A Dramatic Turn of Events – primeiras impressões de um novo caminho para o Dream Theater

Hesitei muito em escrever este post…O cd em questão saiu oficialmente anteontem, e mesmo ouvindo-o diversas vezes, ainda sem dúvida esta não é um opinião final sobre o álbum. A vontade de escrever foi no entanto mais forte e acrescentando a isso o fato de Mike Portnoy ter se pronunciado brevemente sobre o álbum, entendi que esse era o momento.Assim, o objetivo desta resenha é traçar um panorama do que vem acontecendo com o Dream Theater neste momento, em minha modesta avaliação , tanto nos vários pontos positivos quanto naqueles em que acho que a banda poderia ter buscado outros caminhos . Mas vamos lá , sem mais delongas..

Pra começar, então , entendo que este A Dramatic Turn of Events cumpriu boa parte do que era esperado pelos fãs da banda. Afinal , com uma dramática ( não pude conter o trocadilho) saída de um de seus principais membros e figura sempre à frente das decisões do conjunto, ficou a dúvida do que viria a seguir . Os fãs que ainda não ouviram o trabalho não precisam ter medo : O que está registrado em muito, é a essência da banda : Lá estão os arranjos complexos, mudanças de tempo, músicas longas, grandes pedaços instrumentais…. Lá está  o virtuosismo dupla Petrucci/ Rudess e somado aos dois, ótimos momentos também de Myung, cuja mixagem favoreceu a audição de seu instrumento e por que não , também do novo membro da banda, Mike Mangini, que mostrou que a bateria tem um substituto à altura de Portnoy.

Como fã da banda e tendo todos seus álbuns, mesmo assim, acho que faltou alguma coisa…As linhas vocais certamente poderiam ser mais inspiradas, algo que sem dúvida encontramos nas passagens instrumentais. Aliás, Jordan Rudess talvez viva seu melhor momento desde sua estréia, no álbum Scenes from a Memory . A escolha dos múltiplos timbres que diversificam seu instrumento durante todas as faixas é um dos pontos altos do trabalho, assim como a já conhecida maestria de suas execuções,mas talvez aqui Jordan esteja mais à vontade, parecendo aliviado de ter se livrado dos “pitacos” de Portnoy. As entrevistas também apontam para que LaBrie tenha ficado mais à vontade para escolher como cantar , mas confesso que achei o vocal muito repetitivo e lembrando muito o que já foi feito na banda anteriormente, além de que poderia ter mais vocais entre os longos trechos instrumentais . É certo que seu vocal há muito do estilo sussurrado característico das baladas da banda, e muito menos agressividade, mesmo em músicas como Bridge in the Sky ou Lost not Forgotten, que são as mais agitadas do álbum.   Esta última , que me traz a lembrança de trechos de Fatal Tragedy, do Scenes from a Memory, é uma das que mais me agradou, apesar de um trecho meio exagerado de virtuosismo extremo, por volta dos 2 minutos de duração.

Outro ponto que poderia ter sido revisto é o excesso de músicas lentas, por um terço do álbum é composto de baladas , além de diversos outros trechos lentos nas demais canções. Assim,seria melhor tirar uma das faixas lentas ( que são This is the life, Far From Heaven e Beneath the Surface)  e incluir alguma coisa no estilo de As I Am,faixa clássica do álbum Train of Thought, já que não há nada parecido com isso no álbum.

Eu certamente optaria por deixar de fora Far From Heaven, que não acrescenta em nada no trabalho, na minha opinião. E assim o álbum acabou ficando meio triste, meio melancólico , talvez. Algumas declarações de fãs dizem que a banda deveria ter contratado um produtor externo para que excessos como esse citado acima fossem avaliados por alguém com a visão de fã, e nesse ponto talvez a presença de Portnoy antes na banda fosse de importância-chave. Algo também que lamento é o fato da bateria ter sido programada por Petrucci e executada fielmente segundo as linhas do guitarrista  por Mangini, que atuou quase como um músico contratado neste seu álbum de estréia. Se realmente isso tiver acontecido, espero que não se repita, pois um músico com tamanho talento não pode se restringir a seguir as ordens de um guitarrista em linhas de bateria. A banda certamente ganharia em muito se deixasse o atual Mike escolher como tocar suas partes. Mangini acabou negando tal fato, disse que Petrucci mostrou algum caminho a ser seguido, mas deixou espaço para ele trabalhar..Será ?

