Ronnie James Dio: A História de um Ícone do Heavy Metal – livro

 

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A História de um Ícone do Heavy Metal. Esse é o título do que podemos dizer se uma narrativa da vida de Ronnie James Dio.

Dio foi para muitos a maior voz do metal de todos os tempos e eu pertenço a esse grupo. Sua voz era algo que transitava em diversas modulações de forma perfeita. Muito embora alguns registros ao vivo não tenham mostrado a sua forma plena, ele sim era o maior em seu ofício.

Essa narrativa assinada por James Curl me criou uma grande expectativa e será uma forma excelente de relembrar momentos da carreira do cantor e conhecer detalhes pouco explorados de sua história, como seu início e sua fase Strange Highways aonde Dio abandona, por exemplo, sua temática “dragão” e afins. Espero poder ler sobre essa fase com riqueza de detalhes.

Não tenho interesse em geral pelos “inícios” quando os artistas estão se descobrindo. No início da leitura a obra conta, por exemplo, muitas histórias sobre os primeiros passos de Ronnie como músico, quando chegou a tocar trompete em bandas da sua cidade, a pequena Cortland, no estado de Nova York. Ok, mas para todo mundo é assim: quando se tem a música na alma, você se propõe a tudo e foi assim com todos. Quero que chegue logo a parte Rainbow e Sabbath e daí por diante.

Estava conversando com um grande amigo de metal, Danilo, do meu antigo MBA e mestrado, que já devorou o que o livro trata nas mais de 200 páginas. Para contar toda a trajetória do vocalista, o autor não foi atrás apenas dos grandes nomes do rock que conheceram e conviveram com Dio, e isso talvez faça diferença nessa narrativa.

Comprei um exemplar para meu amigos Flávio e Alexandre por conta do anúncio de tiragem limitada.

Quando acabar – se um dia eu acabar – eu escrevo aqui de novo. Por isso, a decisão de escrever algo antes de acabar o livro. Essa é outra especialidade: não terminar livros.

Long live rock and roll!

Rolf “Dio” Henrique

Arrumou aqui e também tem dezenas de livros para terminar: Kelsei.

Ajeitou, linkou e também não deverá ler, dada nossa discografia-homenagem (que merece pequenos updates, se necessários): Eduardo.



Categorias:Black Sabbath, Curiosidades, DIO, Rainbow

14 respostas

  1. Excelente indicação, Rolf. Torço para vocês que com certeza lerão o livro – ou boa parte dele – possam fazer “upgrades”, caso necessários, à nossa discografia-homenagem por aqui.

    Deixo abaixo algo que acabei de ver no Twitter e achei muito legal (sem relação com o livro):

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  2. Pára tudo aqui……. Como diria o velho Zagalo, fomos surpreendidos mais uma vez…. Rolf, agradeço em meu nome a lembrança nossa na aquisição de outro exemplar. Isso é um verdadeiro privilégio.
    Apenas queria ressaltar, Rolf, que, para eu te dar a SG autografada pelo Iommi , eu preciso encontrá-lo, ter uma SG nas mãos e preciso que ele autografe…As chances não são tão otimistas assim… Ainda assim, mantenho firmemente a intenção…. hahahahaha….
    Em relação ao livro, eu não me lembro de não ter terminado um que tenha começado. Chame de TOC ou outra coisa assim….. E os livros de nossos heróis são literalmente devorados, normalmente em um ou dois dias. Assim, esse é sim um ” desvio ” estratégico que os músicos fazem e que muito me interessam.
    Por enquanto eu torço para que o material acima seja próximo da qualidade que melhor vocalista de todos os tempos nos deixou. O que aliás é muito difícil.

    E mais uma vez muito obrigado!

    Que Dio permaneça sempre em nossas memórias !

    Alexandre

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  3. Espero que acabe de ler o mais breve possível e coloque mais detalhes sobre ele aqui.
    Fui ver no site da editora e parece que já estão todos vendidos, isso é muito bom!!!
    Não achei no site do estante virtual, só encontrei no mercado livre por quase $80,00 fora o frete. Penso que aqui no Brasil deva ter muita gente interessada na carreira do Dio.
    Volto a repetir, isso é muito bom!!!
    Um abraço.

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  4. Existe outro livro que foi lançado em 2011 no idioma espanhol, escrito por Antonio Valseca que por sinal tbém escreveu sobre Max Cavalera e Thrasher, la história del Thrash Metal.

