Cobertura Minuto HM (da varanda e do local!) – Festival Rock Brasil 40 anos [Live Blogging & Resenha]

Começa nesse domingo e se estende pelas próximas semanas o evento que celebra os 40 anos do nosso rock, intitulado Rock Brasil 40 Anos, que ocorrerá no Memorial da América Latina, aqui na Zona Oeste de São Paulo, na Barra Funda. Em outras palavras, bem do lado de casa.

Qualquer que seja o evento que ocorra no Memorial da América Latina, eu participo de tabela, goste ou não do que vai acontecer. Todo carnaval eu tenho que ouvir Anitta e muitas outras coisas ruins. Dessa vez, pelo menos dessa vez – obrigado Senhor – vai ser diferente! Vou poder ouvir nomes do cacife de Titãs, Biquini Cavadão, Paulo Ricardo, Barão Vermelho, Humberto Gessinger, Ira! e muitas outras bandas com nome de respeito no rock tupiniquim.

Portanto, esse será um post dinâmico, pois o evento começa hoje, dia 27 de Março, e irá até 21 de Abril. Depois o evento migra para o Rio de Janeiro. Compre aqui o seu ingresso e veja mais detalhes sobre cada dia da programação. Outra coisa importante é que o palco é montado ao lado da minha varanda, então eu não consigo ver o show, só consigo ouvir. Será uma cobertura um tanto quanto diferente, já que se depender só do meu poderio auditivo, a coisa não vai andar tão bem assim…

O palco sendo montado durante a semana…
O palco pronto no sábado, dia 26

Dia 27 de Março

E começamos o dia como qualquer outro evento no Memorial da América Latina: com muito desrespeito aos morados vizinhos! A passagem de som começou 08:15, me acordando e, mais uma vez, me deixando muito ursinho da vida! Agora, 09:00, a passagem de som acabou. Custa colocarem esse ursinho para iniciar 10:00, já que o evento começa às 14:00?! Que ursinho, organizadores! Eu reclamei com palavrões de verdade na página oficial de vocês nas redes sociais!

Plebe Rude (das 16:00 às 17:15)

Eu não tenho vocabulário para falar da Plebe Rude, que abriu o evento, deveras tarde, já que o início do evento era 14:00. Conheço duas músicas deles e eu sei que é vergonhoso escrever isso. No começo, houve problemas no som. Aqui da varanda estava bem mascado, com o baixo sobrepondo a voz. Do meio para o fim, consertaram o problema e aí o vocal ficou bem cristalino. Assim que acabou o show começou uma chuvinha boba que fez um pessoal correr para baixo da ponte do Memorial! Poxa gente, o Fresno não está no festival – bora parar de agir no modo Nutella.

Biquini Cavadão (das 18:00 às 19:00)

Começou com “Tédio” e seguiu um desfile de hits. Foi 1 hora só, que passou voando! Até minha mulher veio para a varanda! Tem uma parte do palco que dá para ver e que a Plebe Rude usou pouco, mas não o pessoal do Biquini. Antes da saideira, com “Zé Ninguém”, fizeram um medley com Rolling Stones, Blur, Deep Purple, AC/DC e Jack White. Do meio para o fim, caiu uma chuva aqui de respeito! Deu mais inveja do pessoal lá de baixo. Não tem coisa melhor que ouvir um bom rock, na chuva e tomando cerveja!

Foto antes de escurecer, durante show do Biquini Cavadão.

Paralamas do Sucesso (das 19:00 às 20:35)

Os Paralamas do Sucesso foi a banda que mais vi ao vivo entre as atrações do dia de hoje. Sou muito mais fã das músicas deles antes do acidente do Herbert do que dos trabalhos mais atuais. A chuva parou e pelo que dá para ver daqui de cima, deu uma esfriada na galera, que está pulando bem menos. Os Paralamas também não estão inventando a roda e desfilam hits. Tocaram até “Uma Brasileira”, que é uma canção que eu adoro e que não ouvia fazia um bom tempo. Não sei se foi a minha localização, mas senti falta de uma maior presença dos metais – eles estavam lá, mas o volume, para onde eu estava, perdia força frente aos demais instrumentos.