Petrucci, no entanto, tem muito mais prós do que contras , pois conseguiu sozinho produzir o álbum de forma a manter viva a essência da banda, além de trazer solos e harmonias tão inspiradas quanto as de Rudess, como um lindo trecho de guitarra limpa perto dos 2 minutos de This is Life , que aliás é seguido de um não menos inspirado solo de Moog de Jordan. O álbum tem uma canção mais modernosa,com trechos de bateria eletrônica em seu início  ( Build me Up, Break me Down) que lembra em especial a controvertida faixa You Not me , do não menos controvertido álbum Falling into Infinity, que dividirá a opinião dos fãs…Pra mim, a música passa “raspando”, não é das mais favoráveis do cd.

A banda deixou o melhor para o fim, com as duas últimas faixas Breaking all Ilusions e Beneath the Surface.Nesta, assim como em Far From Heaven, não há a presença de Myung ou Mangini já que a última faixa do cd, que quase não entrou no trabalho, é uma balada muito bem alinhavada com os violões de Petrucci , a melhor linha vocal de LaBrie e um solo de timbre diverso do teclado de Rudess. Já Breaking all Ilusions é a banda na melhor forma, lembrando momentos do álbum Images and Words ( em especial a faixa Learning to Live) e também alguma coisa da faixa que fecha o álbum Falling into Infinity , Trial of Tears, em especial a linha de baixo de Myung. A semelhança com o álbum Images and Words é aqui mas notada, em especial na longa parte instrumental, contendo um ótimo solo de Petrucci .  A referência mais direta talvez seja os sons do teclado de Rudess que lembram demais os feitos por Kevin Moore no álbum de 1992.

E aqui está o momento onde tivemos a primeira opinião de Mike Portnoy sobre o álbum . Alertado sobre esta semelhança por Thiago Campos, um brasileiro que faz um excelente trabalho de covers da banda, que alega no álbum haver no mínimo 6 faixas contendo a estrutura de canções do Images and Words,  Portnoy foi no fórum de seu site ( www.mikeportnoy.com), não se conteve, e acabou concordando sobre esta principal referência do novo trabalho da banda.

Segue abaixo o trecho do postado por Portnoy em seu fórum :

“Well done Thiago….great post and spot on!  I *immediately* noticed everything you wrote about upon my first listen… and found it all incredibly strange…     If they are indeed intentional “nuggets”, then I guess that’s a pretty cool idea… However, if they were desperate attempts of secretly re-writing the past…hmm, maybe not so much… I guess only they will know the real reason for it…. ”

Traduzindo :

“Muito bem, Thiago… Ótimo post, bastante objetivo! Eu IMEDIATAMENTE percebi tudo o que você escreveu na primeira vez que eu ouvi o álbum… E achei tudo isso muito estranho… Se eles de fato fizeram isso intencionalmente, então acho que foi uma ideia muito legal… No entanto, se eles estavam tentando desesperadamente re-escrever o passado secretamente… Humm, então não tenha sido tão legal assim… Acho que somente eles irão saber a verdadeira razão disso…”

Some-se isso a repercussões desfavoráveis como a maneira meio reality-show em que novo baterista foi escolhido e as recentes declarações de Jordan Rudess de que o set-list deverá ser um só para os shows das próximas turnês, e bem, realmente a banda esse ano deu o que falar… Nem sempre de forma positiva, mas com os spots voltados em sua direção . O novo álbum deu aos fãs do Dream Theater algumas boas canções e acrescenta mais do que diminui. Faltou algo, quem sabe com Mangini mais entrosado a banda prepara uma obra-prima para se seguir a este a Dramatic Turn of Events ?

