21º Podcast Minuto HM – 14/agosto/2015

“Alô? Estou ouvindo, você me ouve? Não? Estou falando sozinho? @#$%ˆ&#ˆ*#”…

“Vamos desconectar e reconectar. Me escutam? AINDA NÃO? Mas que $#ˆ*@@$”…

Esse podcast da “maior idade” não foi nada fácil, mas a insistência após os problemas com versões de Skype valeu a pena: ficamos 9h41 trocando ideias (no delicioso esquema “assunto sem fim”) e, mais uma vez, o maior podcast das galáxias quebrou novo recorde de duração, por mais incrível que isso possa parecer…

Os guerreiros desta edição foram:

  • Eduardo [dutecnic] como host;
  • Flavio Remote;
  • Alexandre B-Side (playback dos sons);
  • Itamar;
  • Eduardo Schmitt;
  • Daniel – já do Canadá (*);
  • Abilio e
  • Rolf.

Uma pena que, mais uma vez, não tivemos uma parte da galera participando, a ausência é sempre sentida…

Como não podia deixar de ser, os assuntos foram dos mais variados e, também por incrível que pareça, essa foi uma das edições mais malucas. Será que estamos ficando ainda mais malucos, ainda há espaço?

O dia marcou o lançamento oficial do primeiro single do vindouro e inédito álbum duplo de estúdio do Iron Maiden, The Books Of Souls. Esse primeiro single é para a faixa Speed Of Light, desproporcionalmente colocada por Bruce como “poderia estar no Piece Of Mind”. Fica o registro e até o próximo podcast, já teremos o álbum lançado para falarmos bastante.

Com essa variação absurda de temas, contei com insights do xará as coisas que antecederam “o show do ano” (Van Halen em Chicago), cuja cobertura ainda está em andamento, faltando a resenha, mas que como “teaser” e de maneira a agradecer a paciência de todos pela espera, já deixo um primeiro vídeo, da música que “abriu” essa edição do podcast – e, falando em maluco, peço até desconsiderar meu estado emocional ali, dando o último (?) “check” em minha lista de pendências de shows ao vivo:

A resenha deste show passa a ser, obviamente, a minha prioridade por aqui. E, de antemão, registro mais um agradecimento ao meu xará pela excepcional companhia nesta viagem única.

(*) Já o Daniel, que fez sua estreia já em terras canadenses, direto da cidade de Calgary, infelizmente não conseguiu assistir ao show do Rush, mas já trouxe um pouco de como anda a vida pelas terra-natal da banda e um pouco do seu primeiro show por lá, do Foo Fighters. Ao Daniel, um agradecimento especial pela presença – que ficou bastante facilitada pelo fuso horário, diga-se de passagem :-).

Ao Abilio, registro outro agradecimento especial, já que após a superação de um problema de saúde, continua firme e forte com sua maestria. Abilio, you rock.

O Rolf e suas “aparições ninjas” (nesta edição, mais que nunca, pois ele surgia literalmente do além) e a resiliência total do Itamar que, mais uma vez, ficou do início ao fim, fecham meus agradecimentos. O Rolf já trouxe a polêmica: o que foi refeito nesta versão, o que a banda errou? Quem se habilita nos comentários aqui?

Também trouxemos comentários do Whitesnake tocando e homenageando o Deep Purple, baseado neste post, e sobre o documentário “Can’t Stand Losing You: Surviving The Police (2012)“. Eduardo lembrou da passagem de Andy Summers por São Paulo registrada aqui no blog.

Outras “coisas” apresentadas, cortesias do Remote e Itamar:

E os Porcos no Quintal foram trazidos nesta edição pelo Itamar… não relembre aqui.

E mais:

Já sobre a “imersão Scorpions”, a aula ficou especialmente por conta dos gêmeos. Os resultados dos throwdowns foram:

Vitória tranquila de Uli Jon Roth, sem tirar os méritos do excelente concorrente.

Aqui sim, uma disputa acirradíssima, praticamente gerando dúvidas em todos os presentes, com com um 3 a 2 favorável novamente à época de Uli. Se o Schmitt não tivesse dormido (será que ele dormiu?), acreditamos que ele também votaria a favor do Virgen Killer. Já o Rolf chamaria todos estes de malucos e votaria no álbum da década de 1980. Enfim, mesmo assim, seria um provável 4 a 3… e o Abilio, em qual votaria?

Ansioso por ouvir o maior podcast das galáxias? Ele pode ser ouvido (por streaming) e/ou “baixado” no 4shared aqui (515 MB). Para fazer o download em formato MP3 para seu computador, clique no botão “Download Now” – o arquivo virá com a tag já devidamente formatada para seu MP3 player.

Também tivemos o teaser da edição anterior sendo executado durante esta edição e, como sempre, um trabalho espetacular de “corte e costura” do mestre B-Side. Para conferi-lo / baixá-lo em seu computador / celular / tablet (10,6 MB), escolha o iTunes ou o 4shared.

Quanto à lição de casa para novembro/2015, teremos mais 2 throdowns e um álbum a ouvir:

  • Throwdown 1: Lapadas Do Povo (Raimundos, indicação do Daniel para o álbum e Eduardo (eu?) da banda) x Rocket To Russia (The Ramones, indicação do Daniel).
  • Throwdown 2: 5150 (Van Halen) x Eat ‘Em and Smile (David Lee Roth) – ambas indicações do B-Side.

