Cobertura Minuto HM – Dream Theater em São Paulo – [Dream Fest] – resenha

Fazia um bom tempo que não ia em um festival. E fazia mais tempo ainda que tinha um sapo preso na minha garganta; quando, durante a turnê do Octavarium, que foi realizado em São Paulo com dois shows, o Scenes From A Memory foi tocado na íntegra no dia em que eu não fui.

Dessa vez, agora em 2019, o Dream Theater voltaria para uma série de shows ao Brasil e novamente o Scenes From A Memory seria tocado, agora pela comemoração dos 20 anos de lançamento do álbum. Aqui em São Paulo, diferente de outras cidades, foi criado um festival, batizado de Dream Fest, como uma forma da produtora ganhar mais dinheiro de unir diferentess públicos de metal em um festival totalmente sem pé nem cabeça assim como é feito em algumas ocasiões na Europa.

Mesmo começando essa resenha com ironia, quem ficou o festival inteiro (como eu) teve provas de sobra para chegar à conclusão que o festival era uma desculpa para encarecer o ingresso. Iremos à elas no decorrer da resenha.

O evento ocorreria no Sambódromo de São Paulo. O local é bem conhecido para eventos grandes, já tendo recebido bandas do cacife de KISS, Judas Priest, Ozzy Osbourne, Sliknot e outras. Quando cheguei ao local, às 15:10, com os portões já abertos, me dei por conta que o festival foram montado não no estacionamento do Sambódromo, onde todos os shows que mencionei foram feitos; mas sim, dentro do local onde o desfile das escolas de Samba ocorre.

A escolha do local dentro do Sambódromo foi simplesmente horrível. Apesar da pista premium ter mais espaço na horizontal, o público da pista comum estava aglomerado dentro de uma coluna, literalmente. E com a mesa de som atrapalhando a visão. Veja nas fotos que tirei as partes traseira e frontal da pista comum.

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A pista comum era um grande corredor. Eu fiquei na premium e, para chegar ao local, contornava por dentro da arquibancada da esquerda.

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Dessa foto dá para ter uma ideia da “coluna” que o pessoal da pista comum foi inserido. Os espaços laterais só haviam na pista premium.

Com relação aos comes e bebes, estava muito bom, apesar de preços salgados de festival. Tinha cerveja Colorado por R$ 15 e lanches que variavam de R$ 20 até R$ 40. Os banheiros não eram químicos, pois se usava a estrutura que fica abaixo das arquibancandas.

Não houve problemas de filas em nenhum momento, até porque o público, no fim das contas, estava lá pelo Dream Theater, e não pelo festival em si. As bandas tinham sons muitos distintos entre si e era difícil que fãs de metal progressivo ouvissem os outros estilos.

O festival também não manuseava dinheiro. Foi a primeira vez que vi esse sistema ativo. Você carrega um cartão, comprando-o por R$ 5 e faz uma carga, debitando-a ao longo de suas compras. No final, o evento troca o seu cartão por uma água. Eu particularmente tive problemas, mas não pelo sistema em si, e sim pela atendente que descontou duas cervejas ao invés de uma só, que tinha comprado, zerando o saldo que eu tinha posto. Mas um fiscal resolveu meu problema em cerca de 10 minutos e sem nenhum stress.

Vamos aos comentários das bandas que acompanhei. Antes de mais nada, como estava vazio no começo, deu para ficar bem tranquilo e perto da grade. Como as PAs estavam estourando no pessoal da frente, todos os meus vídeos ficaram uma porcaria (claro que também devemos agradecer à qualidade do meu celular, que já passou da hora de troca), pois o som ficou com um chiado , a mesma coisa que aconteceu no show do Sons of Apollo. Preferi, portanto, não postá-los e poupar os ouvidos dos leitores.

Reckoning Hour – 15:30

Essa banda do Rio de Janeiro foi anunciada na mesma semana que o festival ia acontecer. Conhecia zero. Como li em um dos comentários de rede social que eles abriram o show do As I Lay Dying na cidade maravilhosa, esperava certa pancadaria. E não deu outra. O metalcore que esses cariocas fazem é muito bom! Tem uma influência nítida da banda acima já citada e de outras do estilo, como o Killswitch Engage, que tocaria mais tarde. Gostei de todas as músicas.

