos… Colocaria duas exceções talvez, de nomes que foram apenas ventilados aqui nos comentários: The Edge e Cobain. Na minha modesta opinião, independente do contexto ou do que representem, são nomes que simplesmente não cabem preto dos demais… Ficam muito abaixo!

    Finalizando, é um privilégio poder aprender com vocês aqui a cada post e a cada comentário!

    Abraços,

    Marcus [106] Batera

    >

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  4. Eu estou colocando os caras na “prateleira” de importância para década referida.

    “Achtung Baby” e “Nevermind” são discos que entraram para história da música mundial. Possuem importância.

    The Edge é dono de um estilo. Super estimado ou não. Ele se distingue entre os outros por ter achado caminhos inventivos para fazer a sua arte. Podemos encontrar centenas de guitarristas de metal sem qualquer espécie de DNA, por exemplo, mas difícil é encontrar outro The Edge.

    Não acho que Cobain seja um “grande” guitarrista. Longe disso, mas ele não pode ficar fora dos anos 90 por motivos óbvios. Ele só “mudou” a maneira como a música passou a ser percebida. A transformação foi estética, sonora, comportamental… Já é um gênio contemporâneo da arte. Isso não necessita passar pela nossa aprovação. É um fato.

    Acho que estes personagens devem ser entendidos de uma maneira global, para que o merecimento não seja apenas no campo pessoal, mas na forma como influenciaram (e influenciam) pessoas e gerações.

    Daniel

    Like

    • Cobain, pra mim, entraria como compositor. Ainda que não goste, não há questionamento, muito bem explicado acima pelo Daniel. Porém, acho que é preciso um mínimo ( que ele não tem, na minha opinião) para entrar no rol de guitarristas . Veja bem, a diferença se exemplifica quando pensamos em James Hetfield . Ele não é um solista , mas sua palhetada é digna de notoriedade.
      Em relação ao The Edge, não conheço o trabalho dele nos anos 90. Nos anos 80, faz sentido considerar que ele influenciou milhões de outros guitarristas com seu estilo. Não o colocaria entre os dez dos anos 80, pois a década é muito prolífera de instrumentistas das 6 cordas, mas não há como contestar que ele deixou sua marca e foi muito copiado. Além disso, se a lista é de guitarristas de metal, ainda que possamos fugir um pouco disso, não há como entender o The Edge como guitarrista sequer próximo do estilo.

      Alexandre

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    • Assino com o Daniel a parte do Cobain. Não dá para falar da década sem trazer o material e os riffs do cara. Não dá!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  5. Daniel, independente do meu gosto (e eu, particularmente, não gosto de nenhum deles), só coloquei minha opinião que estes dois guitarristas (Cobain e Edge) não podem ser comparados aos demais que foram listados aqui… Só isso!

    Eles têm sua importância para seus estilos quer eu goste ou não (como disse, não gosto!), e isso, como você bem colocou, é um fato! Indiscutível!

    Mas isso não faz com que possam ser comparados a um Petrucci, um Satriani, um Nuno… Não dá! E assim, não é que falta pouco, falta MUITO! 🙂

    To usando o contexto do post, que é de uma lista, apenas isso…

    Abraços,

    Marcus [106] Batera

    Like

    • A tal discordância se dá pelo fato que estamos com dúvidas de contextualizar aqui. Acho que se estamos propostos a falar DENTRO da década, não tem como não falar de Cobain. Tecnicamente, não, mas na década, sim.

      Saudemos o grunge-punk sei lá o que, blindemos os clássicos, pô!

      [ ] ‘ s.

      Eduardo.

      Like

  6. Como creio que o intuito aqui não é necessariamente ter uma “lista ordenada”, e sim trocarmos figurinhas do que tivemos de legal na década, e depois de tantos nomes já mencionados, tento humildemente listar alguns, apenas não colocando em ordem alguma, mas já que o tema é década de 1990, para mim não podem ficar de fora, independente de gosto / predileção.

    Agora, de antemão, já vi que estamos direcionando não exatamente os guitarristas da época, e sim trabalhos que consideramos ótimos dentro da década, o que é totalmente diferente, já que estamos citando nomes consagrados já de antes, não é mesmo?

    Assim, vou tentar focar em exemplos que mesmo que tenham surgido antes de 1990, entregaram verdadeiras marcas na década em questão, nivelando talvez com materiais anteriores.

    – Slash: ahhh, Use Your Illusion I e II, grandes álbuns da década, ótimos e inspirados momentos de Slash. São vários, mas ficarei com o medalhão November Rain, e apenas os solos.

    – Kirk Hammett – lembrando que estamos falando da década de 1990, Kirk era um guitarrista destaque especialmente na longa tour do homônimo – nem vou ficar nos medalhões do Black Album, apesar de todos merecem destaque. Vou ficar com este que, se não for o melhor solo do disco, é top 3:

    – Kurt Cobain: não dá para falar dos anos 1990 sem esse cara, vocês todos que me desculpem. Nem é uma questão de técnica, Kurt trouxe riffs matadores e que são identificáveis por qualquer criança, aprendiz de guitarrista, etc. O cara deixou um legado enorme na década. É óbvio que em termos técnicos ele está longe de outros, mas nem sempre a técnica é a resposta de tudo. Não preciso colocar exemplos, o Nevermind está aí.

    – Eric Johnson: uma surpresa aqui, de momento, pois não é “música de todo dia” para mim mas, por coincidência, escutei hoje.

    – Jerry Cantrell: não dá para fugir de Alice In Chain nos anos 1990. Vou “ignorar” Soundgarden e Pearl Jam pois o tema é guitarrista apenas, mas já que a década importa – vejam no vídeo se quando entra Man In The Box, a galera carioca fica feliz ou não:

    – Steve Vai: pelo amor de Deus… vamos de premièrè dela:

    Com certeza há vários outros, mas tentei trazer o mais “inédito” possível, fora do que já foi claramente falado… da lista trazida originalmente, não há como desabonar nada… e concordo com o Daniel, há vários que fizeram marcas na década – gostemos ou não, Oasis, por exemplo. Hetfield é o cara do Black Album, álbum que marcou a década. Gostemos ou não, o fenômeno Fear Of The Dark é da década e é o que levou o Maiden a patamares inancansávei$$$ antes. Marcou a década.

    Agora, se vamos falar dos MELHORES mesmo, bom, então tiremos os que surgiram antes de 1990. Como ficaria isso aqui? Quase vazio. Porque se for considerar TRABALHOS, aí a lista é imensa…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Já faltou falar do Mustaine que cresceu muito na década e entregou junto ao seu companheiro de época já mencionado trabalhos incontestáveis: Rust In Peace, Countdown To Extinction e o fabuloso Youthanasia… tem que estar, pô, senão parem esse ônibus que eu quero descer!!!

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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    • Bem, o Petrucci surgiu na década de 90, praticamente, por que o álbum de 89 pra mim não conta. Assim, se pensarmos no Images and Words como o primeiro real trabalho da banda, estamos falando aqui em 92 ou 93.
      Mas imagino que ele realmente seja o único que chegou realmente na década de 90, num exercício não muito apurado de avaliação.

      Alexandre

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