E finalmente, ainda no clima Van Halen:

playlist em nosso canal no YouTube (aproveitem, inclusive, para se inscreverem lá) foi atualizada com o material desta próxima lição de casa:

O podcast divide o ano em 4 partes… e a última de 2015 está programada já para novembro (provavelmente 20 ou 27), portanto, desde já, agendem-se e até lá!

[ ] ‘ s,

Eduardo.



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9 replies

  1. Quero aqui me desculpar pela minha abrupta saída do podcast. Efetivamente fui envolvido pelos braços de Morfeu e só fui acordar, todo torto, na poltrona, pelas 8:00. Fui prejudicado por Bill Gates e companhia. Ao invés de usar o desktop que me faz ficar sentado numa cadeira, usando o Skype do celular me permitiu cair na asneira de ficar numa poltrona aí… já viu.
    Quanto aos throwdowns, sem surpresas nesta edição. Nos dois casos fico com as versões da década de 70.
    Volto a posição de ouvinte e escutarei todo o podcast, ao menos na grande porção que perdi.

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    • Xará, só rindo do começo desse comentário, os tais “braços” chegaram em mim lá pelas 5h00, a coisa ficou tão feia que me rendi ao tapete do quarto, que era o máximo que podia fazer ao alcance do fio do headset – eu que tenho uns 3, só agora fui pensar em algo sem fio, mas e o perigo de achar isso? Melhor não… e usar o celular é realmente um risco enorme, pois ele permite que você realmente sucumba facilmente… :-).

      Sem surpresas no final do comentário e suas escolhas. Você ouvirá no podcast que já imaginávamos todos isso.

      Por fim, quero te agradecer pela paciência e insistência em participar do podcast, foi coisa de amigo, mesmo. As dificuldades foram grandes e ficaram as confirmações que sempre comentei das atualizações e testes prévios, lições reforçadas para que em novembro tenhamos mais tranquilidade. Mas sua insistência valeu tudo.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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      • Galera,
        Confesso que a parada foi dura no dia seguinte. Como Rolf diria, aonde isso vai parar? Depois da surra do skype, mil teorias de plantão e atualizações que não atualizavam, a coisa deu uma engrenada e passeamos tranquilo em uma série de divagações musicais ou não até chegarem os discos. Aliás novamente acho que estamos deixando os discos muito para o final, mas com a tal desordem pseudo organizada que é esse podcast, fazer o que?
        Nessa edição o agrupamento até se justifica, pois era scorpions e derivados.
        Gostei muito da participação do Abílio e estou vendo a indicação do documentário The Police.
        Rolf trazendo a tal polêmica do Kiss acustico – eu ainda não vi nada.
        Schimmit com ótimas intervenções até que Morpheu o levou … fez falta e no final, mesmo sem a sua ilustre presença – deu Uli de cabo a rabo. E agora Rolf não houve blindagem suficiente que salvasse o clássico Love At First Sting, mesmo sem o Schimmit, que seria mais um voto para o Hendrix Alemão.
        Eduardo (assim como Schimmit) trazendo as novidades de um mundo muito mais organizado e a quase inacreditavel aventura com o mestre da guitarra. Eu recomendo a todos a tal incrível entrevista.

        Alex Bside que trouxe mais um dos sensacionais teasers e manteve o papo empolgado até o final e me ajudou na lavada do Uli.
        Itamar, que apesar de uma dose de sono intermediária, resurgiu no final e participou ativamente dos throw downs, acredito ter se tornado mais um fã do Hendrix Alemão.
        Daniel, aqui um agradecimento super especial pela participação canadense, ótima por sinal, é com grata emoção e satisfação que vejo continuar nos brindando com sua presença, indispensável, por sinal.
        No fim mais uma escolha bem polêmica para os throw downs – acho que vou sofrer bastante com o que me aguarda para audição.
        E aos que não participaram, fica mantido o convite para mais um podloucocast daqui a 3 meses ..
        Abraços
        Remote

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  2. Eu que agradeço e o carinho dos manos. Realmente pra mim, além de ser prazeroso, não foi tarefa lá muito difícil. Já são alguns anos curtindo as madrugas, se divertindo, conversando, trocando experiências. Esta foi apenas mais uma grande noite/madruga. Obrigado a todos.

    Observação: o próximo teremos 5 (eu disse CINCO) horas de diferença. Explico:

    – Como estamos em horário de verão, estamos com 1 hora adiantada. Logo, retornaremos 1 hora no ponteiro…

    – … E, possivelmente no próximo já será horário de verão no Brasil. Logo…

    Para mim, uma uva… Agora pra vocês…

    Abraço,

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  3. Pessoal, tô tentando botar os comentários em dia, mas as atividades atuais estão um pouco insanas mesmo….
    Queria agradecer e elogiar o pessoal por ter conseguido driblar as dificuldades tecnológicas, pois o podcast certamente teria sido adiado se não pudéssemos contar com as presenças de todos aqueles que se se atrevem a atravessar a madrugada. Finalmente, após algo que acho ter durado quase 1 hora, os problemas foi resolvidos e pude novamente ser brindado com a inteligência e ótimo papo de todos vocês.
    Só não conseguir ver o lance em Sure Know Something, a favorita atual da Ana Lúcia, que volta e meia dá umas broncas no nosso busy man Rolf.
    Pessoal, foi novamente um prazer como poucos e sugiro aos que estão em território brasileiro um dose super reforçada de estimulantes para driblar o sono e a disposição facilitada pelo fuso horário do Daniel. A aventura promete em novembro…

    Alexandre

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