Agora abro espaço para os comentários aqui do Minuto Hm.

Quem se habilita ?

Alexandre Bside



Categories: Curiosidades, Discografias, Dream Theater, Entrevistas, Resenhas, Setlists

30 replies

  1. Bside,

    Como já podíamos esperar, seu post é completo e detalhado sobre o novo álbum do Dream Theater. Conforme nossas conversas por e-mail, o álbum foi sendo “digerido” aos poucos. Cada vez que eu o escutava, uma música começava a ser mais “aceita” e eu passava a gostar mais do álbum. Hoje, após ouví-lo umas 12 vezes, posso afirmar o seguinte: Não trata-se de um álbum “masterpiece” do DT, mas mantém a qualidade da execução e todos os detalhes musicais, quebras de tempo, etc, já característicos da Banda e posso afirmar que estou gostando de ouvir. Eu, de princípio, também achei este álbum com o “estilo” do Images and Words, composto por músicas mais lentas em sua maioria.

    Estava escutando o álbum mais uma vez antes de comentar aqui e gostaria de deixar uma observação: na música Outcry, aos 45 segundos, o trecho me lembra muito uma trilha do filme Transformers.

    Também havia lido algo sobre o Petrucci ter criado as linhas de bateria para o Mangini, que aliás não deixou a qualidade da percussão do DT cair e está de parabéns. Se realmente isso aconteceu e Mangini não teve liberdade ou atitude de chamar a responsabilidade e efetivamente criar ou propor alterações, apesar de sempre na tutela de Petrucci e dos outros membros, fico desapontado. Mas tal dúvida ficará para sempre e, pessoalmente, não creio que Mangini, com toda a experiência e qualidade técnica não tenha proposto e sido consultado no seu campo de conhecimento (Bateria). Seria utilizar o Petrucci em detrimento de um especialista no assunto!

    Também acho que nos perguntaremos por muito tempo qual era a influência e o poder da opinião de Portnoy dentro do DT! Se isso realmente afetava LaBrie, entre outras coisas.

    Juntando informações que obtive, de entrevistas de membros atuais da banda e do Portnoy, sinto que a saída dele foi algo muito traumático. Vi uma entrevista de LaBrie onde ele afirma que a última vez em que conversou com Portnoy foi quando o mesmo confirmou sua saída do DT. O que concluo é que a família Dream Theater, que durou 25 anos, ruiu mesmo e mágoas permaneceram. E os comentários/críticas do Portnoy só ajudam a manter ou aumentar esse distanciamento.

    Assistí ao vídeo do Bad Salad e os caras mandam super bem! Não os conhecia e vou me informar mais à respeito deles!

    Um grande abraço

    Christian

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    • Chris , bom saber que estamos mais ou menos na mesma sintonia em relação ao álbum, mas realmente parece que a cada audição ele vai ficando mais fácil de apreciar, ainda que não tenha sido aquele oba-oba que a banda tanto apregoou nas chamadas pré-lançamento do cd.
      Eu espero ver uma banda mais coesa num próximo lançamento ou então ainda conto com a volta de Portnoy, que seria para mim super bem vinda.
      Por enquanto a sensação que fica é que a banda conseguiu superar o momento difícil e sobreviver para buscar novos horizontes mais pra frente, sejam lá que horizontes venham.

      Um abraço,

      Alexandre Bside

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      • Oi Bside! Eu comecei a escutar DT devido ao Portnoy … devido à bateria dele em Metropolis – Part1. Torço muito para que ele volte … mas não boto muita fé que seja em curto espaço de tempo! Aparentemente o relacionamento dele com a banda está muito abalado ainda! Acho que, se analisarmos o perfil de cada membro do DT, Myung fala muito pouco, Petrucci é um cara que aparenta ser muito tranquilo e na dele, LaBrie não parece ter muita influência sobre os outros e Rudess … influencia bastante na parte musical, mas acho que a função do Portnoy era injetar energia na banda.
        Acho que a banda mostrou que assimilou a saída de MP e lançou um trabalho que, se não é surpreendente como esperávamos, mantém a qualidade e estilos do DT.
        É esperar pelo próximo capítulo (ou álbum)! – Caramba … os caras lançaram o álbum a 3 dias e já estou esperando o próximo!!! Que loucura!!!!

