Kiss discografia 20a parte – Álbum: Animalize

Neste capítulo veremos a conturbada participação ainda mais meteórica do novo guitarrista Mark St John e a retomada do sucesso na fase sem máscara do KISS.

 

No vinil brasileiro - a temática animalesca, sem fotos da banda.

No vinil brasileiro - a temática animalesca, sem fotos da banda.

Álbum : ANIMALIZE

   Lançamento: 13/09/84

  Produtor:  Paul Stanley

  Primeiro Single: ” Heaven’s on Fire”  – em 09/84

  Segundo Single: “”Thrills in the Night” – em 01/85

  RIAA Gold Certification em 03/12/84

  RIAA Platinum Certification em 12/12/84

  O Álbum atingiu #19 nas paradas

 

O Cd Remaster - a edição mantem o padrão com resenha em inglês

O Cd Remaster - a edição mantem o padrão com resenha em inglês

Faixas:

1- I’ve Had Enough – 3:50 6- Under the Gun – 3:59
2- Heaven’s on Fire  – 3:18 7- Thrills in the Night – 4:18
3- Burn Bitch Burn – 4:38 8- While the City Sleeps – 4:04
4- Get All You Can Take  – 3:42 9- Murder in High Heels – 3:39
5- Lonely is the Hunter – 4:27  

 Com a demissão de Vinnie Vincent , o KISS se encontra na metade de 1984 tendo de escolher um novo guitarrista para dar seqüência a fase sem maquiagem recém-começada. O novo membro da banda teria de apresentar as habilidades dos super-guitarristas da época .  Grover Jackson, fabricante das guitarras Jackson separa 10 guitarristas de uma lista de 100 e entrega a tarefa a Paul Stanley. Mark Norton, de origem californiana e habilidade técnica indiscutível, chama a atenção do vocalista. A audicão final consiste de uma versão country de Stairway to Heaven junto à banda, e Mark é aprovado sem quase conhecer o som do KISS, uma vez que seu background é muito mais na linha jazz-rock e fusion. 

O Encarte em P&B do vinil brasileiro

O Encarte em P&B do vinil brasileiro

O inicio das gravações ainda conta com a presença de Michael James Jackson, produtor dos 3 álbuns anteriores, mas este apenas ajuda nas gravações da bateria. Com os basic-tracks rapidamente concluídos, Mark se vê sozinho no Right Track Studios em Nova York, enquanto Paul tira umas férias nas Bermudas com a atriz Lisa Hartman, Eric vai para a Flórida e Gene se encarrega de sua nova atividade, ator de Hollywood. Mark utiliza o tempo disponível e vai temperando todas as músicas com seu estilo altamente técnico, mas quando Paul e Gene retornam descartam quase tudo do que Norton gravou, pois eles não concordam com o estilo empregado por Mark, muito distante do que o KISS fazia.