Reckoning Hour

As canções usam de backtrackings executados por um laptop ao lado do baterista e certas “melodias bonitas”, que poderiam ser executadas ao vivo, perderam o charme. Nada que comprometesse a apresentação. O vocalista, entretanto, ao conversar com o público entre as canções, usa de muita expressão carioca. É estranho o cara cantar a invocação do mal na terra e depois falar “Brother” em cada frase, com aquele “S” carregado até o teto.

Turilli / Lione Rhapsody – 16:30

Ouvi muito esses italianos quando era adolescente, mas nunca tive a oportunidade de vê-los ao vivo. Eles já foram só “Rhapsody” e depois “Rhapsody of Fire”, tendo anunciado o encerramento da banda meio que recentemente. Aí o Fábio Lione e o Lucca Turilli deram algum jeito no âmbito legal de fazer a banda voltar, tendo o mesmo nome, só que com os sobrenomes deles na frente. Não conheço muito a história, mas é mais ou menos isso.

Além dos dois integrantes, havia Alex Holzwarth, na bateria (que veio recentemente ao Brasil para tocar no show do Eduardo Falaschi) completando a tríade que acompanhou toda a história da banda italiana de Power Metal Espadinha.

Rhapsody

Não conhecia o álbum novo (e nem penúltimo, nem o antipenúltimo – só ouvi os álbuns lançados na minha adolescência), mas consegui cantar as clássicas “Dawn of Victory“, “Holy Thunderforce” e “Land of Immortals“. Só aí, valeu pra mim. A primeira canção, que acredito ser do trabalho mais recente, teve vários erros de som: não se ouvia a voz de Lione e as guitarras estavam baixíssimas – chego a ficar pasmo que ainda tenha engenheiro de mesa que não acerte essas coisas em eventos como esse.

Tocaram duas canções em italianos, com fãs cantando junto! A minha crítica aqui também foi o uso de backings tracks tocadas junto das canções – inclusive com gravação de coro de vozes cantado junto com Fábio Lione em um dos refrões (que, para mim, ficou ridículo).

Ahhh… e também preciso destacar aqui a homenagem que Lucca Turilli fez ao nosso eterno trapalhão, o Zacharias, usando um penteado que era praticamente a peruca do comediante.

Rhapsody II

A tríade da formação original do Rhapsody – Fabío Lione (vocal), Lucca Turilli (guitarra) e Alex Holzwarth (bateria)

 

Sabaton – 18:00

Aqui eu vou começar pedindo desculpas aos fãs que lerem esse resenha, porque não conheço quase nada desses suecos. Conhecia somente algumas músicas soltas e, na época que as ouvi, nenhuma me desceu. Não que era algo mal tocado, mas sempre tinha uns gritos de guerra nas canções que não combinou muito com o estilo de coisas que eu costumo ouvir.

For those who don’t know, we are Sabaton and we play about military history. Essa foi a definição do Sabaton dada pelo vocalista para o público. E olha, vou te dizer: os caras vestem a camisa. Com um pano de fundo cheio de crânios humanos, todos os caras entraram uniformizados. E ganharam meu respeito, porque o coro de vozes que eu ouvia nas músicas é feito ao vivo! Os dois guitarristas e o baixista cantam em todas as canções.

Sabaton

A apresentação é muito bem ensaiada. Os caras saíram do palco algumas vezes, ou então ficavam parados na mesma posição, enquanto um backing track era tocado (mas eram nas introduções, e não no meio da música). Os músicos estavam muito felizes por estarem tocando no festival; isso era nítido! E por mais de uma vez falaram do nosso sol e como era bonito tocar com aquele sol, e não com vinte centímetros de neve por todo lado.

