[Discografia Iron Maiden – Apêndice B] Apertei o botão

Scream for us Bruce!

Ganhei o livro de aniversário de casamento, alguns meses depois do lançamento, em Outubro de 2017. Ainda não tinha expectativa de data para termos o livro em tradução para o Português (não que eu fosse comprar a versão adaptada), mas minha mulher me conhece: “Você estaria até hoje esperando o preço baixar e nunca teria comprado“. E assim, minha estante teve que abrir um espaço para a edição importada de What Does This Button Do? Bruce Dickinson – An Autobiography.

Com 367 páginas e lançado pela HarperCollins Publishers, não fui sedento à leitura, até porque, para variar, eu deveria estar com umas trinta coisas em paralelo, como sempre estou. Eu nem tinha começado ainda o projeto de conhecer a discografia do Sepultura, que estava na frente. Somaram, ainda, os fatos de que eu já tinha lido a biografia oficial do Iron Maiden, já tinha lido a biografia não oficial do Bruce e eu também estava presente na primeira aparição oficial em público do vocalista da Donzela após o tratamento contra o câncer, em uma palestra na CIAB FEBRABAN 2015, sem nem saber da existência desse blog ou conhecer o Eduardo Rolim, nosso presidente, que sentou algumas fileiras na minha frente. O que o livro poderia me oferecer?

Bem … fora um tapa na cara e uma mordida na língua, esse post.

Ao passar pelos quarenta e cinco capítulos, que não são divididos em longos excertos, tem-se uma narrativa divertida (com o estilo de piadinhas que eu choro de rir), sem clichês de um astro de rock e de vocabulário difícil – sim, mesmo que você tenha contato com inglês, terá dificuldade se quiser entender todos os parágrafos e um dicionário será um aliado mandatório.

Não preciso mencionar que o começo, na infância e adolescência, é um porre. Me indica uma biografia que isso seja legal. Bruce comenta a relação com os avós, tios e, quando dava, com seus pais. Até ele não chegar nos primeiros contatos com música, a leitura é maçante, tirando o fato que ele comenta sobre o episódio da urinada na sopa dos professores (que lhe custou uma expulsão) ou o fato de que muitos professores abusavam violentamente de alunos no colégio para homens, e que o próprio Bruce foi alvo dessa violência.

Apesar de existirem muitos relatos ao Iron Maiden, o que é óbvio, não existem coisas como “1 capítulo por álbum” da Donzela e detalhes a todo momento sobre composições e turnês. Bruce relata tais assuntos como parte de sua história, realmente como uma biografia auto-suficiente, misturando assuntos fora do Iron Maiden dentro dos capítulos (e sim, muita coisa relacionada com esgrima e aviação).

Também não dá para dizer que todas as histórias são legais – as partes relacionados à aviação foram sofríveis. Para mim, o avião é dividido em duas partes: a de dentro e a de fora. Ler sobre aulas, passeios aéreos, misturado com vocabulário técnico específico, foi dose. Tem um capítulo (Wing Nut) que Bruce descreve o momento onde ele quase caiu de avião, pilotando-o sozinho. Páginas e páginas que, particularmente, poderiam ser resumidas na frase “teve um dia que quase morri ao quase estraçalhar um avião no chão”.

O que fiz nesse post é um compilado de coisas que eu achei interessante, como um aditivo à discografia do Iron Maiden. Portanto, SIM, LEIA O LIVRO! Se fosse para contar tudo o que tem de legal (e chato), isso seria uma transcrição. Além disso, alguns dos pontos abaixo podem não ser um fato novo para você e / ou talvez o livro tenha algo interessante, para você, que eu não tenha trazido para cá. E ressalto que, mesmo com uma ordem cronológica, os capítulos podem ser lidos em qualquer ordem, por serem independentes.

