Discografia-homenagem DIO – parte 19 – DIO Ao Vivo

Com o término dessa primeira etapa da fase final, e em pleno desenvolvimento da grande final da pesquisa que envolve todas as canções da carreira do saudoso Ronnie James Dio, é chegada a hora de trazer nesta parte um apanhado dos trabalhos ao vivo da banda DIO, já que Holy Diver acabou por ficar de fora da última jornada. Esta é a fase da carreira do saudoso vocalista onde se encontram mais álbuns. Assim, vamos trazer por aqui algumas informações de todos os registros oficiais lançados durante toda a fase de Ronnie em sua banda DIO, inclusive os póstumos.

ÁLBUM: INTERMISSION

A capa do vinil

A capa do vinil

■ Gravação: 6/12/1985, San Diego, Califórnia, EUA.

■ Lançamento: Junho/1986.

■ Produtor: Ronnie James Dio

■ O álbum atingiu 70º lugar na Billboard.

■ O álbum vendeu 11.000 cópias.

Faixas

Lado A                                                                                    Lado B

1- King of Rock and Roll – 3:24 1- Time to Burn – 4:24
2- Rainbow in the Dark – 4:42 2- Rock ‘N’ Roll Children/Long Live Rock ‘n’ Roll/Man on the SilverMountain – 9:38
3 – Sacred Heart – 6:10 3- We Rock – 4:34

No início de 1986, apesar dos problemas entre Ronnie e Vivian Campbell, a banda Dio vivia seu auge, com três álbuns de sucesso e turnês cada vez maiores. Ronnie desejava lançar um álbum duplo ao vivo para dar sequência ao álbum SACRED HEART. O home video “Live From Spectrum” da tour anterior, contemplando os dois primeiros álbuns, também era sucesso junto ao seu público.

E exatamente por isso, considerando que as gravadoras apostavam na época mais firmemente nos lançamentos em VHS, com a expansão dos videocassetes no mercado consumidor, Dio tem da própria Vertigo sua intenção negada. A gravadora permitiu (no completo significado da palavra) apenas um lançamento de um mini-álbum, um EP live. É certo que Dio ficou contrariado com a decisão, mas aí optou por incluir uma música em estúdio (Time To Burn), já gravada com Craig Goldie. As músicas ao vivo, no entanto, são de um show de 1985, ainda com Vivian Campbell, mas sabe-se que Craig refez algumas linhas da guitarra base em estúdio. É o único registro ao vivo em álbum lançado antes de sua morte que contém a formação clássica, com Jimmy Bain no baixo, Vinnie Appice na bateria e Claude Schnell nos teclados. O repertório prioriza faixas do último álbum e traz uma música de cada álbum anterior (We Rock e Rainbow in the Dark). Além disso, pequenas citações de The Last in Line em Sacred Heart e duas faixas do Rainbow tocadas sob a forma de medley em conjunto com Rock ‘N’ Roll Children, do Sacred Heart.

ÁLBUM: INFERNO: LAST IN LIVE 

A capa do Cd

A capa do CD

 ■ Gravação: 30.11.1996 – New York, EUA ; 02.03.1997 – Bremen, Germany ; 11.04.1997 – Schaumburg, EUA; 10 e 11.05.1997, Tokyo, Japão; 31.05.1997 – Chicago, EUA.

■ Lançamento: Fevereiro/1998.

■ Produtor: Ronnie James Dio.

■ O álbum vendeu 51.000 cópias.

Faixas

Disco 1

  1. Intro – 1:36
  2. Jesus, Mary & The Holy Ghost – 3:27
  3. Straight Through The Heart – 5:47
  4. Don’t Talk To Strangers – 6:02
  5. Holy Diver – 4:59
  6. Solo de Bateria – 4:01
  7. Heaven And Hell – 7:29
  8. Double Monday – 3:18
  9. Stand Up And Shout – 4:08
  10. Hunter Of The Heart – 5:14

Disco 2

  1. Mistreated/Catch The Rainbow – 10:11
  2. Solo de Guitarra – 3:38
  3. The Last In Line – 6:54
  4. Rainbow In The Dark- 4:56
  5. The Mob Rules- 3:36
  6. Man On The Silver Mountain – 2:11
  7. Long Live Rock And Roll – 4:13
  8. We Rock – 5:40
  9. After All (The Dead)* – 6:20
  10. I* – 5:26

* Somente na versão japonesa.

Em um cenário completamente diferente, e já passando por momentos de menor vendagem de seus álbuns, em 1998 finalmente sai o primeiro duplo ao vivo da banda DIO, já em formato CD. Várias mudanças na formação haviam acontecido e a gravação de Inferno: Last in Live Dio traz o quarto guitarrista que tocaria na banda, Tracy G. As mudanças no baixo também foram constantes e neste álbum o baixista Larry Dennison se apresenta como convidado, já que teria participado apenas da tour anterior, de divulgação do álbum ANGRY MACHINES. Igual status é dado ao tecladista Scott Warren. O álbum mescla clássicos da carreira da banda anteriormente não registrados ao vivo, como Holy Diver, Stand Up and Shout, The Last in Line e Don’t Talk to Strangers.