Capital Inicial (das 21:00 às 22:30)

Outra banda que já vi várias vezes, mas sempre por tabela, pois não gosto de Capital, salvo poucas músicas. O tempo ruim e as nuvens foram embora de vez. Abrir com “O Passageiro” virou tão automático quanto o Iron Maiden tocar “Fear of the Dark” em seus shows, mas mesmo assim ainda cria uma excelente vibe. O som deles estava certinho. Tocaram alguma coisas que nunca tinha ouvido e que não sei dizer se são “novos hits” ou se é algo mais clássico que desconhecia. Mesmo assim, hits como “O Mundo”, “Todas as Noites”, “Tudo que vai”, “Primeiros Erros” e “Veraneio Vascaina” não foram deixadas de lado, assim como muitas outras conhecidas. Fizeram também dois covers da Legião Urbana e um cover dos Raimundos. E por incrível que pareça, o Dinho não ficou falando com a plateia entre uma música e outra.


E agora vem a parte que ninguém sabia: Rolf Henrique estava na plateia no primeiro dia do evento! E como não poderia faltar, o fã do Deus Afônico da Voz, (Tony Martin, para quem não identificou) fez uma resenha, que deixo na íntegra e complementa as minhas impressões do Live Blog.

Para o incauto leitor que agora passa as suas parcas vista nesse texto, saiba que o Minuto HM esteve presencialmente no evento Rock Brasil – 40 anos realizado no memorial da América Latina em São Paulo no final de semana do dia 28/03 para assistir as bandas:

Plebe Rude
Biquini Cavadão
Paralamas do Sucesso
Capital Inicial

A infraestrutura do evento estava muito boa com food trucks com boas opções, um boa estrutura de banheiro, organização nas catracas e um sistema de pagamento em caixas “papa-fila” que funcionou bem. Havia uma espécie de “praça de alimentação” com cadeiras e mesas que apesar de ser um espaço pequeno, estava bem estruturado. Havia stands de merchandising genérico de rock e uma tenda de merchandising do Capital Inicial afastado da estrutura de stands. Apesar de pequena essa estrutura, estava muito bem organizada. Haviam tendas e stands com lanches variados, bebidas e muitas pessoas trabalhando como caixas como “papa-filas” aonde você pagava através um cartão magnético e consumia nas lojas. O evento foi muito bem organizado também no acesso a entrada aonde pediram comprovantes de vacinação e um sistema de acesso com grades padrão nos shows internacionais.

O show da Plebe Rude abriu a noite e estava previsto para às 16h15 da tarde. Chegamos um pouco depois do início e perdermos a música de abertura, mas,  conseguimos pegar alguns clássicos da banda como “Minha Renda”, “Até Quando Esperar”, “Proteção”, “A Ida” e “Sexo e Karatê”. A Plebe tocou Cólera e Inocentes e entregou um show muito bom. André X, Philippe Seabra e Clemente mandaram muito bem nessa abertura dessa noite que foi cheia recheada de clássicos dos anos 80. A Plebe fez um show bem honesto com uma pegada punk muito boa. A qualidade do som estava ótima com instrumentos bem definidos e altos.

Depois veio o Biquíni Cavadão que chegou como sempre com bastante energia no palco e foi muito bem recebida pelo público. A qualidade do som e do palco eram de primeira linha e o Biquini desfilou seus clássicos como “Tédio”, “Timidez”, “Daniela”, “Janaína”, “Impossível”, “No mundo da Lua”, “Vento Ventania” e demais sons que o público adorou. Como o Biquini  fez um álbum com sons de outras bandas, eles tocaram também “Carta aos Missionários” do Uns e Outros e “Camila Camila” do Nenhum de Nós. Foi um excelente show dos cariocas, e, como já ocorre desde a década de 80, quando rola uma chuva durante seus shows, eles tocam do Jorge Ben Jor, “Chove Chuva”. Bruno ainda cantou a capela o “Bêbado e Equilibrista”, interpretada inicialmente por Elis Regina, um momento muito bonito do show. O Biquini estava muito à vontade no palco e com o público. Phillipe Seabra da Plebe fez uma participação rápida tocando e cantando com a banda alguns sons. O Biquini ainda tocou alguns trechos de alguns clássicos do rock and roll como Deep Purple, Zeppelin e AC/DC e fechou a noite com um show muito bem executado, som bom e público animado.