E se você seriamente pensa em ler o livro, pare aqui! Sendo moderninho, a partir de agora, temos o saudoso SPOILER ALERT. Para dar uma facilitada, irei dividir as curiosidades em subdivisões, tiradas da minha própria cabeça, sem nenhuma relação com divisões trazidas no livro.

Importante: nenhuma foto neste post é conteúdo do livro. Eu as coloquei para complementar o material. No entanto, o livro possui sim uma sessão de fotos.

Fatos antes de Bruce entrar no Maiden

  • A primeira banda que Bruce formou na época da faculdade se chamava Speed. Até aí, qualquer fã mediano sabe disso. Só que Bruce afirma que eles realmente não sabiam que speed se tratava de uma gíria para anfetamina e jurou de pé junto que o único motivo do nome da banda era porque eles tocavam muito rápido, inclusive estragando covers, devido à velocidade.
Bruce Speed

A banda Speed

  • Bruce teve que acatar o vestuário ridículo da banda Shots enquanto também tomava conta de assuntos gerenciais, fazendo booking de shows para sua banda, pois eles não tinha sorte com um bom manager. Tem algumas histórias legais sobre esse período.
Bruce Shots

A banda Shots e suas roupas ridículas

  • Apesar de não termos relatos de barracos, brigas e uso de drogas (e por isso eu coloquei que não é uma biografia clichê, pois é o que muita gente busca ao ter contato com biografias), Bruce comenta, sem entrar em detalhes, quando viável para o entendimento do contexto, sobre esses tópicos. No caso dos colegas da banda Samson, o uso de maconha e cocaína pelos integrantes era algo constante, mesmo com Bruce só usando um pouco de maconha.
Samson

A banda Samson, último posto de Bruce antes de assumir os vocais do Iron Maiden

  • Bruce conheceu Ian Gillan, vocalista do Deep Purple e um de seus ídolos máximos, quando Ian estava ouvindo o álbum Head On, do Samson, junto com o produtor do álbum. Bruce relata que chegou no estúdio mamado de álcool e maconha e presenciou Ian elogiando Bruce. O futuro frontman do Maiden passou mal e teve que correr para o banheiro, vomitar. Foi Ian que foi socorrê-lo, e Bruce acabou vomitando nele, criando uma piadinha que Ian fez com Bruce nos próximos vinte anos que se seguiriam toda vez que se encontraram.
  • Ainda no Samson, Bruce faz uma menção honrosa para o engenheiro de som que trabalhou com a banda, Tony Platt, que o ajudou a remodelar sua voz para o timbre que o mundo conhece hoje.
Tony Platt

O engenheiro de som Tony Platt, que trabalhou com o Samson

A época do The Number Of The Beast

  • O termo “air raid siren” foi tirado de uma carta escrita por um fã do Iron Maiden dirigida ao vocalista, pedindo a saída de Bruce após ter presenciado suas músicas favoritas de Paul Di’anno serem “estragadas” ao vivo. Foi ideia de Rod Smallwood transformar a suposta crítica em um termo positivo, que acabou dando muito certo.
  • Nos créditos de The Number of The Beast, o produto Martin Birch aparece como “Martin Farmer Birch” porque ele ia com botas e esporas para o estúdio. Além dessa zoeira, o pessoal do Maiden também chamada Martin de Marvin (e isso era uma constante e não só para a produção do álbum), quando o produtor assumia uma “segunda identidade”, totalmente fora de seus padrões . De vez em quando dava uns surtos no Martin, como um transtorno bipolar, e o pessoal dizia, “cuidado que é o Marvin”. Todas as vezes que Marvin é citado, é certeza de uma divertida leitura (ele, por exemplo, quebrou toda a mesa de som do estúdio após finalizar a gravação do The Number Of The Beast).
  • Havia cocaína nas gravações de The Number Of The Beast, sendo que só Steve e Bruce não usavam. Essa é a primeira vez que vejo a palavra cocaína oficialmente colocada em um meio de comunicação oficial de alguém do Iron Maiden.
  • O clipe de The Number Of The Beast foi gravado antes de um show ao vivo, no Newcastle City Hall. Tiveram que atrasar a entrada da galera em meia hora para terminarem de gravar. O pessoal já estava cansado das gravações e, com o show, Bruce e Steve saíram na mão ao término da apresentação, pois eles não se entendiam no posicionamento de palco (um queria mais destaque que o outro). Rod Smallwood teve que separá-los enquanto Steve gritava “He’s gotta fucking go!”.
  • Bruce confirma que “Maiden Japan” foi uma trocadilho proposital com o álbum “Made in Japan”, do Deep Purple.
  • Curiosidade: o Japão tem dois charts musicais – um local e um internacional. Vender cerca de 50 mil álbuns no Japão faz você estar entre os primeiros no chart internacional (não tenho os números aqui, mas o Iron Maiden entrou nele), mas nem faz cócegas no chart nacional. Uma das poucas cantoras internacionais a conseguir entrar no chart nacional japonês foi Sheena Easton.