Algumas faixas do Rainbow e do Black Sabbath aqui também estão, como Catch the Rainbow (em um medley com Mistreated do Deep Purple), The Mob Rules e Heaven and Hell. O espaço dado às faixas da formação com Tracy G. é menor, com três representantes da época (Jesus, Mary & Holy Ghost, Double Monday e Hunter of the Heart) e o álbum registra o que é um fim de aposta da formação com o guitarrista, já que a mesma não obteve o reconhecimento maior de público ou vendagem.

ÁLBUM: EVIL OR DIVINE – LIVE IN NEW YORK CITY  

A capa do Cd

A capa do CD

 ■ Gravação: 13/12/2002 – New York, EUA.

■ Lançamento: Fevereiro/2005.

■ Produtor: Ronnie James Dio.

■ O álbum vendeu 11.000 cópias.

Faixas

1 – Killing The Dragon – 5:06

2 – Egypt/Children Of The Sea – 7:56

3 – Push – 3:53

4 – Stand Up And Shout – 3:36

5 – Rock & Roll – 5:12

6 – Don’t Talk To Strangers – 5:49

7 – Man On The SilverMountain – 2:24

8 – Solo de Guitarra – 9:07

9 – Long Live Rock ‘N’ Roll – 4:15

10 -Fever Dreams- 4:09

11 – Holy Diver- 5:07

12 -Heaven And Hell – 6:38

13 -The Last In Line – 5:44

14 -Rainbow In The Dark – 5:05

15 -We Rock – 5:16

Sete anos se passaram desde INFERNO: LAST IN LIVE, e já em plena época dos lançamentos em DVD, é lançado o terceiro registro ao vivo do grupo DIO também em formato CD. As gravações de EVIL OR DIVINE são de 2002, turnê do álbum KILLING THE DRAGON, que traz três de suas músicas (além da faixa-título, Push e Rock & Roll) no show. O lançamento do CD/DVD é posterior ao lançamento do álbum de estúdio seguinte, MASTER OF THE MOON, que traria inclusive uma nova mudança na formação. Percebe-se então que houve certa demora em lançar o registro oficialmente. Em 2002, a banda tinha de volta Jimmy Bain no baixo, já contava com Scott Warren como membro definitivo nos teclados, e trazia Simon Wright na bateria e Doug Aldrich na guitarra.

Além das faixas de KILLING THE DRAGON, a inclusão de uma faixa do álbum MAGICA (Fever Dreams) e das menos tocadas Egypt/ Children of the Sea, em versão medley são as grandes novidades de um repertório recheado de clássicos. A edição em CD do show retirou do set list o solo de bateria de Simon Wright, além de outros pequenos trechos que não comprometem o áudio original. EVIL OR DIVINE traz a última participação registrada oficialmente de Jimmy Bain na banda DIO.

ÁLBUM: HOLY DIVER LIVE

A capa do CD

A capa do CD

■ Gravação: 22.10.2005 – Londres, Inglaterra.

■ Lançamento: Abril/2006.

■ Produtor: Ronnie James Dio.

■ O álbum vendeu 15.000 cópias.

 Faixas

Disco 1

1 – Stand Up And Shout – 4:33

2 – Holy Diver – 4:46

3 – Gypsy (incluindo solo de bateria) – 9:46

4 – Caught In The Middle – 4:51

5 -Don’t Talk To Strangers – 5:11

6 – Straight Through The Heart – 4:37

7 –Invisible – 5:17

8 -Rainbow In The Dark – 4:46

9 -Shame On The Night (incluindo solo de guitarra) – 16:58

Disco 2

1 – Tarot Woman – 6:53

2 – Sign Of The Southern Cross – 3:21

3 – One Night In The City – 6:10

4 – Gates Of Babylon – 8:23

5 – Heaven And Hell – 11:25

6 – Man On The SilverMountain – 4:14

7 – Long Live Rock ‘N’ Roll – 6:14

8 – We Rock – 6:21

Novamente a banda se vê às voltas com confusões envolvendo formações, pois em MASTER OF THE MOON, de 2004, Craig Goldie está de volta, mas apresentando problemas de saúde relacionados a um de seus pulsos, é substituído novamente por Doug Aldrich para boa parte da turnê. Assim, entre setembro e outubro de 2005, a banda toca por 32 vezes o que chamaria “An Evening with Dio” , que consiste do álbum HOLY DIVER tocado na íntegra (incluindo-se solos de bateria e guitarra) em seu setlist.