Depois foi a vez do Paralamas do Sucesso que me surpreendeu ao abrirem o show com “Vital e Sua Moto”; na sequência foi só petardo, só medalhões e hits de sucesso. Era o show que eu queria assistir. Tocaram “O Beco”, “Selvagem”, “Mensagem de Amor”, “O Calibre”, “Você”, “Alagados”, “Track Track”, “Cuide Bem do seu Amor”, “Aonde quer que eu vá”, “Lanterna dos Afogados”, “Será que vai chover”, “Uma Brasileira” ……. essas foram algumas das músicas que eu me lembre. João Barone é um caso a parte, embora todos sejam músicos muito competentes, João Barone é um músico muito acima da média e tocou muito com uma sonoridade volumosa e sempre tocando arranjos além do que consta nas versões de estudo. Senti falta de “Óculos”. 

Houve uma chuva forte e prolongada na noite. Apesar de estarmos com capas de chuva, não foi possível se manter bem com tanta chuva. Como eu já havia assistido alguns shows do Capital, resolvi não penalizar minha esposa com mais uma espera e resolvemos sair antes do show do Capital. Estava completamente ensopado e isso me fez desistir de esperar pra ver o show. Fica pra uma próxima, Capital! Dia 03 de Abril teremos show do Barão Vermelho que é uma banda que eu adoro. Aliás, tenho uma banda Tributo ao Barão Vermelho com meu amigo Marcos Batera. Vamos ver!

For Those About to Rock, I Salute You”

Rolf “Dio” Henrique


Dia 03 de Abril

E começamos o dia como qualquer outro evento no Memorial da América Latina: com muito desrespeito aos morados vizinhos! A passagem de som começou 08:25, me acordando e, mais uma vez, me deixando muito ursinho da vida! Não se engane, eu não copiei sem querer o parágrafo da semana passada! Mesmo reclamando nos canais oficiais do evento, parece que o som precisa iniciar a montagem oito (OITO!) horas antes do primeiro show!

Leoni (das 16:15 às 17:15)

Esse é mais um dos artistas que não tenho vocabulário musical para comentar o setlist tocado. Agora, duas coisas me chamaram a atenção: o público muito baixo durante sua apresentação e o som bem mais baixo que o volume característico do último domingo. Leoni levantou a plateia com seu hit “Garotos” e “Porque não eu?” e com “Lágrimas e Chuva” e “Pintura Íntima”, famosas com o Kid Abelha.

Flausino e Sideral (das 17:55 às 18:45)

Bem, aqui é cover do Cazuza com dois caras muito ruins no vocal. Não tem muito o que falar: é nostalgia para quem viveu Cazuza na década de 80 e só, mesmo o festival se colocando a prestar essa homenagem. O público continuou baixo, assim como o som. Engraçado que esse show teve aquela pausa de 5 minutos para o BIS (ninguém tinha feito isso até então e foram fazer bem no show cover).

Leo Jaime (das 19:15 às 20:15)

A plateia cantou mais alto no tributo ao Cazuza do que com Leo Jaime, o que comprovou a minha teoria de que ele foi uma escolha errada para o horário. O som está realmente bem mais baixo que a edição anterior aqui da varanda, o que fez eu reconhecer somente os clássicos como “A Fórmula Do Amor”. Rolou também um cover do The Clash.

Barão Vermelho (das 20:45 às 22:00)

Sobraram no evento! Poderiam ter tocado mais 1 hora fácil! Um desfile de hits e muita energia. A faixa “Exagerado” teve um total de três execuções (com Leoni, Sideral e Barão). No final, em “Pro Dia Nascer Feliz” entrou uma mulher para cantar com o Rodrigo, mas eu não identifiquei quem era. Mas não se preocupem, porque o Rolf vai trazer detalhes desse show e teremos na semana uma resenha mais completa.

