É para valer: o Pantera está de volta!

Não para dizer que alguém cravaria por essa: 19 anos depois, Phil Anselmo e Rex Brown anunciam o retorno do Pantera! Bom, um tributo até já tinha sido ventilado antes da pandemia do COVID-19, mas entre isso e uma retorno, há sempre um abismo.

Já me adianto que ficarei do lado da galera que acha essa uma excelente notícia – ainda mais para celebrarmos o legado de uma banda de enorme importância ao heavy metal.

Sempre digo quando alguém me pergunta que tipo de música que eu gosto: “de Check Berry a Pantera”. Sim, o Pantera está no meu limite do gosto do heavy metal, no limite do que considero um vocal agressivo “audível”. E aqui, quem sabe, teremos uma oportunidade de novamente celebrarmos tantos clássicos.

Mas, ok, e a formação da banda? Quem assume nos lugares dos irmãos que nos deixaram tão cedo? Tanta gente por aí. Vejam o que o Portnoy tinha colocado no Twitter:

Pois é, não é o Portnoy nas baquetas. Para esta função, uma ótima outra escolha foi anunciada: Charlie Benante. Para mim, parece ser até um baterista mais adequado que Portnoy para a “função”, ainda que Portnoy, obviamente, pudesse fazer o papel também.

E, para entrar na função do insubstituível Dimebag, uma escolha que diria das mais óbvios: Zakk Wylde. Aqui fiquei mesmo pensando que Kerry King fosse uma escolha mais, digamos, “em linha” com o Pantera, mas novamente ficando no óbvio, Wylde cumprirá o trabalho dessa que já é a reunião dos últimos anos sem os irmãos fundadores da banda – e, ainda na questão do nome ser mais óbvio, Eddie Trunk relembrou isso:

Dessa forma, aqui está o “Pantera 2022” se preparando para os primeiros shows depois de mais de 20 anos que começarão em 2023:

Podemos argumentar aqui sobre isso ser uma reunião ou não. Neste caso, eu acho que não há qualquer problema em chamar o reencontro de reunião – afinal, é o que é viável – esse não é um caso de retornos onde os membros originais não voltam (mas poderiam). Aqui, é isso que dá para fazer, não é mesmo? Ninguém vai substituir ninguém ou “trocar de “emprego” (creio eu), mas sim a reunião para comemorar hinos do heavy metal!

Os (primeiros?) shows anunciados, como se podia esperar, serão primariamente pelos EUA e Europa. Já há rumores para México também. Se há rumores como estes, não custa sonhar. A coisa “embalando”, é bastante razoável esperar a banda indo para outros lugares do mundo, especialmente Europa, mas com São Paulo sendo um polo mundial de shows e eventos, com tantos festivais pelo Brasil e tanta oportunidade, eu já começo a salivar por aqui…

Agora, fiquemos todos “5 Minutes Alone” celebrando esse grande momento! Que eles venham, e venham logo!

[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Anthrax, Artistas, Black Label Society, Curiosidades, Entrevistas, Pantera

4 respostas

  1. ZAKK WYLDE Says He Is ‘Beyond Honored’ To Take Part In Upcoming PANTERA Tour: ‘It’s A Celebration’: https://blabbermouth.net/news/zakk-wylde-is-beyond-honored-to-take-part-in-upcoming-pantera-tour-its-a-celebration

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. Dá para acreditar que coloquei a volta do Pantera em um grupo de whatsup e me condenaram de eu ir no show porque o Sr. Alselmo se considera supremacista branco??

    Ganhei mais um motivo para não perder esse show!!!

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  3. O retorno do nome Pantera e o legado da banda sendo homenageado é algo incrível. Acho que essa “prática” deveria ser seguida no meio artístico. Manter o legado da banda vivo para fãs é algo incrível. Ainda mais com o Zakk Wylde no topo da cadeia alimentar da parada. Melhor seria impossível.

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  4. Interessante será ver como Zakk se sai na empreitada. Acho um baita desafio. De resto, não ha como ter uma questão acerca da lisura desse ” tributo” , mas se todos os envolvidos ( leia-se família Darrell) estão de acordo ( que seja considerando especialmente o ganho financeiro) não há aqui o que se por em discussão . Etico ou anti- etico, no fim 95% daqueles que curtem a banda devem endossar.
    A questão politica é delicada, mas entendo q6e deve ser uma avaliação individual de cada fã.
    Nunca fui fã, apenas um admirador raso. Fica, pra mim, a curiosidade de ver como se saem os substitutos.

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