Holy Diver Live

Holy Diver Live

O DVD/blu-ray lançados trazem o show na sequência original, com as três primeiras faixas iniciais do CD 2 abrindo a noite. O CD duplo, editado, separa as músicas de HOLY DIVER no primeiro disco, deixando as demais para o segundo CD. Neste primeiro CD, há uma introdução em playback com uma narrativa por parte de Dio de um texto contendo todos os nomes das faixas de HOLY DIVER em seu conteúdo. O playback é acompanhado pelo trecho inicial de teclados e efeitos sonoros da faixa-título.

E além de várias canções pouco tocadas do primeiro álbum da banda, como Gypsy, Invisible, Shame on The Night e principalmente Caught in the Middle, essa nunca antes tocada ao vivo, o álbum traz boas surpresas para o fã mais assíduo da banda, pois entre clássicos obrigatórios, o CD 2 traz Tarot Woman e Gates of Babylon da fase Rainbow do cantor, The Sign of the Southern Cross do álbum MOB RULES do Black Sabbath, One Night in the City do segundo álbum da banda, LAST IN LINE, todas faixas consideradas raras ao vivo, desde que Dio formou sua banda. No lineup, Dio conta com Simon Wright (bateria) e Scott Warren (teclados), trazendo o soberbo Rudy Sarzo para o baixo.

ÁLBUM: DIO AT DONINGTON UK: LIVE 1983 & 1987

A capa do CD

A capa do CD

■ Gravação: 20.08.1983 e 22.08.1987 – Inglaterra.

■ Lançamento: Novembro/2010.

■ Produtor: Ronnie James Dio (de forma póstuma). Remasterizado a partir dos tapes originais da BBC.

Faixas

Disco 1 – 1983

1 – Stand Up And Shout – 3:49

2 – Straight Through The Heart – 4:49

3 – Children of the Sea – 6:15

4 – Rainbow In The Dark – 4:48

5 – Holy Diver – 5:08

6 – Solo de Bateria – 0:41

7 – Stargazer – 1:38

8 – Solo de Bateria – 1:38

9 – Heaven and Hell – 11:05

10 – Man on the Silver Mountain – 3:32

11 – Starstruck – 0:46

12 – Man on the SilverMountain – 2: 29

Disco 2 – 1987

1 – Dream Evil – 4:56

2 – Neon Knights – 4:43

3 – Naked in the Rain – 7:28

4 – Rock ‘n’ Roll Children – 2:46

5 – Long Live Rock ‘n’ Roll – 4:39

6 – The Last in Line – 4:12

7 – Children of the Sea – 1:22

8 – Holy Diver – 1:27

9 –Heaven and Hell – 3:18

10 – All the Fools Sailed Away – 4:23

11 – The Last in Line ( Reprise) – 1:11

12 – Rainbow in the Dark – 5:11

Desde o falecimento de Ronnie, a gravadora Niji vem lançando álbuns póstumos, que trazem momentos importantes da carreira da banda DIO. O primeiro lançamento é este duplo ao vivo, a partir das gravações dos shows nos festivais Castle Donington na década de 80. O duplo álbum traz a banda em dois distintos momentos: o show de 1983 traz a formação clássica da banda em plena busca pelo reconhecimento, a partir de seu primeiro e mais considerado álbum, HOLY DIVER.

Dio em seu habitat predileto

Dio em seu habitat predileto

A banda foi a terceira atração da noite, abrindo os shows do Twisted Sister, ZZ Top, Meat Loaf e Whistesnake (cujo show também foi filmado e registrado em home video). Em um curto repertório de 45 minutos, a banda intercala faixas do então recém-lançado primeiro álbum, como a abertura à cargo de Stand up and Shout, seguida de Straight Through the Heart, com faixas do Black Sabbath (Children of the Sea e Heaven and Hell) e do Rainbow (Stargazer em versão editada que “emenda” em um solo de Vivian Campbell e o medley Man on The Silver Mountain /Starstruck, que fecha o repertório). Rainbow in the Dark e Holy Diver também estão no setlist, ainda sob a forma de músicas pouco conhecidas. Abaixo trazemos a terceira colocada na pesquisa do Minuto HM, Holy Diver, em versão da primeira turnê:

Já em 1987, a banda DIO já apresentava um status de reconhecimento merecido, mas havia passado pelo momento turbulento de primeira mudança de formação, contando então com Craig Goldie em seu álbum de estréia, DREAM EVIL. O repertório já contém a conhecida Rock ‘n’ Roll Children intercaladas em formato medley com clássicos anteriores das três bandas de Ronnie. O medley vai da faixa 4 a 11 já que The Last in Line é tocada por duas vezes durante o show. Na primeira execução, a faixa traz um trecho de The Temple of the King. As novas faixas de DREAM EVIL, também estão presentes no show, são elas a própria faixa título, que abre o show, All the Fools Sailed away e a menos cotada Naked in the Rain.

