Cobertura Minuto HM – Living Colour em SP – parte 2: resenha

Para os incautos leitores, depois de um inusitado encontro com alguns membros da banda, saibam que o show foi realmente muito bom. A banda está num patamar único dentro do cenário musical mundial onde ela insere com maestria diversas sonoridades em suas execuções e performances ao vivo, com engajamento político e muita, mas muita competência musical.

Groove, riffs, variações de tempo complexas, quatro músicos excelentes com mais muito entrosamento e hits com direito a entrada do show com Runnin’ With the Devil do Van Halen em playback e fechando com Rock and Roll do Led Zeppelin tocado pela banda.

O repertório foi justo, com muitos pontos altos e um único ponto baixo: Type. Definitivamente não gostei da versão aplicada com muitas variações de ritmos onde deveria prevalecer o excelente riff da música original de estúdio mas que virou uma ciranda de exageros de ritmos. Gosto meu.

Não rolou bis! E agora? Lembram do último show que vocês foram que não teve bis? Eu não me lembro.

No mais, a noite foi bem divertida e ver a banda em ação é sempre um prazer.

Living Colour Setlist Tropical Butantã, São Paulo, Brazil, South America Shade Tour 2018

Agora, rumo ao Ozzy neste domingo.

Grande abraço a todos.

Rolf.

Editou: Eduardo.



Categorias:Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Instrumentos, Led Zeppelin, Living Colour, Músicas, Resenhas, Setlists, Van Halen

3 respostas

  1. Excelente, Rolf. Deixo aqui o comentário de número 21.500 do blog.

    Uma noite que começou bem com o encontro ao acaso com alguns deles e culminou em um bom show.

    Imagino que, pela quantidade de músicas, o fator “bis” nem foi tão relevante, a coisa de uma vez, o que mostra também a boa forma deles, indiretamente.

    Muitos covers, não? Covers muito bons, diga-se de passagem.

    Começaram a sair os vídeos, deixo alguns abaixo destes grandes músicos que mereciam público e destaque maiores!

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. Um post mais sucinto, mas preciso na forma de definir o show, ao que me pareceu. Foi ver os vídeos e entender com clareza a opinião do Rolf sobre a maestria dos músicos, uma qualidade impar e com quase ninguém a repetir sua proposta sonora. Talvez ninguém mesmo.
    Agradeço ao Eduardo pela inserção dos videos que endossam as palavras do Rolf. Type também não me agradou, mais de 6 minutos de exagero de improvisações onde o riff poderoso e marcante da canção ficou obscurecido.
    Mas Open Letter to a Landlord e Cult of Personality estão ali para provar o quão bom deve ter sido o show. Vi os caras no Rio há mais de 10 anos num show histórico no Circo Voador, que está na minha lista seleta de melhores que vi. Aliás, é estranho a falta do bis mesmo, por que aqui na ocasião foram uns 2 ou 3 bis.
    Apenas para complementar, Vernon deixou suas guitarras da decada de 90 ( Kramers, prioritariamente) de lado, e atacou de PRS. Nunca iria imaginar isso, sempre o vi fiel às suas primeiras opções.

    Excelente a cobertura, amigo.

    Alexandre

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