 Paul e Gene trabalham então em estúdios diferentes, por questão de tempo ou segundo Mark, por questão de ego. Como estão em lados opostos de Manhattan, a todo o momento ligam um para o outro perguntando se podem “usar” Mark. O novo guitarrista se vê se deslocando de um lado para o outro da cidade de taxi para tentar atender ambos. Depois da experiência com Vinnie Vincent, Stanley e Simmons deixam bem claro para Mark que a participação dele no KISS se resumiria às intervenções de guitarra, não admitindo qualquer contribuição como compositor. Gene precisa retomar as filmagens de Runaway, onde tem um papel feito para ele, o de vilão. Este é disparado o melhor filme que o linguarudo baixista faria em toda sua não muito bem sucedida carreira de ator, ainda que assim mesmo o filme não seja uma obra-prima, longe disso. Na verdade, independente do já curto tempo, Gene se encontra num momento onde prioriza esta nova faceta, em detrimento ao seu trabalho no KISS. O baixo de diversas músicas compostas e cantadas por Paul Stanley é feito por Jean Beauvoir, co-autor de Thrills in the Night. Além desta, Beauvoir (que abriu para o Kiss com sua banda Plasmatics na turnê anterior) toca em Under the gun e Get all you can take. A questão com Mark Norton, rebatizado artisticamente como Mark St John, é bem diferente: O novo guitarrista se sente bastante tolhido de sua participação em ANIMALIZE, segundo ele os licks gravados anteriormente fariam a espinha de qualquer fã tremer, mas acredita que Paul Stanley temia que novamente um novo guitarrista pudesse obscurecer todo o restante do trabalho. Paul Stanley, que finaliza o álbum sozinho, tendo toda a responsabilidade de produzi-lo, discorda: Considera Mark um excelente guitarrista, mas que não consegue fazer o mesmo solo duas vezes e resolve chamar Bruce Kulick, irmão do amigo Bob para fazer o solo de Lonely is the hunter, composição deixada inacabada por Gene Simmons e ainda alguns overdubs em Murder in High Heels, outra do baixista. Paul acrescenta também alguns backings próprios em Lonely is the Hunter, assim como já havia feito em You´re all that I want, composição de Simmons no album UNSMAKED. Outras participações incluem alguns overdubs de bateria feitos por Allan Schwartzberg, por motivos desconhecidos e também de alguns backings de Desmond Child, que tem participação decisiva na co-autoria de várias das músicas escritas por Paul Stanley, inclusive o single Heaven’s on Fire. 

A contracapa do vinil com fotos em montagem

A contracapa do vinil com fotos em montagem

ANIMALIZE torna-se o segundo álbum a não ter a presença da banda na capa, apenas na contracapa. E a foto que está nesta contracapa é motivo de polêmica, pois foi de tal forma alterada que até pedaços de braço, perna e pescoços foram substituídos da foto original, pois aparentemente o resultado inicial, que durou 10 horas para ser finalizado, não agradou. O álbum é lançado em setembro de 1984 e atinge rapidamente a posição número 19 nos EUA e número 11 na Inglaterra, como conseqüência do sucesso de LICK IT UP um ano antes. Gene e Paul atribuem a ANIMALIZE as mesmas notas de LICK IT UP (2/5 na avaliação de Simmons, 4/5 na avaliação de Stanley), mas ambos consideram o novo álbum melhor que o anterior. As críticas são unânimes em apontar Mark St John como o responsável pela revitalização do som do KISS, ainda que seus solos originais tivessem sido sensivelmente editados. O clip de Heaven’s on Fire (presente no vídeo Exposed, de 1987) é sucesso na MTV e eles se preparam para uma turnê na Europa.

Há no Kissology Vol 2, Disc 3 um easter-egg que traz uma entrevista de Gene Simmons e Mark St John, a única conhecida. Para a turnê, dois contratempos precisavam ser resolvidos: para a filmagem de Runaway, Gene Simmons havia deixado seu cabelo bastante curto, e a solução é utilizar perucas de gosto questionável tanto nas filmagens do clip, na foto da contracapa, como também em todos os shows. O outro problema é muito maior: Mark St John contrai uma espécie de artrite diagnosticada como Síndrome de Reiter, que faz inchar tanto suas mãos quanto articulações das pernas, como tornozelos ou joelhos e não se encontra capaz de seguir para a Europa. Para seu lugar é chamado novamente Bruce Kulick, que temporariamente cobriria os compromissos já assumidos até a pronta recuperação de St John. A banda sequer menciona o problema na turnê européia, fazendo a todos crer que Bruce é na verdade Mark, numa estratégia bastante duvidosa, uma vez que os posters da promoção da banda traziam uma foto com Mark. A turnê começa em 30/09 na Inglaterra e inicialmente eles tentam tocar Burn Bitch Burn,a única nova canção cantada por Gene e também Get all you can take, mas ambas não funconam ao vivo. Outras canções novas tocadas na turnê  são Under the Gun e I’ve had enough ( into the fire), além do novo single. Heaven’s on Fire teria uma longa vida nas turnês subseqüentes (além dela apenas Under the gun também foi tocada na turnê seguinte). O show traz 2/3 de músicas dos últimos três álbuns, e cinco indubitáveis clássicos para complementá-las.