O show também conta com a inclusão de Neon Knights. A banda foi a segunda principal atração da noite, abrindo para o Bon Jovi. O cast do ano dispensa comentários: abrindo para Dio e Bon Jovi estavam, na ordem: Cinderella, Anthrax,W.A.S.P. e MetallicA.

ÁLBUM: FINDING THE SACRED HEART – LIVE IN PHILLY 1986

A Capa do CD

A Capa do CD

■ Gravação: 17.04.1986 – Philadelphia – EUA.

■ Lançamento: Junho/2013.

■ Produtor: Barry Ehmann.

Faixas

Disco 1

1 – Drago Ignis – 1:09

2 – King of Rock and Roll – 3:33

3 – Like the Beat of a Heart– 5:18

4 – Don’t Talk to Strangers– 5:53

5 – Hungry for Heaven– 4:14

6 – The Last in Line/Children of the Sea/ Holy Diver – 8:11

7 – Solo de Bateria– 5:06

8 – Heaven and Hell – 6:28

9 – Solo de teclado– 6:08

10 – Solo de guitarra– 7:23

Disco 2

1 – Sacred Heart – 12:52

2 – Rock ‘n’ Roll Children/Long Live Rock’n’Roll/Man on the Silver Mountain – 10:44

3 – Time to Burn– 4:55

4 – Stand Up and Shout – 4:01

5 – Rainbow in the Dark – 4:56

6 – We Rock – 5:03

Recentemente, mais um CD póstumo da banda DIO foi lançado, a partir das gravações do VHS (depois lançado em DVD) SACRED HEART – THE VIDEO, que foi lançado originalmente em 1986 em formato home video. O show na época foi editado para conter 60 minutos, assim como a primeira versão em DVD.

A edição com encartes caprichados

A edição com encartes caprichados

Relançado sob o nome de FINDING THE SACRED HEART – LIVE IN PHILLY 1986, e também lançado em DVD e blu-ray, o CD duplo contém cerca de 40 minutos adicionais, contendo as faixas Like a Beat of the Heart (registrada pela primeira vez oficialmente ao vivo), Don’t Talk to Strangers, Children of the Sea e Stand Up and Shout, além dos solos de bateria, teclado e guitarra, que originalmente não constavam do VHS/DVD.

A formação é a que contém a primeira mudança na banda DIO, com Craig Goldie no lugar de Vivian Campbell e traz finalmente um show completo da fase da turnê do terceiro álbum do grupo, após lançamentos de EPs, VHS e DVDs de tamanho menores. Com a duração maior, pode-se finalmente apreciar um solo de teclado de Claude Schnell de forma oficial, por exemplo, nesta que foi a turnê mais rentável da carreira da banda. Resta saber se o futuro reservará mais lançamentos da alguma fase da banda. Esperamos que sim, há certamente muita coisa boa ainda a ser resgatada.

N.R.:

Intermission em Vinil

Intermission em Vinil

Em nossa opinião, os álbuns ao vivo da banda Dio se complementam de tal forma que não há um que possa ser considerado o definitivo. Exceto talvez pelo EP INTERMISSION, que é em nosso entender uma grande falha da gravadora e cujo tempo acabou por deixar isso claro, os demais álbuns se completam, o que pode significar também que fica sensação de cada um deles poderia ter sido melhor. Voltando ao EP, o que a gravadora fez pode ser considerado um crime, que ainda se torna pior considerando que as gravações do show de 1985 trazem uma mixagem com as guitarras de Campbell em baixíssimo volume. O curto repertório não torna o EP representativo da fase da banda, as escolhas acabaram sendo óbvias (em especial Rainbow in the Dark e We Rock), salvando-se talvez a faixa de estúdio, Time to Burn, o que é algo contraditório. Ter um registro ao vivo onde a melhor faixa é de estúdio é algo desapontador. Ainda pior é repetir uma versão ao vivo de King of Rock and Roll, que já havia sido lançada “ao vivo” no álbum anterior, SACRED HEART.

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Considerando isto, podemos também atestar que os lançamentos póstumos fazem justiça às épocas de ouro da banda que não foram registradas ao vivo oficialmente em áudio. O recente FINDING THE SACRED HEART – LIVE IN PHILLY 1986 corrige a falha perpetuada em INTERMISSION, ainda que traga um show da tour de SACRED HEART com Craig Goldie. E por tabela, corrige também a edição de 1986 em vídeo, que não trazia o show na íntegra. O álbum apresenta uma qualidade bastante razoável de gravação, e faixas interessantes que não se apresentavam na versão do home vídeo original. Assim, é muito legal ter uma bela versão de Like a Beat of the Heart, por exemplo. O solo de Claude Schnell é outra grata surpresa, pois o músico fez sempre um papel muito discreto na banda.

