Cobertura Minuto HM – Rush em Toronto, ON, Canadá – Fifty Something Tour – 09/ago/2026 (show 1/3) – Henderson Brewing Co, Long & McQuade, Legislative Assembly of Ontario, pré-show e resenha

Brasil – Feliz Dia dos Pais. Um beijo para o meu também – olhando para Toronto, hoje.

Ahhh – chegou a minha vez! 🙂

O Rush voltou – mas como, se “No Neil, No Rush“? E já estão aí tocando com a competente Anika Nilles – se todos estavam tensos antes dos primeiros shows, logo as resenhas trouxeram boas informações – e o Kelsei em sua primeira cobertura internacional trazida aqui também já atestou a qualidade e competência da então não-tão-conhecida-assim baterista alemã (ainda que tenha tocado com Jeff Beck), que antes era sabida no mundo da internet e dos mais aficionados pelo mundo do instrumento.

Mas agora eles estão em casa, no Canadá! E eu também! Com a compra dos ingressos realizada ainda em outubro de 2025, esse dia parecia que não chegaria nunca. Até então, os shows no Brasil em janeiro de 2027 não ainda não estavam anunciados, e aí a decisão foi tomada. Não foram ingressos fáceis, mas não foram daqueles “impossíveis” de serem comprados. A banda foi anunciando os shows aos poucos, medindo demanda (que todos sabiam como seria, mas publicamente no tem todo aquele blá-blá-blá de sempre), e eu os fui comprando aos poucos também. No final, comprei os 3 shows até então anunciados – 09, 11 e 13 de agosto de 2026 – mas aí eles anunciaram um quarto show, que viria a ser o primeiro, no dia 07 – este não deu :-).

Tendo anunciado a (fácil) decisão dos shows de Toronto serem os escolhidos para a gravação da tour para um “filme-concerto”, Geddy Lee já comentou que serão “mais de 40 músicas” sendo executadas nessa mini-residência na Scotiabank Arena, lugar que vi o Linkin Park ano passado. Chegando de outros lendários 4 shows sold out no Madison Square Garden, em NY, a banda em seu primeiro show “caseiro” tocou o seguinte setlist (e há coisas que, espero eu, se repitam nas noites seguintes):

Rush Setlist Scotiabank Arena, Toronto, ON, Canada 2026, Fifty Something Tour

Então, é isso. Geddy Lee e Alex Lifeson. O Rush. Mas também Anika e Loren Gold, tecladista que se juntou à banda sem tantos holofotes e, diga-se para relevante registro sempre, transformou o trio em quarteto e “liberou” Geddy Lee a focar em seus vocais, baixo – e foot – “apenas”. Nascido em 1983, Loren tem um belo CV como hired gun, que vale ser conferido.

Como as bandas vem fazendo, todas tem agora as “Pop-Up stores” – conceito que se provou muito rentável, pois qualquer um pode ir e comprar merchan, até quem não vai aos shows – então o material fica disponível a todos, mesmo. Tendo iniciado no dia do primeiro show, hoje é o último dia dela, e vou, claro, tentar passar por lá, e aproveitar para visitar o local da cerveja da banda e celebrar o 4th Rush Day na cidade na Henderson Brewing Co, que não pude ir no roteiro Rush de 2025.

Visitando a Hendersen Brewing Company:

Casa da cerveja local da banda – a Rush Beer – a cervejaria Hendersen também foi o local escolhido para a Pop-Up Store da banda na cidade. Fiz um vídeo mostrando o itens da loja e um pouco do passeio por lá. Fiquem também com as fotos dos diversos itens da loja – tinha para todos os gostos e especialmente para os bolsos mais fundos…

Visitando a Long & McQuade Musical Instruments:

Ainda que a loja original onde o trio fez algumas de suas primeiras compras de instrumentos na cidade não existe mais no endereço original, hoje em dia a loja possui mais unidades, e essa visita da é considerada a “flagship”. Ontem, a Anika esteve por lá, fazendo fila na entrada. Hoje a visita foi rápida apenas para registros gerais.

