Cobertura Minuto HM – Iron Maiden [Legacy Of The Beast World Tour ’22] – resenhas combinadas: Curitiba, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro [Rock in Rio 2022] e São Paulo

Indo na mesma linha feita para o MetallicA no Brasil este ano e já entrando no clima da maratona – que inclui a primeira visita da banda Ribeirão Preto e o Rock in Rio 2022 (noites do Maiden e Guns) que seguirá nos próximos dias, começo aqui antes mesmo dos posts que virão de cobertura pré-show / Live Blogging o post que tem como objetivo combinar fotos, vídeos, setlists (que serão atualizados “automaticamente” ao final dos shows – não que no caso do Iron Maiden eles vão variar, já sabemos que não).

Então, digam comigo: UP THE IRONS! MAIDEN RULES! Todos: Graças a Deus!

(POST EM ATUALIZAÇÃO)


CURITIBA

Fotos:

Vídeos:

Setlists:

Avatar Setlist Pedreira Paulo Leminski, Curitiba, Brazil 2022

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Iron Maiden Setlist Pedreira Paulo Leminski, Curitiba, Brazil 2022, Legacy of the Beast

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RIBEIRÃO PRETO

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RIO DE JANEIRO [ROCK IN RIO 2022]

Fotos:

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SÃO PAULO

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Setlists:


[ ] ‘ s,

Eduardo.



Categorias:Artistas, Cada show é um show..., Covers / Tributos, Curiosidades, Iron Maiden, Músicas, Resenhas, Setlists, UFO

3 respostas

  1. Em meio à milhares de videos e fotos que nosso Presidente colocou aqui, eu, velho que sou, só consigo deixar algumas coisas registradas pelas palavras ao invés de imagens. Eu não estive em Curitiba, mas estive em Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo; e gostaria de deixar alguns pontos registrados.

    Banda Avatar

    Grata surpresa! Fizeram shows muito divertidos, sempre com essa manga teatral. Me agradou muito o baterista, que interpreta um cara com problemas mentais que sempre que pede pra plateia gritar ele se assusta e pede pro pessoal parar de griatr – achei muito legal! O controle ritmico dele também é muito preciso e até os “tiques” que ele cria enquanto toca são muito bem controlados. Em Ribeirão achei o som bem mais alto que em São Paulo – mais uma vez foi provado que nossa capital é perita em sabotas sons das bandas de abertura. O vocal não é algo muito apreciado pelo pessoal aqui do blog, menos pela pessoa que vos escreve, que curte o gutural gritado ao estilo “pop metal europeu” (eu brinquei com o presidente durante o show de Ribeirão sobre isso – que cantar daquele jeito é algo muito mainstream no metal europeu).

    Iron Maiden

    Em termos de som, o ranking ficou com 1.São Paulo, 2. Ribeirão e 3.Rio de Janeiro. Fiquei rouco nos três show e, só para variar, cantei todas as letras enquanto a maioria das pessoas ao meu lado não sabiam muitas músicas (Rolim que o diga).

    Pontos a destacar (para o bem e para o mal):

    1. Ribeirão Preto! A ideia é fantástica: fazer com que as pessoas longes da capital também possam ir em shows e atrair público que não tem condições de viajar. Agora, ô cidadezinha errada para concentrar essa ideia! A BMW foi lá e investiu uma grana, mas tem que investir muito mais! A cidade (e o evento do show em si) se provaram incapazes de citiar uma estrutura descente e um staff com condições de “aguentar a barra”. Falta restaurante na região no estádio, falta loja (onde já se viu não abrirem a Hard Rock no dia do evento!! Surreal isso!!), falta público!! Sim, falta público para esse tipo de evento!!!! O pessoal que era fã da banda veio de outras cidades. Dava para sacar quem era de Ribeirão e estava lá para dar um “rolê”. Gente vestida como se fosse para a badala! Vi gente que nem Fear of the Dark conhecia! Pessoal filmando o início de Doctor Doctor! Totalmente perdidos! Não tinham nada melhor pra fazer com 500 mangos?! Agora,o som montado no estádio foi muito bom! E ouvir Bruce falar “Scream For Me Ribeiraaaoo” também foi impagável.

    2. Dave Murray! Meu guitarrista preferido (sim, Adrian Smith é melhor, mas deixem meu herói de infância em paz!) deixou a preguiça longe do país e solou tudo e mais um pouco! Em nenhum solo ele deu aquele bend preguiçoso e ficou com o punho levantado! Tocou tudo! Em Ribeirão, inclusive, ele fez os dois solos de Flight of the Icarus (Adrian não entrou no solo e 1,5 segundos depois Dave assumiu – e como não era o solo dele, ele não ficou improvisando e tocou o solo de estúdio). Kudos Mr. Murray!

    3. Solos “improvisados” de Adrian Smith! Em três show seguidos deu para notar que os improvisos de Adrian são totalmente ensaiados (ou seja, não tem improviso)! Todos os solos foram iguais! O profissionalismo desse cara beira o absurdo!

    4. Antes da pandemia, na primeira perna da turnê isso não tinha acontecido, mas agora aconteceu. A terceira idade começou a bater na porta. Bruce não aguentou cantar em diversos pontos (o “Running low…” de Hallowed be Thy Name nunca foi tão parcelado e curto). Aces High teve a velocidade diminuída para além da versão de estúdio (todo fã sabe que ao vivo eles aceleram o tempo das canções, então essa foi a primeira vez que a velocidade caiu!). Nicko errou várias batidas e a bateria dele está montada de uma maneira que ele tenha que fazer o menor esforço possível para dar aquelas viradas 180 graus, da esquerda para a direita (quem viu, viu – não vai ter mais…).

    5. Indignação pessoal: Ursinho Steve, tira o Janick do solo de Hallowed Be Thy Name! Meu senhor, o cara destruiu o solo da música em todas as apresentações. Uma improvisão suja sem pé nem cabeça (nem a escala ele deve ter acertado). Deixa o Janick ficar brincando na Fear of the Dark e The Clansman e põe o Adrian de volta nas músicas do The Number of the Beast.

    6. Rock in Rio: som horroroso! Festival horroroso! Deixou de ser centrado em música há muito tempo, estando muito mais preocupado com esse lance de agradar gregos e troianos culturalmente. Exposição de arte, campeonato de video-game, montanha russa. Aff! Medina, por favor, nos poupe disso no The Town. Agora, deixo aqui o meu aplauso à estrutura dos banheiros do Rock in Rio – limpos, organizados, com torneira + sabão + papel, sem banheiro químico, com muitos banheiros espalhados pelo local, com sinalização externa de percentual de ocupação. Banheiros de primeiro mundo!

    Beijo nas crianças!
    Kelsei

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  2. O número final em Curitiba me parece estranho (para menos)…

    [ ] ‘ s,

    Eduardo.

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