O outro álbum póstumo, com gravações dos festivais Monsters of Rock em Donington traz várias pérolas da fase inicial da carreira do grupo. É uma pena, no entanto, que o primeiro cd do álbum Dio at Donington UK traga uma perfomance com tempo contado e menor do que os shows que a banda fazia na ocasião. A fase da turnê do ábum HOLY DIVER é sem dúvida o melhor momento da banda, e os cerca de 45 minutos do registro póstumo deixa a sensação de querer ouvir muito mais. Dio encontra-se com o vocal soberbo e a banda original tem uma química que nenhuma outra formação possuiu. Isso fica bastante evidente ao comparar os dois CDs de DIO AT DONINGTON UK: LIVE 1983 & 1987. Não que o show de 1987 seja algo menos que ótimo, mas não ele se compara à força e a vitalidade da banda em 1983.

No começo do atual século as versões ao vivo registradas oficialmente passaram a ser lançadas nos formatos DVD e CD. Os CDs acabam perdendo um pouco da força, mas os dois lançamentos da banda Dio na ocasião trazem duas formações em ótimo momento. Ainda que não contemos com o grande Vinnie Appice, Simon Wright se apresenta bem em ambos os trabalhos, exceto talvez pelo solo de bateria, que consideramos um pouco enfadonho. Dio acertou em ter Doug Aldrich tanto de HOLY DIVER LIVE quanto em EVIL OR DIVINE.

Aproveitamos esse espaço para homenagear um grande fã de Dio, que aparece na galeria de fotos dos extras do DVD EVIL OR DIVINE. O nosso grande amigo Luciano tornou-se presença frequente nos shows do saudoso vocalista e foi sabedor da generosidade com que Dio era reconhecido, um dos ídolos que mais deu valor a seus fãs. Abaixo, Luciano com Dio e Craig Goldie:

Luciano é o do meio na foto à esquerda

Luciano é o do meio na foto à esquerda

Luciano e Goldie

Luciano e Goldie

Sabemos que circunstâncias envolvendo problemas de saúde fizeram Craig Goldie não participar do projeto ao vivo envolvendo todo o álbum HOLY DIVER, mas isso sem dúvida foi um ponto a favor, pois Aldrich está próximo da perfeição ao trazer boa parte dos solos originais de Campbell para o trabalho lançado em 2006. Comparando-se os dois CDs, o repertório de HOLY DIVER LIVE é sensacional: maravilhas como Tarot Woman, Gates of Babylon, Caught in the Middle, Gypsy e Invisible fazem a alegria de fãs mais radicais da banda, inclusive a nossa, porém a banda falhou em gravar uma noite onde Dio está longe do seu melhor potencial vocal, pois se encontrava gripado. Assim o que seria de longe o mais perfeito álbum ao vivo da banda ficou bastante prejudicado por um vocal que raramente se apresentava com tanta limitação. O álbum de 1998 não peca pelo vocal, mas traz faixas fracas da carreira na fase Tracy G, e solos deste que destoam um pouco do que a maioria dos fãs gostaria de ouvir. Ainda assim, o álbum tem perfomances de Dio e Vinnie Appice impecáveis, e um repertório com faixas incríveis, como o medley Mistreated/Catch the Rainbow.

Há ainda pelo menos dois grandes momentos que poderiam ser registrados postumamente pelas gravadoras que detenham os direitos da obra da banda Dio. Um, em Vredenburg Utrech, Holanda, em 04/12/83, dificilmente será lançado, pois contempla um show não registrado com intenção de tornar-se um lançamento oficial da banda. As imagens abaixo do show, gravado para um especial de TV na época, não nos deixam mentir. O conteúdo é melhor que qualquer dos álbuns ao vivo lançados até agora oficialmente. A fase vocal de Dio impressiona até os mais acostumados com o alcance do baixinho de grande voz:

Há ainda a esperança do home vídeo A special from Spectrum, de 1984, contendo a turnê do álbum LAST IN LINE ter de seus detentores autorais o mesmo tratamento dado a FINDING THE SACRED HEART – LIVE IN PHILLY 1986. A versão VHS lançada à época também está reduzida em pouco menos de 60 minutos, mas quem sabe não há, guardada a sete chaves, uma versão completa para fazer justiça a um registro digno da melhor fase da banda, com a formação clássica e repertório irretocável. Enquanto vamos torcendo por isso acontecer, fica a versão editada, para a apreciação de todos:

Estamos chegando ao final de vários meses de pesquisa para a escolha da melhor canção de Ronnie James Dio. Em breve também, a última parte desta discografia-homenagem, que vai trazer um resumo da fase ao vivo da carreira do grande vocalista no Black Sabbath.

Até lá !

