Cobertura Minuto HM – Ozzy Osborne em SP – resenha

Para o incauto leitor que agora passa as vistas nas parcas linhas deste que vos escreve, saiba que o Minuto HM esteve naquele que foi informado como a turnê de despedida de Ozzy Osborne aos palcos.

Eu e o meu amigo Marcos Batera nos juntamos para prestigiar esse evento.

Show iniciado pontualmente às 21h30, um vídeo de introdução desde Ozzy criança rodou com imagens da carreira em uma montagem muito bem feita e bem interessante. Nenhuma imagem de Jack E. Lee ou Sabbath foi mostrada. O som estava bom e melhorou bastante com as sequências das músicas. Repertório só com medalhões. Foi matador.

O americano Zakk Wylde é um show a parte. A banda é extraordinária mas ele é dono de um talento extraordinário. O guitarrista esbanjou virtuosismo, humildade e precisão impressionantes. Ele é um show à parte. Em solos de músicas gravados pelo falecido Rhandi Roads,Wylde foi bem fiel aos solos com guitarras Flying V e uma precisão impressionante.

Como muitos já devem saber, não há nada de novo em dizer que certos artistas entraram num verdadeiro “automático” em termos de performance ao vivo e Ozzy enquadra-se nesse contexto: falas, repertório e trejeitos são os mesmos de muitos anos. Neste ponto não há nada de novidade. Tudo igual.

Agora precisamos fazer uma pergunta: se você foi ao show, diga quantos tons abaixo as músicas foram executadas?

02 tons abaixo?

03 tons abaixo?

Não vale sair de lona!

As músicas estão num tom muito baixo. Algo que chama atenção.

A produção pirotécnica foi de primeira: lasers, jogos de luz e telões com bastante efeitos. Nota 10 pra produção do espetáculo.

Nossos amigos Juary e Kelsei também foram ao show e isso mostra o quanto Ozzy é um artista pop e o quanto ele ainda possui um carisma único.

Bom, mas uma noite perfeita com bom Hard, um amigo ao lado, 03 músicas do Sabbath e um guitarrista endiabrado garantiram a diversão da noite de domingo.

Grande abraço aos amigos do blog da família do metal.

Ozzy Osbourne Setlist Allianz Parque, São Paulo, Brazil 2018, No More Tours 2

Rolf Dio Henrique – sem aspas mesmo! Tá incorporado!



Categorias:Artistas, Black Sabbath, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Instrumentos, Músicas, Resenhas, Setlists

6 respostas

  1. O Cristiano Treviso também estava lá, na “pista comum”, e eu e ele chegamos na mesma conclusão: Ozzy tem fôlego pra mais! Se um dia você estiver acabadão, pare com as drogas e faça exercícios! Tio Ozzy deu a dica e … olha … funciona!

    Vamos lá … eu fiquei na arquibancada – a minha mulher também foi e o requisito dela era poder sentar (atendido amorzão!).

    O som estava espetacular e a produção foi, de longe, a melhor que eu vi do Ozzy. Laser? Telão espelhado? Nunca antes !!!

    Eu tinha perguntado pro Rolf o quê ele tinha achado (antes de publicar a resenha), e ele já tinha torcido o nariz para a tonalidade abaixo do original. Mas a minha resposta foi “Pô, você tem 80 anos?” … se eu chegar aos 80 anos eu quero que o mundo de exploda e o Madman tá lá cantando, jogando balde de água na plateia, rodando o mundo num avião e dando entrevista para um monte de gente xarope …. eu já teria jogado a toalha há muito tempo!

    Mas realmente as músicas estavam abaixo do tom. “I don’t know” estava muito, mas muito grave!

    O meu ponto negativo, entretanto, vai para o setlist. “Matador” coisa nenhuma! Ozzy foi no “arroz com feijão” para agradar a maioria e acho que, para uma suposta turnê de despedida, deveria ter arriscado mais. Eu tirava as 3 do Black Sabbath fácil, só pra começar (o Sabbath desembarcou faz pouco tempo para uma turnê de despedida)! Faltou muita coisa boa que poderia ter sido tocada no lugar de “I Don’t wanna change the world” ,”Road to Nowhere” e “Flying High Again”…

    Acredito que o presidente vai mexer no post ainda, para colocar o setlits tocado. Rollim, aprovei e exclui algumas fotos do Rolf … pelo amor de Deus, quem deixa o Rolf subir foto!!!

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  2. Rolf, valeu o post e queria que você comentasse mais do show, se possível, tirando o aspecto que já sabemos do Ozzy “estar em outro plano”… alguma música se destacou, realmente nenhuma diferença dos shows anteriores?

    De resto, aguardemos se realmente foi a última visita “a trabalho” de Ozzy por aqui, ou se teremos uma “No More Tours parte 4, 5, 6…” – conhecendo a $haron, e dado o atual cenário da música, eu apostaria que ainda vem mais…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Rolim
      Eu gosto muito das execuções de Crazy Train e Suicide Solution pelo grande respeito que Zakk da aos solos e arranjos que foram criados por Randy Rhoads
      A banda sempre se sai muito bem e em resposta a sua pergunta eu diria que essas musicas se destacam pela banda não pelo Ozzy em si. O Ozzy nos temos o respeito pelo legado, mas como um artista, ele realmente está no limite
      Mas showzaco
      Só medalhão e foi uma ótima noite

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  3. Bom, ele está praticamente surdo, então a declaração faz sentido… eu também me acho um excelente vocalista quando canto por cima das músicas…

    http://www.blabbermouth.net/news/ozzy-osbourne-im-singing-better-than-ever/

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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