A época do Piece of Mind

  • O estúdio onde foi gravado o Piece Of Mind, como era em uma ilha, tinha um gerador para eventuais falhas elétricas. Cada vez que acabava a energia e o gerador ligava, o pico de força dado pelo equipamento era tão forte que dava um curto e apagava o que estava sendo gravado nas fitas da mesa de som. Então, quando a luz acabava, o pessoal da banda e da mesa parava tudo e corria no maior stress para tirar as fitas, sabendo que tinham cerca de 10 segundos para não perder o que tinha sido gravado.
  • Steve queria acelerar Flight of the Icarus e Bruce não deixou, pois tinha na cabeça que essa canção tinha um potencial muito grande para deixar a banda conhecida nos Estados Unidos, com a ajuda de um hit para os rádios. Só que Steve não queria ter uma banda de hits de rádio. Os dois se encararam no estúdio por um longo tempo e foi esse diálogo, que copiei descaradamente, que rolou:

Steve: “This has nothing to do with getting it on the radio, is it!?”

Bruce: “Ow no. God forbids. Of course not”, I lied.

E bingo! O Maiden teve uma música explodindo na radio estado-unidense.

  • Ao final da turnê, em um festival, Bruce ficou tão bêbado que, além de urinar na mesa de som de onde tocara (e ser retirado a força do local), ele passeou pelo festival com seu bigulim de fora, que acabou fazendo parte de uma sessão de fotos do Quiet Riot (com Bruce enfiando seu pênis na orelha do vocalista). Bruce foi encaixotado num táxi para ir direto para o hotel (e no caminho, ele abriu a porta do táxi em movimento, e o taxista teve que parar o automóvel e jogar Bruce na parte de trás, que tinha trava de criança).

A época do Powerslave

  • O diretor responsável pela gravação do vídeo de 2 Minutes To Midnight estava mostrando para a banda alguns lugares horríveis e sinistros que ele tinha encontrado para fazer o esconderijo dos mercenários. Era o bairro onde Bruce tinha morado anos atrás!
  • Há um capítulo dedicado ao início da turnê de Powerslave, feita na Polônia. Bruce relata que chorou após conhecer Auschwitz e que foi sentir tamanha intensidade emocional somente quando visitaria Sarajevo, em turnê solo.
  • O excerto do Rock In Rio de 1985 é muito bom! Bruce relata todo o assédio que a banda sofreu, a produção do espetáculo, a segurança, a plateia vibrando, para chegar o grande momento do show e o som estar uma verdadeira porcaria! E esse foi o motivo pelo qual Bruce arrebentou a cabeça em uma guitarra: ele estava tentando de todas as formas avisar o engenheiro de som do quão ruim e baixo estava o som; e em uma das reclamações (já p da vida), ele não viu a guitarra e arrebentou a testa, cortando-a e gerando as clássicas imagens que todos conhecemos. E outro coisa legal: quando Bruce foi pra trás do palco, durante um solo, para limpar um pouco o sangue, um roadie foi enviado a mando de Rod Smallwood, pra ele não limpar e apertar o ferimento para sair mais sangue, porque “estava animal no telão”.
Bruce bleeding rir