        Abraço

        Chris

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        • Chris , talvez você já esteja querendo saber do próximo capítulo pelo mesmo motivo que eu : Ficou a sensação de faltar o ” algo a mais ” , que o álbum ainda não preencheu, e talvez nem preencha.
          Isto tem certamente hipoteticamente várias razões, como a saída do Portnoy, um certo desgaste do nível de composições mais recentes da banda ou a adaptação do Mangini que é uma coisa gradual .
          O álbum trouxe novas composições que se agregam a uma brilhante carreira da banda, entre elas a já conhecida On the Backs of Angels e Breaking All Ilusions, que vem despontando atualmente como a melhor música do álbum.
          Mas como fã do Portnoy, e embora deseje que a banda consiga se manter com bom nível de musicalidade, acho que o Dream Theater continua com essa lacuna a ser preenchida, e cá entre nós, trata-se de uma tarefa muito árdua tal preenchimento.

          Um abraço, nos vemos no Metallica

          Alexandre Bside

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  2. Por** véio, é o segundo review consciente do álbum que estou lendo, porque parece que uma boa parte dos fans estão achando que esse novo cd é um épico comparado a Images and Words, o que na verdade não chega nem aos pés do Images ou a grandes álbuns do DT, acho que o que faltou foi a balanceada entre metal e a progressividade da banda que nesse caso eles deram mais ênfase para o progressivo e o melódico, álbum triste e realmente faltou alguma coisa, quem sabe realmente o que faltou foi o MP, o que infelizmente talvez alguns fans por birra não estão dando mão a palmatória.

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    • Josh,

      Obrigado pelo seu comentário, mas ainda me situo num meio termo quando falamos do novo álbum. Na minha opinião, há diversos prós , como citei no texto. Há também algo que poderia ser melhor, assim espero ver a banda num momento melhor no futuro, seja lá com que Mike eles escolherem.

      Continue por aqui, sua análise é super bem-vinda e adequada

      Alexandre Bside

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    • Olá Josh, primeiramente, seja bem-vindo ao Minuto HM.

      Valeu pelo comentário e aproveite o espaço por aqui.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  3. Bside,

    Belo post como sempre, ainda não ouvi mas pretendo em breve, mas por enquanto vou matando a saudade do Portnoy no Rock in Rio na banda Stone Sour dia 24, pela TV, é lógico, ainda estarei embarcado. O cara está em todas, e escreveu isso no site dos caras.

    “It’s my honor and pleasure to be able to help out my good friends in Stone Sour and my brother Roy in their time of need. It’s also an unexpected treat for me to get another visit with some of the greatest fans in the world down in Brazil.”

    Bacana vindo de um cara bacana como o Portina, cobrindo a falta do amigo batera da banda que não poderá vir por conta do nascimento do seu filho.

    Quando ouvir o disco colocarei a minha opinião sincera aqui, ah, sem síndrome de viúva.

    Abraços

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  4. Chris, Bruno, B-Side, galera, e esta nova entrevista? Portnoy volta a abordar como foi sua saída (que ele só queria um tempo mas que isso não foi aceito / entendido pelos caras)… fala do disco novo e várias outras coisas, realmente com toda uma carga de emoções e sentimentos…

    Comentários dele após a matéria ser publicada (para ignorarmos os comentários no artigo da Blabbermouth) e que ele está tentando “move forward”, mas que todos continuam insistindo em falar do DT (claro)…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  5. É, deram uma sacaneada no cara, exatamente o que aconteceu nunca saberemos, mas que o Portnoy está magoado, isso está, afinal ele deixou claro que esperava algo mais deles, principalmente do Petrucci. Talvez Petrucci tenha ido na Onda de Rudess e Labrie, esses sim me pareceram muito aliviados com a saida do Portnoy, parecem que sairam da prisão, que estão livres para criar, mas o que eles se esqueceram é que não se acha um Portnoy na esquina, e se o DT chegou aonde chegou, podes ter certeza que foi por causa do talento deles e da direção que o Portnoy deu a banda, ele é um cara acima da média, faz contatos, conhece a todos, cuida de produção, mídia, musica, enfim, tudo, e agora só o tempo dirá. Boa sorte ao DT e ao Portnoy em seus novos desafios.