    Dio: La voz del heavy metal
    Valseca, Antonio

    ISBN: 978-84-15191-06-3
    Editorial: Quarentena Ediciones => alguma coincidência com os dias que estamos vivendo…
    Año de la edición: 2011
    Encuadernación: Rústica con solapas
    Formato: 15×21
    Páginas: 336
    Idiomas: Castellano
    Tipo: LIBRO

    Ronnie James Dio ha sido “la voz del Heavy Metal”, militando en formaciones míticas del género como Elf, Rainbow, Black Sabbath, Heaven and Hell y su propia banda DIO. Acompañando a guitarristas de la talla de Ritchie Blackmore o Tony Iommi impregnó con su voz los mejores discos de un estilo que cautivó a millones de fans de todo el mundo. Puso la banda sonora a varias generaciones de amantes del rock duro, durante cinco décadas diferentes, viviendo las eras doradas del Rock & Roll, el Hard Rock y el Heavy Metal a través de unos discos magníficos. Suyos son algunos de los temas más famosos de la historia del Rock, y a él le debemos el nacimiento de la famosa ‘señal de los cuernos’ que identifi ca al Heavy Metal a lo largo y ancho del planeta.
    Siempre tuvo tiempo para alternar su condición de superestrella con el hecho de prestar ayuda a los más desfavorecidos afectados por el hambre, las drogas o el cáncer a través de mil y una iniciativas.
    Murió en 2010 aquejado de un cáncer.

    Contiene fotografías a color.

    CONTENIDO:

    Introducción
    Nace la leyenda
    Los años 50 y el Rock and Roll
    Primeras formaciones
    Ronnie & The Red Caps
    Los 60 y Ronnie Dio & The Prophets
    La “Beatlemanía”
    The Electric Elves
    The Elves
    Los 70 y el hard rock
    Elf
    “Carolina County Ball” y las primeras colaboraciones
    “Trying to burn the sun”
    “Ritchie Blackmore’s Rainbow”
    “Rising” y “On Stage”
    “Long Live Rock and Roll” y el final de Rainbow
    Black Sabbath y el Heavy Metal
    “Heaven and Hell”
    “Mob Rules”
    “Live Evil”, el final de una época
    La NWOBHM y Dio en solitario
    “The Last in Line”
    Un fiasco llamado “Sacred Heart”
    “Hear ‘N’ Aid”, Heavy Metal solidario
    El fin de la era dorada de Dio
    “Dream Evil”: luchando contra las nuevas tendencias
    1988-1990 Los años a la deriva
    “Lock Up the Wolves”, el último intento de Dio
    La reunión de Black Sabbath con Dio
    “Strange highways”, el regreso de Dio en solitario
    Otro intento llamado “Angry Machines”
    Año 2000, “Mágica”, vuelta a lo clásico
    “Killing the dragon”, más magia épica
    “Master of the Moon”, el último disco de Dio
    No hay dos sin tres… el regreso de Black Sabbath
    Heaven and Hell
    “The Devil you Know”, el último disco
    La muerte de Dio
    Tributos póstumos
    ¡Larga vida a Ronnie James Dio!
    Árbol genealógico
    Discografía
    Colaboraciones
    Recopilatorios
    B.S.O. y discos tributo
    Videoclips y videografía

    FONTE: elargonauta.com livraria sobre música

    Não pesquisei se existe uma versão para baixar em PDF.

    Abraços.

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  5. Ronnie Romero presta uma homenagem ao Dio cantando Rainbow Eyes.

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  6. Que o legado se mantenha por mais 10 anos ou muito mais. Vivo sempre em nossos corações!
    Sempre é bom lembrar aquele que foi o maior pra mim!

    Alexandre

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  7. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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  8. Outro livro sobre Dio com lançamento mundial amanhã:

    Editora divulga trecho de “Rainbow in the Dark”, autobiografia do icônico RONNIE JAMES DIO
    Estética Torta irá lançar em agosto no Brasil autobiografia do cantor Ronnie James Dio, lenda do Heavy Meta

    Antes de morrer, em 2010, Ronnie James Dio estava escrevendo sua autobiografia, contando a história de como saiu da cena de rock regional de Nova York para liderar três grupos do rock e heavy metal inovadores: Rainbow (com o ex-guitarrista do Deep Purple, Ritchie Blackmore), Black Sabbath, e sua própria banda, Dio. Ao longo da última década, a viúva de Dio, Wendy, e o renomado jornalista musical Mick Wall concluíram o livro, chamado “Rainbow in the Dark: A Autobiografia”, com lançamento mundial em 2021. No Brasil, o livro será lançado em agosto, pela editora Estética Torta.

    Neste trecho exclusivo do livro, Dio conta como Sharon Osbourne o apresentou ao guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, e revela as dúvidas que ele teve sobre substituir Ozzy Osbourne. Ao mesmo tempo, o cantor se lembra da emoção que sentiu ao começar um novo capítulo para a banda icônica, culminando no que seria o sucesso de platina da banda em 1980, “Heaven and Hell”.