O cd remaster numa edição caprichada que mantêm o estilo do original em vinil

O cd remaster numa edição caprichada que mantêm o estilo do original em vinil

A turnê européia é um sucesso e Bruce se dá muito bem no lugar de Mark St John, mesmo não tendo a mesma técnica. Sua personalidade mais discreta agrada aos donos da banda, e como Mark não melhora, os shows americanos começam com a mesma formação, já trazendo um cartaz com a foto de Kulick. A turnê começa em 15/11 em Bethlehem. Nos dias 27,28 e 29, Mark faz finalmente seu debut ao vivo com a banda, tocando apenas 3 canções.

As demais são tocadas com Bruce Kulick. Mark nunca mais tocaria com o KISS, sendo oficialmente demitido em 08/12/1984. Fora do KISS , ele tocou com diversos músicos conhecidos, como Glenn Hughes, a dupla Tommy Aldrigde e Rudy Sarzo, Jeff Scott Soto e até em um show com Peter Criss, mas apesar de seu imenso talento nunca obteve repercussão considerável.  Em sua opinião, a doença que contraiu na verdade foi fruto do stress gerado pela total incompatibilidade tanto musical quanto de temperamentos entre ele e a dupla Gene-Paul. Antes do KISS, Mark estava acostumado a desafios tecnicamente muito superiores ao trabalho na banda, como tocar peças inteiras de Pagannini na guitarra, sem nunca ter tido qualquer tipo de doença. Mark Norton veio a falecer prematuramente aos 51 anos, em 05/12/2007, vítima de hemorragia cerebral, sendo certamente o músico com mais talento e menos reconhecimento entre todos que no KISS estiveram. Na concepção de Paul e Gene, contratá-lo havia sido um erro, pelos mesmos motivos alegados por Mark e o que havia sido algo temporário funcionou perfeitamente, estava claro que a vaga era de Kulick.

Em dezembro, ANIMALIZE ganhou disco de ouro e de platina, o primeiro desde DYNASTY, uma prova incontestável do sucesso do álbum. A turnê segue por mais três meses com a inclusão de Thrills in the night (lançada como segundo single) no lugar de I’ve had enough  e termina em 29/03/85.  

O Dvd brasileiro - Animalize Live Uncensored - uma excelente performance.

O Dvd brasileiro - Animalize Live Uncensored - uma excelente performance.

Em abril, uma novidade : A banda lança seu primeiro home-vídeo com um show na íntegra gravado em Detroit,  Animalize Live Uncensored. Deste show foram gravadas as cenas do clip de Thrills in the Night, com os closes efetuados durante o dia do show, já com o palco montado. O home vídeo é um sucesso, e atinge status de ouro e platina em 1986 e 1987 respectivamente.

Muito tempo depois ele foi lançado em DVD numa versão brasileira, e atualmente é raridade nos EUA, pois o KISS nunca o relançou por aquelas terras. A versão tupiniquim tem um conteúdo que não respeita as fotos da época, quase todas que por lá se encontram são de diversas outras fases da banda. Além disso, traz uma obrigatória legenda em português que contempla diversos erros de tradução. O clip de Thrills in the night poderia ter sido incluído nos extras, já que não está presente em qualquer videografia oficial da banda, mas trata-se de outro exemplo de algo mais uma vez esquecido por falta de cuidado na concepção de vídeos lançados em nossas terras.          