(Re)visitando a Legislative Assembly of Ontario (Moving Pictures):

Não era mais novidade, mas praticamente uma obrigação passar por lá novamente. O lugar, como esperado, estava cheio de fãs tirando suas fotos e esperando pelo show da noite. Agora é voltar para o hotel, recarregar as energias e partir logo mais para a Scotiabank Arena.

18h25 – 19h35:  chegando a hora! Mas quero falar da nossa tônica do que é um show hoje. Um show hoje é… diferente. O nível do que se vende hoje em dia relacionado é impressionante. 

A entrada foi tranquila – o esquema de ter várias entradas é sempre uma boa escolha. Mesmo com a estação de trem e a própria arena em reforma, não houve tumultos. A política de não poder entrar com mochilas é bem restrita, e outra forma de potencializar mais dinheiro com a chapelaria. Mas ajuda, claro. Já na entrada, comecei a ouvir Português por vários lados – sim, nós somos uma praga mesmo e estamos em todos os lugares :-). Ao meu lado, um pessoal de Criciúma, como camiseta da “Rush Fest”, que eles orgulhosamente apresentavam aos locais como “a maior festa Rush do mundo”, e dizendo que estavam em um grupo de 40 pessoas de todo o Brasil. Na entrada, mais camisetas, bandeiras e identificações brazucas pela arena. Muita gente falando do Rush in Rio, e da insanidade que foi aquilo. E a piada no banheiro? “I’m finishing my Snakes & Arrows”…

Merchan: hoje em dia, não há dúvidas que é uma das maiores receitas da banda em geral, e em tour então, deve ser a principal, até. Logo na entrada pela porta principal, é só vi ali um quiosque vendendo o tourbook. Comprei. E agradeci a mim mesmo por ter ido à Hendersen hoje: as filas das várias lojinhas de merchan estão totalmente insanas. Os itens são diferentes, mas, sinceramente, gostei mais do que vi na Pop-Up. A galera compra e compra bonito, muita coisa. É como outro ingresso. Isso sem contar bebida, comida – falando em bebida, a arena aqui é completa: tem whiskey, bourbon, vinho, tudo. E a Rush Beer, claro, como default. A arena tem muitos banheiros, e mesmo com o público masculino (reunião internacional dos nerds) predominante, tudo flui bem. O ar está bom bom também, assim como o Wi-Fi (que não aguentou o tranco). E tem uma câmera gigante dando uma volta 360° na pista e arquibancadas, captando as imagens para o vindouro lançamento da banda. Há 0,1% de chance de eu aparecer sentado quase no teto aqui hoje, hahaha :-). Quem sabe durante a semana?

Meu ingresso de hoje é talvez o pior das 3 noites, no terceiro e último andar da arena, mas, mesmo assim, com visão aceitável. Escrevo isso as 19h31 e a arena está praticamente tomada já, mas o show, anunciado como 19h30, vai para 19h45 e não tenho dúvidas do motivo: mais tempo para as insanas filas do merchan venderem ainda mais. E na PA, Hush, e não Rush, com Deep Purple :-). 

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Galeria de Fotos:

1 resposta

  1. Cara, eu achei que nesse seu primeiro review eu já tinha comentado, quando voltei hoje para comentar nos outros percebi que já tinha lido e visto boa parte do que está aqui, mas não comentei…
    Bem, antes tarde do que nunca.
    Vamos pelo que entendo ser o mais legal desta primeira parte: A voz de Geddy, está muito boa, Freewill é já um grande desafio e ele foi muito bem, né?
    Outro ponto muito legal: Nesta primeira noite na terra natal, eles tocaram algumas canções realmente fora da curva – The Trees me vem de imediato à cabeça, pois é a minha favorita do trio canadense. Mas quem gosta do 2112, imagino como ficaram ouvindo o álbum todo…
    Por fim: As fotos, os vídeos, o entusiasmo seu ao reconhecer várias das canções, a guitarra rabiscada ( mas icônica, com esse escudo espelhada, um belo instrumento), as cervejas, a loja de instrumento, a capa do Moving Pictures, em suma, um post com avaliação e nota padrão Rush.

    Vamos para o próximo…
    Keep Rushin!

    Alexandre

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