    “Rainbow in the Dark: A Autobiografia” de Dio chega ao mercado brasileiro em 31 de agosto, com aproximadamente 350 páginas e acabamento de luxo, com capa dura, verniz localizado e pintura trilateral. A pré-venda acontece através do site da editora, aqui.

    A editora também lança, concomitante com a autobiografia, a graphic novel Holy Diver: uma adaptação para quadrinhos da história por trás do principal álbum solo de Dio. Garantindo o combo livro + HQ, a editora oferece um desconto de 20% sobre o valor dos produtos, além de um pôster exclusivo. Para adquirir o combo, acesse aqui.

    Confira trecho de “Rainbow in the Dark: A Autobiografia”:

    Enquanto isso, Wendy tinha feito amizade com Sharon Arden, que logo se tornaria Sharon Osbourne. Sharon estava trabalhando para o pai, Don Arden, um dos empresários mais temíveis do mundo da música. No Reino Unido, era conhecido como Mr. Big. Don gostava de se gabar que tinha ligações com a máfia, gostava que soubessem que carregava uma arma e tinha vários bordões que gostava de usar, como “Tenta a sorte”. Particularmente, era o que a frase sugeria se você fosse otário o bastante para contrariar Don.

    Don ganhou dinheiro empresariando artistas tão diversos como Little Richard, Gene Vincent, The Animals, The Small Faces, ELO e, agora, Black Sabbath, para citar apenas alguns. Ele era tão rico, que morava em uma enorme mansão em Beverly Hills que já havia sido propriedade de Howard Hughes. Sharon morava com Don na mansão. Foi por intermédio da conexão de Wendy com Sharon que fui convidado para conhecer os caras do Sabbath. Tudo se deu de modo muito simpático e polido, quando partimos não pensei mais no assunto. Eles estavam se preparando para fazer seu próximo álbum com Ozzy e eu ainda estava pensando em meu próximo passo.

    Então o destino resolveu dar uma mãozinha. Certa noite, eu estava no Rainbow quando chegou o alto e taciturno guitarrista do Sabbath, Tony Iommi. Gostei de Tony imediatamente. Sabia que ele era o líder musical do Sabbath, o mentor por trás de alguns dos riffs de guitarra mais clássicos da história do rock. Começamos a conversar e descobrimos que ambos estávamos pensando em fazer um álbum solo. Tony confidenciou-me que a banda havia acabado de expulsar Ozzy. Ozzy foi o primeiro a admitir que era o pior inimigo de si mesmo naquela época, num período em que seu consumo de álcool e drogas estava completamente fora de controle. Ele, dificilmente, foi o único astro do rock a sofrer esse destino. Tony explicou que o baixista da banda e letrista mais frequente, Terry “Geezer” Butler, também estava passando por alguns problemas familiares. Daí a inclinação de Tony em considerar algum tipo de projeto solo.

    Naquele momento, eu queria experimentar ideias e sugeri uma possível colaboração. Podia ser que sim. Podia ser que não. Um dia, talvez. Quem sabe, nada demais. A próxima coisa que me lembro é de estar na parte de trás da limusine de Tony rumo a um estúdio em Los Angeles, onde ele queria me mostrar e tocar essa “ideia para uma música”, mas estava tendo problemas em terminar sem um vocalista e algumas letras. Quando ele apertou o play no console, não pude acreditar no que estava ouvindo! Essa não era uma ideia improvisada que ainda precisava de uma tonelada de trabalho. Este era, de pleno direito, o bestial Sabbath!

    Começava melancólica e incandescente, violões ágeis, realçados por trechos mágicos de guitarra. Então, de repente, após cerca de 40 segundos, lá estavam, saindo dos alto-falantes como uma tempestade de relâmpagos, os derradeiros riffs monstruosos. Nenhum outro guitarrista na história do rock poderia ter surgido com algo parecido. Pesado, puro, mas ainda brilhando como um farol. Antes que a música tivesse chegado à metade, antes que Tony pudesse perguntar o que eu estava pensando, já estava rabiscando as palavras que me vieram imediatamente.

    “In the misty morning, on the edge of time, we’ve lost the rising sun, a final sign…”.

    Então eu estava cantando no microfone, Tony rolando o som, um sorriso enorme estava esculpido em seu rosto. Era a primeira coisa que Tony e eu escrevíamos juntos, e era uma das melhores. Chamamos de “Children of the Sea” e, da primeira vez que reproduzimos a demo, nas primeiras horas da manhã seguinte, nós dois sabíamos. Isso é o que faríamos a seguir, acontecesse o que acontecesse.

    No início, a conversa era eu trabalhar com Tony em seu álbum solo. Essa noção foi rapidamente dissipada à medida que criamos juntos mais e mais músicas incríveis. Com Ozzy definitivamente fora e Geezer começando a voltar de sua crise familiar, Tony e Bill deram o próximo passo lógico e me convidaram para entrar no Black Sabbath. A verdade é que ele nunca quis terminar o Sabbath. Ele simplesmente não conseguia ver como poderiam continuar sem Ozzy.