O clássico ferimento no RiR

Na época do Somewhere In Time

  • Durante a turnê do Somewhere In Time, Bruce deixou a barba crescer e Rod Smallwood brigou com o vocalista para que ele fosse cortá-la. Bruce cortou, então, desse jeito aqui:
Bruce Half Beard

Rod Smallwood brigou com o cara errado…

Na época do Seventh Son Of A Seventh Son

  • A EMI deu a opção de gravação e lançamento de um álbum solo para todos os integrantes do Iron Maiden. Bruce agarrou essa oportunidade, mas não comenta sobre como os outros integrantes da banda reagiram a essa proposta.
  • A musica “Dive! Dive! Dive!”, do primeiro álbum solo de Bruce, nasceu enquanto ele esvaziava a bexiga e leu em uma parede: “No muff too tuff, we dive at five!
  • Bruce relata claramente que Adrian Smith saiu devido a arrogância dos membros da Iron Maiden e ao sucesso que eles tinham alcançado, que tinha subido a cabeça. Adrian reclamou sim do direcionamento do álbum novo (o que estava se formando como o No Prayer For The Dying), mas o que era para ser uma crítica construtiva acabou em uma série de acusações, que o fizeram sair. Nem na biografia oficial isso é mencionado dessa maneira, tão explícita (o que me trouxe uma evidência de que pediram para Adrian ser político na entrevista dada na biografia oficial).

Na época do No Prayer For The Dying

  • Quando Bruce foi convidado para fazer uma faixa de A Hora do Pesadelo, ele ligou para Janick Gers para que ele não vendesse seu equipamento. Jack estava a ponto de abandonar a música e virar professor de filosofia. Até aí, mencionamos isso na discografia, mas o que eu não sabia, pelo menos, foi que Bruce se dispôs a comprar todo o equipamento de Janick se ele realmente fosse vendê-lo, sendo que o guitarrista poderia usá-lo quando quisesse.

Na época do Fear Of The Dark

  • Bruce voou pela primeira vez em 17 de Julho de 1992, pagando 35 dólares na sua primeira aula, na Flórida.
  • Uma coisa que me marcou muito foi uma pequena narrativa (de um capítulo até que chato), onde Bruce coloca algo mais ou menos assim (aqui é minha tradução livre): eu tinha uma casa com piscina e eu não nadava. Tinha quadra de tênis e eu odiava tênis. Tinha um belo jardim e eu odeio jardinagem. A garagem era bem espaçosa, guardando minha BMW, que eu não dirigia. E também tinha uma sala de sinuca, que eu tirei a mesa e transformei em um lugar para treinar esgrima. Ou seja: o que faz de você o que você é são suas paixões! Cultive-as! Elas ficarão com você por toda sua vida!
  • Henry Miller! Achamos o culpado! Bruce tomou a decisão de sair do Iron Maiden quando leu essa frase do escritor: “All growth is a leap in the dark, a spontaneous unpremeditated act without the benefit of experience”.

Na época pós-saída do Maiden

  • Se a parte sobre aviação dá sono, o capítulo sobre a ida para a Bósnia fazer um show em Sarajevo é imperdível!
  • O nascimento da canção Accident of Birth nasceu justamente após Bruce estar se sentindo deprimido por ter encerrado o projeto Skunkworks e pensava realmente em abandonar a música. Roy Z o chamou ao telefone para mostrar um riff (sim, através do telefone) e minutos depois Bruce escreveu um trecho da letra, com o termo “accident of birth” se referindo ao seu estado depressivo. No outro dia, Bruce voou para junto de Roy Z e começaram as produções do novo álbum solo.
  • Blaze Bayley deu uma entrevista pelo Maiden um pouco sarcástica, onde ele se descreveu como “Dorothy, do Mágico de Oz – tentando encontrar o caminho de casa” quando entrou no Iron Maiden. Bruce, que já tinha se sentido assim na banda, pintou dois tijolos de amarelo e os mandou a Blaze, desejando boa sorte.
  • O capítulo Brain Swap é recheado por curiosidades de como a obra de William Blake fez influência ao filme e ao álbum The Chemical Wedding. Até peguei o encarte do meu CD para acompanhar algumas partes do livro.