    Like

  6. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  7. Set list da turnê pós A Dramatic Turn of Events até agora :

    Na verdade são dois, alternados por noite :

    1)
    Bridges in the Sky
    These Walls
    Build Me Up, Break Me Down
    Endless Sacrifice
    Drum Solo
    The Ytse Jam
    The Silent Man
    Beneath the Surface
    The Great Debate
    On the Backs of Angels
    Forsaken
    Through My Words
    Fatal Tragedy
    Outcry
    Encore:
    Under a Glass Moon

    2)

    Bridges in the Sky
    These Walls
    Build Me Up, Break Me Down
    Endless Sacrifice
    Drum Solo
    The Ytse Jam
    Wait for Sleep
    Far From Heaven
    The Great Debate
    On the Backs of Angels
    Caught In A Web
    Through My Words
    Fatal Tragedy
    Breaking All Illusions
    Encore:
    Pull Me Under

    Bem, o que pude observar é que eles mantiveram várias da tour anterior ( These Walls, Forsaken, Through My Words, Fatal Tragedy, Caught in a Web, Endless Sacrifice, The Great Debate, Yste Jam, Under a Glass Moon), tocam quase todo o novo álbum , variando também 4 faixas ( 2 num show, 2 no outro) , não sendo tocadas ao vivo apenas as músicas 3 e 4 , que são Lost Not Forgotten ( uma das minhas preferidas do álbum) e This is Life.
    Há uma alternância interessante onde eles tocam num show uma musica antiga calcada nos teclados ( Wait for Sleep) seguida de uma nova também com Rudess e LaBrie apenas ( Far From Heaven) e no show seguinte a idéia é tocar uma acústica ( The Silent Man) seguida da nova Beneath the Surface, claramente voltada para violões.
    E de músicas antigas que a banda inteira toca e ainda não havia sido tocada antes desde a entrada de Mangini, apenas uma : Pull Me Under , cuja a execução dispensa qualquer análise.
    Ah…. Ainda não tocam nenhuma música cuja letra seja de autoria de Portnoy. Quando será que isso vai acontecer ?

    Alexandre Bside

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  8. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

    Like

  9. Não há dúvidas, uma ” copiação” descarada e , honestamente, sem sentido algum, não se trata de nenhuma obra de arte esta nova capa do DT.
    Só posso lamentar …isso é indesculpável…

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    • Concordo mais uma vez com o Bside … uma banda tão conhecida e com tanto “esmero” e qualidade nas músicas e em seus músicos não pode aceitar uma capa que seja algo copiado de outra … Principalmente com a entrada de Mangini … uma nova fase …

      E vamos ser sinceros … é uma capa que realmente demonstra uma falta de criatividade tremenda … ou então eu é que não tenho criatividade para visualizar o que eles viram … HEHEHEHEHEHEHE

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    • Realmente… não há desculpas para uma coisa assim… além do fato da “Xerox” ser evidente, ainda é uma cópia de algo nem tão legal.

      Para uma banda em que o próprio nome remete a sonho, a perfeição, esse capítulo específico da nova capa um pesadelo…

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  10. O tempo passa e um novo álbum do Dream Theater já está “on the way”…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  11. É só o início do desenvolvimento do novo álbum … mas creio que será um álbum com maior liberdade para Mangini dar sua contribuição … creio que no primeiro álbum ele possa ter sido mais contido em suas contribuições.

    Ótima notícia … eu tinha visto o tweet do Petrucci! 😉

    []’s

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