Foi nessa apresentação que o pessoal começou a chegar para o show principal. A plateia (que na pista premium tomava, naquele momento, um terço do espaço) foi chamada a participar várias vezes e cantou em todos os momentos. E os caras do Sabaton ficavam estasiados todas as vezes que os brasileiros cantaram juntos.

Devo dizer que a passagem de som da equipe dos suecos foi de primeira. Os técnicos da banda entraram muito bem planejados e executaram toda a passagem em pouco tempo (não tomaram nem vinte minutos).

Killswitch Engage – 19:30

Do you guys want some rock’n’roll?

Yeeeeaaahhhh!

So you’ll have to wait, ‘cause shit is happening and we’re getting over it…

Após a apresentação do Sabaton, ficou claro, para quem acompanhava os técnicos dos americanos do Killswitch Engage (KsE), que havia problemas na passagem de som. Teve um momento que o próprio baixista da banda foi até a mesa, pegou o baixo, e começou a mexer nos aparelhos.

A apresentação começou com um leve atraso e foi meio que “entrem logo e comecem com problemas mesmo porque senão vai azedar todo o cronograma”. Eu nunca tinha visto o Killswitch Engage e estava muito animado pela apresentação. De longe, foi a banda que mais ouvi nos últimos três anos. Ela, inclusive, fez parte da segunda lista de vocais agressivos que fizemos no podcast.

A faixa de abertura foi horrível em termos de som. O pedal duplo na bateria estava dando uns estralos nas caixas que comprometeram os sons dos instrumentos de corda. Foram acertando isso aos poucos e esses estralos foram sumir lá pela quarta ou quinta música do show.

Eu pensei que só eu e mais uns dez gatos pingados conheciam a banda, mas tinha uma galera cantando com presença. Muitos que não conheciam o Killswitch Engage ficaram impressionados e comentaram muito positivamente. Salvo os problemas iniciais de som, a presença e a concentração vocal de Jesse Leach foram impressionantes.

Outro destaque no palco foi o baixista Mike D’Antonio, que para mim foi o música que mais correu, pulou e chamou a galera de todos os momentos do show (em todos os shows – os caras do Dream Theater obviamente não podem fazer isso por causa das 300 notas por segundo dividas em 17 tempos diferentes).

Killswitch Engage

Tocaram muita coisa boa: Hate By Design, Rose Of Sharyn, In Due Time, Always, My Curse, This Is Absolution (eu quase bati o carro ouvindo essa aqui, de tanta adrenalina que eu fiquei – nunca mais dirigi ouvindo KsE depois disso), além de canções do álbum novo, que não ouvi muito ainda. A banda prestou uma homenagem ao Sepultura e Jesse pediu uma salva de palmas para todo o legado que a banda brasileira deixou para o mundo, inclusive para eles, como uma grande influência.

Killswitch Engage II

O show foi encerrado também com outro homenagem: “this one is for the almighty Ronnie James Dio“, com uma versão metalcore de Holy Diver. Achei bem legal! Após o encerramento, a banda não tirou aquela foto com o público e veio agradecer, jogar baquetas, essas coisas, acho eu que pelo atraso que teve no início.

Quando acabou e eu olhei para trás, não dava para ver o quanto de espaço tinha sobrado na pista premium, porque estava tomado de gente. Muita gente claramente tinha chegado só pelo Dream Theater, o que é compreensível se você é um fã só de progressivo, já que o som da banda, como eu já mencionei aqui, é bem distoante de todas as demais bandas que tocaram anteriormente.

Dream Theater – 21:15

E mesmo com um pouco do atraso, não é que o Dream Theater (DT) entrou exatamente às 21:15?! Os caras são bons de tempo, hein (pá-tum-tum-tchhiiii)!

Bem, assim como no show do Iron Maiden, eu não vi o setlist que eles iriam tocar, tirando o fato de que o Scenes from a Memory seria tocado na íntegra. Não tinha visto imagens, vídeos, nada da turnê. O palco foi montado muito rápido, tendo um pano de fundo na frente do pano de fundo principal, que causava um efeito 3D muito legal.