Na época pós-retorno ao Maiden

  • Bruce estava em Nova Iorque em 11 de Setembro, para uma entrevista à MTV (que nunca ocorreu), justamente devido ao ato terrorista dos aviões nas Torres Gêmeas. O vocalista relata em detalhes os dias que se seguiram, ilhado no hotel e com uma cidade desértica. Um dos capítulos mais interessantes.
  • 2002 foi um ano de descanso para o Maiden. A gravadora teve a ideia de criar um projeto similar ao dos três tenores, mas com três grandes nomes do Metal, sendo Bruce um deles. Bruce queria Dio e Halford (assim como a maioria da população metaleira, colocou o cantor), mas Rod Smalwood foi totalmente contra Dio, por questões de não se bicar com a empresária dele. Ele sugeriu Geoff Tate, do Queensryche. Após sentar com Geoff, em uma reunião, a ideia do projeto foi cancelada, porque os dois vocalistas não se bateram em nada nas suas propostas.
  • O Dr. Amen Sibtain foi o responsável pelo tratamento do câncer de Bruce, diagnosticado na laringe, pescoço e cabeça. Após o tratamento, o médico se abriu para Bruce e relatou que era muito mais fã de Rush do que de Iron Maiden.
Dr. Amen Sibtain

Amen Sibtain – Um fã de Rush

E para fechar esse post, deixo um trecho do livro, com uma foto que eu tirei de um excerto do último capítulo, onde Bruce está comentando sobre o tratamento do seu câncer. Para mim, o resumo da vida: seja lá o que ocorrer com você, não perca seu bom humor.

imagem livro

Eu tinha vários álbuns de platina, e agora estava me tornando um…

Ah sim, esqueci de dizer que o nosso presidente tem o mesmo livro, mas autografado. A aventura dele, você lê aqui.

Beijo nas crianças!

Kelsei



Categorias:Artistas, Discografias, Iron Maiden, Resenhas

4 respostas

  1. Eu só agradeço pelo post. Em um momento difícil na i=minha vida de conciliar trabalho, família, tempo livre e projetos pessoais, ter um post dando uns insights sobre esse livro que muito me interessa veio bem a calhar
    Como somos fãs, pode sempre dar spots, spoilers, whatever o que for……queremos sempre info sobre IM…..

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  2. Muito interessante todas estas curiosidades que você colocou neste apêndice. Particularmente o que mais me chamou a atenção no texto foi justamente a parte dedicada ao Samson, então resolvi ouvir todos os trabalhos dele na banda em sequência. Sempre achei que as performances de Bruce Dickinson primaram por uma evolução constante, desde um vocal bastante comum no Survivors, melhorando substancialmente no Head On e sua capa meio ridícula, terminando em Shock Tactics onde não só o vocalista, mas toda o grupo evolui significantemente, com certeza deve ter a mão de Tony Platt ai. Apesar de que neste disco Bruce lembra mais Tattooed Millionaire do que The Number…
    Kelsei, mais um post muito agradável de ler. Excelente!!!

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  3. Livros de nossos ídolos sempre me interessam, e agora ainda mais com essa bela discrição quase livre de ” spoilers ” que o Kelsei nos traz.
    Obrigado por trazer suas impressões, Bruce realmente é um dos caras com mais história pra contar, certamente.

    Alexandre

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