E aqui vamos para a nossa resenha do mais fanático fã de Barão Vermelho que eu conheço!

Para o incauto leitor que agora passa as suas parcas vistas nesse texto, saiba que o Minuto HM esteve presencialmente no evento Rock Brasil – 40 anos realizado no memorial da América Latina em São Paulo no final de semana do dia 03 de Abril para assistir as bandas:

– Léo Jaime
– Barão Vermelho

Ao chegar no festival ali pela metade do show do Léo Jaime, peguei algo em torno de uma 08 músicas para o final do show. Todas as 08 foram só hits. Só sucesso! A resposta do público foi total. O público era menor em comparação ao show do final de semana do dia 28/03, mas bem mais animado. Léo Jaime estava super bem humorado, brincou com o público, contou piada e foi muito carismático mesmo nas suas performances dançando de forma desengonçada no palco. A banda tocou primorosamente com, obviamente, músicos profissionais de primeira. Reconheci o baixista que tocou com o Lulu Santos durante muitos anos.

É meus amigos (…meus bons amigos onde estão …notícias de todos……quero saber ….) rolou mais um show do Barão Vermelho aqui nas terras paulistanas, dessa vez foi dentro do Festival Rock Brasil 40 anos. Sim, o show foi muito bom  e o Barão entregou um show mais uma vez com muita energia, muito rock and roll, muita guitarra sobrando e muita entrega dos integrantes da banda. Teve quase todos os grandes clássicos que o Barão vem executando. Senti falta de “Down em Mim”, “Amor meu Grande Amor” (que é da Ângela Rorô, mas que pra mim virou um clássico da banda). “Eu Queria Ter uma Bomba” foi mantida – desde essa volta da banda com o Suricato, eles incorporaram essa música e foi mantida pra minha felicidade total. Foi um setlist mais curto devido ao fato de estarem pressionados pelo horário do Festival, com certeza (vide foto do repertório abaixo). Abrir com “Ponto Fraco” já é matador. Peninha, percussionista da banda que faleceu em 2016 faz falta na banda. Enfim, “Pro dia nascer feliz” teve a participação de Rogério Flausino e acho que de uma participante chamada Ana Canas, mas confesso que não consigo confirmar essa informação. Maurício Barros que sempre é muito vocal em posicionamentos políticos durante as apresentações do Barão dessa vez ficou bem comedido. O baixista Márcio Alencar sempre segurou muito a onda desde que substituiu Rodrigo Santos e começou o show pedindo pra aumentar o volume do baixo pois, de fato, estava precisando de uns decibéis, com certeza. A única ressalva que eu faço, foi o fato da banda ter ficado muito pra trás do palco. O público encostado na grade, como eu, atrás de mim gritava “vem pra frente!!!” a plenos pulmões e Fernando Magalhães quando pintou uma oportunidade soltou “nós vamos sim aí pra frente”. O palco era grande, aliás a estrutura do show foi muito boa. O evento é patrocinado por um banco estatal e a produção foi excelente.

Obrigado Barão por mais uma noite de diversão desse que é o maior fã da banda de um carioca em São Paulo.

Rolf “Dio” Henrique


Dia 10 de Abril

Hoje está um sol para cada um! E acho que o clima bom também fez o pessoal do som ir correr no parque e deixar a gente dormir até às 09:15, quando fui acordado por passagem de som dos bumbos de uma das baterias do evento. Muito bom, para quem foi dormir 02:30 da manhã, trabalhando. Adoro passagem de som do lado de casa!

Ultrage a Rigor (das 16:15 às 17:15)

Para o primeiro show, tem bem mais gente que na semana passada. Tranquilamente digo que é o dia com mais público e ainda tem gente na fila lá fora do Memorial da América Latina. E começamos com Ultrage! Eu pensei que eles encerrariam o dia, mas chegaram invadindo a praia (que piegas!) com “Ciúme”. Muitos hits e um cover de Paranoid, do Sabbath.