Dream Palco

O palco sendo preparado

A apresentação teve vários vídeos de fundo, todos diferentes, sendo um para cada canção, além de vídeos de introdução do show e de introdução do Scenes From a Memory.

O show foi dividido basicamente em duas partes. Na primeira, a divulgação do novo álbum, Distance Over Time, foi bem maior do que eu esperava. Tocaram “Untethered Angel“, “Fall Into The Light“, “Barstool Warrior” e “Pale Blue Dot“. Gosto de todas as canções, sendo que Barstool Warrior tomou a posição de “minha canção preferida do novo álbum”, após a resenha que fiz com as primeiras impressões.

Dream I

Foto da abertura, com Unthetered Angel

Entre as canções do novo álbum, foram executadas as longas “A Nightmare to Remember” e “In The Presence Of Enemies – Part I“, ambas faixas de abertura de seus respectivos álbuns, Black Clouds and Silver Linings e Systematic Caos. E de todas as apresentações que vi do DT, cabem alguns comentários nessa aqui:

  • Gente, o LaBrie tá goooooorrrdo! Buchechudo que só! Fiquei pasmo quando o cara entrou no palco pouco depois dos outros quatro aliens para o início de Untethered Angel.
  • Nunca vi o Myung tão solto no palco. O chinês que sempre fica quietinho e caminhava pouco fez vários Head Bangs enquanto tocava.
  • Mangini fez várias piadinhas e brincadeiras enquanto tocava. Foi a apresentação mais “solta” dele que presenciei. Na primeira parte do show, uma peça da bateria deu problema e o rodie que entrou para consertar serviu até de cama pro Mangini fingir que dormia.

Não querendo fazer a óbvia comparação entre o Mangini e Portnoy (mas já fazendo), acho que o que mais pegou pesado foi o fato da bateria não estar com dois bumbos. Foi usado pedal duplo ao invés disso e, para mim, eu senti diferença em algumas canções. De resto, Mangini errou umas poucas viradas que o Portnoy, mesmo errando, ficaria mais legal. A falta da “pegada Portnoy” foi bem sentida em “The Spirit Carries On” e “Finally Free”, além do fato de não ter sua voz em um dos trechos de A Nightmare To Remember, que foi cantada por LaBrie.

Após a execução da primeira parte, temos uma mudança no cenário de fundo, com um tom de nostalgia, com uma casa antiga sendo vista enquanto passarinhos correm pelo céu. Um jornal voa e é possível ler como manchete principal: “Dream Theater plays Scenes from a Memory”.

Dream Intervalo

O cenário de introdução de Scenes from a Memory

Foi uma pausa de cerca de 10 minutos, quando um novo vídeo introdutório inicia a segunda parte do espetáculo, apresentando os nomes dos personagens da história. Seguem particularidades de cada canção:

  • Regression: Petrucci tinha um violão colocado ao lado da bateria. Todas as vezes que ele seria usado, o guitarrista deixaria seu posto para subir o segundo nível do palco. La Brie cantou a canção sentado na escada oposta ao local do violão.
  • Overture 1928: eu já estudei essa música na guitarra, então foi meio que automático eu só olhar para o Petrucci durante toda sua execução.
  • Strange Deja Vu: já tinha visto essa canção ao vivo, então o impacto dela foi menor que o início. Foi bem executada. O Mangini não tocou a última virada antes da execução do “refrão” final (não dá para chamar de refrão, porque as partes são similares, mas não iguais, mesmo assim quem conhece o álbum sabe da parte que eu estou falando).
  • Fatal Tragedy: foi a primeira vez que Jordan Rudess saiu dos teclados e foi para o “teclado móvel”, no momento do solo. Para que desse tempo dele colocar a alça do teclado no ombro, Mangini criou um pequeno solo adicional de 3 segundos, para não comprometer a passagem do solo de guitarra para o de teclado.
  • Beyond This Life: uma das músicas de mais peso do álbum, também teve pequenas improvisações nos solos de guitarra e teclado, mas nada firulento.
  • Through Her Eyes: a música original tem um fade-out, que, nesse show, ao menos, Petrucci criou um solo lindo para o encerramento. Achei tão boa, mas tão boa que acho que os caras deveriam regravá-la e lançar como versão alternativa. Ao seu término, houve uma pausa no set, para que todos cantassem parábens para o técnico dos equipamentos de Jordan Rudess (que eu não lembro o nome). Teve até bolo.
  • Home: na introdução eu já fiquei paralizado. De longe, era minha maior expectativa poder ouvir Home, que para mim é a melhor canção do álbum. Foi inexplicável!
  • The Dance Of Eternity: já tinha visto essa ao vivo anteriormente também. Como dá última vez fiquei olhando para o Petrucci, dessa vez fiquei observando o Myung. Comprovei que aquele chinês é um alien…
  • One Last Time: já tinha visto essa ao vivo anteriormente também. Momento mais sossegado do show, pois a tensão da música é pouca e ajuda a dar uma descançada.  La Brie a cantou sentada em um banquinho. Nessa música o Petrucci trocou de guitarra (foram várias trocas ao longo do show) por um modelo L-I-N-D-O que ele ficou até o final do álbum. Quero uma para mim!
  • The Spirit Carries On: já tinha visto essa ao vivo anteriormente também. Uma das canções mais conhecidas pelo público em geral que conhece um pouco de Dream Theater, até por sua influência Pinkfloydiniana. Um clássico!
  • Finally Free: Era a minha segunda maior expectativa, depois de Home. Perdi a voz aqui! Literalmente! Fui tomado por uma emoção que não sentia em shows fazia muuuito tempo! Cantei a plenos pulmões! A parte da letra que repete o trecho de One Last Time para a entrada do solo de guitarra vai ficar marcada na memória até o dia que eu morrer.

O término do álbum mostra Nicholas tomando seu whiskey em seu apartamento, quando a porta abre e, após um subir de escadas, toda a plateia grita “Open Your Eyes Nicholas“, para vermos uma arma sendo disparada, matando-o. É o fim da magistrosa apresentação do Scenes from a Memory.

Dream IV

Execução de Fatal Tragedy, quando Rudess estava com seu teclado móvel para executar o solo junto à Petrucci

Dream II

Execução de The Dance of Eternity

Em um pequeno intervalo de cerca de cinco minutos e a banda volta para a execução de At Wit’s End, também do novo álbum. Foi a única música do “bis”. O show terminou exatamente meia-noite, o que significa que o set de três horas que fora anunciado ficou devendo quinze minutos – dava para ter tocada mais uma música, hehehe.

Dream III

Fui embora satisfeito e com muita dor nas pernas e nas costas. Hoje, três dias após o show, ainda estou rouco e com muita dor nas pernas, me pegando cantarolando as canções do Scenes from a Memory pela casa.

Até mais! Beijo nas crianças!

Kelsei



Categorias:Artistas, Cada show é um show..., Curiosidades, Dream Theater, Músicas, Resenhas, Setlists

7 respostas

  1. Agora tentando por aqui
    Achei excelente o nível de detalhes trazido do evento, isso sim é uma cobertura.
    Sobre uma das bandas, o Kelsei sempre falava dela e eis que ela surge no Brasil…..o segredo total

    Curtido por 1 pessoa

  2. Bom dia, galera do blog!!
    Meu nome é Carlos, acabei de ler todos os posts sobre a discografia do Kiss!! Que trabalho espetacular que vcs fizeram, parabéns!!
    Eu fiquei interessado nas resenhas que vieram na parte interna dos cds remasterizados e não achei em lugar nenhum da Internet… como vcs tem todos esses cds, gostaria e pedir para que vcs diaponibilizassem essas resenhas para nós, é possível? Sei la, escanear e por para download ou algo do tipo?
    Outra coisa, procurando por essas resenhas na net, eu vi que em 2015 o Kiss lançou um EP com uma banda japonesa chamada Momoiro Clover Z e vcs acabaram não comentando sobre o assunto (pelo menos eu não achei no blog), fica a dica para um complemento desta ja maravilhosa resenha da discografia que vcs lançaram!!
    Abraço!

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