Alexandre Bside e Flávio Remote



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19 replies

  1. Alexandre e Flavio, como de costume somos presenteados com mais um ótimo post!!! Porem desta vez contando com todos os Lives do Dio em sua carreira solo, o que e’ um desafio considerável, pois são trabalhos que oscilam do clássico e indispensável ao supérfluo e desnecessário.
    Particularmente o primeiro trabalho ao vivo da banda Dio que escutei foram as duas musicas presentes no “BSide” do single Hungry for Heaven, que saiu aqui no Brasil. Que são justamente as que foram gravadas no Castle Donington de 83, esses live tracks são fabulosos!!! Quando adquiri o Intermission me recusei a acreditar que era a mesma banda e coloquei toda a culpa em C. Goldy, afinal de contas à diferença entre as duas versões de Rainbow in the Dark eram gritantes, só para citar um exemplo. Mas agora depois de ler o post entendo que a culpa não foi da banda e sim das “forças ocultas”… Acabei sendo injusto com o guitarrista. Mas como diz o ditado: antes tarde do que nunca. Agora somos brindados com o At Donington UK 83 & 87. Ainda não ouvi, pois estava esperando por mais um motivo para adquirir o álbum. (que foi justamente esse)
    Um abraço a todos!

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  2. J.P. ,mais uma vez obrigado pelo comentário elogiosos, são especiais vindo da enciclopédia que você é .
    Eu lembro deste single Hungry for Heaven, já esteve em minhas mãos , mas não lembro de quem era. Talvez do Cláudio,que reapareceu depois de algum tempo neste último podcast. Eu gosto bastante da fase do Dio do primeiro álbum, ainda mais que no segundo , pois o som parece estar mais cru e poderoso e a voz do Dio está em um dos auges que o vocalista viveu. Digo um,pois há fases no Sabbath e no Rainbow que também são irrepreensíveis.
    Quanto ao Intermission, eu acho que a qualidade da gravação e principalmente colocar a guitarra numa mixagem tão baixa atrapalhou demais. Como dissemos no post, o certo é que Dio ficou contrariado com a decisão da gravadora e pode ter tido menos vontade de fazer o projeto.
    Culpar o Craig Goldy é na verdade,permita-me dizer, um equívoco, pois as guitarras que ali estão são do VIv. Acho inclusive que o Dio deve ter mixado as mesmas bem abaixo de propósito,sabemos que Campbell não saiu da banda feliz da vida . E quem perdeu com essa história de gravadora, Dio e Campbell ? Nós, é claro.
    Acho que o Live Uk e também o Live in Philly são os melhores álbuns ao vivo de Dio, este último por trazer um show na íntegra de uma época boa da banda, embora não seja a melhor , e o primeiro , em especial pelo show de 83. Mas seria tão bom ter o Spectrum da Last in Line Tour e o show da Holanda de 83, este então é fantástico, lançados oficialmente, você não concorda ?

    Aí sim teriámos ” o” registro oficial , qual fosse a escolha da gravadora..

    Um abraço, continue nos trazendo tantas e excelentes informações

    Alexandre Bside

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  3. Agora, inapelavelmente, estamos chegando ai final da discografia do maior baixinho do rock ‘n roll. Já sinto uma amargura semelhante a quando me aproximo das páginas finais de um grande livro que leio ou quando um série de televisão que gosto muito chega ao fim. Quem sabe os “irmão geniais” não podem recomeçar tudo de novo.
    Quanto aos discos ao vivo de Dio, penso de uma forma semelhante a quanto a filmes da autoria de Woody Allen: O pior deles é melhor que a grande maioria dos outros.
    Ainda assim não posso discordar da afirmação do post quanto à crítica a “Holy Diver Live”. Quando anunciaram o lançamento do disco fiquei muito animado, afinal Holy Diver é um dos discos mais consistentes que conheço e entraria no meu Top 5 de discos inaugurais por uma banda. Infelizmente a voz do RJD não estava das melhores mesmo. Uma lamentável decepção.
    Por fim, agradeço a dica deste show “from the spectrum live” que não conhecia e estou escutando enquanto digito estas palavras. Aguardemos o epílogo desta série com os discos ao vivo de Dio no Sabbath (e Heaven And Hell).

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  4. Concordo com você Alexandre, hoje olhando para traz penso que realmente fui injusto com C. Goldy, pra falar a verdade acho que não queria acreditar que Vivian Campbell havia gravado aquilo que ouvimos em Intermission, pelos clássicos dos discos de estúdio e principalmente pelas musicas no citado Hungry For Heaven que estão infinitamente melhores era muito difícil de acreditar que era ele na guitarra, coisa de adolescente.
    Ainda não ouvi os Live in Philly e Spectrum, mas esta anotada a sugestão!! Creio que este ultimo deve ser o LIVE definitivo da banda Dio, pois engloba a melhor fase do grupo. Por falar nisso, infelizmente Dio não conseguiu em vida um registro Live digno do seu legado com a banda (Dio). Uma pena!!!
    Aproveitando o gancho, outro musico que segue os mesmos passos e’ o Yngwie Malmsteen, que ate o momento não conseguiu lançar um trabalho ao vivo de grande qualidade.