O Rock de Kiss numa versão em Cdr, imitando a original lançada em vinil

O Rock de Kiss numa versão em Cdr, imitando a original lançada em vinil

N.R: Em 1984, o KISS mantinha sua popularidade no Brasil, graças a então recente passagem pelo país e também pela boa execução de Lick it up nas rádios. Como conseqüência, a gravadora Polygram – selo Fontana lança uma coletânea dupla chamada “O Rock de KISS” que tem na sua capa uma foto contendo Mark St John. Esta coletânea (cuja seleção do repertório foi feita por Cidinho Cambalhota) é rara, pois somente foi lançada em nosso país, e contempla  tanto clássicos inquestionáveis (como Rock and Roll all nite, I was made for loving you e Detroit Rock City) como músicas inusitadas para uma coletânea como Charisma, She’s So European e All American Man. A capa traz uma recente foto da banda, com Mark St John, mas não há músicas do novo álbum.  O home vídeo Animalize – Live Uncesored nos traz muitas recordações do período e foi sem dúvida alguma o vídeo que mais vimos em toda a nossa existência. Como ainda não tínhamos videocassete, o jeito era se deslocar de ônibus por mais de 1 hora de Vila Isabel para Ipanema e ver por diversas vezes a exibição deste show numa pequena sala que mostrava shows de Rock da época. Há momentos não tão gloriosos, como a notória regravação do áudio em boa parte do show, além de inclusão de trechos em vídeos que não respeitam nem menos o mesmo instrumento que os músicos estão utilizando no momento. Como exemplo, Bruce Kulick toca Black Diamond, a última musica do show antes do bis com uma guitarra preta, mas se retira do palco com outra de cor dourada. O vídeo também traz momentos sensacionais, como uma excelente execução de Young and Wasted cantada por Eric Carr (muito melhor que a versão original, cantada por Simmons). Eric Carr era uma força poderosa na banda em shows ao vivo, e este vídeo é um dos melhores momentos oficiais do baterista no grupo. Em nossa opinião, ANIMALIZE fez tanto sucesso muito menos pela coesão do álbum e muito mais pelo menos três fatores: Por ter sucedido LICK IT UP, que ressuscitou a banda, pela incrível perfomance de Mark St John e por ter um single competente de bastante veiculação na MTV. Era o começo da época das bandas de estilo conhecido como poser (ou hair metal, glam, farofa, etc…) e Paul Stanley apostou neste caminho para a retomada do sucesso. Suas músicas no álbum competem em nível de igualdade com as por ele compostas em LICK IT UP, mas o mesmo não se pode dizer de Gene Simmons. Notoriamente as músicas do baixista estão num nível muito inferior ao que ele apresentou em LICK IT UP e muito abaixo das composições de Stanley em ANIMALIZE. O deslocamento de Simmons não se refere apenas as suas músicas, mas também em relação à nova atitude mais moderna da banda, onde ele mostrava muita dificuldade em se encaixar.

O vinil brasileiro da época que foi ouvido a exaustão.

O vinil brasileiro da época que foi ouvido a exaustão.

A fórmula usada em ANIMALIZE funcionou, e na próxima semana veremos o KISS ir mais fundo na utilização desta receita, até lá!

Alexandre Bside e Flávio Remote



Categories: Curiosidades, Discografias, Kiss, Resenhas

20 replies

  1. eu tive o Rock de Kiss e era sem dúvida um disco engraçado. A ordema das músicas visivelmente não tinha um por que. Naquela épcoa, do vinil, havia essa questão de “abrir o lado” e “fechar o lado” e em geral os artistas faziam disso algo válido colocando determinadas músicas chaves neste processo. Como neste disco o tal cidinho Cambalhota que era um DJ de programas questionáveis fez o rpeértório, era de se esperar que determinadas músicas realmente não fizeram o menor sentido como ele mesmo citou na resenha. Mais uma vez Remote faz um primoroso trabalho de resenha. é impressionantes

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  2. Rolf,
    Eu e Ale estamos mantendo a série e sempre dividimos os créditos – em alguns há maior contribuição minha e em outros do ale – neste vamos colocar o ale como o responsável. O legal é que nos anteriores havia uma inversão: Eu iria criar o Lick it up e o Ale – o Creatures, mas como nossos gostos são invertidos em termos de predileção – eu montei o Creatures (ele colaborou, é claro) e no caso do Lick it up – foi ele que montou (eu colaborei) – No proximo (Asylum) terei a “honra” de montar o material.
    O Seu vinil do Rock de Kiss é realmente inesquecível…
    Flavio Remote