Titãs (das 17:45 às 18:50)

Titãs é como o Iron Maiden: fadados a tocar clássicos. E assim foi. Um desfile de hits: Lugar Nenhum, Desordem, Sonífera Ilha, Cabeça Dinossauro, Epitáfio, Televisão, Enquanto Houver Sol, Flores, Homem Primata, Marvin, Polícia (não nessa ordem, escrevi o que lembrei). Achei legal que eles tocaram “Pra Dizer Adeus”, pois por essa eu não esperava. Todas as demais foram previsíveis.

Camisa de Vênus (das 19:15 às 20:05)

Disparado o melhor show dos três dias de festival, até o momento. Clássicos tocados bem alto, diversão e descontração. Marcelo Nova é mais moleque que eu, que vivo reclamando de dor nas costas.

Ira! (das 20:45 às 22:00)

Perdi um pedaço do show, mas a maioria das músicas do Ira! estavam calcadas nas canções que deram sobrevida ao grupo quando o Acústico MTV foi lançado. Não sei se foi a melhor escolha para fechar a noite, pois mesmo com músicas excelentes, não são para fazer a galera pular. No final rolou um cover do Steppenwolf. Eu fiquei feliz por tocarem “Vida Passageira” e “Entre seus Rins”, que são minhas preferidas, além de “Núcleo Base”. O fechamento ficou com “O Bom e Velho Rock’n’Roll”.


Dia 17 de Abril

Domingo de Páscoa!!! Coelhinho passou na sua casa? Aqui no Memorial bem que o Coelhinho poderia ter enfiado umas cenouras no pessoal da passagem de som, que acordou todo mundo às 08:00!!

Humberto Gessinger (das 16:15 às 17:15)

Não vi. Estava voltando da casa do meu cunhado, do almoço de Páscoa.

Paulo Ricardo (das 17:45 às 18:50)

Peguei do meio para o final, mas deu para cantar os famosos hits da década de oitenta. Público muito baixo frente aos outros dias, acredito que devido ser Páscoa (e também ao set fraco frente ao poderio do Rock nacional; desculpem-me, mas aceitem que dói menos).

Tributo à Rita Lee (das 19:15 às 20:15)

Não faltaram hits. Mas o crucial desse tributo é que ele calhou de existir na semana que Rita Lee se curou do câncer que tratava há meses. Isso sim!

Blitz (das 20:45 às 22:00)

Odeio Blitz. Acho muito sem graça. Talvez quem tenha vivido os anos 80 possa ver uma relevância muito maior nessa banda, mas eu tenho muita birra com o Evandro Mesquita. Sempre me vem aquela imagem de carioca folgado. Por isso, não acompanhei o show. Minha filha curtiu – ela gosta de músicas dançantes. Inclusive, essa é a minha principal crítica nesse dia do evento: faltou peso! Faltou guitarra! Faltou sentar a mão na caixa! Todos os artistas tinham um pé no pop, o que tirou um pouco o brilho do bom e velho rock.

O último dia do evento é quinta-feira próxima, dia 21, que eu pretendo ir para a praia e voltar só para ver o Sr. Tolki, ex-guitarrista do Stratovarius, no Manifesto, no domingo. Pelo menos vocês não vão ler que vão me acordar quinta 08:00 com passagem de som!


Beijo nas crianças!
Kelsei



Categorias:Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Músicas, Resenhas, Setlists

1 resposta

  1. Kelsei, muito legal a ideia de fazer uma cobertura “from” varanda de casa.
    Esse festival já teve uma edicao no fim de 2021 no Rio eainda com todas as questões envolvendo a pandemia nao teve lá um grande publico. Em abril eles devem voltar por aqui, imagino, com mais repercussão.
    Gostei da sua análise ” so far away” e dessas bandas eu tenho bastante respeito pelo Plebe e gosto de várias canções do Paralamas.
    A data , no meu entender, talvez nao tenha sido a melhor , por coincidir com o Lolla, mas eles devem saber o que estão fazendo….
    Vamos acompanhando as demais atualizações

    Valeu

    Alexandre

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