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  5. Choradeira a parte não vejo a voz do Dio com gripe como negativo, pois sei que ele tem boas atuações e a maioria bom é inferior a ele com gripe. No Sabbath estava bem econômica e as vezes falha.
    O Vivian não é tudo que se diz e neste disco mini foi lançado apenas para vender por contrato com a gravadora na época que com certeza fez o mais comercial possível.
    Não se pode negar que Dio fez músicas nesta época meio comerciais, a meu ver o erro dele foi no lock que dispensou a banda e tinha um projeto melhor do que fez em seguida.
    Da fase do Tracy o mas importante a meu ver foi o retrato dos EUA que ele cantava e ia se confirmando com o tempo e é atual até o momento.

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  6. Wellington, antes de tudo, obrigado por participar por aqui. Obrigado também pelas considerações.
    Acerca destas, você tem inteira razão ao entender que o Dio gripado é melhor do que a maioria dos vocalistas do gênero, pelo menos assim eu também acho. O problema é que era uma oportunidade única ,de registrar um trabalho magnífico pela primeira vez na íntegra ao vivo, a gente fica com a sensação que poderia ter sido melhor. O próprio Dio disse isso na época, com algum sinal de arrependimento. Ainda assim, o álbum tem uma qualidade que poucos ao vivo tem, pela força das canções, além da própria banda em si.

    Eu concordo também que o Lock Up the Wolves tinha uma formação bem interessante, com um dos mlehores guitarristas que a banda Dio possuiu e é uma pena que o projeto assim não tenha seguido, mas precisamos lembrar que ele simplesmente foi gravar o Dehumanizer. Por isso, dá pra perdoar…
    .
    Concordo também com a questão das letras da fase Tracy G, são bem legais e atuais. Sua afirmação também é bem coerente, mas a música deveu, pelo menos é o que acho.

    Sobre Vivian, ele pode não ser o mais técnico dos guitarristas, mas seus solos ficaram como a maior marca de um guitarrista na banda . Isso na minha opinião vale mais que o tecnicismo puro,e é a única discordância minha no seu ótimo comentário.

    Se puder, participe dos outros posts,

    Um abraço

    Alexandre

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  7. Quanto a Vivian acho bom nos dois primeiros depois ele estava como o Appice estava antes de entrar o Simon. Se ele ficasse acho que hoje não estaria elogiando pela falta de vontade nos LP´s seguintes. Acho ele bom e fraco na parte de riffs… quanto a comentar em outros não sei mas acho que deveria escrever algo sobre o Stress que pouco é valorizada e foi copiada pelo Metallica…

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  8. obrigado Flávio e Alexandre
    obrigado pelos posts magníficos. Espero conseguir ler todos ainda hoje

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  9. Aqui estou eu!!! Finalmente cheguei!!

    Este penúltimo (que espero que não seja penúltimo, afinal, eu já falei para vocês um apêndice interessante para esta discografia, onde vocês poderiam brindar a todos com pelo menos mais um post) está, para variar só um pouco, sensacional. Vamos na ordem…

    Intermission – tem um valor único pela questão da formação, como bem destacado por vocês, mas acho que para por aí mesmo. Não é um registro “feliz”, tem as falhas mencionadas e que acaba comprometendo o resultado final.

    Inferno: Last In Live – acho que foi meu primeiro contato com a banda DIO ao-vivo. Aqui os destaques vão para o tracklisting, trazendo uma mescla das bandas que Dio participou, incluindo o medley de Rainbow com Purple em Catch The Rainbow com Mistreated.

    Evil Or Divine – aqui meu provável segundo contato ao vivo da banda DIO, trazendo um lineup excelente, já com Doug Aldrich, Scott Warren e Simon Wright (estes 2 agora meus conhecidos em um Meet & Greet que vimos aqui no blog). Show com clássicos, contando ainda com Jimmy Bain que, hoje em dia, está participando do Last In Line, que conta também com Viv Campbell, Vinny Appice, Claude Schnell e Andrew Freeman e que, tirando este último, estão revivendo a época dos clássicos álbuns da banda DIO.