    Admito que, de início, evitei a expectativa. Estava desesperado para fazer minhas próprias coisas novamente, depois de anos trabalhando sob as leis de Ritchie Blackmore. Eu também não tinha certeza de como diabos deveria substituir Ozzy Osbourne no Black Sabbath. Diferentemente dos anos seguintes, quando grupos como Van Halen, Bad Company, Iron Maiden, e até mesmo Queen, conseguiram trazer um novo frontman impunemente, no final dos anos 1970, a ideia de uma banda mundialmente famosa, como o Sabbath, substituir seu frontman era considerado impensável. Led Zeppelin sem Robert Plant, Rolling Stones sem Mick Jagger? Sacrilégio.

    O fato de eu já ser bem conhecido do público do rock, como o cantor do Rainbow, era uma faca de dois gumes, a meu ver. Eu poderia, no fim, afastar tanto os fãs do Sabbath quanto do Rainbow. Por outro lado, na opinião de Tony, trazer um novo vocalista, do qual ninguém nunca tinha ouvido falar, era um risco muito maior. Tony me disse que tinha certeza de que eu era capaz de ser o substituto. Bem, vocalmente, com certeza. Ozzy era um grande frontman, mas um grande cantor? Não muito. Mas Ozzy era o Sabbath, no que dizia respeito às legiões de fãs em todo o mundo. Como eles iriam gostar do cara americano do Rainbow, não importa o quão bem eu pudesse cantar?

    Alguém que, definitivamente, não achava que eu estava à altura do trabalho era Don Arden, que enlouqueceu ao descobrir o que Tony tinha feito, ameaçando com todo o tipo de retaliação. Don sabia muito profundamente, no entanto, que a situação com Ozzy não era mais sustentável. Também fazia anos que aquela formação não tinha um recorde de sucesso nos Estados Unidos. A certa altura, até sugeriu que eu compusesse com Tony e cantasse no álbum, mas que levassem Ozzy para uma turnê.

    Quando Tony disse a Don onde ele poderia enfiar aquela ideia estúpida, aquilo foi o fim do Sabbath, no que dizia respeito a Don. Ele cancelou o aluguel da casa que estava alugando para eles e vendeu o contrato de gestão empresarial para um cara chamado Sandy Pearlman, então empresário do Blue Öyster Cult, uma das muitas bandas americanas dos anos 1970 a ser diretamente influenciada pelo pioneirismo do Sabbath. Ele então disse a Sharon para começar a cuidar de Ozzy como um artista solo: o início de uma estrada longa e incessantemente sinuosa que merece um livro próprio.

    Porém, para ser justo com Don, eu também ainda não estava inteiramente convencido. O que inclinou minha mão no final foi a absoluta qualidade das canções que Tony e eu estávamos compondo. Isso, mais o fato de que Tony me garantiu que não seria como a minha situação no Rainbow, onde Ritchie era o chefe e ponto-final. Se eu me juntasse a ele no Sabbath, seria como um parceiro com voz em pé de igualdade, tanto musicalmente quanto ao que dizia respeito aos negócios.

    O argumento decisivo, em verdade, foi quando Wendy pegou e me disse com toda franqueza: “Ronnie, temos menos de 800 dólares no banco, precisamos fazer alguma coisa!”.

    Wendy estava certa, é claro. Sempre estava. Liguei para Tony: “Ok, cara, tô dentro. Quando começamos?”.

    Trecho extraído de Rainbow in the Dark: A Autobiografia © 2021 by Estética Torta. Todos os direitos reservados.

    FONTE: Revista Roadiecrew http://roadiecrew.com/editora-divulga-trecho-de-rainbow-in-the-dark-autobiografia-do-iconico-ronnie-james-dio/

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  9. A Editora Estética Torta já está a pré-venda do novo livro sobre a Biografia de Dio.

    “Rainbow in the Dark: A Autobiografia” de Dio chega ao mercado brasileiro em 31 de agosto, com aproximadamente 350 páginas e acabamento de luxo, com capa dura, verniz localizado e pintura trilateral. A pré-venda acontece através do site da editora, aqui: http://esteticatorta.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/livro-rainbow-in-the-dark-a-autobiografia-de-ronnie-james-dio/.

    A editora também lança, concomitante com a autobiografia, a graphic novel Holy Diver: uma adaptação para quadrinhos da história por trás do principal álbum solo de Dio. Garantindo o combo livro + HQ, a editora oferece um desconto de 20% sobre o valor dos produtos, além de um pôster exclusivo.

    FONTE: trmpress

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  10. [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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