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  3. È verdade,eu lembro de ter visto este vinil na casa do Rolf,aqui em Vila Isabel, há uns duzentos anos atrás…..aliás, na época não era vinil, era disco mesmo… E e referência aos posts, qualquer dúvida é só vericar o nome que assina primeiro a matéria . Neste ,por exemplo, eu tenho meu nome à frente, o que quer dizer que eu foi o responsável pela maior parte da matéria, tendo sempre a valiosa contribuição de meu irmão. Quandoo nome dele vem primeiro, a “encrenca ” passou primeiro nas mãos deles, e eu procuro dar uma ajudada, sempre que possível..Falando em encrenca, vem por aí uma época bem encrencada da carreira da banda…E mais uma vez agradeço os elogios , ainda mais de quem eles partem…

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  4. Voces estão duca. Cada detalhe que putzzz, parecem arqueólogos do Rock, Indianas Jones mesmo. Esses Gêmeos sempre foram perfeccionistas, agora estão se superando. Parabéns aos 2. Eu por aqui só apreciando.

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  5. Valeu, Bruno, mas você precisa comentar o Killers , que eu tenho certeza que é um de seus preferidos . Gostaria muito de saber suas lembranças acerca deste álbum

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  6. esta capa de oncinha ffoi phoda ai abandonei de vez a banda só voltando no revenge e carnival .

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  7. Eric Carr deu aulas nesse disco!!!
    Q batera eh essa???
    Carr eh meu maior idolo dentre todos os musicos q jah ouvi….
    Talvez apenas Dio chegue perto dele.

    Esse eh um baita disco, agressivo e rapido,
    E gosto muito das musicas do Gene, Burn bitch burn e otima…
    Mas murder in High heels eh desumanyzer!!!
    hehehe

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  8. Caras, na Livraria Cultura tem o Animalize importado cujo ano as infos dizem ser 1998. É erro do site (toda série Remaster é de 1997?) ou Animalize foi lançado depois?
    Abraços e I Believe in Rock n’ Roll!

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    • Rafael, legal te ver participando por aqui, valeu!

      Segundo o site discogs, as versões remaster do Animalize são de 1998, tanto a européia, quanto japonesa ou americana. Aliás, dei uma pesquisada também as versões dos álbuns próximos ( Lick it up e Asylum) e também esses são de 1998.
      Por fim, teimoso que sou, resolvi verificar no meu remaster, que é americano .A informação também aponta para 1998.
      Eu fico então convencido que a série remaster deve ser toda de 1998, incluindo aqui o Animalize.

      Segue o link do discogs, para qualquer outra consulta:

      http://www.discogs.com/Kiss-Animalize/master/42138

      Saudações

      Alexandre

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  9. Animalize foi uma boa fase da banda e mais uma vez Paul Stanley demonstra seu foco principal no KISS. Eu diria que ele é a alma da banda. Estava em muito boa forma. E é impressionante como Gene “viaja” como se a banda fosse um hobby e não seu ganha pão. Muito egocêntrico mesmo.
    Mas… o resultado é um álbum de qualidade, com musicas interessantes embora eu preferisse que a duração das mesmas fosse maior.
    A passagem de Marc foi realmente muito rápida e complicada. Lamentável.
    Ter acesso ao material que ele produziu nas férias dos patrões seria um prato cheio.
    O cara pra tocar no Kiss não pode ter grandes pretensões criativas nem querer aparecer muito. Mas abusaram do moço.
    É isso aí…

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    • Pois é a historia Mark no Kiss foi a mais curta de todas, lamentável. Imagino se ele continuasse, acho que teríamos coisas interessantes, embora na sequencia de Animalize o Kiss entraria com vontade na fase farofa com pimenta cosmética, onde a música nem sempre era o que interessava, e ai (para mim) é ladeira abaixo até o retorno da seriedade com Revenge.
      Como o Mark poderia se encaixar? Nunca teremos resposta…
      O Lançamento de Animalize marca talvez o auge como fãs da banda e com você ainda no RJ, ótimas lembranças.
      Abraços
      Remote

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