    Holy Diver Live – a noite londrina contando com uma formação especial, com Rudy Sarzo agora no baixo (também por aqui, no blog, o Meet & Greet com ele e Rolf) e Doug Aldrich novamente, trazendo alguns clássicos do Sabbath e Rainbow (uma pena The Sign Of The Southern Cross não ter sido executada por completo – eu, particularmente, odeio quando isso acontece – o MetallicA por um tempo fazia isso com Master Of Puppets, realmente não acho uma boa prática das bandas). É o álbum ao vivo que mais devo ter ouvido da banda DIO, tenho hoje em blu-ray (autografado por todos da banda Dio Disciples, do M&G citado em Evil Or Divine) e volta e meia ele está no player. A grande pena dele é a noite escolhida, com Dio longe das melhores condições (a tal gripe), mas, ainda assim, muito acima da média do que se poderia ter com a grande maioria de vocalistas pelo mundo, hehehe. Aqui meus destaques vão, claro, para as músicas do álbum homenageado, ainda que Gates Of Babylon tenha sido primorosamente executada. E, claro, a inédita Caught In The Middle!

    Dio At Donington UK: Live 1983 & 1987: bom, aqui é ser repetitivo, mas vamos lá… a fase clássica, uma voz já conhecida que vinha 2 álbuns do Sabbath e anteriormente do Rainbow arriscava voo-solo e, se em 1983 ainda estava “se provando”, em 1987 a coisa já havia ganhado seu merecido reconhecimento no sagrado solo do Reino Unido. A lamentar que o primeiro CD tenha a performance limitada pelo tempo, pois a fase era excelente e merecia já o tempo de um headliner.

    Finding The Sacred Heart – Live In Philly 1986 – o “novo” lançamento ainda não está presente em minha coleção (sim, podem jogar pedras, são merecidas), mas já vi bastante do show pela internet da primeira versão lançada e alguns vídeos do novo. Agora, com o conteúdo adicional, o convite é muito mais representativo. É um excelente registro, de uma fase vocal igualmente excelente do baixinho.

    Como muito bem dito no N.R. do post, não há nada que possa ser considerado definitivo. O “pacote” ao vivo é o que pode trazer a quem quiser conhecer a força do baixinho ao vivo com as variadas formações que sua banda solo teve ao longo do tempo.

    É de se destacar também termos um brasileiro conhecido pela turma, e sempre mencionado nas discussões envolvendo Dio no país, que é o Luciano. Realmente ser reconhecido pelo mestre (“Hi Luciano”) é algo muito longe do trivial. E, além de ter tudo autografado e com fotos, ir parar nas fotos de um lançamento oficial é SENSACIONAL. Para ser perfeito, só se um dia ele aparecesse por aqui e deixasse um comentário neste post – que tal, Luciano?

    Remote e B-Side, parabéns por mais este trabalho primoroso. Me sinto privilegiado em ler algo com esta qualidade! Com certeza há muito a ser desvendado desse legado fundamental do heavy metal e ficamos aqui esperando que mais material venha a ser lançado – assim, essa discografia pode ganhar mais alguns capítulos, também :-).

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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    • Eduardo,
      Ótimo seu registro e as considerações sobre cada album, é interessante ver que não há realmente um definitivo da banda. Sem querer ser saudosista, mas já sendo, talvez um bom lançamento de Utrecht 1983 resolveria esta questão.Vamos deixar este canal aberto para que a Wendy avalie essa possibilidade? Eu bem gostaria de uma bolacha (no verdadeiro sentido) na minha estante
      Mais alguns capítulos? Quem sabe…

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    • Estou neste momento com o blu-ray do Philly 1986 no player. Achei a guitarra um pouco baixa na gravação (não muito, mas parece um pouco mais abaixo que um nível normal… e o vocal, obviamente privilegiado). O baixo, ótimo.

      O medley que passa por Children Of The Sea é legal, mas esta em específico é uma coisa bastante “alternativa”, hein? Não gostei muito da “ponte”…

      Pequenas críticas feitas, o resto é um espetáculo, literalmente – voz do Dio, alta, potente e rasgada, cozinha, Claude, o palco, o dragão (e os efeitos, explosões, lasers, o sabre de luz do Dio)… aliás, Sacred Heart neste show é incrível (parece até que o som nela melhora, inclusive o volume da guitarra)… e o pequeno retorno para The Last In Line ao final…

      Obs.: o blu-ray não consegue muitas melhoras em termos de imagem – eu já esperava por isso, dada a qualidade da gravação da época.

      [ ] ‘ s,

      Eduardo.

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  10. Pessoal, alguém aí com o blu-ray do FINDING THE SACRED HEART – LIVE IN PHILLY 1986?

    Estou com um PS3 ligado em uma TV por HDMI (TV com um som relativamente bom em estéreo) e estava vendo um pouco do blu-ray En Vivo!, do Maiden. Quando troquei para este do Dio para curtir nesta noite chuvosa de SP, tomei um susto: o som está muito mais alto e estourando, como se tivesse estragado os falantes da pobre TV. Mesmo abaixando o som (pecado), continuo com a sensação de “estouro”.

    É isso mesmo?

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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